TALES FROM THE CRYPT

Vamos brincar de contar histórias de fantasmas! Mas antes, vou fazer um alerta: pessoas sensíveis ou com problemas do coração não devem prosseguir na leitura! O que vão ler aqui é tão chocante quanto ver a transformação da Monga!

Glup!

Estão avisados

Quando eu tinha uns 15 anos começaram a acontecer umas coisas estranhas comigo (Não, não era polução noturna). Uma noite vi a maçaneta da porta do meu banheiro mexer sozinha… 2 vezes. Foi o suficiente pra eu pular do beliche de quase 2 metros de altura e sair correndo do quarto.

Outro dia eu estava num sono leve (já era umas 10 da manhã) e com o travesseiro na cara. Fui expulso da cama quando senti o travesseiro sendo pressionado contra a minha cara, com força. Por um segundo sufoquei. No outro estava correndo do quarto…

Outra noite acordei abraçado com um quadro, que deveria estar na parede…

Fui procurar Oráculo, sem dúvida. Não queria me transformar numa versão masculina da protagonista do filme “O Exorcista” 😛

Oráculo me falou que eu era médium de efeitos físicos. Mais nada… algum tempo depois me deu uma cruz imantada por ela pra eu usar no pescoço. Eu detesto amuletos, ou coisas no pescoço, ou mesmo relógio de pulso, mas ela me obrigou. Talvez funcione como um localizador, ou uma defesa, não sei…

Com uns 17 anos aconteceu uma coisa ainda mais estranha. A secretária lá de casa, evangélica, passou pela frente do meu quarto, e lá estava eu, mexendo no meu armário. Segundo ela eu parei o que estava fazendo, olhei para ela e depois voltei a remexer no armário. Então ela foi comentar com minha mãe, na sala, que eu estava acordado cedo pra um domingo, e minha mãe esclareceu que eu estava desde sábado na casa do meu pai, a 45km dali

Bem, não fiquem apavorados ainda. Isso pode ter sido uma projeção durante o sono, e graças à grande quantidade de energia densa que desprendo posso ter ficado “vísível”.

Com 25 anos aconteceu de, depois de sair da casa de um colega, horas depois ele me ver (ou pelo menos era uma coisa parecida comigo) na cozinha dele, em posição fetal, visivelmente perturbado. Ele procurou tocar “naquilo”, e na mesma hora a coisa se desfez na frente dele. Minha opinião é de que era algum espírito sofredor que usou minha energia pra se materializar, e como ele não estava em condições mentais de plasmar sua propria “vestidura”, assumiu automaticamente a minha forma (que provavelmente vinha por default na minha energia). Não era projeção, pois eu estava acordado nesta hora.

Ok, podem ficar apavorados agora…

AAAAHHHHH!

Achei que já tinha terminado essas coisas bizarras, mas aí ontem, enquanto reescrevia o post sobre o Livre arbítrio, no meu trabalho, a campainha da salinha do juiz tocou. Já era 6 da noite, a maioria do pessoal do prédio já tinha saído, e eu definitivamente estava sozinho na sala. A salinha fica dentro do gabinete, onde eu estava. Me levantei, abri a porta, e fui apertar a campainha pra me certificar de que era a que eu ouvi. Era! Apertei levemente, pra ver se ela não estava com mau-contato. Não estava (precisava apertar mais fundo pra ela tocar).

Na hora me lembrei do que a mulher que vê espíritos falou há uns 2 anos: que quando ia limpar os gabinetes cedinho de manhã, encontrava algumas vezes certos juízes (desencarnados) “despachando” nas suas respectivas salinhas…

BUUUU!!!!

Leia mais:
Causos do além-túmulo (parte 1);
Causos do além-túmulo (parte 2);
Causos do além-túmulo (parte 3);
Causos do além-túmulo (parte 4)

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