TELEPORTE DE OBJETOS

Muitas vezes rejeitamos aquilo que não podemos ver, e o categorizamos como crendice. Só que a ciência não é tão somente baseada naquilo que podemos ver ou medir, como bem provou Einstein ao formular a Teoria da Relatividade (que até hoje está apenas parcialmente comprovada, mas é utilizada até hoje com sucesso). O fenômeno espírita é baseado na Teoria de que o Plano Espiritual (o “mundo dos mortos”) está além dos nossos sentidos, mas pode interagir com o nosso Plano de Existência em casos especiais. Quem participa de reuniões espíritas onde acontece incorporação de entidades pode (ou não) ter presenciado fenômenos como teleporte de objetos, curas ou, mais comumente, o aparecimento de odores no ambiente, característicos de certas entidades.

Negar é sempre mais fácil e cômodo do que investigar, ou ter de dar uma resposta para aquilo que não se conhece e nem se dispõe de tecnologia para comprovar. Como, por exemplo, o caso do teleporte de objetos realizado em laboratório na China:

Em setembro de 1981, a revista Ziran Zazhi publicou que pesquisadores chineses levaram a efeito na República Popular da China uma série de experiências fantásticas envolvendo teleporte de pequenos objetos. O assunto foi muito comentado, porque era a primeira vez naquele país que algo tão fora do comum era obtido em laboratório. O resultado dos ensaios era algo que beirava o inacreditável, difícil mesmo de saber como seria possível realizar aquilo. Mas práticas semelhantes já haviam sido levadas a efeito em laboratórios de outros países, com resultados similares.

Os testes foram realizados em ambiente controlado, usando os métodos “Cego” e “Duplo Cego” (em que nenhum dos dois lados poderá interferir, consciente ou inconscientemente, no resultado). Os agentes psicocinéticos escolhidos foram dois meninos, Ping e Chang. Vários observadores de Instituições médicas da China estavam presentes, assim como representantes da Comissão Científica de Defesa da República Popular da China.

Observando a obra Espírito, Perispírito e Alma, do Prof. Hernani Guimarães Andrade, vemos ali registrado que, em uma caixa devidamente lacrada, os cientistas colocaram aparelhos rádio-transmissores, que funcionavam por meio de pilhas. Uma outra caixa, também lacrada, mas vazia, fora colocada em um canto da sala, para onde os microtransmissores deveriam ser teleportados por ação da “força de pensamento” dos dois meninos.

Os sinais de rádio, emitidos pelos microtransmissores colocados dentro da caixa, eram captados por equipamento eletrônico postado na sala, o qual assinalava na tela os sinais transmitidos.

Observou-se que os sinais de rádio sofriam flutuações de intensidade, chegando a desaparecer completamente da tela, por um tempo mais ou menos longo, toda vez que o radiotransmissor desaparecia da caixa. Contudo, as ondas reapareciam na mesma intensidade toda vez que o radiotransmissor voltava ao mesmo local em que estava, ou, então, era teleportado à outra caixa no fundo do laboratório, sendo ali captado por meio de aparelhos.

Quando as ondas desapareciam por completo, os autores da experiência admitiram que os objetos passavam do estado de “existência” para o de “não-existência”. Contudo, após um curto lapso de tempo – no qual as ondas desapareciam por completo – elas voltavam à tela de modo incerto, apresentando uma “flutuação” de intensidade, o que parecia corresponder a um estado de “transição” do sinal, como se fosse dado um salto no ar de outro espaço, antes do reaparecimento completo da onda na tela, sinalizando a total transposição dos objetos para a outra caixa.

Na teleportação, durante a enigmática viagem pelo “espaço” – período este em que as ondas desapareciam por completo da tela e os microtransmissores não estavam em caixa nenhuma – outros equipamentos montados no laboratório registraram que eles continuavam a consumir eletricidade das pilhas. Isso veio demonstrar que eles não pararam de funcionar um só instante, mesmo durante a enigmática passagem de uma caixa para outra. Portanto, ficou demonstrado que a teleportação não interrompia o funcionamento dos transmissores; apenas a captação de ondas no espaço tridimensional sofrerá interrupção.

O conteúdo da caixa era fotografado / filmado por equipamentos de alta velocidade, que registraram o desaparecimento dos objetos, que demoravam de segundos a minutos para reaparecer na outra caixa. Tais experimentos podiam ser repetidos quantas vezes fosse necessário, ou seja, não foi algo ao acaso, que possa ser descartado pela Navalha de Ockham.

Outras experiências foram feitas pelos pesquisadores chineses: Na mesma condição já descrita, colocaram dentro da caixa dois relógios, sendo um mecânico (movido a corda manual) e o outro eletrônico-digital; e também colocaram na caixa várias moscas-de-frutas (drosophilas), acondicionadas perfeitamente vivas. Para surpresa geral, nada constituiu obstáculo à teleportação. Todos os experimentos foram teleportados para a caixa vazia, posicionada no outro canto do laboratório.

Durante o tempo em que o teletransporte fora realizado, os relógios continuaram funcionando sem qualquer interrupção e a marcação das horas fora idêntica, tanto no mecanismo de corda quanto no eletrônico-digital.

As moscas, por sua vez, estavam plenamente vivas e assim permaneceram por vários dias, não apresentando alteração na sua longevidade vital.

Ao final da experiência, os pesquisadores concluíram que houve a real passagem dos objetos de uma caixa para outra, mas por um “estado excepcional da matéria”, totalmente indefinido. Esses fatos vieram mostrar que durante o apport a hipótese de desintegração e rematerialização dos objetos não se confirmara, porque o consumo ininterrupto de energia demonstrava o contrário. Nos casos verificados, uma explicação muito plausível para elucidar a teleportação é a hipótese de Zollner, ou seja: Transferência de corpos através do hiperespaço de quatro dimensões.

Referência:
UFO: Fenômeno de Contato; Pedro de Campos e Yehoshua ben Nun;
Mais detalhes do experimento (em inglês);
Air Force report calls for $7.5M to study psychic teleportation;
Teleportation Physics Study (PDF)

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