NOME: O SOM DA ALMA

Oráculo é uma pessoa quase como eu e vocês (bem, talvez com mais experiência), com a diferença de que onde ela mora é muito alto e assim pode ter uma visão panorâmica das coisas. É uma mãe e uma irmã, alguém em quem eu confio, e bem sei que confiança não se dá nem se empresta, se conquista. Portanto, não tenho a menor pretensão de convencê-los sobre qualquer coisa que ela diga.

Não gosto de usar nomes, preferindo apelidos. Oráculo mesmo disse pra não dizer o nome dela por aí, pois o nome é vibração, e somos todos compostos de energia em diferentes vibrações e, portanto, SOMOS também o nosso nome (a vibração do nosso nome torna-se parte integrante da nossa essência).

Se os pais soubessem a importância dos nomes, provavelmente deixariam a cargo dos próprios filhos escolhê-los! (hehehe) É por isso que em algumas iniciações a pessoa ganha um novo nome, compatível com sua nova frequência (os índios norte-americanos já faziam isso). Muitos espíritos possuem a felicidade de escolher o próprio nome, influenciando os pais antes de nascimento. Geralmente escolhem manter o nome de uma encarnação que a marcou, ou então um que tenha um certo significado especial, para que no inconsciente possam lembrar-se de sua missão aqui na Terra.

Quanto a mim, eu nunca gostei muito de ver meu nome escrito por aí, ou falado comumente, por ser um nome muito forte e por eu ter uma profunda admiração pelo primeiro dono dele (faço por onde ser digno de usá-lo). Dependendo de como ele é pronunciado causa um efeito em mim similar ao que o AUM causa em certas pessoas, e eu pretendo que isso continue acontecendo (o que provavelmente seria minimizado pela banalização do uso).

Além do que eu não quero que o blog seja vinculado a uma pessoa (ou doutrina, ou religião), e sim ao conteúdo. Me ignorem; atentem tão somente para o que está escrito, reflitam sobre os textos, e não sobre a pessoa que o escreveu. Naveguem nos links das fontes e referências que coloco no fim dos posts, aprendam a buscar por vocês mesmos. Se fizerem de mim um referencial, estarão perdidos, pois eu estou mudando a cada dia.

Voltemos ao poder dos nomes. Jesus obviamente o conhecia:

Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

Mateus 18:20

Qualquer que em meu nome receber uma destas crianças, a mim me recebe; e qualquer que me recebe a mim, recebe não a mim mas àquele que me enviou.

Marcos 9:37

Oráculo diz que “Jesus falava e pessoas de qualquer língua o entendiam”. Provavelmente o que ele falava se manifestava não somente na frequência audível, mas nas vibrações sutis que iam diretamente ao coração. Sinto um pouco isso quando vejo Martin Luther King falar naquele famoso discurso em Washington… não entendo patavinas além do “I have a dream“, mas realmente não preciso entender para entender, entendem? 🙂

Nos livros sagrados da Índia (Vedas) vemos que Deus primeiro criou o som, e dessas frequências sonoras originou-se o mundo perceptível. Vemos isso também na Bíblia, em João 1:1: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. É a senha para a interpretação do Gênesis 1:3: “E disse Deus: Haja luz; e houve luz”. Vemos também em Salmos 33:9: “Pois ele falou, e tudo se fez; ele ordenou, e tudo surgiu”.

Mas, do mesmo jeito que o som Cria, também destrói, desagrega. Nas artes marciais vemos aqueles gritos que acompanham os golpes – cada um mais horrível que o outro – e nos perguntamos pra que aquilo tudo. É que o ataque é mais efetivo quando atinge não só o físico, mas o psíquico (o medo e a surpresa que o grito provoca no oponente) e o espiritual.

Referência:
Estudo sobre “Em nome de Jesus” (referências cristãs e judaicas);
Estudo sobre “No princípio era o verbo”

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