MACACO MOVE BRAÇO BIÔNICO

Usando apenas seu pensamento, dois macacos conseguiram mover um braço robótico à distância.

A experiência pioneira, conduzida pelo cientista brasileiro Miguel Nicolelis na Universidade de Duke, na Carolina do Norte, abre caminho para o desenvolvimento de novos tratamentos para pessoas com paralisia e também para a criação de próteses controladas pelo cérebro. Leia a matéria completa aqui (versão mais amigável) ou aqui (mais detalhado).

O cientista, em entrevista para O Globo, falou que “Muda basicamente a concepção teórica que tínhamos sobre o cérebro. Ele evolui para incorporar ferramentas que utilizamos. O limite de nosso corpo não termina no limite de nossa pele.”

Um grupo de cientistas colocou, através de cirurgia, microcabos de computador, menores que um fio de cabelo, dentro do cérebro dos macacos, em diferentes regiões. Assim registravam todo o funcionamento de mais ou menos cem neurônios. Depois, passavam essas informações para um sistema de computadores que estava programado para interpretá-las. Os computadores criaram algoritmos, que são “regras” para entender informações. Tais informações podiam até mesmo ser transmitidas pela internet, e mover um braço que estava a nada mais, nada menos que 900 quilômetros de distância! (essa tecnologia foi desenvolvida pelo mesmo cientista e hoje é possível pra um humano mover uma mão biônica pelo pensamento)

O futuro?

Fico pensando: Se os cientistas de hoje conseguem fazer isso com os macacos, o que possíveis alienígenas (tecnologicamente bem mais avançados) podem fazer com humanos?? Esse negócio de abdução com implantes e chips é algo que não dá pra esconder, simplesmente porque existe a prova física. Não raro são retirados objetos que são feitos de ligas desconhecidas aqui na Terra, ou metais que só são encontrados na Lua. Já vi fotos de cirurgias e laudos de laboratórios de análise de metais. Um dos maiores pesquisadores em implantes alienígenas da atualidade é o norte-americano Derrel Sims, ex-funcionário da CIA. Ele trabalha em parceria com o Dr. Roger Leir, e coleciona um conjunto de implantes alienígenas retirados de pessoas através de cirurgias. As peças de metal no organismo desses pacientes estavam envolvidas num denso labirinto membranoso e numa trama de proteínas e coágulos. Outra característica desses implantes é que eles não são rejeitados pelo corpo, como deveria ocorrer caso fossem um acidente. Além disso, foram detectadas células que não deveriam estar na região onde os artefatos foram introduzidos nas vítimas.

Há também a parte metafísica da coisa, tratada em vários livros espíritas, onde dizem que há rastreadores que são colocados no corpo etérico da pessoa, não localizáveis fisicamente, mas só com a ajuda de médiuns (principalmente os que trabalham com apometria).

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