EU E OS UFOS

Sempre quis ver um disco voador. Ouvia os relatos de minha mãe e da minha avó, que já viram nos anos 70, e sempre vivia olhando o céu, mas não via nada. Quando me mudei do Recife para o Acre (por dois anos) achei que veria muitas coisas, afinal, o céu de lá é maravilhoso, onde se pode apreciar toda a extensão da via láctea. Mas lá só pude ver satélites, com suas rotas a horários previsíveis. As coisas melhoraram quando fiz 18 anos e fui tirar carteira de motorista: só então descobri que era míope. Com os óculos, pude ver as estrelas menores, que eu nem sequer percebia. Só que mesmo assim não via OVNI algum…

Mas tudo mudou em agosto de 1999, quando ocorreu um certo alinhamento dos planetas em forma de cruz.

Inspirado pelo fenômeno que a mídia divulgava – mas que não dava pra ver a olho nu – resolvi passar a noite olhando para as estrelas e suspirando, com minha típica saudade de algo que não sei definir. Quando deu 1:30 da manhã, estava eu brincando com meu cachorro, quando percebo um forte brilho piscando no céu. Olho e vejo uma luz piscar três vezes seguida e desaparecer, para piscar mais três vezes seguidas em um ponto mais na frente, e depois não aparecer mais. Minha primeira reação foi pensar que era um helicóptero. Mas estava um silêncio de matar, e eu estava a 1km da praia e tinha um campo de visão enorme para os lados, e a “coisa” não piscou mais! Empolgado com meu primeiro avistamento resolvi ficar a madrugada toda. Foi aí que vi, no mesmo lugar de onde tinha se apagado aquela luz, (+ ou – em cima do litoral) algo que se movia lentamente, com uma luz que pulsava em vez de simplesmente acender e apagar (era como se fosse algo orgânico, em vez de eletrônico). A forma mais apagada dela era semelhante a um satélite, enquanto sua forma mais acesa era maior que qualquer estrela. Uma das vezes, ao piscar, tomou a forma de um cometa ou estrela cadente, com aquele “rabinho”. Óbvio que eu acordei todo mundo lá de casa! Podia ser uma invasão extraterrestre, quem sabe? Hehehehe Aí então ficamos eu, minha mãe, o noivo dela e meu irmão mais novo olhando o céu. Vimos algo parecido com um satélite, só que de cor avermelhada. Eu não sabia, mas esses pontos de luz iriam se tornar minha única companhia nas madrugadas pelos próximos dois anos. Mas a sequência de avistamentos mais espetacular da minha vida viria no ano seguinte, num fim de semana de maio do ano 2000.

Eram 4:30 da manhã do dia 06, um sábado. Metade do céu já estava nublado. Estávamos eu, minha mãe e o namorado dela do lado de fora, eles farreando e eu olhando as estrelas. Foi quando avistei uma enorme luz, semelhante a de um balão. Parecia que estava passando a no máximo 100 metros de nós, pois não havia a interferência atmosférica (comuns a objetos distantes) e ele estava abaixo das nuvens (que estavam baixas). Ao passar do nosso lado, deu pra calcular a forma. Parecia um carrinho de bebê, com um poderoso holofote com uma luz amarelo-esverdeada, comparável somente a de um holofote frontal de avião. Atrás não havia luminescência: apenas uma tênue luz vermelha pulsava, pequena. Movia-se lentamente, como um balão, e não emitia som nenhum (era madrugada e estava tudo em silencio mortal. Nem sequer ventava!). Em todo o percurso moveu-se em linha reta, e não sofreu nenhum abalo para os lados. Ele entrou nas nuvens e desapareceu em direção do mar. Ficou visível por uns 3 minutos, no total.

Fiz até uns desenhos pra não esquecer dos detalhes:

OBS: Este diagrama não está em escala
A luz em relação às palhas dos coqueiros

Óbvio que nos dias seguintes eu estaria acordado para ver mais coisas. E assim foi: logo no domingo de madrugada vi, no alto do céu, uma luz bem pequena e alta, piscando como um avião, só que na forma de charuto, e somente a parte traseira tinha uma luminosidade maior. Interessante, mas ainda poderia ser um avião. Foi quando avistei o que parecia ser uma estrela cadente, com rabo e fumaça e tudo. Veio descendo pelo céu, extremamente parecido como o começo desse foguete retornando à Terra, só que a luz vermelha parou em pleno ar, sem nenhuma inércia atuando, e 2 segundos depois e começa a seguir lentamente na horizontal, em linha reta, na direção ao mar. Desapareceu nas nuvens, ofuscado pelo sol. Meu mundo caiu nesse dia. Até ontem eu podia ter uma explicação um pouco mais lógica pra o que tinha visto, mas não pra isso!! Vocês sabem o que é ver uma estrela cadente parar no meio do céu e seguir como um inofensivo pontinho de luz, lentamente em direção ao mar? A frase “eles estão entre nós” e “disfarce” ficou martelando na minha cabeça por dias e dias…

Como se não bastasse isso, na segunda feira às 5:00 da manhã, eu estava do lado de fora de casa, conversando com a vizinha (que tinha uns 60 anos ou mais) e sua filha. Estávamos olhando todo o céu e conversando, já era dia claro, quando, no lugar onde tínhamos olhado 1 minuto antes apareceu uma forte luz, do tamanho da estrela matutina, a uns 2 km de distância, e ele está de frente, com um forte brilho. Fez uma leve curva em direção ao mar. A luz diminuiu consideravelmente, revelando sutilmente os traços do objeto (uma forma de ovo deitado, metálico, mas um tanto deformado). Imagino ser o mesmo objeto do sábado, o que parece um balão! Uma espécie de aura esverdeada cobria o aparelho, visível mesmo de dia, e lentamente ele entrou numa nuvem cujo fim era possível ver e (pasmem!) não saiu do outro lado!!!!! As pessoas que estavam comigo ficaram sem saber o que dizer. Riram um pouco e ficaram mudas! Não dava pra dizer que era um balão, avião ou qualquer outra coisa conhecida!

Representação (mais ou menos) artística

Confesso que pirei. Em três dias vi mais coisas do que almejava ver em toda a minha vida! Não estava preparado pra esse choque. Mas o que mais me revoltava era a passividade das pessoas diante daquilo! Paradigmas sendo rompidos diante delas e a mente dessas pessoas (talvez num instinto de defesa) insistindo em negar (ou ignorar) o que viram! Fiquei eufórico, depois paranoico, depois deprimido, e depois revoltado. Não tinha ninguém pra compartilhar aquilo. Entrei em crise existencial, percebi claramente que vivemos numa farsa onde as pessoas procuram manter as aparências de que tudo está normal e o que importa é o pão de cada dia.

Após um tempo tentando “acordar” as pessoas – tentando fazer com que elas vissem por elas mesmas essas luzes (dizendo horário, local e tudo) e elas (obviamente) não se interessando – eu comecei a duvidar de minha sanidade. Será que o mundo está certo e eu que estou numa “viagem”? Então me endividei e comprei uma filmadora, apenas pra provar às pessoas (ok, e a mim mesmo) que eu não era maluco.

Mais um desenho de algo que vi na “fase áurea” dos avistamentos

Segunda 21/05/2000: Um objeto em formato de charuto, de cor amarelada/avermelhada, como se estivesse em brasa, sai de trás das nuvens. Me pegou de surpresa, pois já estava perto de mim. Veio pelo lado direito da casa, em leve diagonal, e passou exatamente por cima da casa e da minha cabeça. No momento em que passava, notei que o charuto estava ficando menor em comprimento. Achei ser um efeito óptico, mas percebi que quando eu já estava vendo as costas dele, o charuto continuava diminuindo, até sumir completamente!!!!!!!! O mais impressionante é que o desaparecimento não se deu como se ele estivesse entrando em alguma coisa invisível, e sim, da parte de trás até a frente. Desde o ponto em que ele começou a sumir (em cima da casa) até o completo desaparecimento (a uns 300 m da frente da casa) passaram-se uns 7 segundos ou mais. E eu tenho certeza de que ele não desligou a luz simplesmente, pois as condições de visão estavam excelentes, e eu teria visto a forma/sombra de qualquer coisa que estivesse indo naquela direção da luz (o sol estava timidamente nascendo ao mar, e, repito, não tinha raios que pudessem me ofuscar. O contraste seria perfeito, SE “aquilo” não tivesse simplesmente desaparecido por completo). Total do avistamento: 30 segundos

Aí acontece a maior sacanagem intergalática que eu já vi: Até então eu estava avistando coisas incríveis (do tipo “este é de fato um OVNI”), pelo menos uma vez por semana. Mas, no dia em que eu comprei a filmadora (e durante o resto dos dias), só apareceram luzinhas pra lá e pra cá. Coisas mais interessantes, como o caso abaixo, não duravam o suficiente pra eu registrar com a câmera:

Estrela cadente invertida?!

Quarta, 21/06/2000: Dessa vez era uma grande bola alaranjada que saiu por detrás das casas (oeste), elevando-se rapidamente e deixando um rastro luminoso alaranjado. Parecia uma estrela cadente que, em vez de descer, subia. Enquanto subia, a luz do “rabo” ia esmorecendo, até apagar-se. Peguei a câmera e a levantei já ligada, mas quando tentei enquadrá-la,não achei nada. Tinha desaparecido por completo. Não havia nuvens por perto. Tive a nítida impressão de que ele saiu da rua detrás do meu quarteirão. (um matagal quase do tamanho de 1 quarteirão,com aves aquáticas) Tempo total: 3 a 4 segundos

Não preciso dizer que eu fiquei mais deprimido ainda. Minha família, duvidando, foi perguntar a Oráculo se o que eu via não eram os “aerobus” das cidades espirituais, efeito de uma (im)provável mediunidade clarividente da minha parte. Mas o espírito da minha bisavó (que visitava muito a casa, pra olhar pelo meu avô) confirmou que eram coisas físicas, mas não deste planeta.

Minha depressão aumentou por não poder “provar para o mundo” a existência concreta dessas coisas… Terminei namoro, andava como um zumbi no trabalho… Isso quando não dormia no trabalho! Nessa época Oráculo confirmou que “eles” são seres materiais (como eu e você) e que são avançados cientificamente, mas não moralmente. Que eu evitasse entrar em contato mental com eles e parasse de ficar fazendo minhas vigílias de madrugada. Eu não dei tanta bola, afinal, eu estava praticamente obsediado por eles. Tentava dormir, mas não conseguia (tenho insônia até hoje). Óbvio que eu ia lá pra fora, ficar ouvindo música e observando o céu. O pior é que eu utilizei a informação de Oráculo (contato mental) para tentar me aproximar deles, em vez de me afastar.

Eu achava bastante improvável que eles soubessem (de alguma forma) que eu (uma formiguinha, da altura em que eles estão) estava com uma filmadora. O que me diferenciaria dos demais no meio da multidão? Só poderia ser o pensamento, mesmo! De alguma forma, eles captam o pensamento emanado na direção deles. Então, uma bela madrugada, cansado de ficar olhando luzinhas se movendo em linha reta (sem saber se eram ou não satélites, e acredito que muitos o fossem), desliguei a câmera e resolvi fazer um “acordo mental” dirigido a uma luzinha que passava. Pensei: “eu prometo não filmar se vocês me derem um sinal de que não são satélites”. Dois segundos depois, uma luz de outra cor, situada na “parte de trás” daquele ponto luminoso acendeu e apagou 2 vezes. Minha reação instintiva foi levantar a câmera e ligá-la, mas enquanto isso a luz sumia por “detrás” da lua, para não mais reaparecer… maldição, quebrei minha promessa!! E, de fato, esse truque nunca mais funcionou comigo…

Ainda assim eu consegui filmar algumas coisas interessantes, pelo menos pra mim que estava assistindo, mas que não ficam grandes coisas em vídeo (a câmera gravava em fita magnética, depois mandei digitalizar):

Aqui a luz segue uma linha descendente em diagonal pela maioria do tempo do vídeo, e quando chega próximo ao horizonte começa a traçar um movimento errático que até hoje não encontro explicação. Distorção magnética na captação gerada pela proximidade dos fios? Atmosfera?? Essas duas explicações não parecem explicar a amplitude de movimentos que é exibida. Curioso também que a maioria dos satélites percorrem uma trajetória oeste/leste, que é pra aproveitar a rotação da Terra, e esse vem do sudeste pro nordeste.

Esse é o mais interessante. O objeto descreve quase uma parábola e vai “pousar” no meio do mar (minha localização fica a 1km do mar). Se fosse um satélite não teria mantido a iluminação dessa forma cruzando o céu nessas coordenadas (veja a rosa dos ventos no topo do vídeo) porque o Sol OU estava no leste ou no oeste (não lembro o horário), abaixo da linha do horizonte neste momento, e em algum desses lados ele certamente faria sombra ao tal “satélite”. Ou seja, esse objeto emitia luz própria.

Atualização:

Eu continuei observando e tentando contato mental com eles até duas coisas acontecerem: Primeiro, eu dormi enquanto fazia a vigília no quintal. Eu NUNCA nem senti sono enquanto estava fazendo isso, mas nesse dia eu apaguei sem perceber e acordar com o Sol na cara e sem lembrar de nada da noite anterior foi meio perturbador.

A segunda coisa foram sonhos que passei a ter. Dois anos antes disso eu já tinha tido um muito nítido, em que uma nave de formato triangular sobrevoava bem baixinho à frente da minha casa. Daí dava pra ver um símbolo bem grande, desenhado por baixo dela, que parecia um ideograma japonês. Acordei com ele na cabeça e corri pra desenhá-lo. Só que eu perdi o caderno algum tempo depois e não lembro mais. Aí, depois desses avistamentos eu sonhei novamente com símbolos. Eu estava novamente na frente de casa e via a placa de meu carro mudar pra alguma coisa incompreensível. Sabia que as letras originais não eram as letras da minha placa porque estavam ABC e elas mudavam pra letras diferentes, que eu imaginei na hora serem alienigenas, e então pensei: “estão me ensinando o alfabeto deles!!!!” daí fiquei tentando memorizar as letras o maximo que podia, para quando acordasse desenhá-las (por algum motivo eu sabia que estava dormindo). Consegui desenhar três letras, as duas primeiras eu memorizei perfeitamente, mas só tenho certeza de que a primeira é equivalente a letra A (a segunda provavelmente é B):

Letra alienígena que apareceu em sonho

A terceira eu já não lembro muito bem o desenho, mas desenhei assim mesmo…

Letra alienígena que apareceu em sonho

Lembro que as outras letras que nao consegui decorar são no mesmo estilo de traços e poucas curvas, parece o I-Ching… mas nao é. Pesquisei em varias escritas antigas, runas, nórdicas, até as de Tolkien, mas não encontrei nada parecido.

Um outro dia tive um sonho em que aliens vestidos mais ou menos como o Master Chief de Halo (jogo que só saiu 1 ano depois) tentavam invadir minha casa. Por baixo do visor eles tinham o rosto de répteis.

Mas o que me deixou mais cabreiro foi o último sonho, no qual eu estava dormindo na cama quando de repente meu quarto se enchia de luz azul, e eu sabia que havia uma nave acima do quarto, e comecei a levitar da cama lentamente, sendo puxado pra cima. Eu comecei a dizer “não, não, não quero” e aí a velocidade diminuiu. Então flashes de luz iluminaram meu corpo e eu podia ver os ossos dos meus braços, como uma radiografia. “Estão me analisando, pensei”. Olhei ao redor do quarto e vi que, na porta do armário onde tinha um poster de Alien, ele estava diferente: em vez de uma cabeça, havia um coletivo de cabeças, como que formando o desenho da única cabeça, e lembrei imediatamente da palavra “colméia”.

Zeta
Como era
Como me apareceu

Firmei o pensamento em não querer ir (já que eu tinha lido em algum lugar que eles só fazem abduções com “autorização”) e comecei a descer gentilmente na cama. Aí é que entra o momento mais estranho: no momento em que meu rosto tocou o travesseiro foi o momento em que eu já estava acordado no “mundo real”, só que eu estava o tempo todo de olho aberto e não houve TRANSIÇÃO entre o “sonho” e o “real”. Eu não acordei abrindo o olho! Daí eu pensei: “fu%eu”. E fiquei imediatamente com uma pulga na orelha quanto ao horário, pois eu sabia que a maioria dos avistamentos se davam a partir das 3:30 da manhã. Eu virei o rosto com medo pra olhar pro relógio e estava marcando 3:30.

Como se não bastasse isso tudo, aconteceu de uma pessoa de origem humilde, muito próxima à nossa família, na mesma época veio até mim com relatos no mínimo curiosos (pessoas próximas já sabiam que eu estava avistando coisas, então é natural que alguém que passe por uma experiência dessas vá compartilhá-la com quem acredita). Da primeira vez ela contou que sentiu uma vontade enorme de ir pra o quintal e ficar olhando o céu. Minutos depois aparece uma luz do nada com as mesmas características de alguns OVNIs por mim observados. Isso deu certa credibilidade ao relato dela. Tempos depois ela estava indo para o trabalho (uma fábrica) no Recife antigo (numa lugar mal iluminado e que fica deserto à noite) com uma amiga e desceu do ônibus no horário de sempre, sem atrasos. 1 minuto depois uma bola de luz enorme “caiu” em cima delas,como um cometa. Depois disso a amiga dela ficou estirada no chão, gritando que estava cega. Ela, que ainda estava enxergando, mas com dificuldades, guiou a amiga para a fábrica. Lá foram atendidas no ambulatório e constataram que, apesar dos olhos delas estarem extremamente vermelhos, não havia nada dentro. Ninguém lá acreditou na história, claro, até porque elas chegaram lá com 1 hora de atraso. Ora, do ônibus pra fábrica não se leva mais do que 3 minutos. Ou elas desmaiaram no chão por 1 hora ou foram realmente levadas pra algum lugar e postas de volta. Essa garota passou semanas com dor atrás dos olhos, que só passava quando ela assistia TV (!) e a amiga dela precisou fazer tratamento pra vista em São Paulo, pois ficou quase cega por um tempo.

Ela resolveu contar isso a mim porque sabe que eu estudo essas coisas, mas fiquei totalmente sem ação. De acordo com o relato e o que sei, eu teria que dizer que ela estava com um implante atrás dos olhos, e eu não conhecia ninguém que pudesse retirá-lo. Achei melhor não falar nada, até porque ela melhorou.

Meses depois ela chega contando um sonho que teve com seres alienígenas. Novamente ela contou só a mim, pois todo mundo da família dela acharia estranho. Eles eram escuros, cor verde musgo, com olhos grandes que não piscavam. Era a descrição de um Zeta (ou Grey) de um pôster que eu tinha na porta do armário. Mostrei-a e ela disse que era exatamente aquilo. Achei que ela pudesse ter visto esse desenho antes e ficado impressionada. Ainda assim ouvi atentamente a história: Eles a cercaram, não falavam nada, ficavam olhando-a e mexendo os dedos freneticamente, como se comunicassem através disso. Colocaram-na numa mesa e falaram com ela por pensamento. Disseram pra se acalmar, que ela estava muito tensa e carregada de energia ruim, e que eles fariam uma coisa pra ela se livrar disso. Então dois desses seres espalmaram a mão (cujos dedos eram mais longos que o nosso) em cima da palma de cada mão dela e um dos dedos no pulso (ela fez o gesto na minha mão).

Confesso que neste ponto minha incredulidade se desmanchou em parte, pois sabia intuitivamente que aquilo era um redirecionador ou um “sugador” de energia vital, e que ela não tinha conhecimento pra inventar aquilo. Voltando à história: Ela sentiu uma moleza,uma sensação boa e sentiu a mente leve (e eu pensando: claro, quando se perde glicose no sangue é assim mesmo) e depois disso ela “acordou”.

Bem, eu fiz o que eu sempre faço quando ouço algo que não pode ser comprovado: fiquei calado. Nem acreditei nem desacreditei. Mas só bem depois é que achei a prova definitiva de que ela não estava inventando: Num livro de Yôga do Mestre DeRose tem uma seção com mais de 100 fotos de mudrás, que são gestos de mãos que servem para ativar energias, captá-las ou redirecioná-las, e também um simbolismo para ativar certos estados da consciência. Um dos mudrás, o Chakra Mudrá II, é IDÊNTICO ao gesto que ela fez em minha mão. Sem mover um milímetro!!

De acordo com esse site simboliza o sol, ou um círculo de fogo ou de energia. Refere-se também aos centros energéticos do nosso corpo.

Eu sequer tinha esse livro na época, nem me interessava por Yôga. E neste ano tomei conhecimento de que boa parte das abduções se faz com o perispírito da pessoa (e não com o corpo), e muitos dos implantes só existem em nível mais sutil da matéria, não captável numa radiografia.

Isso me fez perceber que quase fui abduzido também… e aí eu parei com os avistamentos diários, embora de vez em quando eu visse alguma coisa (basta ver alguns relatos aqui mesmo no Saindo da Matrix).

bandeira da espanha Ler em espanhol (por Iván Lavilla)

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