PRÊMIO DARWIN

O Prêmio Darwin é uma brincadeira inventada para homenagear pessoas que foram mortas das maneiras mais estúpidas, acidentalmente e por elas próprias. Como a “instituição” explica: “o prêmio honra aqueles que ajudaram a melhorar o gene humano matando a si mesmos”.

O prêmio originou-se em 1985, a partir de um grupo de usuários da internet que foi colecionando situações inusitadas a partir do que era publicado na imprensa. Em 1991 a cientista britânica Wendy Northcutt, que costumava a mandar para os amigos estas situações bizarras, institucionalizou o Prêmio. Em 1993 ela organizou um site onde publica todas essas situações.

Esses são os cinco melhores de 2003

1º CLASSIFICADO:
quando o seu revolver calibre 38 falhou, durante uma tentativa de assalto o dublê de assaltante James Elliot, de Long Beach, California, cometeu um pequeno erro. Virou a arma para ver se no cano tinha algo impedindo a arma de funcionar, e experimentou apertar de novo o gatilho… Desta vez a arma funcionou perfeitamente…

2º CLASSIFICADO:
O chefe de um hotel na Suíça perdeu um dedo no moedor de carnes, e depois de ter xingado em uma ou mais das 3 línguas faladas no país, entrou com um pedido de ressarcimento na sua seguradora. A seguradora, desconfiando de uma possível negligência no uso do aparelho enviou um inspetor, que testou o moedor: fez exatamente a mesma operação e perdeu um dedo ele também…
O pedido de ressarcimento foi aprovado…

3º CLASSIFICADO:
Um homem cujo nome não foi divulgado, ficou retirando neve da rua com uma pá por mais de uma hora, durante uma tempestade de neve em Chicago, para poder estacionar o seu carro. Terminado o trabalho, foi buscar o carro, e voltando ao lugar que tinha preparado com tanto esforço, encontrou uma senhora que tinha acabado de estacionar, com a maior naturalidade, no espaço que ele liberou. Como poderia deixar de dar dois tiros de fuzil no abdômen da
mulher?

4º CLASSIFICADO:
Depois de ter parado para tomar todas num bar clandestino, o motorista de um ônibus no Zimbabwe percebeu que os 20 doentes mentais que teria de levar para um asilo em Bulawayo, fugiram. Tentando esconder sua negligência, foi até um ponto e ônibus e ofereceu uma carona de graça para as pessoas que estavam esperando no ponto. Foi até o asilo e entregou os passageiros, dizendo que eram muito perigosos, e inventavam historias incríveis para tentar fugir.
O engano foi descoberto apenas três dias depois…

5º CLASSIFICADO:
Um adolescente americano foi internado num hospital com graves ferimentos na cabeça, provocados pelo choque com um trem. Foi questionado sobre como tinha acontecido o acidente, e ele explicou para a polícia que estava simplesmente tentando descobrir quanto podia chegar perto do trem em movimento antes de ser atingido…

Atualização

Esse exemplo ilustra bem o espírito do prêmio Darwin:

Mais concorrentes

Com o passar dos anos o prêmio foi se abrandando e ultimamente o participante nem mesmo precisa morrer pra ganhar o seu. O 4º colocado do prêmio Darwin de 2005 foi pra um motorista que deveria é estar listado pra o Didi Mocó Awards:

Depois de ter parado para tomar todas num bar clandestino, o motorista de um ônibus no Zimbabwe percebeu que os 20 doentes mentais que deveria levar para um asilo em Bulawayo, fugiram. Tentando esconder sua negligência, foi até uma parada de ônibus e ofereceu transporte de graça para as pessoas que estavam esperando no ponto. A seguir, foi até o asilo e entregou os passageiros, dizendo que eram muito perigosos e inventavam historias incríveis para tentar fugir. O engano só foi descoberto vários dias depois.

Outra notícia, desta vez de Uganda, nos mostra o que possivelmente serão os próximos candidatos ao Prêmio Darwin 2006:

Coelhinho ajuda 31 a fugirem de prisão

Em Kampala, Uganda, trinta e um prisioneiros fugiram da prisão aproveitando a distração que um simpático coelho gerou entre os guardas.

Segundo a imprensa local, os presos estavam trabalhando em um jardim vizinho à prisão quando um pequeno coelhinho começou a correr na grama. Os cinco guardas encarregados de manter os presos sob custódia foram atrás do roedor. “Enquanto os policiais brincavam com o coelho, os presidiários saíram correndo na direção contrária”, concluiu John Mulindwa, tenente-coronel da polícia local.

Mulindwa, que leva adiante a difícil tarefa de desarmar aos guerreiros Karimojong da área, declarou que dez dos prisioneiros haviam sido condenados por posse ilegal de armas de fogo. E o tenente imagina que o coelho tem ligação com os criminosos, após observar que “assim que os presos fugiram, o coelhinho tratou de se esconder em uma pedra até que os policiais fossem embora”. Apenas três presos foram recapturados até o momento.

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