MAPA ASTRAL

Confesso que não acreditava muito nesse negócio de mapa astral. O pensamento comum é “como um alinhamento de planetas pode influir em quem você é?“. Bem, talvez não influa diretamente, mas de alguma forma o mapa parece apontar características bem fortes nas pessoas. Se o signo (genérico pra caramba) já consegue descrever razoavelmente bem a personalidade da maioria, então o mapa pode ser muito, mas muito mais detalhado.

Eu já fiz uns desses mapas astrais gratuitos e automáticos que tem na internet, e só reforçou minha descrença no método. Primeiro que eles não conseguiam nem se decidir qual planeta era meu regente, depois que as descrições das influências planetárias eram bem chulé, não tinham nada a ver comigo.

Até que, por um golpe de sorte, consegui um mapa numerológico com Yubertson Miranda e toda a minha descrença veio por água abaixo. Eu, que prezo tanto pela minha privacidade, me senti nu e sem-graça, ali nas quase 30 páginas que ele me deu. Tinha coisa lá que só eu sabia, e coisa que só vim a conhecer em mim mesmo após tratamento psiquiátrico, enfim, pra não ficar paranóico achando que ele gravava escondido minhas sessões, achei melhor dar o braço a torcer e acreditar que a pessoa pode sim estar “ancorada” em algo que pode ser visto, seja através do nome, seja através dos astros.

Interessante que, se eu não tivesse trabalhado o auto-conhecimento na psicóloga, talvez não me identificasse em algumas partes, pois temos a tendência a esconder coisas de nós mesmos, ou não perceber o óbvio. Mas então, como funciona isso?

Com a palavra, Yub:

Não existe esse lance que o senso comum apregoa: “influência dos astros”, no sentido deles enviarem vibrações para nós que nos influenciam. A chave para essas artes está no SIMBOLISMO. Os símbolos (numerológicos, astrológicos e tarológicos) nos REPRESENTAM – e não nos influenciam. Eles, por analogia, REVELAM tendências, facetas, reações, atitudes, aspirações, oportunidades, desafios e aprendizados da gente. É como um espelho. Lemos no REFLEXO desses símbolos a nós mesmos e o nosso momento.

O mesmo ocorre com nossos sonhos. Por meio do simbolismo deles, temos acesso a nós mesmos. Esses SIMBOLISMOS nos REFLETEM de maneira exata. E nos auxilia no processo de autoconhecimento. Compreendemos nosso jeito de ser, as fases que vivemos e o que temos condições de realizar na vida a partir dessas linguagens SIMBÓLICAS (astrologia, numerologia, tarot, sonhos).

Uma pessoa que entende POSTURA CORPORAL, por exemplo, só de bater o olho no nosso modo de andar, gesticular e se comportar – fisicamente falando –, já descreve a nossa personalidade e o nosso momento. Ao saber de algum sintoma que estamos manifestando, tais pessoas já associam com determinadas atitudes que merecem ser conscientizadas e melhor trabalhadas, porque tais gestos e posturas refletem a nossa personalidade e como estamos reagindo aos ciclos atuais de nossa vida.

Yubertson Miranda
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