INTERAÇÃO COM OS “MORTOS”

Padre Quevedo defende que os mortos não existem, não podem interagir com os vivos, e tal. E que o que os médiuns captam ou vêem são as criações mentais do que ocorreu no passado (algo como uma brecha no tempo, ou seja, o pensamento dos que eram vivos na época atuando sobre a nossa realidade). Se formos partir desse pressuposto não teríamos evolução alguma do pensamento de uma pessoa morta em 1920 (ela nunca falaria de internet ou computadores) e não haveria concatenação de idéias, pois estaríamos dialogando com uma “bola de informações”, uma consciência que parou no tempo.

Ele diz que a “energia corporal” dos vivos (no caso, os médiuns) é que atua, causando o fenômeno, baseado no inconsciente dele mesmo. Certo, Quevedo, esse fenômeno acontece e é bastante conhecido pelo espiritismo. Agora, por que não analisar os casos que não são tão “fáceis” assim?

No debate que a Globo veiculou entre Clóvis Nunes e Padre Quevedo, onde o “caçador de enigmas” procurava desacreditar a transcomunicação instrumental, ele foi munido de casos de manifestação ectoplásmica da metade do século passado, quando o assunto exigia conhecimentos de eletrônica e computação para começar a entender o que estava sendo mostrado. Clóvis Nunes falou que ele era de um ramo da parapsicologia que já estava ultrapassado no mundo todo, e ele obviamente ficou P da vida, pediu pra editar a entrevista, e tal. O resultado é que só vimos (no Fantástico) o Padre Quevedo falando bobagens, tirando por menos, e no final esse foi o primeiro caso do programa que terminou “inconclusivo”.

Vejam abaixo um vídeo que contém o debate que foi veiculado pela Globo, juntamente com a versão não-editada, onde vemos o Padre Quevedo passar por maus bocados:

Debate de Clóvis Nunes com Padre Quevedo (não-editado)

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