FLÚOR E O CONTROLE DE MASSA

Resolvi ver um pouco de TV, no canal de músicas, só pra relaxar. Impossível. Me sinto como um alienígena diante de outra civilização.

Dopamina

Belinda

Quero tomar o remédio ideal
Que libera a minha dopamina
Capaz de sentir que posso te esquecer
Escapando de você apenas essa noite

Foi uma desilusão amorosa
Aproveite o dia sou a ressurreição de hoje

A noite é uma anestesia ohoh
Que me envolve e me dá uma amnésia ohoh
Minha mente dá mil voltas ohoh
Eu tenho que esquecer você hoje
A noite é minha anestesia

Eu não quero mais tragédias na minha vida
Eu prefiro aceitar a solidão
Quer ser a dama das Camélias
E morrer de esquizofrenia

Onde Estiver

NX Zero

Aonde estiver, espero que esteja feliz,
Encontre o seu caminho
Guarde o que foi bom e jogue fora o que restou

Tem horas que não dá pra esconder no olhar
Como as coisas mudam e ficam pra trás
O que era bom hoje não faz mais sentido

Ainda teve um outro clipe, norte-americano, com o mesmo tema. Embora a letra do NX Zero traga uma mensagem mais madura, a abordagem é a mesma. Três ídolos de três países, e o mesmo tema. Sinais dos nossos tempos. Nos anos 80 a tendência era música de fossa, como It must have been love ou Change of heart. Hoje vivemos a era dos “relacionamentos líquidos“, e até “deuses líquidos“. É a era do “fast food” (“food” como qualquer coisa de consumo, inclusive pessoas e religião). É a geração Prozac, mais preocupada em manter as aparências e parecer feliz do que realmente conquistar a felicidade. Agora você pode comprá-la, assim como se compra uma ereção com Viagra, uma noite de sono com Diazepan ou uma noite acordado com Red Bull.

Nosso estilo de vida caminha tão rápido que até a carne nós “aprendemos” a comê-la crua, nos restaurantes. Modificamos nossos hábitos alimentares e paladar pra satisfazer uma linha de produção que precisa atender mais clientes em menos tempo – e economizar gás, e vender uma carne que parece maior do que seria se fosse adequadamente assada. Assim, o que era a carne mal-passada de outrora agora é o normal. Daqui a pouco a carne chegará coberta de sangue em nossos pratos, e acharemos isso super normal. Nas churrascarias já é assim.

Come-se pratos gigantes e gordurosos no restaurante, e se pede um refrigerante “light” sem perceber a incongruência disso. E até mesmo esse refrigerante, que só é “light” porque substitui o açúcar por compostos cancerígenos (como o Aspartame), possui uma quantidade absurda de SAL (sódio) que provoca hipertensão (que, por sua vez, provoca insônia, agitação, palpitações, etc).

Tudo que comemos tem açúcar e sal. Até pão-doce tem um monte de sal! Vivemos entre o doce extremo e o salgado extremo, sem meio-tons. O que estamos consumindo em nossas vidas? O que está acontecendo com nosso “paladar” para relacionamentos, família, amigos, comida, diversão?

Será que isso acontece ao acaso, ao sabor dos acontecimentos? Dificilmente. O status quo sempre foi mantido entre as mais diversas gerações, e os Rockfeller sempre continuarão zelando pra que isso continue assim. Nos anos 60 os adolescentes se revoltaram com a sociedade, com as políticas de guerras, com a desigualdade… o que fizeram? Drogas neles. Os jovens estavam doidões demais pra fazer qualquer coisa efetiva pra mudar o quadro. Nos anos 80 tivemos a ascensão dos filhos desses hippies, que, ao contrário dos pais, decidiram mudar o mundo de dentro do covil da besta, mas foram assimilados pelo sistema, numa competitividade infantil de PARECER ser o maior e melhor, estimulada pela cocaína. Agora procura-se liberar as drogas, com apoio de figuras de prestígio (2 ex-presidentes entre eles). Será um movimento surgido apenas da vontade dos usuários de curtir seu “beck”? Dificilmente.

Hoje sabemos que 0,9% do PIB MUNDIAL é composto pela comercialização de drogas ilícitas. Países são dependentes delas pra sua conta “fechar” no final do mês. Os governos estão de olho gordo em cima desse dinheiro e por isso tentam legalizar as drogas. Não se importam com o fato de que 10% do PIB mundial é GASTO com a dependência de drogas, como álcool, tabaco, anfetamina, cocaína, maconha, etc, pois não são os que lucram com isso que pagam a conta: é o povo com seus impostos. O dinheiro do lobby, da campanha ou da sustentação político-partidária, como é o caso da Venezuela, está garantido. Aqui no Brasil mesmo tivemos o relato da Abin de que o PT receberia 5 milhões de reais pra sua campanha de dinheiro das FARC (ou seja, dinheiro de drogas). Que repercussão isso teve? Nenhuma, assim como o fato de Equador e Venezuela abrigarem os terroristas das FARC nos seus territórios não pareceu sensibilizar ninguém na ONU.

Mas as drogas são apenas uma parte do mecanismo de controle da sociedade. Pra poder empurrar suas idéias de forma mais efetiva, a indústria precisa de uma maioria esmagadora de pessoas simplistas e receptivas (os “Homer Simpsons“, no jargão do tio Bonner), e precisam garantir que isso se perpetue de uma geração pra outra. É preciso então um veículo que todas as pessoas consumam.

E esse veículo é a água. E o que botar na água para que as pessoas se tornem mais dóceis e receptivas à manipulação? Algo que não levante suspeitas; algo que seja visto como benéfico, e imprescindível. A resposta é o Flúor.

Alex do filme Laranja Mecânica

Os problemas e benefícios do Flúor

O flúor é um gás halógeno, como o iodo e o cloro, extremamente volátil e altamente reativo (daí sua grande facilidade em se combinar a outros elementos). O flúor ingerido é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sua via de eliminação são os rins, responsáveis por eliminarem 50% do flúor diariamente ingerido, e o que sobra tem que encontrar refúgio em alguma parte do corpo, que geralmente é junto ao cálcio de algum dos tecidos conjuntivos. Como os dentes e os ossos são os maiores reservatórios de cálcio, é para lá que o excesso de flúor tende a se dirigir, passando a deformá-los e a provocar o que cientificamente se conhece como fluorose. Disfunções renais, ao impedirem a perfeita eliminação do excesso de flúor, só fazem aumentar os riscos da fluorose.

De acordo com cálculos divulgados em 1977 pelo National Academy of Sciences (NAS), um organismo que diariamente retém quantidades de flúor superiores a 2 mg, ao chegar aos 40 anos começa a apresentar problemas estruturais como artrite, escoliose, rugas, arteriosclerose, etc, pois há uma forte interferência do flúor sobre a síntese do colágeno. Sob condições normais, só o colágeno dos ossos e dos dentes sofre o processo de mineralização, mas em consequência dos distúrbios causados pelo excesso do flúor não só os ossos e dentes podem ser hipermineralizados como também o colágeno dos tecidos conectivos da pele, cartilagem, tendões, ligamentos, provocando consequências das mais diversas, como:

– Rugas na pele e quadros de arteriosclerose.
– Calcificação das membranas interósseas da coluna, cotovelos, joelhos, ombros, etc, levando aos mais diversos quadros de artrite.
– Excesso de rigidez / perda de flexibilidade óssea, aumentando a incidência das fraturas e diminuindo a capacidade de cicatrização dos ossos.
– Fluorose dental, gerada pela deformação do esmalte.
– Fluorose óssea, fluorose esquelética ou osteofluorose, que provoca a deformação da estrutura dos ossos.
– Rompimento de tendões.

Este conhecimento não é nada de novo, pois em 1936 o Journal of the American Dental Association já alertava:

“É crescente o número de evidências sobre os efeitos da intoxicação crônica causada pela ingestão prolongada de pequenas quantidades de flúor… Os registros sobre toxicidade apontam o flúor, o chumbo e o arsênico como pertencentes a um grupo que intoxica a doses baixas.”

A ingestão de uma grande quantidade de flúor em um curto período de tempo pode ser letal, e é por isso que pastas de dente vêm com avisos pra não serem ingeridas.

Ainda assim, o flúor é considerado medicamento pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Só que o limite entre o remédio e o veneno é muito tênue, e como todo remédio, é preciso respeitar a forma de uso e as contra-indicações.

Há dados de uma pesquisa na China que indicam que a exposição ao flúor pode reduzir a inteligência das crianças, ou seja, o flúor ainda por cima pode ser neurotóxico. Mas cabe assinalar que nesse estudo houve controle da exposição ao alto teor de fluoreto, mas não de fatores socioeconômicos, demográficos e educacionais. O teste de QI, como qualquer outra avaliação de capacidade cognitiva, é influenciado por esses fatores, notadamente o componente educacional e de estímulo pedagógico no ambiente escolar e familiar.

Um estudo feito em 2010 pelo Ministério da Saúde da Nova Zelândia indicou que a adição de flúor na água não teria muitos benefícios contra a cárie, mas em 2014 foi feito outro estudo que mostrou que sim, a fluoretação da água em níveis recomendados possui um efeito positivo geral na saúde bucal.

Como podemos ver, o tema ainda é motivo de debates e a controvérsia sobre a fluoretação da água surge das preocupações políticas, morais, éticas e de segurança pública na água. Enquanto alguns países, particularmente na Europa, cessaram a fluoretação, a polêmica persiste em outros. A fluoretação ainda é usada nos EUA, Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália, Brasil e alguns outros países. Em contrapartida, as nações abaixo deixaram de fluoretar suas águas e são listadas com os anos em que praticaram a fluoretação:

Alemanha Ocidental (1952-1971)
Suécia (1952 – 1971)
Holanda (1960 -1973)
Checoslováquia (1955-1990)
República Democrática Alemã (1959-1990)
União Soviética (1960-1990)
Finlândia (1959-1993)
Japão (1952-1972)
Israel (1981-2014)

A Organização Mundial de Saúde estabeleceu em 1984 que a concentração máxima de flúor na água potável em termos de fluorose dental seria de 1,5 ppm. No Brasil o nível autorizado de flúor costuma ser de 0.6 a 1.7 partes por milhão (ppm), a depender da temperatura média da água. Valores acima destes classificariam a água como não potável. Nos Estados Unidos a concentração recomendada é de 0.7 ppmm. Um estudo invitro com ameloblastos mostrou que o flúor, nas concentrações de 1.9 a 3.8 ppm, inibiu o crescimento celular – e em doses mais altas provocaram até mesmo fragmentação do DNA!

“Nações que ainda praticam fluoretação de água deveriam envergonhar-se de si mesmas”.

Dr. Arvid Carlsson, Nobel de medicina de 2000

Uma razão possível para a polêmica é que o flúor é um tranquilizante, um narcótico. Em um relatório da Universidade da Flórida é dito: “Uma solução de 0,45 ppm de fluoreto de sódio é suficiente para fazer com que as reações sensoriais e mentais fiquem mais lentas”. Uma sociedade de pessoas dóceis é facilmente controlável, e qualquer coisa que digam são aceitas sem muito (ou nenhum) questionamento.

Os nazistas foram os primeiros descobrir que usar fluoreto de sódio na água acalmava os prisioneiros dos campos de concentração e tornava as mulheres estéreis. Esse conhecimento foi usado pelos russos e daí repassado para outras corporações através do cartel da IG Farben (quando a empresa foi extinta, no fim da 2ª guerra, os americanos e russos pegaram o máximo de patentes que puderam). O fluoreto de sódio está contido em 25% dos maiores tranquilizantes, e um exemplo disso é que o acréscimo de flúor no tranquilizante Diazepam (Valium) produz um ainda mais forte, o Rohypnol (Rupinol). Ambos são fabricados pela Roche, uma empresa que era da IG Farben.

Quanto mais você investiga, maior a dimensão que a coisa vai tomando e você vai percebendo o quanto a herança da 2ª guerra mundial (em especial o know-how nazista) influencia até hoje nosso mundo. Seja nos elevadores, nos remédios, nas roupas, você se verá cercado por marcas que, a despeito do que fizeram no passado, continuam sendo líderes e influenciando no nosso modo de vida.

“Aqueles que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder dominante de nosso país… nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias sugeridas, em grande parte por homens de quem nós nunca ouvimos falar”.

Edward Bernays

“O que o flúor tem a ver com o começo do post?”, você me pergunta… eu também não sabia, mas confiei que de algum modo esses temas estão relacionados e (vejam só!) durante a pesquisa descobri que o Prozac é composto de fluoxetina, um anti-depressivo à base de flúor.

Referência:
Parecer técnico-cientifico sobre o artigo “Estudo de Harvard classifica o Flúor como uma neurotoxina” (USP);
Superinteressante – O que é verdade e mentira sobre o flúor
Estudo – Ação do fluoreto de dentifrícios sobre o esmalte dentário;
Portal de tratamento de água – Fluoretação da água: sim ou não?;
Conselho regional de odontologia – Crianças devem usar que tipo de pasta de dente?;
Documentário “A farsa do flúor”;
Nova Era – Veneno na torneira

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