EVOLUÇÃO DOS ESPÍRITOS

Baseado nas pesquisas de Rui Vaz da Costa:

Existem três “tipos” de espíritos na Terra, neste momento: Os naturalmente bons, que vivem em harmonia com a natureza e, talvez por isso mesmo, vivam no interior, em lugares afastados desse caos. São pouco conhecidos, mas pode-se reconhecê-los pela humildade e resignação com que enfrentam as dificuldades da vida (que são pedidas por elas mesmas, para que o orgulho, o poder e a vaidade não as corrompam).

O segundo tipo representa 30% da população: os despertos. São pessoas que tiveram poder, glória, beleza, enfim, tudo o que sonharam, e falharam. Sofreram e sofrem as conseqüências, mas têm impregnado nelas um espírito de querer lutar para melhorar que só essa experiência de queda poderia proporcionar. Possuem uma fibra íntima muito forte, ou seja, nascem sabendo o que é bom pra elas ou não. Já não precisam “meter o dedo na tomada” pra saber que aquilo é ruim (isso porque elas já meteram em outras vidas). São essas pessoas que são utilizadas para trabalhos aqui na Terra (mediunidade, Reiki, assistência social, enfim, tudo que contribua para o progresso e que exija combate com os “trevosos”) e não os naturalmente bons, porque esses últimos não passaram pela “forja da vida“, e poderiam ser seduzidos pelas trevas.

matrix dormentes

O terceiro tipo, e o mais numeroso (60%) são os adormecidos. Os que vivem imersos na Matrix, no mundo da ilusão de Maya. Pedem (e conseguem, pois contribui com seu desenvolvimento em longo prazo) beleza, gloria, poder, cobiça, coisas materiais. Não se interessam pelas coisas espirituais, pelo contrário. Passam muitas e muitas vidas curtindo esse imenso playground, até que se sentem desgastadas com tantos excessos e, quando estiverem no fundo do poço, serão esmagadas pelas ações que cometeram, os inimigos que contraíram, etc. Geralmente neste ponto a espiritualidade intervém, explica pra ela como funciona o “sistema” (não adiantaria explicar antes, pois eles NÃO QUEREM saber e não adianta) e os protege por um tempo das ações dos inimigos, fazendo-os reencarnar bem longe deles. Isso serve para que a pessoa adquira força, conhecimento e coragem para suportar o que vem por aí. E aí então ela se tornará “desperta”.

Estava lendo no shopping o livro O evangelho de Tomé e ele possui a história de um Cardeal que ficou intrigado com a passagem da Bíblia, onde se lê:

Sim, congregar-vos-ei, e assoprarei sobre vós o fogo da minha ira; e sereis fundidos no meio dela. Como se funde a prata no meio da fornalha, assim sereis fundidos no meio dela; e sabereis que eu, o Senhor, derramei o meu furor sobre vós.

Ezequiel 22:21-22

Curioso, ele foi até um ferreiro para ver como se funde a prata. O ferreiro mergulhou a peça na fundição, e esperou. O cardeal perguntou “Como o senhor sabe quando a prata está boa?”
Ao que o ferreiro respondeu “As camadas de impurezas vão caindo com o calor, e quando eu consigo ver meu reflexo na prata, sei que ela está pura”.

Linda analogia de Ezequiel! A Terra, que é o forno onde nos livramos das camadas grosseiras de impurezas, Deus, que é o nosso fundidor, e só quando formos um reflexo do Criador estaremos “prontos”. Por isso temos também outra bela passagem da Torah (Velho Testamento, Salmo 82:6), que diz: “Vós sois deuses, e filhos do Altíssimo, todos vós” e corroborado por Jesus em João 10:34 e em 14:12: “Em verdade, em verdade vos digo: Aquele que crê em mim, esse também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas; porque eu vou para o Pai“. Eles, obviamente, sabiam que somos Deus em potencial.

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