PRIMEIRO ENCONTRO SAINDO DA MATRIX

O Primeiro Encontro do Saindo da Matrix foi um sucesso! Atendendo ao convite, centenas de pessoas apareceram no Parque da Jaqueira (Recife, Pernambuco) para aproveitar uma bela tarde de sábado, e dentre elas sete pessoas resolveram efetivamente participar do encontro.

Seguindo a tradição de não se submeter ao imperialismo ditatorial dos horários estabelecidos pela máquina, cada um seguiu seu ritmo normal, e chegamos todos mais de meia hora atrasados.

Fizemos um círculo ao lado da igrejinha do parque, sentados na grama, interagindo (nem sempre de forma pacífica) com as formigas aborígenes.

Sandra, que foi nos ver pela primeira vez, tinha a impressão de ter conhecido todo o grupo através de projeção, o que foi corroborado por uma integrante (Ana), que pensou logo que a viu: “aí está ela de volta”. Engraçado que também eu e a Espuminha ficamos com a impressão de tê-la conhecido antes. Coisas da metafísica…

A conversa foi bastante produtiva, e graças à experiência de duas pessoas presentes com crianças cristal e índigo, pudemos perceber que há uma carência de uma “escola” que dê orientação especial a essas crianças. Afinal, elas possuem anseios espirituais, maturidade e dons paranormais que as colocam como “loucas” no nosso mundo materialista, e nem sempre os pais possuem a base necessária pra prover a crianças com as respostas que elas precisam. Por exemplo: como explicar a elas que ela vê coisas que as pessoas normais não vêem? E as primeiras experiências de projeção astral delas, como orientá-las? Problemas como alimentação, escola, amizades, tudo ganha uma nova dimensão com essa nova geração (e estão vindo muitos assim à Terra!). A solução, que ainda está brotando em nossas cabeças, é fazer uma escolinha pra preparar essas crianças pra viver na Matrix sem serem reconhecidas (sem precisar de calmantes, exorcismos ou eletrochoques) e ainda assim desenvolver o potencial delas. E ao mesmo tempo preparar os pais para educar e aprender a conviver com essas crianças (já que a tendência é que quando elas forem ficando mais velhas os pais é que irão aprender com os filhos). Outra para adolescentes já está em estudo no CEPEC (e inclusive fui convidado para ser o professor :P). A idéia é usar filmes como Matrix e Senhor dos Anéis (entre outros) para extrair daí algum conteúdo espiritual.

Conversa vai, conversa vem, e a bolacha de Maragogi que Espuminha trouxe desmaterializou-se completamente em poucos minutos ante a nossa fome de saber. Ao cair da noite, meditamos em círculo ao som de um didjeridu trazido por Ricardo. Infelizmente não tivemos fotos. Quem sabe no próximo? E ainda ganhamos de presente para o grupo o livro de ufologia As luzes que indicam o caminho, escrito por Socorro Viana.

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