SUPERCORDAS

Einstein veio nos trazer a idéia de que tudo é relativo, que tudo está em movimento e o que muda é o referencial. Foi também uma forma de aproximar a física clássica da filosofia universal. Só que com isso a física penetrou nos mistérios insondáveis para o qual nem mesmo a teoria de Einstein dava todas as respostas.

supercordas

Li uma entrevista com Cláudio Zanatta, na Revista espiritismo, sobre uma teoria da física que eu nunca tinha lido antes: Supercordas (Superstrings), que procura abranger o macro e o microcosmo. É uma teoria belíssima, que veio de encontro aos meus pensamentos, os quais já manifestei aqui antes. De acordo com Cláudio, “toda matéria e energia existente no universo seria, na verdade, uma string (corda ou vibração energética) interligada. Fazendo analogia com um instrumento musical, as partículas atômicas seriam as notas, as leis da física atuariam como partituras e o universo seria uma sinfonia de supercordas vibrando. Como sabemos, a causa primária dessas vibrações é Deus, que cria e mantém tudo e todos. As partículas atômicas, de acordo com a abordagem dos superstrings, também são vibrações que variam ao infinito e esta é uma das conclusões revolucionárias da nova teoria que explica, finalmente, o porquê da existência de uma grande quantidade de partículas. Na nova proposição, forças, campos e – quero crer – agentes estruturadores também perdem sentido, já que as vibrações e os strings de energia se interconectam, propagando sua influência em uma trama infinita”.

Fascinante! Finalmente uma teoria física elegante que explica o universo não a partir do nosso referencial, de baixo pra cima, mas sim a partir da essência da energia, descendo essa vibração até nós. Com os livros espíritas de André Luiz tivemos o conhecimento progressivo de que tudo se dá por vibração. Não explica claramente, mas a vibração é um ponto-chave para diferenciar pessoas, lugares, planos e evolução. Agora, quase 50 anos depois, a ciência nos diz o mesmo. Nesta teoria os planos de existência estariam entrelaçados, como cordas, interprenetrando-se e ainda assim permanecendo individuais em sua frequência.

Atualização:

Explicação mais detalhada, em duas partes, com Marcelo NerdTwoU
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