PRANA

É a energia cósmica do universo (pelo menos a parte que está acessível à nossa dimensão). Os hindus a chamam de Prana (ou Purana), os chineses de Chi (ou Ki), Wilhelm Reich chamava de Orgone, e no espiritismo se conhece por Energia imanente (ou primária). Na Ayurveda e no Yoga acredita-se que o Prana flui através de uma rede de finos canais sutis chamados Nadis e alimenta os chackras. O Prana permeia todas as formas de vida, mas não é em si o Atman (Alma).

É através da respiração que captamos o prana e retiramos essa energia para o nosso veículo extrafísico. Outro método é durante o sono, onde o corpo astral se descola do corpo físico e fica planando pouco acima dele pra poder “se encher” de prana (através dos chakras). Infelizmente isso é um processo inconsciente e poucos lembram de algo assim. Mas existem técnicas e mais técnicas de Yoga pra absorção do Prana acordados, e esse conjunto de técnicas milenares é chamado de Pranayama na Índia. Recomenda-se fazer os exercícios logo pela manhã, pois o ar é mais rico em energia. Uma outra técnica, aprendida com Oráculo, recomenda que se coloque um copo com água pra receber os primeiros raios do sol. Assim, a água se energiza, pois ela absorve muito prana. É dessa forma que o planeta se limpa dos miasmas mentais de seus habitantes. Imagine a poluição mental que fica no ar com tanto stress, violência, desesperança, fome, etc. A chuva é um bálsamo, pois os pingos ao caírem vão “recolhendo” o prana da atmosfera e, como flechas, dissolvem as energias do pensamento de baixa vibração (que por isso mesmo ficam poluindo o ar mental, como nuvens de CO2 poluem o ar físico). É por isso que invariavelmente chove (e muito) após o carnaval. Pelo menos em Olinda é tiro e queda! Após uma chuva forte dessas, vá para a rua e sintam o ar. É MUITO agradável!

Há um episódio com Divaldo Pereira Franco, onde ele reclamou da tempestade que caía durante sua palestra e a mentora dele (Joana de Ângelis) lhe falou:

Meu filho, porque reclamas? Tu achas que deves dizer a Deus o que fazer? Se choveu, havia uma razão. (…) quando foi anunciada a palestra, o Mentor da comunidade pediu aos céus para que uma tempestade varresse o ar, retirasse os miasmas… E agora – prosseguiu ela – que a mensagem terminou, esses vibriões mentais, essas construções pestíferas do ódio foram afastadas ou destruídas pelos raios, os trovões, a chuva, e a paz permanecerá neste ambiente. Nunca suponhas que o Senhor não sabe. Aprende a submeter-se sem sugerir.

Eu me lembrei do livro “Obreiros da Vida Eterna”, de André Luiz, ao referir-se ao fogo purificador para limpar a psicosfera.

Referência:
Prana possui um peso mensurável;
Reportagem sobre o Yoga, ensinando como fazer algumas práticas;
Episódio com Divaldo Pereira Franco

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