CIVILIZAÇÕES DESAPARECIDAS

Rodovias e canais conectavam cidades e vilas. As comunidades eram distribuídas ao redor de praças. Nas proximidades, pequenos assentamentos se concentravam na agricultura e pesca. O local: as selvas do Brasil. O tempo: séculos antes de os europeus chegarem às Américas.

Cientistas disseram ter encontrado evidências da existência de comunidades urbanas tão complexas quanto as da Europa Medieval ou as da Grécia Antiga na região do Alto Xingu, na Amazônia. Em um artigo publicado na revista científica Nature, pesquisadores da Universidade da Flórida afirmaram ter encontrado sinais da existência de vilarejos e cidades cercadas por muralhas, conectadas por redes de estradas e organizadas ao redor de grandes praças centrais.

Há também sinais de atividades agropecuárias extensivas, inclusive possíveis resquícios de criações de peixes. Essas aglomerações urbanas datam de antes da chegada dos europeus, em 1492, e estão quase completamente cobertas pela floresta tropical, mas foram identificados por membros da tribo Kuikuro, que habita a região. Esses índios, segundo os cientistas, são descendentes diretos dos povos que habitaram essas cidades.

Os pesquisadores afirmaram que um aspecto importante dessa descoberta é a constatação de que uma região da Amazônia antes considerada intacta na verdade já foi cenário de extensiva atividade humana no passado.

O que conhecemos como a história de nossa evolução está sendo contestada, não por rumores e revisionismos, mas fatos que se impõem e deixam os cientistas sem saber como explicar. Civilizações que desapareceram e cujos vestígios são a única pista de que elas desafiavam nosso conceito de evolução, como as pirâmides de Visoko, na Bósnia, as pirâmides de Yonaguni, no Japão (com 10.000 anos!), a ponte de Sri-Lanka, além de tecnologias que – teoricamente – não deveriam ter sido desenvolvidas em determinada época, como as baterias de Bagdá, o Artefato de Antikythera e ainda uma pegada no Egito que podem remeter os hominídeos a 2 milhões de anos atrás, ou até mesmo 15 milhões de anos, como esta da Bolívia! Diante disso, como imaginar que a Atlântida foi só uma lenda?

A própria teoria da evolução do homem para Homo Sapiens já está em xeque. Estudos genéticos indicam que o Neandertal, que até agora víamos como sendo estúpido e símio, era na verdade de pele clara e com cabelo ruivo (!), e que podia falar e até mesmo cantar! E que a idéia de que o Homo Sapiens era mais inteligente a ponto de fazer ferramentas melhores e sobreviver por eliminação do menos apto também não se sustenta, pois as ferramentas dos Nendertais eram na verdade melhores do que as do Homo Sapiens!

“Quando pensamos no Neanderthal, precisamos parar de pensar em termos de estúpido e menos avançado e (começar a pensar) mais em termos de diferente”.

Metin Eren

MAPAS E FERRAMENTAS

Charles Berlitz escreve, no livro O triângulo das Bermudas:

O Mapa Buache, de 1737, copiado por Philippe Buache de antigos mapas gregos, mostra a Antártida sem o gelo. Se o gelo não cobrisse hoje a Antártida, os Mares de Ross e de Weddell se uniriam num estreito gigantesco, separando a Antártida em duas massas de terra, um fato que só foi estabelecido nos tempos modernos, em 1968.

O Mapa de Piri Reis, encontrado em Istambul em 1928, mostra um Mapa Mundi que dizem ter sido recopiado de um original grego na biblioteca da antiga Alexandria. Entre outros traços, o mapa de Piri Reis mostra formas detalhadas da Antártida, evidentemente desenhadas milhares de anos antes que a Antártida fosse “descoberta”, assim como a verdadeira forma da Antártida sem a sua cobertura de gelo. Outras características indicam um conhecimento avançado de astronomia, trigonometria e a habilidade de se determinar a longitude, fato desconhecido da nossa cultura até o reinado de Jorge III da Inglaterra.

Ferramentas de pedra encontradas no Irã tiveram a sua idade determinada em 100.000 anos. Operações de grande escala nas minas de cobre no estado de Michigan, nos Estados Unidos, aparentemente antecederam os índios americanos em milhares de anos.

Uma marca de sapato no Desfiladeiro Fisher, em Nevada, encravada num veio de carvão, teve a sua idade estimada em 15.000.000 de anos; outra marca de uma sola de sapato com nervuras ou uma sandália encontrada sobre um lençol de arenito sob o Deserto de Gobi foi calculada como tendo provavelmente vários milhões de anos de idade.

Um esqueleto humano fossilizado escavado na Itália em 1959, estava rodeado por camadas de materiais cuja idade foi calculada em milhões de anos.

Um pedaço de quartzo encontrado na Califórnia revelou um prego de ferro, completamente encerrado dentro dele, como os insetos pré-históricos preservados em âmbar no Mar do Norte.

Na época da conquista do Peru, sabe-se de um registro de um prego que foi achado dentro de uma pedra por um grupo de índios que trabalhava sob as ordens dos espanhóis, dentro de uma mina peruana, um incidente que causou uma certa movimentação não somente devido à sua idade aparente mas também porque o ferro era desconhecido na América antes da chegada dos espanhóis.

Um mastodonte encontrado em Blue Lick Springs em Kentucky foi escavado a uma profundidade de quatro metros. Mas, ao continuarem as escavações, foi descoberto uma área pavimentada de pedras cortadas e encaixadas umas nas outras, a um metro mais ao fundo, por baixo do mastodonte.

Charles Berlitz

Em 1880, o geólogo da Califórnia J.D.Whitney ficou intrigado com uma descoberta inesperada feita 100 metros sob a Table Mountain. Mineiros que procuravam ouro descobriram ferramentas de pedra como pilão, almofariz e conchas. Incrivelmente, o estrato rochoso em que as ferramentas foram encontradas data de 55 milhões de anos.

Em 1966, uma coleção de ferramentas de pedra, incluindo uma ponta de lança em forma de folha foi descoberta em Hueyatlaco, México, pela geóloga PhD Virginia Steen-McIntyre. Para determinar a idade das pontas de lança, peritos do US Geological Survey foram chamados.

– Quando começamos a trabalhar no sítio de Hueyatlaca – conta McIntyre – achamos que fosse um sítio antigo. Estávamos em 1966. Pensamos que tivesse cerca de 20 mil anos. Na época, era considerada uma idade avançada para um sítio. Fizemos a chamada datagem radiométrica, que fornece uma data verdadeira. Usamos dois métodos diferentes: um deles com átomos de urânio, e o outro deles com pequenos cristais de zircão. Quando chegamos às datas, e ambos os métodos as apontaram, o resultado foi 250 mil anos. Para falar a verdade, eu ficaria feliz com uma data de 20 mil anos. Teria feito a minha carreira. Era muito antiga para a época, mas não o bastante para ser controversa. As pessoas podem dar passos de 20 mil anos, mas não mais de 200 mil anos de uma vez. Eu era muito ingênua e pensei: “Temos algo grande aqui mas vou ser fiel às datas. Temos a informação, os fatos. Vamos divulgar os fatos e partir deles. Não percebi que arruinaria a minha carreira.”

Segundo a Dra McIntyre, porque ela foi fiel aos fatos, suas oportunidades profissionais desapareceram. Desde então, ela não trabalha em sua área. O sítio foi fechado e uma licença para uma investigação mais a fundo, negada para sempre.

“… falamos de uma grande ocultação de provas. Nos últimos 150 anos, estes arqueólogos e antropólogos ocultaram tantas provas quantas desenterraram, literalmente.”

Michael Cremo; Co-autor de Forbidden Archaeology, em entrevista ao programa da Discovery Channel The Orygins of Man

DISCOS DE PEDRA

Em 1965 a revista alemã Das Vegetarische Universun publicou a reportagem de uma descoberta feita por arqueólogos chineses. Pesquisando a fronteira entre a China e o Tibete, numa região montanhosa cheia de cavernas a que chamam Baiam-Kara-Ula, vêm eles encontrando há já mais de meio século estranhos discos de pedra recobertos de signos ignorados, desenhos e hieróglifos. Milhares de anos atrás, com a ajuda de instrumentos de trabalho desconhecidos, os habitantes das cavernas esculpiram a rocha para preparar os discos, de que já se encontraram mais de 715 exemplares (dados de 1969).

Todos eles, tal como os nossos discos de vinil, apresentam um furo central e um risco duplo na superfície, que vai alargando em espiral do centro até a borda exterior. Claro está que tal marca não era sinal de gravação, mas uma forma de escrita diferente de tudo que já se tinha encontrado neste planeta. Os estudos para sua tradução demoraram vinte anos e quando finalmente se descobriu a chave que se permitiu decifrá-los o resultado foi tão espantoso que a Academia Pré-Histórica de Pequim recusou-se a autorizar seu autor, o prof. Tsum-Um-Nui, a vir a público revelá-los. Finalmente foi dada a autorização e Tsum e seus colegas publicaram o trabalho sob o significativo título de Inscrições espiralóides relatando a chegada de astronaves que, segundo o texto gravado nos discos, teria ocorrido há 12 mil anos atrás.

A veracidade do texto não parece ser passível de dúvida, tanto mais que a equipe do prof. Tsum confirmou-a pelo estudo das lendas das duas tribos que até hoje vivem na região.

VIAJANTES DO TEMPO?

Crânio de bisão perfurado

Aleksadr Kasantsev, cientista russo, escritor e arqueólogo, revela que foram encontrados no deserto de Gobi os esqueletos de um bisão e de um hominídeo tipo Neandertal, próximos um do outro. Ambos tinham o crânio perfurados por projéteis de alta velocidade, a julgar pelos orifícios perfeitos neles encontrados. Há 50 mil anos atrás alguém esteve ali, armado com um tipo avançado de arma, e os matou. O exame dos ossos confirma que morreram na mesma época. E quando isso se deu, não existia ainda a civilização atlante, nem a indiana.

Este poderia ser um caso isolado, mas em 1921 um crânio humano – que se acredita ter pelo menos 150.000 anos de idade – foi encontrado com um pequeno orifício circular na lateral, que os cientistas forenses dizem que só poderia ter sido criado por um projétil de velocidade extremamente alta. Descoberto em Kabwe, Zâmbia, inicialmente acreditava-se que era o primeiro exemplo de uma nova espécie de Grande Macaco chamado Homo rhodesiensis – que se acreditava ser ancestral direto dos seres humanos.

Crânio de hominídeo perfurado

Embora alguns possam supor que o buraco foi causado por uma lança ou dardo de alta velocidade, um artigo recente no The Shields Gazette explicou que as investigações provaram que isso não era possível, porque segundo eles “Quando um crânio é atingido por um projétil de velocidade relativamente baixa – como uma flecha ou lança – ele produz o que é conhecido como rachaduras ou estrias radiais; ou seja, pequenas fraturas na linha do cabelo fugindo do local do impacto. Como não houve fraturas radiais no crânio do Neandertal, foi unanimemente concluído que o projétil deve ter tido uma velocidade muito, muito maior do que uma flecha ou lança.”

Um cientista forense alemão deu um passo adiante, dizendo: “O dano craniano ao crânio do homem rodesiano não poderia ter sido causado por nada além de uma bala.”

Isso agora gerou teorias de conspiração sobre como uma arma poderia ter sido usada 150.000 anos atrás porque, até agora, o primeiro uso de arma de fogo relatado foi relatado na China do século 10.

Trilobitas

Pegada com Trilobita
Pegada com Trilobita

Uma marca de bota ou sandália fossilizada, descoberta em 1968 por William J. Meister nas vizinhanças de Delta, no Utah, continha trilobitas incrustrados, significando que eles foram esmagados pelo peso da bota. Ora, trilobitas são animais paleozóicos marinhos que se tornaram extintos, acredita-se, pelo menos há 500 milhões de anos!

Pegadas com dinossauros

Segundo a teoria mais aceita, a extinção dos dinossauros se deu devido à colisão de um enorme meteoro o qual levantou uma imensa nuvem de poeira bloqueando o Sol durante anos, acabando assim com a cadeia alimentar desses grandes répteis. Segundo esta mesma teoria, não havia nenhum humano vivo nesta época para presenciar o ocorrido… ou será que havia?

Há mais de 100 milhões de anos, a pedreira de calcário do Rio Paluxy, no Texas, era uma planície lamacenta. Lá, inúmeros dinossauros deixaram pegadas que foram fossilizadas e preservadas para sempre. Mas a trilha de outra criatura também foi perpetuada nestas margens. Possivelmente a do Homem.

O antropólogo Carl Baugh comanda há mais de 12 anos o trabalho de investigação destas pegadas controversas.

– Minha reação foi de choque – conta Carl Baugh. Soube que pegadas humanas haviam sido descobertas no Rio Paluxy, perto de Glen Rose, Texas, mas eu era cético. Aqui, após remover camadas de rochas, a equipe e eu escavamos pegadas de dinossauros. A 46,25 cm de uma dessas pegadas, achamos uma pegada humana de 24 cm. Escavamos 12 pegadas em série. Quando se acha uma trilha com passos do pés esquerdo e direito à distância correta, deve-se interpretá-la como pertencente ao Homem.

Foi dito que as pegadas do Rio Paluxy são uma fraude e que foram talhadas na rocha como atração turística.

– Encontramos trilhas seguindo para baixo das camadas de calcário. Removemos as camadas, uma lasca de rocha por vez. Descobrimos que as pegadas de dinossauro e as humanas continuam sob as camadas de rocha. Esta evidência é real.

Hoje, muitas das chamadas pegadas humanas foram vitimadas pela erosão e pelas mãos de vândalos. Porém, Carl Baugh tem uma das pegadas mais convincentes já descobertas.

– Conheci a pegada Burdick – conta Dr. Dale Peterson, M.D. – ao visitar Glen Rose, em 1984. Na época tive a impressão de que era perfeita demais. É claramente uma pegada humana, apresentando uma seção do calcanhar, a curvatura, a base dos metatarsos, o primeiro dedo ou dedão, o segundo, terceiro, quarto e quinto dedos.

– Após examinarmos a pegada – conta Don Patton, geólogo – vimos que estava no calcário cretácio, na mesma formação que a pegada de dinossauro. No corte da pegada, pudemos ver os contornos óbvios sob o dedo e as estruturas sob cada dedo. Numa certa parte sob a pegada, vimos uma inclusão de calcita, onde a força foi concentrada e produziu as estruturas da pegada. Exatamente o que os geólogos procuram. Eliminamos a idéia de que foi esculpida. Com certeza é uma impressão original no sedimento.

Um dedo fossilizado de um ser humano, foi descoberto no mesmo estrato que as pegadas de dinossauro datando de mais de 100 milhões de anos.

– Tinha o que parecia ser uma unha, uma cutícula, uma ponta, um formato humanóide – conta o Dr. Dale Peterson – Quando vi a cintilografia, não tive mais dúvidas. Ele mostra o formato de um dedo, mostra o tecido sob a pele do dedo, mostra os ossos, as articulações e os ligamentos. Isso me diz que é um dedo humano.

A camada de calcário que preservou estes artefatos é datada de cerca de 135 milhões de anos.

bandeira da espanha Ler em espanhol (por Teresa)

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