FUTURO DOS EUA (?)

Por volta de março a espiritualidade deixou “vazar” a informação de que os EUA (ou o continente norte-americano, não ficou claro) iria ser partido ao meio pelas forças da natureza. A partir daí começamos a especular se seria o Big-one, na falha de St. Andrews, ou se seria o tal Planeta X.

Ora, se isso vai ou não ocorrer, ou QUANDO vai ocorrer, acredito que nem mesmo os espíritos sabem. Quando um fato ocorre no plano das idéias (sutil) os espíritos o vêem como se fosse realidade (pra eles), mas ainda falta materializar-se no plano mais denso, e isso pode nunca vir a ocorrer – o que é mais interessante – pois, pra algo acontecer no plano físico, é preciso que encontre “terreno fértil”, ou seja, que as coisas permaneçam como estavam quando aquilo se formou no plano das idéias.

Ontem vi o filme A última profecia, do qual retirei uma passagem interessante que ilustra bem o conceito de tempo para os espíritos, e que eu já havia abordado de forma mais “científica” em outro post, usando pra isso o modelo de universo proposto por Einstein (lembro-lhes que posso estar redondamente enganado, afinal não sou físico). O trecho é este:

– Na semana passada, um amigo meu recebeu uma chamada estranha de uma entidade… um espírito, seja lá o que for. Parecia que sabia tudo.
– Como Deus? E fez previsões?
– Que se tornaram realidade.
– É a percepção, John. Eles aparecem de modo diferente para cada um. Uma voz, uma luz, um homem, um monstro. Se o seu amigo pensa que está falando com Deus, está muito enganado.
– Como explica, então, que saiba de tudo?
– Olhe ali para cima. Se ocorresse um acidente automobilístico a 10 quarteirões daqui aquele lavador de janelas provavelmente poderia ver. Mas isso não significa que seja Deus, ou até que seja mais esperto do que nós. Só que, do lugar onde ele está, pode ver um pouco mais além.

O cara em cima do prédio pode dizer que tal carro vai passar em tal rua em tantos minutos, baseado na dedução lógica. E muitos embaixo poderiam se espantar com tal acerto. Mas também pode acontecer do carro parar por algum outro motivo, ou o motorista mudar de idéia e dar meia-volta. Numa entrevista para o filme, o ator Richard Gere explica:

“Tudo o que fazemos tem um efeito. Sei que parece ridículo,mas na verdade tem muita força: quando você sorri em vez de se irritar isso reverbera por todo o universo, tem um efeito enorme. Quando você se irrita e não se controla, isso também afeta o universo, e todos os seres nele.”

Richard Gere

E ontem recebo um e-mail da minha tia:

Ontem, zapeando pela TV, dei de cara com uma vidente no programa de Luciana gimenes (José Simão a chama de Lucianta), que falava sobre o destino próximo de Nova York. Que iria afundar, e é próximo. Ela disse ainda que “passaremos – ela mora lá – 2004 ainda tranqüilos, mas depois…” A mulher disse que aquelas coisas estão no livro bíblico de Daniel, quando ele interpreta os sonhos de Nabucodonosor e dos dois reis que o seguiram.

(Acredito que essa vidente não quer abrir o jogo sobre a “fonte” dela e botou a “culpa” em Daniel)

Engraçado que meses antes eu havia estudado por acaso Daniel 2:31 e imaginei que o último reino seria os EUA. E ontem de manhã, pouco antes de ver o e-mail da minha tia, li “por acaso” no Apocalipse 16:18 o que talvez tenha relação com o a espiritualidade comunicou:

“E houve vozes, e trovões, e relâmpagos, e um grande terremoto, como nunca tinha havido desde que há homens sobre a terra; tal foi este tão grande terremoto.
E a grande cidade fendeu-se em três partes, e as cidades das nações caíram; e da grande Babilônia se lembrou Deus, para lhe dar o cálice do vinho da indignação da sua ira.
E toda a ilha fugiu; e os montes não se acharam.
E sobre os homens caiu do céu uma grande saraiva, pedras do peso de um talento; e os homens blasfemaram de Deus por causa da praga da saraiva; porque a sua praga era mui grande.”

Apocalipse 16:18

Só pra constar, segundo o jornal A Notícia:

Mais de um mês antes dos ataques terroristas nos Estados Unidos, a médium brasileira Adelaide Scritori havia alertado o presidente norte-americano George W. Bush sobre os perigos de uma tragédia durante a primeira quinzena de setembro. A médium diz receber o espírito Cacique Cobra Coral e preside a fundação com mesmo nome, com sede em Guarulhos.

Em carta enviada no dia 3 de agosto, que traz o título “Terror no ar atingirá duramente o coração americano”, Adelaide recomenda que “seja enfatizada junto aos órgãos de segurança a necessidade urgente de um controle rigoroso do espaço aéreo norte, especialmente Nova York e Washington” e que “o presidente evite pernoitar na Casa Branca durante os dias 11 e 12 de setembro”.

Adelaide, que tem suas visões sempre dormindo, ainda avisa que “pela manhã será visto grande fogo, estrondo e claridade para o norte e haverá gritos e morte. A 45 graus, o céu queimará, com o terror a aproximar-se da Grande Cidade Nova e de imediato uma grande chama se derramará”.

Em junho de 2001, a coluna Persona (do Estadão) publicou um alerta da mesma médium sobre os fortes ventos que colocariam em perigo as torres de transmissão de energia entre o Paraná e São Paulo. No dia 01 de outubro, quatro torres foram avariadas pelos ventos no Paraná.

Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência?
Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino.

Daniel 4:30-31
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