RELATO DO III SIMPÓSIO DE HERMETISMO

simposio de hermetismo Acid Angel
Acid Angel

O III Simpósio de Hermetismo foi maior e melhor em todos os sentidos. Um auditório imenso, com capacidade pra 400 pessoas, telão gigante, mais palestrantes de outros estados, maior variedade de temas e uma “mesa redonda” inesquecível pra quem esteve lá. Sem falar no coffee break que eu nunca vi nada igual no requinte (cupcakes DELICIOSOS!).

Os temas estavam bem diversificados e com níveis diversos de entendimento (não só pro iniciante). Cada palestrante mostrou muita segurança e trouxe uma bagagem de enfoque PRÁTICO. Na abertura Fernando Maiorino, com o tema “Magia: Verdades X Ilusões“, deu a tônica do Simpósio, parecendo aquele amigo que chama você num canto e “dá a real”, falando sem subterfúgios. Isso acaba relaxando mais os outros palestrantes, que sentem que podem se abrir mais. Wagner Borges falou sobre saída fora do corpo, contando sua própria história. Lázaro Trindade trouxe sua bagagem psicológica e falou especialmente sobre os riscos da magia (especialmente magia fast-food) fazerem de você um bipolar; também falou da questão ética, que aliás foi um tema tratado por vários palestrantes. Felipe Cazelli trouxe um passo-a-passo de Magia do Caos e Del Debbio deu exemplos do que usar quando quiser fazer seu oráculo. E esses foram só alguns dos palestrantes.

Agora a mesa-redonda foi um momento daqueles pra se guardar no coração. Que energia! Cada convidado teve 15 minutos pra dar um “mapa” de sua filosofia, mas novamente, seguindo a energia da prática que permeou o Simpósio, a maioria resolveu falar de sua experiência pessoal com tal filosofia. O Sheikh Mohammad Ragip, que já tinha me causado uma fortíssima impressão em 2004, estava lá, e me causou outra fortíssima impressão (embora “impressão” não seja a melhor palavra pra descrever emoções indescritíveis). Soube depois que cada palestrante causou a mesma “impressão” em várias pessoas na platéia, cada um se afinizando com (e se sentindo tocado por) uma energia em específico. Enfim, tivemos momentos em que deixamos de lado um pouco o racional e nos permitimos envolver na energia que cada um trazia, como as orações islâmicas do Sheikh, o depoimento simples e emocionado de Márcio Lupion, a firmeza e objetividade de Luiz Miele Jr ou a dança de Paola Blanton.

Foi por sentir essa energia, me envolver e me emocionar que percebi que uma gravação realmente não faz jus à experiência de estar lá, e por isso não vou colocar o vídeo da minha palestra. Mas não se preocupem que o conteúdo será dado, de outra forma. Até porque o Saindo da Matrix está fazendo 10 anos esse ano e eu não fiz nada pra comemorar até agora, então estou bolando algo.

0 0 votes
Avaliação
Subscribe
Notify of
guest
27 Comentários
Newest
Oldest Most Voted
Inline Feedbacks
Veja todos os comentários

Posts Relacionados

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.