PSICOLOGIA DO HARRY POTTER

Minha mãe chegou da rua e foi logo perguntando: “Entre ser simples como as pombas e prudente como as serpentes, o que você seria?” Eu respondi logo: “prudente”. Então ela falou que nós estávamos na Sonserina por este motivo. (Explico: No site do Harry Potter nós fizemos o teste do chapéu seletor pra saber em que casa cairíamos, e, apesar de acreditarmos que iríamos pra Grifnólia, fomos – sob protesto – para a Sonserina)

Daí ficamos discutindo sobre a psicologia do Harry. Ele é um personagem com conflito interno. É virtuoso, mas possui um lado negro que não consegue esconder. O chapéu seletor queria porque queria colocá-lo em Sonserina, onde poderia desenvolver esse seu lado, mas Harry não quis. Por quê? Porque se viu no Draco Malfoy. O seu pior inimigo se tornou seu grande aliado na evolução espiritual, pois é o espelho onde ele vê o que não quer (mas pode) se tornar.

Mas a simplicidade o salvou. Com o poder vem a responsabilidade. A pessoa é tentada pelo ego, mas o simples (não o simplista) encara os poderes como uma conseqüência natural, e, como o que se faz com tudo que é natural, só o usa quando necessário. Prudência nunca é demais, então, a fórmula que Jesus nos deu (a frase do começo do post) é a mais perfeita.

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