A Revista Veja ed. 2248 trouxe a reportagem A vida sem metade do cérebro, mas o que me intrigou mesmo foi o parágrafo final e a entrevista, que reproduzo abaixo:
A eficácia da psicoterapia no tratamento de distúrbios da mente foi confirmada de forma impressionante pelos estudos com imagens. Alguns dos efeitos conhecidos da depressão no cérebro são a redução do ritmo de criação de novos neurônios e a interrupção da reposição celular no hipocampo, região responsável pela memória e pela formação de células nervosas. Dois estudos recentes mostram que pacientes tratados apenas com terapia convencional, sem o uso de medicamentos, conseguiram estabelecer novas conexões neurais e regenerar a área afetada. Sessões de terapia cognitiva resultaram no aumento de áreas do cérebro que aliviam os sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo em 50% dos pacientes. Ao que tudo indica, a compreensão da plasticidade cerebral pode ser a chave para desvendar a complexidade da mente.
"Somos o que pensamos ser"
O psiquiatra canadense Norman Doidge é o autor de "O Cérebro que Se Transforma". um relato das pesquisas sobre a possibilidade de os estímulos externos mudarem a estrutura e a fisiologia do cérebro, teoria conhecida como neuroplasticidadc. Publicado em mais de 100 países, o livro chega às livrarias brasileiras em janeiro.
A neuroplasticidade desacredita ou confirma as teorias do neurologista Sigmund Freud?
Freud não foi só o pai da psicanálise. Ele foi um dos primeiros estudiosos a perceber o eixo central da plasticidade cerebral. Em 1886, quando raros cientistas entendiam o cérebro como uma grande rede, ele propôs a Lei da Associação por Simultaneidade. Segundo essa lei, toda vez que alguém percebe duas coisas ao mesmo tempo, como um menino com cabelos vermelhos, os dois conceitos são processados por neurônios de diferentes regiões, que se ligam simultaneamente e fortalecem a conexão entre si. A tecnologia de neuroimagem não apenas lhe deu razão, mas também confirmou a eficácia da psicanálise. A maior partee das psicoterapias altera as estruturas cerebrais da mesma forma que os remédios para distúrbios da mente. Não dá mais para alegar que terapia é só conversa jogada fora.
O senhor diz que somos o que pensamos ser. O que isso significa?
Diversos estudos revelaram que pessoas que praticam um instrumento musical apresentam mudanças no mapeamento cerebral idênticas às das pessoas que apenas imaginam estar tocando tal instrumento. A maioria dos indivíduos, inclusive os cientistas, despreza o poder da imaginação. Há um teatro virtual acontecendo a todo momento dentro da cabeça de cada um de nós. Por parecer real. tudo o que uma pessoa imagina se torna um gatilho para as emoções e ações. Os pensamentos positivos são capazes de ligar os centros de prazer do cérebro da mesma maneira que a presença de uma pessoa querida ou uma taça de vinho. Isso é uma forma de sair. mesmo que momentaneamente, dos estados negativos. Quem imagina eventos ruins aumenta as conexões neurais nos centros da emoção negativa, o que pode levar alguém medroso a se tornar um fóbico patológico.
A interatividade do computador altera o cérebro para o bem ou para o mal?
Desconfio que mais para o mal do que para o bem. Os equipamentos eletrônicos são tão compatíveis com o nosso cérebro, que também é movido a eletricidade, que alteram a nossa atenção, tornando-nos viciados em tecnologia. O vício é um fenômeno plástico e não se aplica só às drogas. Pessoas se tornam viciadas em corrida, em jogo, em compras, em paixões. O homem supõe que controla os dispositivos incríveis que criou. Meu temor é que esteja acontecendo o contrário: todo esse aparato tecnológico é que está nos reprogramando.
Como a plasticidade cerebral pode ser usada pela medicina?
As possibilidades são incontáveis. A plasticidade não afeta só a nossa saúde ou o nosso cotidiano. É o modus operandi do cérebro. Ela nos faz humanos. Somos "Homo neuro-plastica". As descobertas que estão por vir podem levar à abertura da caixa-preta que revela quem somos e de onde viemos.
Vejam o trecho final (a partir de 29:32) deste vídeo (descoberto graças à indicação do Mestre Paco Rabanne de Aragão) que se trata de um episódio da série "Caçadores de Ovnis", e que mostra um suposto pedaço de OVNI (ou pelo menos de algo metálico que caiu de um). É importante ver pra entender o post:
A questão que quero levantar é sobre a relação aliens/metais nobres, apontando para evidências (mitologicas ou não) do nosso passado na tentativa de buscar uma chave para o mistério.
A primeira civilização que veremos pode ser considerada como a primeira civilização de fato. São os Sumérios, que, ali pela Mesopotâmia, foram os mestres da arte da fundição, pelo seu trabalho com metais nobres. Sua mitologia (que inclui coisas como a criação do homem "ADAMU" pelos Deuses e o Dilúvio) diz que os Deuses Anunnaki vieram de outro planeta (Nibiru) e tiveram filhos com as terráqueas (criando os semideuses) e por meio destes governavam aquele povo. Posteriormente escolheram uma linhagem de humanos pra reinar no seu lugar.
Essa mitologia é a base de praticamente todas as mitologias das grandes civilizações que se desenvolveram na antiguidade. Podemos ver aí os Gregos (Deuses e Titãs, Oráculo, etc), Romanos, Incas, Astecas e Egípcios (Faraós) e Hebreus, sempre um povo "escolhido por Deus" com uma monarquia representante da "Vontade Divina". Ou seja, em algum momento impreciso de sua história, eles tiveram contato direto com os "Deuses" e isso ficou registrado na sua tradição oral ou escrita. Mas três civilizações, em pontos diferentes do globo, possuem mais duas semelhanças que os distinguem dos demais: a construção de pirâmides (com uma precisão que desafia nosso entendimento até hoje) e o trabalho de arte com o Ouro (e outros metais preciosos). São eles os Sumérios, os Egípcios e os povos Pré-Colombianos.
Vejam esta réplica da uma estela que mostra Akhenaton, Nefertiti e seus filhos, a realeza, intermediária entre homens e deuses:
Ignorância (em sânscrito Avydia) é um conceito e estilo de vida que tem me inquietado nos últimos anos, por isso procurei o Budismo para compartilhar meus pensamentos e refletir mais sobre o que realmente é a ignorância e onde se propaga. Não foi por acaso essa escolha, já que nesta religião achei muitas provocações que me inquietaram ainda mais. Basicamente, fui motivada pelo estudo de como perdemos a concepção da espiritualidade, ou como nos cegamos para o que é essencial nas relações, na nossa sociedade (que compartilhamos juntos mesmo sem parecer que sim), mas principalmente a ignorância de nós com nós mesmos, que é ponto de partida para todas as outras questões. Em outras palavras: como nos tornamos burros e cegos sobre nós mesmos?
A burrice ou a cegueira vem da ignorância. Ainda que sejam muito semelhantes, pode-se dizer que a ignorância é o fato de a mente nada perceber e a cegueira o fato de nada compreender. Podemos comparar essas duas noções à obscuridade: uma obscuridade sem lua, sem estrelas, sem vela, sem luz!
Emocionalmente a cegueira é a base para outras emoções. Por quê? Repetimos um movimento de forma distraída, por vezes sem se dar conta, até que finalmente aquilo que era fluido se torna cremoso, denso. É a mesma coisa em pensar que movimentamos nossas energias sempre em uma determinada direção, até que finalmente acabamos esquecendo a liberdade que nos possibilitou iniciar o processo. Ficamos preso em algum ponto, fisgados. E o pior disso tudo é que seguimos distraidamente RECRIANDO as causas e as condições de nosso sofrimento por aí.
Sua Santidade o Dalai Lama costuma resumir a filosofia budista em uma frase: "Faça o bem sempre que possível; se não puder fazer o bem, tente não fazer o mal".
Uma das especialidades do budismo é a noção de que o mundo que nos circunda é inseparável de nós mesmos. Assim, se fazemos o bem para os demais seres e para o ambiente, estamos cuidando de nosso próprio bem. Se causarmos mal aos outros e ao ambiente, estaremos causando mal a nós mesmos. Todos estão ligados aos outros, todos dependem uns dos outros.
O conceito de interdependência budista também sustenta que nós - e tudo o que nos circunda - não temos a solidez que julgamos possuir. Atribuímos identidades e qualidades a tudo e a todos (inclusive a nós mesmos) a partir de uma visão limitada por um padrão binário de gostar e não gostar, querer e não querer. Assim, construímos mundos adequados às limitações de nossas mentes. Esses mundos que surgem inseparáveis das nossas mentes são chamados de Mandala. A palavra Mandala tem origem no Sânscrito e significa "círculo de cura" ou "mundo inteiro". É uma representação do universo e de tudo que há nele. Mas não se refere apenas a um mundo material, mas à experiência desse mundo com o observador, com os limites cognitivos, com as energias de ação, emoções e com o corpo. Ou seja, o que a física quântica descobriu nos anos 50 sobre o papel do observador na interação inconsciente com o mundo material o budismo já intuía há milênios. Cada mandala surge inseparável de um tipo correspondente de inteligência viva e ativa. Essas inteligências são transcendentes, não-pessoais, não-corruptíveis e livres do tempo. Incessantemente disponíveis, podem ser reconhecidas e acessadas sem esforço ou luta a qualquer momento. A meta budista é sair das mandalas limitadas e chegar às mandalas de sabedoria, isentas do padrão binário de gostar e não gostar (a "Matrix").
Todos os seres aspiram felicidade e proteção frente ao sofrimento. Nossos pais nos ensinam habilidades para nos aproximarmos da felicidade e nos protegermos. Nossos pais, professores e mestres nos ensinam também a disciplina, e com isso ampliamos nossa capacidade de atingir metas difíceis, atravessar ambientes perturbadores e exigentes e suportar as adversidades momentâneas na busca de realizações maiores. O budismo nos ensina a capacidade de reconhecer mundos puros e inteligências puras, de tal modo que, instalados na experiência desses ambientes puros, as ações positivas sejam naturalmente realizadas sem esforço e sem contradição. Esses mundos puros são as mandalas de sabedoria.
Quando nos inserimos em uma mandala de sabedoria, adquirimos condições de realmente fazer o que é melhor para nós, para os outros, para a humanidade e o ambiente. Somos capazes de viver o amor e a compaixão com alegria e equanimidade, sem nos deixarmos abater pelas dificuldades que apareçam. O mundo ao nosso redor continua o mesmo, mas nós mudamos nosso olhar (o "observador"), e isso muda tudo. Quanto mais pura e mais ampla a mandala, maior a nossa liberdade e capacidade de gerar o bem. Além da inserção pessoal em mandalas de sabedoria, nós, como agentes da cultura de paz, vamos trabalhar para que os outros também possam fazer o mesmo, que possam migrar para mandalas mais amplas.
É a partir do conceito importante de Mandala que a ignorância será aqui representada na Roda da Vida do Budismo Tibetano, não se refere à falta de informação apenas, mas à concepção equivocada da pessoa, especialmente de si mesma, como existindo de forma inerente, e à concepção equivocada de que os fenômenos que fazem parte de seu continuum, como mente e corpo, existem inerentemente.
A Roda da Vida (em sânscrito Bhavachakra) - também conhecida com a Roda da Existência, Roda do Devir e do Vir-a-ser (ou mais conhecida como o Ciclo da Morte e Renascimento) - foi criada pela extinta escola Sarvastivada, precursora do budismo Mahayana. Este diagrama geralmente é encontrado nas portas de entrada dos monastérios tibetanos. Suas ilustrações representam simbolicamente os doze elos da existência interdependente, os seis reinos da existência cíclica e os três venenos da mente. Segundo a tradição, a Roda da Vida foi desenhada pela primeira vez na época do Buddha Shakyamuni.
A figura que segura a roda é Yama, o demônio da morte da mitologia indiana. Aqui, sua terrível presença simboliza a impermanência; nenhum ser vivo pode escapar de suas garras. Entretanto, o Buddha está flutuando no céu e apontando para a lua cheia: isto representa que os seus ensinamentos apontam o caminho para a liberação.
A parte principal da roda é dividida em seis partes, representando os seis reinos da existência cíclica (no sânscrito, Samsara). Na parte de baixo estão os três reinos inferiores:
- Seres dos infernos (Naraka ou Nairayika, em sânscrito);
- Fantasmas famintos / espíritos carentes (Preta);
- Animais (Tiryak ou Tiryagyona).
Na parte de cima, estão os três reinos superiores:
- Deuses (Deva);
- Semideuses ou antideuses, deuses invejosos, demônios covardes, Titãs (Asura);
- Humanos (Manushya).
Em cada reino há um Buda: Yama Dharmaraja no reino dos infernos; Jvalamukha no reino dos fantasmas famintos; Simha no reino dos animais; Indra no reino dos deuses; Vemachitra no reino dos semideuses; e Shakyamuni no reino dos seres humanos.
No centro da Mandala existem três animais (um javali, um galo e uma cobra), - que representam os três venenos da mente: o desejo (apego), o ódio (aversão) e a ignorância (mais sobre isso aqui).
O javali está focado, pois apesar de ter força, tem uma visão estreita. O javali é a nossa identidade, relativa à nossa ignorância. De dentro da identidade/ignorância brota a atividade sustentadora da ignorância (o galo). Por exemplo, se você se define como professor, você vê o mundo pelos olhos de um professor. A cobra corresponde à raiva, rancor, ódio e medo. Quando temos apego às coisas, precisamos defender essa coisa. A cobra é a defesa da identidade/ignorância e dos atos sustentados pela ignorância. Medo frente à impermanência; medo frente à dissolução. E tudo é impermanente, então o medo é nosso companheiro de jornada na Terra.
Ao redor dos animais temos os dois semicírculos, no qual vemos a impermanência na alternância da situação espiritual da pessoa: de um simples mortal a um semideus, e daí pra um demônio, humano de novo, depois um ser involuído, se tornando uma criatura ínfima no "inferno" (a mesma criatura que Shiva esmaga com o pé, na Dança de Tandava). A evolução ou involução se dá pelo grau de ignorância da pessoa, e ao realizamos ações virtuosas e não virtuosas - o que leva ao renascimento nos seis reinos da existência cíclica.
Estava conversando com o Coringa a respeito dessas datas, como 1999, 11/11/11 ou 21/12/2012, e como elas ativam, na cabeça das pessoas, pelo menos, portais pra outros estados mentais. Não sei até onde isso é uma questão de QUERER ou se algo muda no inconsciente coletivo da humanidade. O fato é que não podemos ignorar que o mundo mudou de forma abrupta na última década. Não podemos estabelecer relações com essas DATAS em particular, mas podemos perceber que elas são como que marcos indicativos de um estado mental que levam a grandes acontecimentos. O 1999, pra mim, foi o despertar da Matrix, a percepção de estar dentro de um jogo onde se finge que o mundo é normal (e isso, óbvio, tem relação direta não só com o filme The Matrix - que estreou em 99 - como com a descoberta dos UFOs sobrevoando minha cidade e ninguém dando a mínima). Para os Maias 1999 foi a época em que "a Humanidade entrará no grande salão dos espelhos, uma época de mudanças para que o homem enfrente a si mesmo (...) para que ele veja e analise seu comportamento com ele mesmo, com os demais, com a natureza e com o planeta onde vive". O fato é que nos deparamos, em 2001, com o inimigo interno, que foi o próprio governo dos EUA conduzindo o ataque às Torres gêmeas, e isso, pra quem despertou pro fato (muitos norte-americanos já o fizeram), é o tal salão de espelhos, onde a falta de escrúpulos do cidadão acaba dramaticamente representada na falta de escrúpulos de seu governo (como é o caso do Brasil, também).
Ficamos cientes do que estamos fazendo com o planeta, sentimos o efeito do aquecimento global nas nossas próprias peles, mas pro cidadão médio - materialista, mais preocupado com o que comer e comprar - essas questões não são muito pertinentes. Até que veio a crise econômica. Jogar Napalm em garotinhas vietnamitas pode não ser uma coisa muito bem vista pela opinião pública, mas é sempre O OUTRO. Até mesmo os jovens morrendo na guerra é o outro pra grande maioria das famílias. Mas tirar do próprio bolso pra pagar a farra dos banqueiros - muitas vezes com o próprio emprego - é um pouco demais pra população global. Acredito que isso ainda faz parte da energia 1999, mas já rumando pra energia 2012. Talvez o tal "Portal 11/11" represente esse momento (que não é uma data, já sentimos isso desde a "Primavera Árabe") de transição pra uma nova consciência, onde saímos da inércia que nos caracteriza como "povo gado" e partimos pra reivindicação de uma mudança profunda no sistema. Uma revolução sem líderes, sem rosto, sem "gado". Não é à toa que a face escolhida pra representar esses movimentos acabe sendo a do personagem do filme "V de Vingança". São pessoas acima de uma bandeira, de uma ideologia; são os "anônimos".
Talvez um dia atinjamos uma massa crítica pra mudar realmente as coisas, mas o fato é que essa onda se iniciou e não tem mais volta. Em algum ponto nossos governos ocidentais talvez ajam como os líbios ou egípcios, que endureceram e reprimiram - quando se vêem diante da reação do povo - mas que acabam por cair.
Um outro cenário especulado por nós que poderia mudar as regras do jogo seria uma aparição maciça e inacobertável de naves no céu. Não um Contato, mas um aviso para as massas: vocês não estão sós. Isso desencadearia um processo de ruptura natural com nossas lideranças políticas, religiosas, culturais, filosóficas. Tudo o que conhecemos teria de ser revisto à luz de uma perspectiva menos heliocêntrica (da mesma forma que houve a ruptura com o geocentrismo). Os "sistemas" como o conhecemos cairão ou ficarão abalados, e isso é uma ótima oportunidade de renovação. Mas o problema com um contato direto (e eu tenho certeza de que "eles", seja lá quem forem, estão cientes disso) é que isso, ao invés de ajudar a raça humana a evoluir, nos tornaria servis, acomodados. Nós os encararíamos naturalmente como deuses, como nossos irmãos mais velhos - ou mesmo pais - e apenas trocaríamos um Mestre humano por outro, uma filosofia terráquea por outra, uma tecnologia obsoleta por outra. Uma aparição maciça, por outro lado, nos faria pensar, questionar, nos UNIR, porque já não seríamos mais brasileiros ou chineses, e sim terráqueos. Sim, isso seria motivado principalmente pelo medo do desconhecido, mas convém lembrar o quanto somos atrasados e dependentes de "empurrões" pra crescer (invasões bárbaras, cruzadas, 2ª guerra, corrida à Lua, projeto Genoma, etc).
Ironicamente talvez o povo que menos mude com a idéia de um contato direto com civilizações alienígenas seja um dos mais antigos: os hindus. Isso porque toda a estrutura religosa e cultural está estabelecida em seres divinos que voavam em discos voadores e ensinaram todos os valores morais, culturais e tecnológicos ao povo que habitava a Índia. Tanto é que o sânscrito é uma língua sagrada, a língua dos deuses. Os "deuses" hindus, apesar do status, conviviam harmoniosamente com o povo daqui. Se seres de outro planeta (ou dimensão) aparecerem por lá, serão saudados como os deuses que voltaram (mesmo que eles digam que não, serão sempre reverenciados como tal), afinal o povo indiano é muito bom em agregar uma cultura de fora à sua própria.
As religiões católica e islâmica já vêm falando abertamente da possibilidade de existir civilizações extraterrestres. Será uma preparação? E vocês, como vêem a sociedade, filosofia e religiões em face de uma aparição em massa ou mesmo de um Contato oficial?
Esse era o motivo de eu estar tão ausente nos últimos meses. The times, they are a-changing...
Deixem uma mensagem para os noivos, e caso Lionheart queira pagar sua aposta - minha vida mudou, afinal - pode deixar um presentinho no nosso site comemorativo, que já vai ser de grande ajuda pra viagem de Lua-de-Mel (em 2012). hehehe
Você já se pegou olhando o relógio no exato momento 11:11?
De tempos em tempos acontece no planeta Terra um evento de grandes proporções. E dentro em breve um desses eventos irá ocorrer. Algumas dessas grandes mudanças que acontecem na Terra ocorrem níveis que podemos sentir na pele; outras podemos apenas nos sentar e assistir o desenrolar; outras ainda passam despercebidas pela imensa maioria das pessoas. Essas últimas são mais sutis por sua própria natureza, e os esotéricos as chamam de "portais".
Quando se fala em "portais" eu lembro logo do filme Stargate, onde um portal se abre pra outra dimensão (ou planeta), mas o nosso portal não tem nada a ver com isso. Os portais energéticos são "marcos", delimitações de um momento espiritual, como na filosofia temos a transição do Iluminismo pro Romantismo, por exemplo.
Devido à grande importância do calendário gregoriano no destino da raça humana, os engenheiros siderais estabeleceram que o dia 11 de novembro de 2011 (11/11/11) marcará o início da transição para uma nova Era. Se você já se pegou olhando várias vezes para o relógio no exato momento 11:11 saiba que estava apenas assistindo a uma campanha publicitária do evento do dia 11/11/11.
SIGNIFICADO
Quem começou falando de 11:11 foi Kryon, uma entidade Angélica que era canalizada pelo norte-americano Lee Carrol. Para ele ver o 11:11 significa um despertar espiritual para a humanidade, relacionado a mudanças magnéticas na Terra. Isso nos anos 80. De lá para cá muitas interpretações surgiram. Para George Barnard, 11:11 é "o chamado para criaturas que são meio anjos, meio humanas". O paranormal Uri Gueller diz que é uma fenda entre dois mundos. Para outros, o 11 simboliza a cadeia de DNA, e o 11:11 representa a ativação do DNA dormente para uma suposta ascenção. O profeta Edgar Cayce falou há décadas sobre algo relacionado ao 11:11, muito antes de virar modinha: "A primeira lição para seis meses deve ser Um-Um-Um-Um; Unicidade de Deus, Unicidade nas relações humanas, Unicidade de força, Unicidade de tempo, Unicidade de objetivo, Unicidade em cada esforço - Unicidade - Unicidade!" Embora ele fale Um-Um-Um-Um, ele cita seis exemplos, ou seja: 11-11-11.
O 11-11 se repete todo ano, mas o 11-11-11 só acontece uma vez a cada 100 anos. Se juntarmos numericamente esses dois elementos teremos 11+11 = 4 e 11 = 2, resultando no número místico 42, que todos sabemos que é a resposta para a Vida, o Universo e tudo mais. O 11 aparece também na soma da data final do Calendário Maia: 12+21+2012.
Na numerologia o 11 é considerado um número "mestre". Quando o número é duplicado, ele ganha a força do número também duplicada. O UM representa o início, enquanto o 11 pode ser interpretado como um novo início para duas pessoas, dois indivíduos. Representa também equilíbrio, refinamento, congruência e altos ideais.
O Portal 11/11 será uma oportunidade de crescimento para aquele que se conectar com as energias cósmicas que estarão em ebulição. Aqueles que se sintonizarem com essa energia experimentarão uma grande mudança em suas vidas, no campo pessoal e afetivo. Mas em qual hora você deve conectar-se para aproveitar os benefícios cósmicos? É aí que entra a tradição mística da Igreja Católica, que nos ensina que a Hora do Angelus (ou Toque das Ave-Marias, que corresponde às 06:00, 12:00 ou 18:00 horas) são o melhor momento para meditação. Infelizmente, no mundo de hoje, os horários de trabalho e agitação da vida não permitem o recolhimento e tranquilidade necessárias para uma efetiva meditação, restando o início da noite (18:00) como um momento mais propício à introspecção (hora em que até mesmo os animais se recolhem). Atentem para o fato de que o horário de verão é uma criação temporária, não estando carregada da egrégora que se formou ao longo dos séculos aqui no Brasil em determinada hora, então quem estiver sob influência do horário de verão deve procurar elevar seus pensamentos ao Cosmo às 19:00.
É interessante perceber que no catolicismo o 11 não é lá muito bem visto. DelDebbio fala a respeito:
Sobre o numero 11, alguns ocultistas, como Dion Fortune e seus seguidores, por exemplo, o associam a alguns aspectos pouco luminosos da criação, visto seu relacionamento com a assim chamada "não esfera", o "excesso" além da Criação de Deus. Tal rígida interpretação tem nas bases do fundamentalismo cristão a sua provável raiz. Até mesmo no julgamento de Santo Agostinho encontraremos referências ao numeral 11 como sendo um estandarte dos excessos humanos, o "Brasão do Pecado", dizia o pai da teologia cristã. O argumento que sustenta este ponto de vista sobre o 11 é curioso: se o número 10 compreende a totalidade da Criação de Deus, representando o Universo propriamente dito, aquilo que vier imediatamente após este número estará fora do Plano Divino, além da Vontade que tudo rege. Neste caso, o 11 aparece como sendo o ser humano integral e não mais como simples servo de Deus. Ele surgirá na forma de "algo" que excedeu os limites da Criação, que saiu do Paraíso perfeito e que agora caminha por vontade própria.
Por uma coincidência (ou não) a doutrina Thelêmica, de Aleister Crowley, tem na sua máxima "Do what thou wilt shall be the whole of the Law" (Faze o que queres há de ser o todo da Lei) 11 sílabas.
Estaria tudo isso relacionado com o provável "avanço" da raça humana? De certa forma isso nos parece mais um retrocesso, quando nos deparamos com tanta falta de amor no coração das pessoas, tanta religião falsa manipulando seus seguidores, tanta "culpa" e tanta morte jogada em cima da idéia "Deus" em tantos países... mas eu acredito que não podemos nos deter no caminho da evolução por medo de sofrer. O simbolismo do homem nu expulso do paraíso foi o primeiro "afastamento" do útero Divino, um início de separação traumática e que certas doutrinas ainda carregam como "culpa" em seu inconsciente. Deve ter sido uma barra pra Adão e Eva ter de se virarem sozinhos, mas isso os proporcionou autonomia e nos legou todo o avanço da raça humana até hoje - não sem dor e sacrifícios (na lenda de Prometeus temos uma idéia vagamente semelhante). A parábola do filho pródigo é clara quando mostra o "Pai" feliz pelo filho ter voltado, enquanto o outro queria que ele ficasse puto com o irmão por ter partido. Acredito que o 11/11 seja o início do tempo do Ser Humano Integral, sem depender de doutrinas, crenças e religiões, mas podendo tê-las, se assim desejar. É o filho que se afasta do Pai com liberdade (e vontade própria) pra voltar. É algo muito diferente do atual ateísmo de guerrilha de Dawkins, ou da sanha de conversão dos fanáticos religiosos.
Fiquem atentos porque o acontecimento do Portal 11/11 vai ser uma coisa GRANDE!