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TEMPOS SOMBRIOS
qua, 23 de novembro, 2016
 


Vivemos momentos sombrios. Uma nuvem que paira sobre o Brasil e que periga ser nosso pior/melhor momento, simultaneamente. As dores do parto não cessam, e se o filho da esperança vai nascer vivo só o futuro pode dizer.

Aí olho para os luminares do espiritismo no Brasil e só vejo mais do mesmo. Nem uma frase diferente de 10, 20, 50 anos atrás. Foi perceber isso que me fez me afastar do espiritismo. Mas por tudo o que vivi continuo com a certeza de vida após a morte, assim como acredito em vida extraterrestre. Só questiono (e muito) a formatação lógica que a doutrina espírita deu a esse fenômeno. Pensando assim, foi uma libertação, uma abertura a ver novas possibilidades (coisa que eu já fazia, mas sempre guardando como parâmetro o espiritismo). Hoje vejo que é uma doutrina que visa tão-somente a consolação atrravés da religião. O aspecto científico e filosófico dela se perdeu para sempre. Imagine termos acesso aos maiores pensadores dos últimos século, debatendo os temas de hoje, que beleza? Nos tempos de Kardec tivemos um vislumbre das possibilidades, mas foi só uma promessa. Ficamos só com as comunicações de "tudo vai ficar bem, tendes fé" e quando botamos a cabeça pra fora vemos um país (e o mundo) cada vez mais insano. Tempos em que ser um conservador constitui o maior ato de rebeldia! Onde a palavra "corrupção" é trocada por "polêmica" ou "golpe", a depender de suas ideologias, e ver como "Em um mundo louco só os loucos são sãos". A Vida no Brasil é desgastante mentalmente. É caso de saúde pública, mesmo. Por isso nossa sociedade neurastênica. Estamos esgotados.

Talvez a consolação numa doutrina seja a única escapatória pra sanidade. Não deixa de ser abraçar uma espécie de "loucura coletiva", afinal não temos comprovação de nenhuma religião ou doutrina, é uma questão de FÉ e respeito isso. Muitas vezes precisamos de fé para levar adiante nossos ideais mesmo quando tudo parece sombrio. Mas fico ressentido com o espiritismo, por não ter dado um alerta pra tudo isso que está exposto aí, claro como o dia. Não começou agora, como também sabemos. Se o tempo é maleável, se é possível ver a aura e intuir os pensamentos das pessoas materializadas na plasticidade do perispírito, por que não nos alertaram enquanto o Brasil sambava alegremente na direção do abismo, na "festa do crescimento"? Onde estão as "hostes celestiais" que velam por esse "país do Evangelho"?

Bom, eu pareço cínico e amargo, mas como disse, não tenho mais como ficar cínico depois do que vi e vivi. Pode ser que esse cuidado todo exista e há um pacto entre quem manda nos níveis superiores pra nos deixar na ignorância, para que sejamos duramente responsabilizados pelos nossos atos. Uma Matrix do inferno, digamos assim. Mas não seriam muito diferentes do carcereiro que finge que está tudo bem quando você entra na área do presídio controlada pela facção rival sem SABER.


"O desfile da loucura está chegando, e ele vem em seu nome"


 
Espiritismo, Pensamentos, Política - publicado às 10:04 PM 116 comentários
MANDALAS
ter, 22 de novembro, 2016
 



    Mandala Nepalesa Mhapuja


    Mandala Tibetana


    Rosácea, uma espécie de Mandala ocidental inspirada no padrão das rosas, assim como muitas Mandalas
Mandala significa simplesmente Círculo. Simboliza o círculo cósmico, o eterno balé do espaço e do tempo. No Nepal, acredita-se que a Mandala tem literalmente poderes mágicos. É um sinônimo da palavra "Chakravala", que deriva da raiz Kra. Essa palavra significa Criar. A Mandala é não só um poderoso instrumento de meditação, mas também de inspiração. O Nepal é um país muito pequeno, que deu uma grande contribuição ao mundo todo. Segundo a tradição foi no Nepal que nasceu o príncipe Siddhartha Gautama, que abandonou seu reino em busca da iluminação e se tornou o Buda. Foi do Nepal que os ensinamentos do budismo se espalharam para o mundo, e foram os artistas nepalenses que, a pedido do Rei do Tibet, levaram sua arte (e a Mandala) para servirem de suporte ao ensinamento do Budismo, a tal ponto que as Mandalas Tibetanas se tornaram as mais conhecidas no mundo.

O psiquiatra suíço Carl Jung percebeu que padrões circulares apareciam com frequência em desenhos de seus pacientes, o que levou ele a associá-los ao Self. Ele percebeu que a necessidade de fazer essas Mandalas aumentava durante momentos de intenso crescimento pessoal. Elas indicam que um profundo processo de rebalanceamento está ocorrendo internamente na psiquê, e que o resultado desse processo é uma melhor e mais complexa integração da personalidade.

"A mandala tem um propósito conservador, ou seja, restaurar uma ordem existente anteriormente. Mas também serve ao propósito criativo de dar expressão e forma a algo que ainda não existe, algo novo e único... O processo é o de uma espiral ascendente, que cresce para cima enquanto simultaneamente retorna repetidas vezes ao mesmo ponto."
(Marie-Louise von Franz, analista junguiana; O Homem e seus símbolos)

Pois bem, desde que vi Doutor Estranho que eu pensei em fazer um post sobre Mandalas, já que eles tiveram a sacada genial de usar as Mandalas tibetanas não só como forma de representação visual das magias como da própria concepção visual da "realidade" fora da nossa dimensão (ou realidade de múltiplos mundos), como se fosse um caledoscópio. E o sentido de integração da personalidade, trazendo o NOVO, está presente em toda a trajetória do personagem.


Não sei se foi intencional mas foi uma bela "piscadela de olho" da Marvel utilizar as Mandalas de design Tibetano, já que nos quadrinhos é lá que o Doutor Estranho aprende sobre magia com um Mestre Tibetano. Para não irritar os chineses (que é um mercado de milhões de dólares no cinema) e evitar que o filme estreie lá o local foi mudado para o Nepal, e o Mestre virou uma mulher Celta.

Como não ando muito profífico de idéias nem de concentração pra estudar assuntos como antes eu fazia, fui deixando pra algum dia. Tirei o fim da tarde de hoje para ir à praia meditar, e enquanto caminhava vi uma garota a desenhar com um graveto uma Mandala na areia. Até aí nada demais, nem me lembrei de Doutor Estranho, nada. Após algum tempo caminhando comecei a refletir sobre quantas vezes havia estado ali, vários anos atrás, com um pôr-do-Sol daqueles, a pensar na vida diante de impasses e indecisões. Nos últimos 2 dias, graças a algumas músicas, me detive a pensar sobre os efeitos físicos e mentais que os ecos sonoros provocam em mim. Uma espécie de deslocamento temporal e sensorial que me tira um pouco do corpo, e que me fez pensar se existe alguma relação entre o som e o modo como nos relacionamos com o tempo. Os ecos sonoros são pequenas ou grandes repetições que se mesclam na linha do tempo da música. Mas poderiam existir ecos fora da música? Na praia, com aquelas recordações, fiquei a observar os ecos do meu tempo: A cor do céu, as ondas do mar, o senhor a brincar com seu cachorro, os momentos de solidão vividos à beira da praia, e lembrei de um momento em que encontrei uma certa pessoa, ali naquele mesmo lugar, e pensei: "e se ele aparecesse agora? Não, sem chance! Ele não continuaria no mesmo canto". E 10 minutos depois desse pensamento ele apareceu praticamente atrás de mim, a 15 metros de distância. Quais as chances?

Saí de onde estava justamente pra não ser reconhecido pela tal pessoa e na volta reencontrei na areia a Mandala, prontinha e abandonada. Grande e ornamentada com pétalas, era convidativa à meditação. Àquela altura já sabia que ela não estava ali por acaso. Me inspirando na meditação do Labirinto, comecei a andar em volta dela, primeiro em sentido anti-horário, mas senti uma certa resistência (minha? da energia da Mandala? Não sei) então parti pro horário, e os pensamentos fluíram quase que imediatamente. Tudo o que tinha pensado antes de forma solta foi se estruturando. Era gostoso andar em torno da Mandala. O próprio desenho formava um centro de gravidade, um ponto no qual você pode se deixar guiar sem se preocupar pra onde você está indo. Afinal, você não está indo pra canto algum, e ainda assim é possível alternar entre a familiaridade dos prédios e a paisagem sempre mutante do mar e nuvens ao pôr-do-Sol.

Não sei por quanto tempo fiquei girando lá, mas as idéias fragmentadas sobre ecos e lembranças foram tomando forma na minha mente. As pétalas da borda da Mandala, que ficavam no meu campo imediato de visão enquanto andava, eram sempre iguais, mas não as mesmas. Haviam várias, indistinguíveis a uma olhada superficial, e só com o tempo é que pode-se perceber alguns traços individualizados (imperfeições?) nela.
Mandalas não são exatamente fractais, mas formam o padrão caledoscópico de um fractal, por vezes usando os mesmos elementos em escalas diferentes. Um eco em forma de desenho, um fractal é algo presente na formação da natureza, seja na ordem do floco de neve ou nas intempestivas formações de nuvens. Padrões que se repetem ao infinito, formando uma ordem cuja beleza só pode ser adequadamente apreciada de longe. Fiquei me perguntando se alguém pequenino, andando por dentro daquela Mandala, teria algum insight sobre os padrões que se repetem... Bom, tudo depende da escala.
Além do Sol que findava, outro sinal do tempo que gastei ali foram os meus passos. Com o tempo foram se formando marcas, um caminho/trilho por onde passei. As marcas que deixamos em nosso caminho, e a qual vamos ajustando nossos passos até formar uma órbita. Foi aí que lembrei da dança dos planetas em torno do Sol. Ao contrário do que pensamos quando vemos os planetas na escola, o Sol não está parado enquanto nos movemos em torno dele. Ele se movimenta numa das "pás" da Via Láctea, que se movimenta em torno de si mesma. Não sei se a animação abaixo é cientificamente perfeita, mas nos dá uma idéia:

via GIPHY

E, curiosamente, no meio dessa maluquice se destacam alguns padrões, como a Mandala resultante da dança de Vênus e do Sol, vista tomando o planeta Terra como ponto fixo:

Se você procurar em vídeos relacionados no Youtube vai ter bem mais Geometria Cósmica, mas cuidado que tem coisa que é inventada e passa longe do que está estabelecido cientificamente.

Isso foi só pra mostrar como a mudança de perspectiva pode influenciar na descoberta dos padrões/repetições. Muitas vezes nos repetimos achando que estamos em caminhos diferentes, mas por falta de escala não percebemos os padrões.

Na hora de ir embora fiquei pensando qual o objetivo da Mandala, além de um organizador. Deveríamos superá-la? Ficar em torno dela pra sempre? Destruí-la e assim libertar-se dos padrões e das repetições? Aí lembrei das nossas sondas espaciais, que usam a gravidade dos planetas pra pegar velocidade e atingir outros lugares mais longe. Uma vez que ela já tenha condições (velocidade) de partir ela já não liga mais pra aquele planeta. Simplesmente faz uma pequena mudança de curso e salta fora daquela que até então era uma imensa (e importante pra jornada) força atratora. E agradece pelo impulso. 😉


Referência:
Saindo da Matrix: IGNORÂNCIA (parte 1);
Saindo da Matrix: SUÁSTICA;
Mandalas do Nepal


 
Budismo, Cinema, Pensamentos - publicado às 9:26 PM 6 comentários
SOBRE A MORTE
sáb, 12 de novembro, 2016
 


Acho que quando a pessoa morre ela vai para o mundo das possibilidades. O mundo mental. Imagino que grandes almas não voltem dele. Pelo menos não da mesma forma, pois não seria possível para elas manterem o mesmo "setup" que criou sua personalidade diante de tamanhas possibilidades...

Mas acredito que o medo, especialmente o medo do desconhecido, possa exercer um fator de retração na alma que, diante do TODO, busca se proteger no conhecido. E o que é mais conhecido do que o que você acha que é "você"? E assim voltamos à Terra.

É uma explicação baseada no Livro Tibetano dos Mortos, antiga mas convincente, especialmente se considerarmos a Internet - o mundo na ponta dos dedos - e as pessoas que só se aventuram no portal da Globo, Ego e vizinhanças.


 
Budismo, Espiritismo, Metafísica, Pensamentos - publicado às 6:56 PM 66 comentários
DOUTOR ESTRANHO
qua, 2 de novembro, 2016
 


Tudo seguiu de acordo com a minha antiga profecia de 13 de abril de 2016, quando surgiu o 1º trailer de Dr. Estranho: A MARVEL FEZ O FILME DO ANO.

Não sei que forças ocultas a Marvel andou conjurando, mas só sei que eles dominaram a arte de fazer filmes. Ninguém faz filmes como eles. Ninguém. Portanto, se o trailer passa uma impressão de que Dr. Estranho é uma colagem de Inception com Matrix, bem, é porque tem esses elementos sim, mas de uma forma que você nunca viu na vida. Ninguém está preparado pra este filme e ninguém ficará impassível diante das cenas vistas numa tela 3D e em IMAX (a combinação desses dois elementos deveria ser obrigatória, não opcional).

As batalhas aqui são mais pra encher os olhos e nos ambientar nesse mundo mágico do que levar adiante a trama, mas são essenciais pra uma preparação visual, um treino pra sua mente, para que se acostume ao que vai ser feito no final do filme. Um toque fascinante nos combates é que eles são verdadeiramente tridimensionais, a profundidade que o 3D proporciona é realmente usada pra mostrar os movimentos, e mais: algumas vezes elas são QUADRIMENSIONAIS, ou seja, envolvem o tempo (obviamente toda a nossa vida é quadridimensional, pois envolve o tempo, só que numa única direção, mas no filme o tempo é usado pra frente E pra trás, e os personagens se movimentam independente dos objetos no tempo. Pode parecer um pouco complicado, mas é mesmo hehhehheh). As leis da física se distorcem e não há cima, baixo, lado, e chega uma hora que pensei q meu cérebro ia dar uma pane, mas é uma experiência fascinante, FASCINANTE! Era ISSO que Matrix 2 deveria ter sido e não foi em termos de batalha. É, como o cartaz de promoção diz, uma luta onde "as impossibilidades são infinitas". Há também uma cena de viagem psicodélica pelos infinitos mundos que traz uma cena que é igual a de "2001: Uma Odisséia no Espaço". O comentário de uma pessoa ao meu lado no fim do filme foi: "esse é um filme que a pessoa tem de ver sóbria: se tomar uma balinha, o cérebro vai fritar."

Doutor Estranho foi criado nos quadrinhos em 1963 por Steve Ditko (co-criador de Homem Aranha, com Stan Lee). É a história de um cirurgião arrogante que perde parte dos movimentos da mão num acidente (mais ou menos como a origem de Thor e Homem de Ferro) e, buscando a cura no misticismo, acabou se tornando um Mago. Esse personagem, com seus temas místicos e influência orientais, logo se tornou cult entre o movimento hippie, com fãs como Pink Floyd e Jefferson Airplane. O visual psicodélico do final do filme foi fielmente tirado dos quadrinhos, cores e tudo, o que é muito respeitoso (e arriscado) da Marvel. Digo arriscado porque todo o novo sucesso dos heróis de quadrinhos se deu com a "adequação" de seus poderes e visuais a algo mais sóbrio, a começar por Batman de Tim Burton e depois X-Men de Brian Singer, e só aos poucos é que os estúdios foram arriscando algo mais cartunesco e colorido. A Marvel vai a cada filme puxando os limites do que é aceitável no cinema e introduzindo mais cores, mais vida, mais efeitos, e Dr. Estranho traz um figurino que por mim merecia um Oscar. O traje do personagem principal é PRIMOROSO e quase fiel aos quadrinhos, e os vários trajes da Anciã são lindíssimos e com cores vivas que dificilmente se vê no cinema (da última vez que vi foi em Dick Tracy).

A trilha sonora de Michael Giacchino (Lost, Up, etc) é excelente, rica de texturas sonoras, e traz um tema cantarolável pro herói, coisa que não viamos há muito na Marvel. E a música dialoga com as influências do personagem, quando inclui sons orientais, e também da época dos quadrinhos quando, na música dos créditos, envereda pelo rock progressivo com sintetizadores dos anos 70 tocando o tema.

Fotografia fantástica, embora tudo ali seja digital e provavelmente filmado em tela verde (e por um excelente motivo, já que tudo se torna moldável pelo poder da magia) e ainda sim tudo lá é crível, a Industrial Light and Magic atingiu um domínio da arte que dificilmente a gente percebe o recorte do personagem com o fundo, e não incomoda como a primeira trilogia de Star Wars. Todas as grandes cenas de ação são feitas para o formato IMAX, ou seja, tela GIGANTE, totalizando quase 1 hora nesse formato.

Achei interessantíssimo também o uso de Mandalas como a forma principal de defesa mágica, até porque o Nepal (local onde fica o Templo) é rico dessas mandalas. Mas isso é algo pra outro post, mais aprofundado (sim, vou ficar babando o filme que nem fiz com Matrix).

É sim o filme do ano, e poderia ser o filme da década se tivesse mais uns 15 minutos de desenvolvimento de personagens. Não que os personagens sejam rasos, ao contrário, mas é que eles são tão interessantes que eu pelo menos queria muito saber mais deles. A Anciã mesmo, tem coisas dela que exigiam mais tempo de exposição, de preparação da trama, assim como as motivações do Mordo. O fato do Dr. Strange ser um completo babaca podia ser um pouco mais elaborado. A Rachel McAdams (Christine) aparece pouco, mas quando aparece, UAU, que atriz, que atriz!!! Com poucas falas convence vc de que ela é real, ela se importa, suas motivações atitudes, humor, TUDO! A Anciã também, óbvio: já que Tilda Swinton não é mesmo desse planeta, fica fácil acreditar nessa personagem mítica.

O vilão? Bom, é mais um vilão da Marvel, que só faz figuração pra contar a origem do herói. E ainda assim é um bom vilão, temível, embora seja o único personagem que achei mal escrito, talvez por sabermos tão pouco dele. Acho que a Marvel deveria fazer um prequel só com esses personagens do Templo (opa, ela fez, mas nos quadrinhos!).

Fiquem até o final dos créditos, pois tem DUAS cenas extras. A primeira é MUITO, MUITO legal, "feel good, a cara da Marvel, definindo de vez como a arrogância da personalidade do Dr. Estranho vai servir ao herói, e a segunda é tão tensa e importante pra história que deveria estar dentro do filme (mas ainda assim foi legal, pra ver toda a platéia soltando a respiração quando finalmente terminou tudo).

Interessante como num filme que trata do TEMPO, a questão tempo é o único calcanhar de aquiles do filme. Uma versão extendida seria muito bem-vinda, mas o filme como está é magnífico, pois não ficou faltando nada, apenas a vontade de ver e conhecer mais dos personagens!

Trailer 2 (versão melhorada):


Curiosidades (contém um pouco de spoiler):

Stan Lee - o editor-chefe da Marvel e responsável por criar os diálogos das histórias de Doutor Estranho - faz uma ponta no filme dentro de um ônibus, lendo (e se divertindo com) o livro de Aldous Huxley "As portas da percepção". Outra curiosidade é que Benedict Cumberbatch, que faz Strange, também atua na captura de movimentos do vilão Dormamu.


 
Cinema - publicado às 8:36 PM 18 comentários