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THE JANGA FILES
seg, 27 de agosto, 2012
 


Há muito que venho prometendo liberar estes vídeos em boa resolução. Pois bem, aí está. Finalmente a internet atingiu a maturidade não só em ferramentas que possibilitem melhorar a imagem do vídeo sem alterá-la muito, como assistir em boa resolução e boa compactação. E venci a preguiça, at last. Sugiro que vejam na máxima resolução (480p) e tela cheia, pois é um vídeo copiado de uma fita magnética de uma filmadora Sony do ano 2000, então possui muito ruído na imagem e pouca definição.

Pois bem, este é o modesto resultado de centenas de dias sem dormir de madrugada, vigiando os céus do Janga em busca de alguma aparição espetacular, mas pelo menos consegui dois registros que eu acho fantásticos do ponto de vista científico: o primeiro, com a luz que faz zigue-zague no céu (incapaz pra qualquer objeto humano conhecido) e o último com uma trajetória e destino (o mar) que seriam improváveis pra qualquer helicóptero, avião ou satélite. São evidências suficientes pra ter valido o investimento numa filmadora e eu poder manter minha sanidade de que "sim, eu realmente vi o que eu vi". Engraçado que depois de 2000 eu não consegui nenhuma filmagem que prestasse. Caso estejam curiosos com o local onde provavelmente a luzinha entre os coqueiros descia, estimamos que fica mais ou menos por aqui. Eu e o vice-presidente da EDF fizemos até uma vigília nesse lugar, de madrugada na PE-001, mas sem sucesso.


 
Ufologia - publicado às 11:47 PM 33 comentários
CABEÇA DE DEUS
qua, 22 de agosto, 2012
 


Existe no Museu do Louvre, em Paris, a cabeça de um Deus.

Pensem nisso por um momento.

Cabeça... de... DEUS.

Independente de suas crenças, imagine-se você no final da Idade do Bronze, 3.612 anos atrás, no meio do deserto da Síria (mais especificamente em Jabbul), como um artista da civilização Amorita (fundadores da Babilônia) cuja função é representar seu Deus numa escultura. Já vimos representações de vários deuses do passado, muitas delas esdrúxulas, propositalmente extrapolando os limites do humano (e do bom-senso) para representar a METÁFORA visual do Ser, como nos deuses egípcios com corpo de homem e cabeça de animais (ou o contrário, no caso dos Sumérios). Os gregos procuraram representar seus deuses (muito adequadamente) com formas completamente humanas, já que seus mitos são bem humanos e servem mais como educação social do que religião. Pois bem: como artista, você sabe bem representar proporções, sabe fazer uma cabeça humana com tudo no seu devido local...


Cabeça humana, feita em basalto, encontrada no mesmo local

...mas você deve agora representar um certo Deus (e um Deus muito especial, pois, segundo o site do museu do Louvre, possui quatro "chifres" - riscos - no capacete). A uma primeira vista, esse Deus parece humano, ou ao menos uma caricatura humanizada. Mas quando você o olha de lado...

...temos uma imagem que é uma representação anatomicamente perfeita do que seria um réptil humanóide FUNCIONAL. Tão perfeita que parece ter sido copiada de uma produção de ficção científica tão realista que ganhou o Oscar de maquiagem: O Drac do filme "Inimigo Meu".

Claro, está faltando o nariz e (provavelmente) uma parte do queixo, o que vai torná-lo menos parecido com um Drac e talvez mais com um Skrull. Mas onde quero chegar? Bem, o artista que fez a cabeça de Deus parece ter usado de muita sutileza em sua concepção, ou seja, pareceu estar RETRATANDO algo, mais do que deixando sua imaginação voar. O Deus deles tinha DECIDIDAMENTE - na concepção daquele povo - olhos grandes e amendoados, um maxilar largo, maçãs do rosto saliente, orelhas grandes e uma cabeça alongada na parte posterior. É um design muito interessante, que aparece 300 anos depois em outro país, como a representação artística do Faraó egípcio Akhenaton e sua família.


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Ufologia - publicado às 12:28 AM 80 comentários
BATMAN: THE DARK KNIGHT RISES
qua, 1 de agosto, 2012
 


"Pessoas que são incapazes de se sentirem satisfeitas quando a vida corre tranqüila para elas. Podem até atingir situações materiais e rejeitar, um belo dia, todas essas vantagens por causa de certos escrúpulos imaginários. São pessoas que, em certos casos, se sentem capazes de se consagrar ao bem-estar dos outros, fazendo completa abstração de seus próprios interesses e necessidades vitais. A marca mais forte dessas pessoas não é a exibição de seu sofrimento, mas o convívio com ele. Ele se manifesta numa tendência autopunitiva muito forte, que tanto pode revelar-se como uma grande capacidade de somatização de problemas psicológicos (isto é, a transformação de traumas emocionais em doenças físicas reais), como numa elaboração de rígidos conceitos morais que os afastam do cotidiano, das outras pessoas em geral e principalmente dos prazeres. Sua insatisfação básica, portanto, não se reservaria contra a vida, mas sim contra si próprio, uma vez que ele foi estigmatizado pela marca da doença, já em si uma punição."

Essa pode ser a descrição psicológica de Bruce Wayne, mas foi retirada de um site de Umbanda, falando das pessoas ligadas à energia da divindade africana Obaluaiê (também conhecido como Omolu ou Omulu).

Esse é o Bruce Wayne dos filmes de Christopher Nolan. E sua doença é o Batman. Obaluaiê se esconde por trás de uma roupa de palha, e seu domínio são as cavernas. Bruce se esconde atrás de uma roupa de morcego, e seu quartel-general é uma caverna.

Assim vemos como os arquétipos dominam nossas mentes desde tempos imemoriais, e seguimos recontando as mesmas histórias, que são NOSSAS histórias por serem parte de nossa estrutura mental. Todos temos um pouco de Luke Skywalker, Han Solo, Coringa, Terminator ou Batman, e nos identificamos com esses personagens em diferentes graus (alguns até perigosamente, como o atirador do cinema). Quem conta uma história está lidando com essa matéria-prima e nos guiando através dos arquétipos, literalmente nos manipulando pra ter um deleite, um prazer, um terror, uma paixão; e o cinema - com sua sala escura, som cristalino e tela gigante, numa experiência pessoal e ao mesmo tempo coletiva - é a melhor mídia para nos transportar para outros níveis de nós mesmos.

Christopher Nolan, seu irmão Jonathan e David S. Goyer sabem como poucos hoje no cinema nos guiar através de nossos próprios labirintos da mente. Eles escreveram a trilogia de Batman no cinema e fecharam com chave de ouro essa série, com "O Cavaleiro das Trevas Ressurge" (The Dark Knight Rises). Pra mim o segundo filme ("O Cavaleiro das trevas") continua sendo a obra-prima, o melhor de todos porque se beneficiou da atuação inspiradíssima de Heath Ledger e de um roteiro até então nunca visto. O primeiro filme eu sempre considerei um ótimo início pra o Batman, mas fraco em termos de narrativa e emoção. O terceiro não só conclui de forma brilhante, como ainda resgata a importância do primeiro para a mítica da série. Ou seja, o que antes eram dois filmes separados agora é uma história coesa. O que torna bastante recomendável, caso não tenha visto o primeiro, que o faça para melhor apreciação do conteúdo.

Se você ainda não viu o filme e está em dúvida se deve ver, saiba que ele é do mesmo nível que o segundo. Tem uma abertura ESPETACULAR que me lembra os filmes de James Bond, e que foi filmada em IMAX (pena que não tem no Recife, mas procurei ver no maior telão daqui do estado, no Box Guararapes - sala 6). O som é fantástico! Cada tiro assustava, parecia que tinha sido disparado ali, dentro da sala - e várias vezes olhei ressabiado pra saída de incêndio, paranóico. As atuações estão - como sempre - excelentes, com destaque para Michael Caine (Alfred), que merece uma indicação ao Oscar.

Daqui pra baixo não leia se não viu o filme. Faça um favor a você mesmo e se reserve o direito de ter prazer com o filme. Saber de qualquer coisa daqui de baixo vai ARRUINAR sua experiência. Tenho dito.


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Cinema, Psicologia - publicado às 1:58 AM 51 comentários