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O VOTO EVANGÉLICO
qua, 27 de outubro, 2010
 


Encaminho um texto que vai ajudar a desmistificar essa questão do voto evangélico, que ficou tão em voga neste segundo turno com a ascensão da Marina Silva e a declaração de líderes religiosos incitando seus fiéis a votarem em determinados candidatos. É preciso lembrar que os "evangélicos" não são apenas as denominações que aparecem na TV de madrugada ou donas de canais, e que engloba todos os protestantes. Achei bem interessante o "guia ético" deles, vale a pena dar uma lida.

Por Renata Lemon

Nesta época de eleições, em que a corrupção transborda e a palhaçada é tão grande que deixa todo mundo com os nervos à flor da pele, vejo muito preconceito para com evangélicos e muita confusão dentro do próprio meio evangélico (o velho "ah meu Deus, em quem votar? Nele, só pq é da mesma religião que eu?") coisas assim. Para auxiliar na escolha foi criado um Decálogo do Voto Ético, que remete ao compromisso social, à necessidade de se analisar o TODO e de se agir em prol do melhor para a comunidade.


Nestas eleições presencio, com tristeza, o processo democrático se tornar, gradualmente, uma espécie de show de horrores. Dia após dia, verdadeiras aberrações se apresentam orgulhosamente sobre o palco, trocando palavras vazias por aplausos. Não, não estou aqui para discutir o seu candidato. Não quero lhe dizer em quem votar. Não estou aqui para aconselhar que escolha a Mônica ou o Sr. Burns. Ao invés disso, venho lamentar a conduta de alguns eleitores, espectadores desta grande representação circense, que, ao invés de se revoltarem com o que lhes é apresentado, misturam-se ao espetáculo.

Muitos são os casos que eu poderia relatar aqui. Muitas são as situações em que poder e influência têm sido utilizados para angariar votos. Muitas são as ocasiões em que figuras influentes se aproveitam de seu status para induzir predileções ou até mesmo incentivar o ódio a um ou outro candidato. No entanto, quero pedir licença para focar meu discurso sobre um grupo específico enquanto deixo claro que o conteúdo que aqui será exposto deve, em verdade, se aplicar a todos nós, como povo brasileiro.

Bem sabemos que alguns líderes religiosos ergueram a voz, recentemente, proclamando seu desprazer para com uma certa proposta de lei ou reprovando a postura de um ou outro candidato. Nada de mais até aí. Precisamos mesmo da liberdade de opiniões, bem como precisamos da liberdade de imprensa (para sair publicando tais opiniões). No entanto, existe uma grande diferença entre expressar uma opinião com base em determinados princípios e utilizar sua denominação religiosa para manipular intenções de voto, induzindo demais seguidores desta mesma religião a tomarem como suas as conclusões alheias. Ser um líder espiritual é uma coisa; apresentar um candidato como aquele que os fiéis devem eleger é outra completamente diferente.

Me entristece ver toda uma denominação religiosa/grupo religioso, ser tratado como gado eleitoral. O discurso de "personalidades vistosas", digamos assim, se torna o rótulo classificatório para toda uma religião. Para muitos, basta que personalidades influentes em uma religião falem algo para que se classifique todos os demais praticantes desta religião como adeptos da mesma opinião. Em vista desta situação venho aqui expor algo que talvez seja pouco conhecido para alguns. Algo que acho interessante que seja divulgado não apenas para o povo evangélico vítima de pregações politicamente tendenciosas, mas para todos nós, eleitores.

Bem sabemos que, para que o ser humano conviva em sociedade são necessárias normas de conduta. Assim sendo, os seguidores de uma determinada religião (ou algum tipo de crença) precisam de alguns códigos básicos de conduta, que condigam com os princípios e valores que defendem e pregam. No meio evangélico, a AEvB (Associação Evangélica Brasileira - instituição fundada nos anos 90, representando diversas denominações consideradas genuinamente evangélicas), visando levar informação e esclarecimento à comunidade religiosa a ela vinculada e preocupada com a manipulação do voto evangélico em processos eleitorais, criou o "Decálogo do Voto Ético", numa tentativa de auxiliar o desenvolvimento da consciência ética e o exercício da cidadania política das igrejas.

Abaixo, transcrevo os preceitos sobre o uso ético do voto evangélico, conforme o decálogo defendido pela AEvB:


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Política - publicado às 2:24 AM 46 comentários
ONDE NÓS VAMOS PARAR COM ESSA VISÃO DE MUNDO?
sáb, 23 de outubro, 2010
 


Estou profundamente triste e decepcionado com o meu país. Não é uma questão política, não tem nada a ver com as urnas. Tem a ver com humanidade. Quem quer que se sagre campeão no dia 31 de outubro, já teremos perdido como coletividade. O país nunca mais será o mesmo. Vejo com profundo pesar pessoas que conheço botarem na balança sua vida, liberdade e humanidade em nome de um pragmatismo, em nome de um suposto "bem" para o povo, em nome de um suposto "progresso do país". Em nome da Matrix. Já vi isso antes. Nos livros de história. Quem tem sabedoria já sabe onde e quando isso ocorreu, e no que resultou.

Como espiritualista não posso acreditar que exista uma ética e moral dita "espiritual" e outra ética e moral no campo político. Só existe o SER humano. E a coletividade humana. Se não agimos com ética e respeito para com UM ser humano, o que esperar quando essa pessoa dirige o futuro da coletividade?

É exatamente esse o ponto do educador judeu Martin Buber, que fez em 1935, na Alemanha, uma conferência intitulada "Formação e Visão de Mundo" (Bildung und Weltanschauung). É uma data significativa, pois marca a transição das ações dissimuladas do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães para uma fase mais agressiva, onde já conquistava todos os setores da sociedade (alma e mente) e os opositores já podiam ser calados, seja pela escárnio, pela mentira ou pela violência.

Se em 1933 a legislação tinha proibido a permanência de judeus em cargos públicos e dificultou o acesso deles às universidades, em 1935 foi aprovada no congresso, por unanimidade, a legislação antissemita chamada "Lei para a proteção do sangue e da honra alemã", que retirava o direito de voto dos judeus e proibia casamento e relações íntimas de judeus com arianos, sob ameaça de punições severas. Como sapos dentro da água que é aquecida lentamente, os judeus não percebiam (ou não acreditavam) que a situação poderia piorar. Mas piorava. Apenas em 1938 se deu a "Noite dos cristais", com assassinatos à céu aberto, destruição de sinagogas e de lojas judias. Os incêndios chocaram uma parte da população, mas não o fato de que os judeus tivessem sido atacados fisicamente. A população já estava anestesiada, preparada graduamente durante anos para acreditar que um judeu vale menos que um ser humano.

Deus, como eu gostaria de acreditar que estou sendo apenas paranóico. Mas ligo a TV e vejo o atual presidente da república e a mulher que irá sucedê-lo esbravejando com um ódio e indignação ante a reação de um adversário tratado como alguém que vale menos que um humano, e percebo que eu já vi isso antes, nos livros e vídeos de história. E fico apreensivo. E profundamente triste com quem se diz espiritualizado e não percebe isso. Ou percebe, mas está anestesiado, e vota com a razão (ou o bolso). Os de outrora também votaram com a razão. E que razão. Nunca antes na história da Alemanha alguém a erguera tão alto.

Não estou aqui falando de partidos, projetos de governo, e sim de pessoas. Daqui pra baixo usarei apenas trechos do trabalho "Formação e Visão de Mundo - Reflexões Pedagógicas de Martin Buber na Presença do Nazismo" do prof. Ferdinand Röhr, da UFPE, para que reflitamos a respeito da nossa posição como seres humanos em relação a outros seres humanos, aprendendo com as duras lições do passado (as aspas abaixo são todas de frases de Buber):

O trabalho de formação que Buber tem em mente precisa "saber que para se formar a pessoa e com isso para a construção de uma grande comunidade - que cresce a partir das pessoas e das relações entre elas - tudo depende de até que ponto o homem se envolve de fato com o mundo." A pergunta é: Como isso é possível? O que temos ao nosso alcance é o "mundo" como ele se apresenta para nós e isso na parcialidade das visões de mundo. Buber não considera possível, nem desejável, educar isento de visão de mundo. "Tudo depende, tanto em relação a quem ensina quanto a quem aprende, se a sua visão de mundo promove ou barra sua relação vivente com o mundo "contemplado".


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Filosofia, Pensamentos, Política - publicado às 2:29 AM 341 comentários
I SIMPÓSIO DE HERMETISMO EM SP
ter, 19 de outubro, 2010
 


Ok... eu ia deixar pra anunciar isso após as eleições (pra não ofuscar esse momento do Serra e da Dilma) mas a divulgação já começou e não quero que meus queridos leitores saibam por último.

Pois bem, como devem ter percebido, ando meio ausente do blog, com alguns poucos posts, mas é tudo por um bom motivo. Além de ter me esforçado pra terminar Starcraft II por duas vezes, eu passei o último mês estudando pra minha primeira palestra diante de um grande público, que será no I Simpósio Brasileiro de Hermetismo e Ciências Ocultas (Wow!), a ser realizado nos dias 14 e 15 de novembro de 2010, na cidade de São Paulo. Isso mesmo: terei "ciências ocultas" no meu currículo Lattes.

Como meu estilo é mais expansivo (em matéria de trazer o oculto pra fora) meu primeiro pensamento foi "em que posso contribuir?". Eu não iria numa palestra simplesmente pra repetir um post meu, algo já lido. Aí, depois de avaliar os pontos fortes do blog, percebi que o ocultismo é algo que está mais na cara do povo do que pensamos. Como? Através da mídia! E isso através dos séculos! E é exatamente esse o meu tema: O ocultismo na grande mídia. E como dar a isso uma unidade, um didatismo que facilite a compreensão do neófito e ao mesmo tempo instigue o ocultista experiente a reler seus estudos e encarar aquele filme bobo com uma nova ótica? Carl Gustav Jung, o homem por trás dos símbolos do inconsciente, será o meu guia. E assim o tema ficou Jung e o ocultismo na grande mídia. Assim navegaremos por mitologia, contos e filmes, explicando o processo por trás de histórias aparentemente banais e tirando daí uma lição pra nós mesmos.

Lindo, não? No final será como se eu tivesse passado mais de um mês de estudo pra fazer um único post com 1 hora de duração. Não vou dar nenhum spoiler aqui pra não tirar o impacto, mas prometo que depois da palestra publico aqui uma versão resumida.

Gostaria de agradecer encarecidamente a organização, que me chamou mesmo eu não tendo as credenciais dos outros participantes (só gente gabaritada, viu?), e o incentivo de Del Debbio. Aliás, vou reproduzir abaixo o post que saiu no site dele, com informações e a programação:


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Holismo - publicado às 2:19 AM 40 comentários
10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA
ter, 12 de outubro, 2010
 


Baseado na obra do linguista estadunidense Noam Chomsky, alguém elaborou uma lista das "10 estratégias de manipulação" através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. "Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais" (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas').


2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Este método também é chamado "problema-reação-solução". Cria-se um problema, uma "situação" prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.


3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.


4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo "dolorosa e necessária", obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que "tudo irá melhorar amanhã" e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.


5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade.


6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos...


7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores.


8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto...


9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!


10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o "sistema" tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.


Ler em espanhol (por Teresa)


 
Internacional, Política - publicado às 1:28 PM 111 comentários
POR QUE PALAVRAS?
qua, 6 de outubro, 2010
 


Um monge aproximou-se de seu mestre - que se encontrava em meditação no pátio do Templo à luz da lua - com uma grande dúvida:

"Mestre, aprendi que confiar nas palavras é ilusório; e diante das palavras, o verdadeiro sentido surge através do silêncio. Mas vejo que os Sutras e as recitações são feitas de palavras; que o ensinamento é transmitido pela voz. Se o Dharma está além dos termos, porque os termos são usados para defini-lo?"

O velho sábio respondeu:" As palavras são como um dedo apontando para a Lua; cuida de saber olhar para a Lua, não se preocupe com o dedo que a aponta."

O monge replicou: "Mas eu não poderia olhar a Lua, sem precisar que algum dedo alheio a indique?"

"Poderia," confirmou o mestre, "e assim tu o farás, pois ninguém mais pode olhar a lua por ti. As palavras são como bolhas de sabão: frágeis e inconsistentes, desaparecem quando em contato prolongado com o ar. A Lua está e sempre esteve à vista. O Dharma é eterno e completamente revelado. As palavras não podem revelar o que já está revelado desde o Primeiro Princípio."

"Então," o monge perguntou, "por que os homens precisam que lhes seja revelado o que já é de seu conhecimento?"

"Porque," completou o sábio, "da mesma forma que ver a Lua todas as noites faz com que os homens se esqueçam dela pelo simples costume de aceitar sua existência como fato consumado, assim também os homens não confiam na Verdade já revelada pelo simples fato dela se manifestar em todas as coisas, sem distinção. Desta forma, as palavras são um subterfúgio, um adorno para embelezar e atrair nossa atenção. E como qualquer adorno, pode ser valorizado mais do que é necessário."

O mestre ficou em silêncio durante muito tempo. Então, de súbito, simplesmente apontou para a lua.


Tam Hyuen Van


Comentários do autor deste conto Zen podem ser lidos clicando no link acima. Fonte: Para ser Zen


 
Budismo - publicado às 1:42 AM 29 comentários