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NOSSO LAR (O Filme)
ter, 31 de agosto, 2010
 


    Ravi Shankar & Philip Glass - Ragas in minor scale

Dia 3 de setembro estréia o primeiro blockbuster espírita brasileiro: Nosso Lar. Baseado no livro mais famoso psicografado por Chico Xavier, traz a história de André Luiz, médico que desencarnou por suicício involuntário (muita bebida) e foi parar no umbral. Primeiramente, no que poderíamos chamar de "vale dos suicidas", um inferninho sem direito a música ou diversão. Depois, na cidade espiritual de "Nosso Lar" (ainda localizada no umbral), onde tudo é novo e, ao mesmo tempo, não muito diferente de nossa vida aqui na Terra. O livro traz uma história fascinante, e acabou se tornando leitura obrigatória e introdutória pra quem está querendo saber mais sobre a doutrina espírita.

Inspirados pelo sucesso dos filmes Bezerra de Menezes (produção artesanal, que impressionou nas bilheterias) e Chico Xavier (produção global, que virou recorde de público), resolveu-se fazer uma produção ambiciosa para os padrões do cinema brasileiro, tanto que o filme foi terminado (efeitos visuais e pós-produção) no Canadá, além de contar com a direção de fotografia de Ueli Steiger (O dia depois de amanhã, 10.000 A.C.) e a trilha sonora de Philip Glass (O Show de Truman, Kundun). Isso porque, se der certo no Brasil, a Fox vai espalhar esse filme pro mundo todo, em busca de um filão romântico/espiritualista (que foi explorado primeiramente com Amor Além da Vida e que provavelmente não deu o dinheiro que eles esperavam). Nosso Lar é a grande aposta da Fox, e o público espírita ou simpatizante deve corresponder a esta expectativa SE quiser ver os outros livros de Chico Xavier serem transpostos para as telonas (e eu adoraria ver "Libertação" virar filme). Para a Fox, que distribui o filme, o que interessa é a BILHETERIA DA PRIMEIRA SEMANA. É assim que eles negociam com os cinemas quanto tempo um filme vai ficar em cartaz, em quantas salas, etc. Então se você é espírita e entusiasta da causa, lote os cinemas nesse final de semana, leve sua avó, seu cachorro... Não deixe pra ver o piratão pois senão não vai ter mais filme espírita pelos próximos 10 anos. Agora, se o filme for ruim, aí não tem o que fazer, né? Mas o trailer parece ser legal:



Muita gente vai achar semelhanças visuais e narrativas com as novela "A viagem" e "Escrito nas estrelas", mas a inspiração pra essas novelas foi que veio do livro. "Nosso Lar" foi pioneiro em nos apresentar uma cidade espiritual, algo que não fazíamos idéia de que existia (e Chico Xavier foi muito criticado por isso pelos próprios espíritas, que o consideraram na época obsediado ou embusteiro), com um sistema de organização praticamente igual ao da Terra, com governantes, ministérios, "bairros" e ruas.


A cidade de Nosso Lar é protegida por um canhão de fótons Protoss (ao centro)

É interessante notar que o formato da cidade, tanto no livro como no filme, é o de uma estrela de seis pontas (Escudo de David), que é um símbolo de proteção contra o mal. Interessante porque a cidade fica localizada no umbral, em "terreno inimigo", e por isso mesmo sofre ataques dos espíritos trevosos (daí as muralhas e outras proteções magnéticas).

O livro trouxe também luz sobre como os espíritos se alimentam, os vários planos de existência, e um conceito radicalmente novo: a projeção astral de um espírito pra um plano superior, após ele dormir no seu plano de origem. Com o tempo o próprio personagem principal, André Luiz, foi nos trazendo nos livros subsequentes, psicografados por Chico Xavier, mais informações sobre a "fisiologia espiritual" - por assim dizer - e sua relação com o corpo terrestre.

No filme retratam o hospital de "Nosso Lar" como uma sala onde as pessoas trazidas do lado ruim do umbral são tratadas com LUZ verde. É interessante constatar que na cromoterapia a cor verde é usada como desinfetante e cicatrizante, justo o que eles necessitam. Esse cenário foi palco de uma história de bastidores interessante, que é contada nas notas de produção do Facebook oficial do filme:


CENÁRIO OU REALIDADE?

Um caso interessante que envolveu a produção do filme diz respeito ao cenário do Hospital do Ministério da Regeneração. Escolhido para ser produzido no foyer de um prédio que, entre outras coisas, permitia livre movimentação de pessoas, penetração de luz natural necessária, além de apresentar o aspecto fluídico em sua arquitetura (em sintonia com a parte exterior), o cenário foi um dos primeiros a ser montado e usado. Terminadas as cenas, desmontadas as macas, os painéis e todos os adereços, descobrimos que, por problemas técnicos, precisaríamos refilmar todas as cenas. "Sem problemas", disse prontamente a diretora de arte Lia Renha. Rapidamente, ela e o cenógrafo Marcus Ranzani produziram o mesmo cenário nos estúdios aonde o filme estava sendo rodado – zona oeste do Rio de Janeiro.

Logo, pilastras, paredes e macas estavam prontas. Porém, com o ritmo das filmagens indo bem, a produção não conseguia voltar àquela locação. Os dias foram passando, as semanas. Para a direção, aquele já estava virando um "assunto de ordem imediata", porque a cena ia sendo postergada a cada semana de filmagens cumpridas.

Até que finalmente rolou. Dois dias inteiros e as cenas protagonizadas por Renato Prieto, Clemente Viscaíno, Fernando Alves Pinto e a participação de Aramis Trindade ficaram prontas. Logo, o diretor Wagner de Assis comemorou. "Finalmente terminamos essa locação!"

Mas foi o único. Ao ver a reação fria da equipe, descobriu-se o mistério que estranhamente mantinha aquele cenário pronto ao longo de tantos dias.

Segundo os integrantes da produção, ali estava um "local para todo mundo se revigorar". Explicaram que durante todas as semanas em que o cenário ficou pronto, e não usado, os profissionais que estavam buscando algum tipo de "descanso", de "renovação de energias", começaram a deitar nas macas cenográficas buscando algum alívio. E, eis o mistério, começaram a perceber sinais positivos e melhorar!

Logo, um que passava mal deitou lá e melhorou. Outro que estava com dores nas costas, também fugiu para o "hospital" e... melhorou. Teve quem estivesse com problemas "em casa" e foi deitar lá para "espairecer". Dores de cabeça sumiram. Preguiça. Cisco no olho. Siesta. Descobriu-se, então, que o cenário estava servindo à produção muito além de suas funções artísticas, mas sim como um verdadeiro "repositório de forças" para todos os que lá estiveram. Para muitos, fato normal em função do tema do filme. Mas há quem diga que tudo não passava "de imaginação das pessoas".


Ler em espanhol (por Teresa)


Referência:
Página oficial do filme;
"Nosso Lar" na Wikipedia


 
Cinema, Espiritismo, Internacional - publicado às 3:19 AM 361 comentários
5 ESTRELAS
sex, 27 de agosto, 2010
 


Categoria que reúne os melhores posts. Clique em "continuar a leitura" para saber mais.


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Geral - publicado às 3:07 PM 34 comentários
CORPO INTERPRETA PENSAMENTO ABSTRATO LITERALMENTE
ter, 17 de agosto, 2010
 


Por Natalie Angier (New York Times)


A teoria da relatividade nos mostrou que o tempo e o espaço estão interligados - ao que nosso cérebro sabichão poderia bem responder: "Diga algo que eu não sei, Einstein".

Pesquisadores da Universidade de Aberdeen descobriram que quando pessoas foram solicitadas a participar de uma pequena viagem mental no tempo e relembrar eventos passados ou imaginar acontecimentos futuros, o corpo dos participantes interpretava as metáforas embutidas em como nós normalmente conceitualizamos o fluxo do tempo. Enquanto pensavam nos anos passados, os participantes se inclinavam levemente para trás; quando fantasiavam sobre o futuro, eles se inclinavam para frente. Esses desvios não eram tipo a Torre de Pisa, mas correspondiam a 2 ou 3 milímetros para uma direção ou outra. No entanto, a direção era clara e consistente.

"Quando falamos sobre o tempo, muitas vezes usamos metáforas espaciais, como 'Espero o momento de poder te ver', ou 'Estou refletindo sobre o passado'", disse Lynden K. Miles, que conduziu o estudo com seus colegas Louise K. Nind e C. Neil Macrae. "Foi gratificante para nós tomar um conceito abstrato como o tempo e mostrar que ele foi manifestado em movimentos corporais."

O novo estudo, publicado em janeiro no jornal "Psychological Science", faz parte de um campo imensamente popular chamado cognição incorporada, a ideia de que o cérebro não é a única parte do nosso corpo com uma mente própria.

"A forma como processamos informação está relacionada não apenas aos nossos cérebros, mas ao nosso corpo inteiro", disse Nils B. Jostmann, da Universidade de Amsterdã. "Usamos todos os sistemas disponíveis para chegar a uma conclusão e compreender o que está acontecendo".


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Psicologia - publicado às 12:18 PM 20 comentários
MULTIVERSOS
dom, 15 de agosto, 2010
 


Uma entrevista com o físico Michio Kaku, especulando sobre a existência de Universos Paralelos, que é o que os cientistas estão à procura agora mesmo. Michio é professor e co-criador da Teoria de campos de corda (um ramo da teoria das cordas), e atualmente está pesquisando a "Teoria de Tudo".


Recomendo também o documentário da BBC Universos Paralelos, e "Através do Buraco de minhoca".


Referência:
Universo em colapso (mitologia e ciência);
Fluxo escuro: universos paralelos?;
Múltiplos Big Bangs


 
Ciência - publicado às 4:55 PM 74 comentários
INCEPTION (A ORIGEM)
qui, 12 de agosto, 2010
 


Esta é uma análise detalhada sobre a simbologia e a psicologia dos personagens. Se você ainda não viu este filme, caia fora. Faça um favor a você mesmo(a) e vá assistir imediatamente. Se meu jeitinho doce não o(a) convenceu, leia o post anterior. Qualquer coisa que você ler neste post aqui irá estragar irremediavelmente uma experiência magnífica de ter sua mente desafiada, massageada e recompensada.


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5 estrelas, Cinema, Psicologia - publicado às 3:28 AM 135 comentários
A ORIGEM (preview)
dom, 8 de agosto, 2010
 


Olha, só posso dizer VÃO ASSISTIR A ESSE FILME AGOOOORA!! A Origem (Inception) é um dos melhores filmes de todos os tempos, sem dúvida o melhor do ano, mas não é pra todo mundo não. Tem de ter um certo grau de abstração e manter o foco por 140 minutos na trama. Só que este último requisito é absurdamente facilitado pela direção e roteiros brilhantes de Christopher Nolan (o mesmo de Batman: O Cavaleiro das Trevas) e pela edição FANTÁSTICA de Lee Smith (do tipo que se usa no Oscar pra ilustrar ao público o papel de um editor), que vai fazer você ficar GRUDADO na tela e não olhar pro relógio nem por um minuto. O filme é denso, brilhante, e quanto menos você souber do roteiro, MELHOR. Então não esperem nada neste post, embora minha mente esteja fervilhando desde que acabou o filme pra contar os pequenos detalhes que fazem deste filme algo nada menos que genial. É o novo Matrix, num certo sentido, porque é mais denso, mais profundo, mais bem executado, e ao mesmo tempo original em sua premissa. Mas não é pop, não é nerd, não é de pancadaria (embora tenha muitas explosões, perseguições, mas num estilo mais James Bond do que Matrix). Recomendado veementemente para psicólogos e interessados nos meandros da mente.

Se ainda assim você quiser saber mais sobre o filme, há duas críticas que vc deve ler: A do CineMMaster e a de Ana Maria Bahiana. E se já viu o filme, recomendo a de Pablo Villaça no Cinema em Cena pra fechar um entendimento do roteiro, e finalmente a minha análise do filme.


 
Cinema - publicado às 3:03 PM 60 comentários
EI, VOCÊ!
qui, 5 de agosto, 2010
 


Lady Gaga, Britney Spears, Shakira, Christina Aguilera. Além de serem "cantoras" e loiras, qual a outra semelhança entre elas? Seus clipes, onde o sensual se confunde com o grotesco. Propositalmente.

A perversão do sexo não é algo novo; é tão velho quanto a humanidade, e segue a tendência do ser humano de perverter tudo. Boas idéias às vezes surgem disso, como duas mulheres besuntadas de óleo se agarrando num ringue de gel, mas a verdadeira perversão a que me refiro é a das IDÉIAS, conceitos, e não de posições ou preferências sexuais (então não adianta vir com bandeiras e defesa de movimentos, que não tem nada a ver com isso).

A gota d'água que me fez escrever isso foi o clipe da Christina Aguilera "Not Myself Tonight". Eu estou longe (muito longe) de ser um puritano, e confesso que a experiência de ver a Christina de calcinha vermelha foi maravilhosa, mas o saldo geral que ficou foi triste, uma saturação de imagens e situações que eu preferia não ter tido, ainda mais vendo um videoclipe. O último clipe da Lady Gaga foi como uma visita ao inferno, com ela de guia turístico. Não era sexy, não era atraente, então qual o atrativo aqui? Perversão? É isso que estamos cultivando como valores visuais, sociais e de promoção? (não vou falar de moral aqui, afinal clipes não são aulas de moral e cívica). É inegável que o entretenimento em massa exerce uma influência considerável na sociedade, especialmente nas novas gerações. Somos irmãos mais novos da Madonna, da sua fase "Vogue" e "Erotica", e hoje vemos ela ser imitada na MTV (algo que é publicamente reconhecido por todas essas cantoras listadas acima). Só que Madonna seguiu em frente: Ela teve fase sexy, espanhola, eletrônica, wicca, mãe-de-família, disco, etc. A imagem que Madonna passa é de uma mulher completa, bem resolvida, que curtiu tudo o que tinha de curtir e pode assumir qualquer faceta de sua personalidade.

E hoje, o que cultuamos? Uma fração do que Madonna foi, e potencializamos isso ao ponto do grotesco. A imagem que passa para as mulheres (especialmente as novinhas, que estão em formação de caráter e são "amamentadas" pela mídia) é a de que pra se impor é preciso ser uma dominatrix, ou seja, transbordando sexo pelos poros e com uma postura excessivamente MASCULINA. ISSO é perversão. Se formos buscar isso em Madonna vamos achar sua fase andrógina, com várias posturas masculinizadas (demonstrações de "força" e "poder") aqui e ali mas nunca uma caricatura como vemos hoje. Então não, isso não é uma homenagem à Madonna, isso não é uma libertação da mulher, na verdade isso não é nem uma mulher, e sim um subproduto grotesco da mídia que tem por trás o desejo de uma certa parcela dos produtores de conteúdo (que dominam o mundo da moda) de subtrair o verdadeiro poder e papel da mulher na sociedade.

Quando se diz o ditado "por trás de um grande homem tem sempre uma grande mulher" erroneamente se concebe um verdadeiro líder, viril, e uma mulher submissa e compreensiva que, com seu sacrifício, ajudou-o a estar ali. Quando crescemos e conhecemos a natureza feminina é que percebemos que ELA é quem o moldou (ou manipulou) para que ele chegasse ali (muitas vezes sem que ele o perceba). Seja como mãe, namorada, amiga ou esposa, a mulher é como um rio que, com sua força, marca a fundo a geografia masculina e nos irriga com vida e, às vezes, destruição. É uma potência divina, e como tal deve ser usada e dosada. Quando se PERVERTE essa energia (e não estou falando de sexo) estamos na verdade criando diques e desvios nesse rio que, sabemos, irão causar transtornos ao ecossistema e até mesmo a morte desse rio (e o Mar Morto é um exemplo dessa exploração errada).

Conheço adolescentes "criadas" por Britney Spears que acham legal se comportarem e se vestirem como prostitutas (embora não o sejam de fato). Numa fase onde a auto-afirmação é fator predominante e a personalidade está cristalizando, que tipo de gente estamos criando? Os japoneses são os reis da perversão. E são o exemplo mais pungente do sentido em que quero usar essa palavra. Primeiro, porque a sociedade CASTRA a sexualidade explícita japonesa em TODAS as mídias de forma cínica, que foca tão-somente nos órgãos genitais (o que já é uma perversão). O resultado é que os japoneses desenvolveram novas formas de explorar sua sexualidade graficamente, e com o passar do tempo o que era uma metáfora virou o objeto de adoração! Calcinhas usadas são mais valorizadas por eles que o "conteúdo", se é que você me entende. Os caras lá tem uma tara por tentáculos (isso mesmo, TENTÁCULOS de polvo! Freud explica) penetrando por todos os orifícios das mulheres. A mulher de lá, submissa culturalmente por milênios, até hoje é uma "vítima" do sexo e aprendeu a associar dor e violação como "prazer" no ato sexual. E tudo isso são perversões que vão destruindo o bom viver (se não acham, perguntem às japonesas molestadas nos metrôs) e corrompendo um dos pontos de maior sustentação de uma sociedade, que são as mulheres! Mas, mesmo com toda essa perversão, os japoneses ainda têm arraigados na sociedade a idéia de família e educação como base de lançamento para a vida. Nós, ocidentais, não temos. Então, o que será da gente?

Posso parecer um velho rabujento valorizando o passado, mas não é o caso. Adoro os tempos atuais, onde a pessoa pode ser o que ela QUER ser. Só não curto quando vejo que, mesmo num mundo aberto a tantas fontes de informação a manipulação da mídia continua atuando pra influenciar as pessoas a serem o que ela (a mídia) quer produzir. É como o cachorro correndo atrás do próprio rabo, onde o desejo alimenta a mídia, que alimenta (e cria) o desejo. E fica nisso! Não há novas aspirações no sentido de mudar o foco, apenas um desejo cada vez mais doentio! E novamente invoco a figura da Madonna (que estou usando propositalmente como a personificação da mulher), que acompanhou (diria até liderou) a libertação da mulher na sociedade machista e competitiva, e que soube se TORNAR um produto sem SER um produto. As músicas são um atestado dessa transformação/busca: O sofrimento e insegurança feminino em Borderline, a aceitação e inversão do papel de mulher-objeto em Material Girl, a ode à independência em Express Yourself, a transição da garotinha pra mãe em Papa don't preach, a dominatrix em Erotica, a valorização da elegância em Vogue, a instrospecção de The Power of goodbye, a tristeza de Take a bow,a fase TPM em What It Feels Like For A Girl e o pingo nos is de Human nature... enfim, várias facetas do feminino, sem se deter em nenhuma. Madonna é conhecida por ser um camaleão, mas o que é a mulher senão uma esfinge que, se não decifrarmos, nos devorará? (especialmente na TPM).


Ei você,
Lembre-se disso
Nada disso é real
Incluindo o jeito que você se sente

Primeiro ame a si mesmo
Então você pode amar alguém
Se você conseguir mudar alguém
Então você salvou alguém

(Madonna)


Ler em espanhol (por Teresa)


 
Internacional, Pensamentos - publicado às 1:59 PM 112 comentários