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O RESTO É IRRELEVANTE
sex, 19 de fevereiro, 2010
 


A única coisa que um judeu precisa saber é que Moisés ensinou que havia um só Deus para todas pessoas. O resto é irrelevante.

Um cristão precisa saber que o Cristo mensageiro disse para amar o próximo como a si mesmo e Deus sobre todas as coisas. O resto é irrelevante.

Os budistas precisam saber que Buda ensinou que devemos nos desprender de nosso orgulho, ego, cobiça e ambição material. O resto é irrelevante.

A única coisa que um muçulmano precisa saber é que a guerra santa que o profeta ensinou não é uma batalha contra outras crenças. E sim a conquista do nosso próprio mal, tentações e orgulho. O resto é irrelevante.

E a única coisa que um ateu precisa entender é que nós, não um deus distante, somos os responsáveis por nossas atitudes. O resto é irrelevante.


Fonte: Comunidade Espiritual


 
Holismo - publicado às 4:00 PM 335 comentários
SOBRE TOLICES IMPORTANTES
sex, 5 de fevereiro, 2010
 


Por Felipe


Ainda posso me lembrar de um tempo onde qualquer hora do dia era fim de tarde com cheiro de café e bolo de fubá fresquinho.
Tudo girava em torno de coisas tolas tão importantes! Já se perguntou alguma vez o que estamos fazendo com nossas vidas? Eu disse NOSSAS vidas!
Parece que esquecemos de sentir, cheirar, parar para olhar, parar para viver algo e se surpreender. Nada disso acontece mais de forma natural.
E por que não nos surpreendemos, nem sentimos, nem vivemos, nem cheiramos?
Por que esperamos demais, acomodados em expectativas que já vem enlatadas e totalmente fabricadas, com os conservantes da mais pura esquizofrenia social;
Presos à valores ridículos e insanos, que nem temos tempo de repensar, pois não se pode enxergar azul num mundo só de amarelo.
Vivemos no piloto automático sempre, fazendo só "o que deve ser feito", o que dá orgulho à sua família ou ao seu ciclo social ridículo e limitado, só para satisfazer essas expectativas pré-fabricadas e prontas para o consumo.
Nesse ponto já se esquece que nosso coração também tem voz, que podemos abandonar o caminho trilhado à qualquer momento, sem dever nada a ninguém e sem ater ao orgulho, que é um valor que destrói muitas almas.
Como disse a poetisa: "Lúcidos? São poucos"
Céus! Vejam quantos sonâmbulos andam nas calçadas; quantos mortos vivos dirigem seus veículos do ano;
Veja, veja com horror as pessoas de terno que correm apressadas pelas ruas, como quem corre num pesadelo, sem saber do que!
Conseguiram industrializar até a vida.
Já é tempo de ser lúcido. Não se submeta, acorde!


 
Pensamentos - publicado às 12:38 AM 76 comentários
GIBRAN: DESPEDIDA
ter, 2 de fevereiro, 2010
 


Carly Comando - Everyday

Vós não estais encerrados em vossos corpos, nem confinados em vossas casas ou campos.
O vosso ser habita sobre as montanhas e vagueia sobre o vento.
Não é uma coisa que rasteja ao Sol para se aquecer, ou escava buracos na escuridão para se proteger, mas é algo livre, um espírito que envolve a terra e se move no éter.

Se essas forem palavras vagas, nâo procurais esclarecê-las.
Vago e nebuloso é o começo de toda as coisas, mas não o seu fim.
E eu prefiro que vos lembreis de mim como de um começo.
A vida, e tudo que vive, é concebido na bruma, e não no cristal.
E quem sabe se o cristal não é a bruma em decomposição?

Ao lembrardes de mim, gostaria que lembrassem disso:
Aquilo em vós que parece mais fraco e perdido, é o mais forte e mais determinado.
Não foi vosso alento que construiu e solidificou a estrutura de vossos ossos?
E não foi o sonho que nenhum de vós lembra de ter sonhado, que construiu vossa cidade e modelado tudo o que está nela?
Pudésseis antes ver as marés dessa respiração, deixaríeis de ver tudo o mais, e pudésseis ouvir o murmúrio do sonho, deixaríeis de ouvir qualquer outro som.
Mas vós não vedes nem ouvis, e isso é bom.
O véu que tolda vossos olhos será levantado pelas mãos que o teceram.
E o barro que tapa vossos ouvidos será removido pelos dedos que o amassaram.
E então vereis.
Então ouvireis.
E todavia não lamentareis ter conhecido a cegueira, nem sentireis teres sido surdos.
Pois nesse dia conhecereis o propósito oculto de todas as coisas;
E abençoareis as trevas como abençoais a luz.


Adeus, povo de Orphalese.
Este dia já se foi.
Fecha-se sobre nós como o nenúfar sobre seu próprio amanhã.
O que foi-nos dado aqui, nós conservaremos.
E se não for o suficiente, mais e mais vezes estaremos juntos, e juntos estenderemos nossas mãos para o doador.
Não esqueçais que eu voltarei para vós.
Mais um curto momento, e minha saudade apanhará pó e espuma para outro corpo.
Mais um curto instante, um rápido momento de descanso sobre o vento, e outra mulher me conceberá.
Adeus para vós e para a juventude que vivi entre vós.
Foi apenas ontem que nos encontramos em um sonho.
Cantastes para mim em minha solidão, e eu construí, com vossa nostalgia, uma torre no céu.
Mas agora nosso sono se foi e nosso sonho desvaneceu, e já não é o alvorecer.
O pleno meio-dia está sobre nós, e nossa sonolência tornou-se dia pleno, e devemos nos separar.
Se no crepúsculo da memória nos encontrarmos novamente, de novo conversaremos, e cantareis para mim uma canção mais profunda.
E se nossas mãos se encontrarem em outro sonho, construiremos outra torre no céu.

O profeta
Gibran Khalil Gibran


 
Holismo, Sufismo - publicado às 12:26 AM 20 comentários