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COINCIDÊNCIAS DO 11 DE SETEMBRO
dom, 30 de setembro, 2007
 


O 11 é, coincidência ou não, um número de destaque inquietante nesse evento:

New York City = 11 letras.

Afghanistan = 11 letras.

The Pentagon = 11 letras.

George W. Bush = 11 letras.

Ramzi Yousef = 11 letras (planejou o primeiro atentado ao WTC em 1993)

Lobo Zagallo = 11 letras (e não 13, o que é muito suspeito...)


Até aqui, meras coincidências ou casualidades forçadas. Mas agora começa o interessante...


1 - Nova Iorque foi o 11º estado a se juntar à União dos EUA.

2 - O primeiro dos vôos que atingiu as Torres Gêmeas era o Nº 11, que levava a bordo 92 passageiros; a soma dos seus algarismos dá: 9+2 = 11.

3 - O outro vôo que bateu contra as Torres levava 65 passageiros; a soma dos seus algarismos dá: 6+5 = 11.

4 - As vítimas totais que faleceram nos aviões eram 254: 2+5+4 = 11.

5 - A tragédia aconteceu no dia 11 de Setembro, ou seja, 11 do 9; a soma dos seus algarismos dá: 1+1+9 = 11.

6 - O dia 11 de Setembro é o dia número 254 do ano: 2+5+4 = 11.

7 - A partir do 11 de Setembro sobram 111 dias até o fim do ano.

8 - Cada uma das duas torres tinham 110 andares.

9 - Se pensarmos nas Torres Gêmeas, damo-nos conta que tinham a forma de um gigantesco número 11.

10 - E, como se não bastasse, o atentado de Madrid aconteceu no dia 11.03.2004. Somando estes algarismos dá: 1+1+0+3+2+0+0+4 = 11.

11 - Este atentado aconteceu 911 dias depois do de New York. Somando os seus algarismos dá: 9+1+1 = 11.


 
Política - publicado às 1:40 PM 71 comentários
UNIVERSOS PARALELOS COMPROVADOS
qui, 27 de setembro, 2007
 


Está provada a existência de universos paralelos, de acordo com uma descoberta matemática de cientistas de Oxford

A primeira teoria do universo paralelo, proposta em 1950 pelo físico Norte Americano Hugh Everett, ajuda a explicar os mistérios da mecânica quântica que durante décadas permanecerá uma incógnita. No universo de "inúmeros mundos" de Everett, cada vez que uma possibilidade física é explorada, o universo divide-se. Atribuindo-se um número de possíveis resultados, cada qual é descriminado - no seu próprio universo.

Um motorista que não morra por um triz, por exemplo, pode sentir-se aliviado pela sua sorte, mas num universo paralelo ele pode ter morrido. Ainda outro universo irá assistir à recuperação do motorista depois de ser tratado no hospital. O número de possíveis cenários é infinito.

A ideia é bizarra, e por isso mesmo relegada por muitos experts na matéria. Mas uma pesquisa de Oxford empresta uma resposta matemática aos enigmas quânticos que não pode ser facilmente descartada, sugerindo que o Dr. Everett - estudante de Phd na Princeton University quando inventou a teoria - estava no caminho certo. Comentando na revista New Scientist, o Dr. Andy Albrecht, físico da University of California, afirma: "Esta pesquisa é um dos mais importantes avanços na história da ciência".

De acordo com a mecânica quântica, a uma escala sub-atômica, não se pode afirmar que algo existe até que seja observado. Até agora observou-se que as partículas ocupam estados nebulosos de "superposição", nos quais poderão ter spins simultâneos para "cima" e para "baixo", ou se apresentem em diferentes locais ao mesmo tempo.

A observação parece "aprisionar" um estado particular da realidade, da mesma forma que se pode dizer que uma moeda que gira é "cara" ou "coroa" quando é apanhada. De acordo com a mecânica quântica, as partículas não-observadas são descritas por "funções de onda", representando uma quantidade de múltiplos estados "prováveis". Quando o observador mede, a partícula se acomoda a uma dessas múltiplas opções.

A equipe de Oxford, liderada pelo Dr. David Deutsch, mostrou matemáticamente que a estrutura tipo "arbusto" - criada pelo universo que se divide em paralelas versões de si mesma - pode explicar a natureza de probabilidades dos resultados quânticos.

Fonte:
My tourette;
Telegraph.co.uk

Cada vez mais recomendados os documentários BBC: Universos Paralelos (para nível intermediário de conhecimento) e PBS: Universo Elegante (nível avançado).

Referência:
Múltiplos Big bangs


Ler em espanhol (por Teresa)


 
Ciência, Internacional - publicado às 3:58 PM 53 comentários
GENESIS RELOADED
qua, 26 de setembro, 2007
 


Retirado do livro O poder do Mito, de Joseph Campbell

Em alguns níveis, um sonho privado se insere em temas verdadeiramente míticos e não pode ser interpretado senão em analogia com o mito. Jung fala de duas ordens de sonho, o sonho pessoal e o sonho arquetípico, ou o sonho com dimensão mítica. Você pode interpretar um sonho pessoal por associação, deduzindo o que ele diz sobre sua própria vida, ou em relação a seus problemas pessoais. Mas a qualquer momento surge um sonho que é puro mito, que contém um tema mítico, ou, como se diz, que provém do Cristo interior.

Agora, existe um outro sentido, mais profundo, do tempo do sonho, o de um tempo que é não tempo, apenas um estado de ser que se prolonga. Existe um importante mito, da Indonésia, que fala dessa era mitológica e seu término. No início, de acordo com essa história, os ancestrais não se distinguiam, em termos de sexo. Não havia nascimentos, não havia mortes. Então uma imensa dança coletiva foi celebrada e no seu curso um dos participantes foi pisoteado até a morte, cortado em pedaços, e os pedaços foram enterrados. No momento daquela morte, os sexos se separaram, para que a morte pudesse ser, a partir de então, equilibrada pela procriação, procriação pela morte, pois das partes enterradas do corpo desmembrado nasceram plantas comestíveis. Tinha chegado o tempo de ser, morrer, nascer, e de matar e comer outros seres vivos, para a preservação da vida. O tempo sem tempo, do início, tinha terminado, por meio de um crime comunitário, um assassinato ou sacrifício deliberado.

Pois bem, um dos grandes problemas da mitologia é conciliar a mente com essa pré-condição brutal de toda vida, que sobrevive matando e comendo vidas. Você não consegue se ludibriar comendo apenas vegetais, tampouco, pois eles também são seres vivos. A essência da vida, pois, é esse comer a si mesma! A vida vive de vidas, e a conciliação da mente e da sensibilidade humanas com esse fato fundamental é uma das funções de alguns daqueles ritos brutais, cujo ritual consiste basicamente em matar por imitação daquele primeiro crime primordial, a partir do qual se gestou este mundo temporal, do qual todos participamos. A conciliação entre a mente humana e as condições da vida é fundamental em todas as histórias da criação. Quanto a isso, todas se parecem muito.

Considerando a história da Criação no Gênesis, por exemplo, vemos que ela é semelhante a outras histórias de Criação.

Gênesis: "No início Deus criou os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia, e a escuridão vagava sobre a face do abismo".
Canção do mundo: "No início havia apenas escuridão por toda parte escuridão e água. E a escuridão se reuniu e se tornou espessa em alguns lugares, acumulando se e então separando se, acumulando e separando..."

Gênesis: "E o espírito de Deus se moveu sobre a face das águas. E Deus disse: Faça se a luz, e a luz se fez".
Upanixades: "No início, havia apenas o grande Uno refletido na forma de uma pessoa. Ao refletir, não encontrou nada além de si mesmo. Então, sua primeira palavra foi: Este sou eu".

Gênesis: "Então Deus criou o homem à sua própria imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Sede férteis e multiplicai vos".
Lenda dos Bassari: "Unumbotte fez um ser humano. Seu nome era Homem. Em seguida, Unumbotte fez um antílope, chamado Antílope. Unumbotte fez uma serpente, chamada Serpente... E Unumbotte lhes disse: A terra ainda não foi preparada. Vocês precisam tornar macia a terra em que estão sentados. Unumbotte deu lhes sementes de todas as espécies e disse: Plantem-nas."

Gênesis: "Então os céus e a terra ficaram prontos, e todos os seus hóspedes. E no sétimo dia Deus terminou o trabalho que tinha realizado..."
Índios Pima: "Eu faço o mundo e eis que o mundo está terminado. Então eu faço o mundo, e eis! O mundo está terminado".

Gênesis: "E Deus viu tudo o que tinha feito e eis que tudo era bom".
Upanixades: "Então ele se deu conta, Eu verdadeiramente, Eu sou esta criação, pois Eu a retirei de mim mesmo. Desse modo, ele se tornou a sua criação. Em verdade, aquele que conhece isso se torna, nessa criação, um criador".

Aí está a chave. Quando você sabe isso se identifica com o princípio criativo, que é o poder de Deus no mundo, quer dizer, dentro de você. Isso é belo.


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Filosofia, Holismo - publicado às 3:52 PM 56 comentários
WAKING LIFE: A ETERNA PERGUNTA
seg, 17 de setembro, 2007
 


-Deixe eu lhe contar um sonho que tive. Li um ensaio de Philip K. Dick...
- No seu sonho?
- Não, eu o li antes do sonho. Esse é o preâmbulo. Era sobre aquele livro, Flow My Tears, the Policeman Said, você o conhece?
- Ele ganhou um prêmio por esse livro.
- É um que ele escreveu muito rápido. Simplesmente fluiu. Ele sentiu como se o estivesse psicografando, ou algo. Quatro anos antes de vir a ser publicado o livro, ele estava em uma festa, e conheceu uma mulher com o mesmo nome que a mulher do livro. E o namorado dela tinha o mesmo nome que o namorado da mulher do livro. E ela estava tendo um caso com um delegado de polícia, que tinha o mesmo nome que o delegado de seu livro. Tudo o que ela dizia sobre a vida dela parecia ter saído de seu livro.
Isso tudo o deixou muito assustado, mas o que ele podia fazer?

Anos depois, ele foi pôr uma carta no correio e viu um sujeito meio estranho em pé, ao lado de seu carro. Mas, ao invés de evitá-lo, como normalmente teria feito, ele disse: "Posso ajudá-lo?" E o sujeito disse: "Sim, eu fiquei sem gasolina". Ele lhe deu algum dinheiro, coisa que jamais teria feito.
Ele chega em casa e pensa "Ele não conseguirá chegar ao posto. Ele está sem gasolina!"
Então, ele volta, acha o sujeito e o leva ao posto de gasolina. Enquanto estaciona, ele pensa: "Isto também está no meu livro! Este mesmo posto. Este mesmo sujeito. Tudo!"

Bem, este ocorrido é um tanto assustador, certo? Então ele resolve contar a um padre que ele escreveu um livro e que, quatro anos depois, tudo isso aconteceu.
E o padre diz: "Este é o Livro de Atos dos Apóstolos". Ele responde: "Mas eu nunca o li!" . Então ele lê o Livro de Atos e lhe é estranhamente familiar. Até os nomes dos personagens são iguais aos da Bíblia!
O Livro dos Atos se passa em 50 d.C. Então, Dick criou uma teoria segundo a qual o tempo é uma ilusão e estaríamos todos em 50 d.C. E que a razão pra ele ter escrito esse livro era que ele, de algum modo atravessou essa ilusão, esse véu do tempo, e o que ele viu ali foi o que acontecera no Livro dos Atos.

Ele se interessava pelo gnosticismo e pela idéia de que um Demiurgo, ou demônio, teria criado essa ilusão do tempo para nos fazer esquecer que Cristo retornaria e que o Reino dos Céus estava pra chegar. E que estamos todos em 50 d.C e há alguém tentando nos fazer esquecer que Deus é iminente. Isso define o tempo e a História. É só um tipo de devaneio ou distração contínuos.

Então eu li isso e pensei: "Que estranho". E, naquela noite, eu tive um sonho. E nele havia um homem que, supostamente, era um paranormal. Mas eu pensava: "Ele não é realmente um vidente". Então, de repente, começo a flutuar, levitando até atingir o teto. Eu estava quase atravessando o telhado, quando digo: "Ok, Sr. paranormal, tudo bem, eu acredito em você". E flutuo de volta. Quando meus pés tocam o chão o vidente vira uma mulher usando um vestido verde, e esta mulher é Lady Gregory. Ela era a patrona de Yeats, uma irlandesa. Mesmo nunca tendo visto a sua imagem eu tinha certeza de que esse era o rosto de Lady Gregory.
Então, enquanto andávamos, Lady Gregory vira-se para mim e diz "Deixe-me explicar-lhe a natureza do universo. Philip Dick está certo quanto ao tempo, mas errado quanto a ser 50 d.C. Na verdade, só existe um instante, que é agora. E é a eternidade. É um instante no qual Deus está apresentando um pergunta, que é basicamente: "Você quer fundir-se com a eternidade? Você quer estar no céu?" E estamos todos dizendo: "Nããão, obrigado. Ainda não". Logo, o tempo é apenas o constante "não" que dizemos ao convite de Deus. Isso é o tempo. Não estamos em 50 d.C., como não estamos em 2001. Só existe um instante. E é nele que estamos sempre".

Então ela me disse que esta é a narrativa da vida de todo mundo. Por detrás da enorme diferença, há apenas uma única história, a de se ir do "não" ao "sim".
Toda a vida é: "Não, obrigado. Não, obrigado". E, em última instância é: "Sim, eu me rendo. Sim, eu aceito. Sim, eu compreendo". Essa é a jornada. Todos chegam ao "sim" no final, certo?

Então, continuamos a andar e meu cachorro corre em minha direção. Fico tão feliz. Ele morreu anos atrás. Estou fazendo carinho nele e percebo um troço nojento saindo de seu estômago. Olho para Lady Gregory e ela tosse, se desculpando. E há vômito escorrendo por seu queixo, e o cheiro é horrível. E eu penso: "Peraí, isto não é só cheiro de vômito. É cheiro de vômito de gente morta!". Isso é duplamente horripilante. Então percebo que estou no Mundo dos Mortos. Todos à minha volta estão mortos. Meu cachorro morrera há 10 anos, Lady Gregory há muito mais tempo.
Quando acordei, pensei: "Aquilo não foi um sonho. Foi uma visita a um lugar real, o Mundo dos Mortos!".
- O que aconteceu? Como você conseguiu sair de lá?
- Cara, isso foi uma daquelas experiências que transformam a vida. Eu nunca mais voltei a ver o mundo do mesmo jeito.
- Mas como é que você finalmente saiu do sonho? Esse é o meu problema. Eu estou aprisionado! Fico achando que estou acordando, mas ainda estou num sonho. Quero acordar de verdade. Como se acorda de verdade?
- Eu não sei... Não sou mais tão bom nisso. Mas, se é o que está pensando, você deve fazê-lo, se puder. Porque, um dia, não será mais capaz... então - é fácil - simplesmente acorde.

(Diálogo final do filme Waking Life, de Richard Linklater)


Ler em espanhol (por Teresa)

Referência: A experiência de estar perdido


 
Filosofia, Internacional - publicado às 1:42 AM 111 comentários
O PODER DO MITO
sex, 14 de setembro, 2007
 


Joseph Campbell, no livro O poder do Mito, explica que Mitos não são algo pra dar sentido a uma vida vazia, mas sim pistas para as potencialidades espirituais da vida humana, aquilo que somos capazes de conhecer e experimentar interiormente. Pra isso é preciso captar a mensagem dos símbolos. Leia mitos de outros povos, não os da sua própria religião, porque aí você começará a interpretar sua própria religião não mais em termos de fatos – mas de mensagem. O mito o ajuda a colocar sua mente em contato com essa experiência de estar vivo. Ele lhe diz, através de símbolos, o que a experiência É.

O casamento, por exemplo. É a reunião da díade separada. Originariamente, vocês eram um. Agora são dois, no mundo, mas o casamento é o reconhecimento da identidade espiritual. É diferente de um caso de amor, não tem nada a ver com isso. É outro plano mitológico de experiência. Quando pessoas se casam porque pensam que se trata de um caso amoroso duradouro, divorciam-se logo, porque todos os casos de amor terminam em decepção. Mas o matrimônio é o reconhecimento de uma identidade espiritual. Se levamos uma vida adequada, se a nossa mente manifesta as qualidades certas em relação à pessoa do sexo oposto, encontramos nossa contraparte masculina ou feminina adequada. Desposando a pessoa certa, reconstruímos a imagem do Deus encarnado, e isso é que é a mitologia do casamento. O ritual, que antes representava uma realidade profunda, hoje virou mera formalidade. E isso é verdade nos rituais coletivos assim como nos rituais pessoais, relativos a casamento e religião. Quantas pessoas, antes do casamento, recebem um adequado preparo espiritual sobre o que o casamento significa? Você pode ficar parado diante do juiz e se casar, em dez minutos. A cerimônia de casamento na Índia dura três dias. O par fica grudado! Isso é primordialmente um exercício espiritual, e a sociedade deveria nos ajudar a tomar consciência disso.

O homem não devia estar a serviço da sociedade, esta sim é que deveria estar a serviço do homem. Quando o homem está a serviço da sociedade, você tem um Estado monstruoso, e é exatamente isso o que ameaça o mundo, neste momento, pois a sociedade não nos fornece rituais pelos quais nos tornamos membros da comunidade. Por isso que as religiões conservadoras, hoje, estão apelando para a religião dos velhos tempos, numa tentativa de parar este trem desgovernado, e vemos bizarrices, como a volta na crença do Criacionismo com uma interpretação ipsi literis da Bíblia. Isso é um erro terrível, pois estamos voltando a algo atrofiado, algo que não serve mais ao desenvolvimento da vida. Os mitos oferecem esses modelos de vida, mas eles têm de ser adaptados ao tempo que estamos vivendo. Acontece que o nosso tempo mudou tão depressa que, o que era aceitável há cinqüenta anos não o é mais, hoje. As virtudes do passado são os vícios de hoje. E muito do que se julgava serem os vícios do passado são as necessidades de hoje. A ordem moral tem de se harmonizar com as necessidades morais da vida real, no tempo, aqui e agora. A religião dos velhos tempos pertence a outra era, outras pessoas, outro sistema de valores humanos, outro universo. Voltando atrás, você abre mão de sua sincronia com a história. Nossos jovens perdem a fé nas religiões que lhes foram ensinadas, e vão para dentro de si, quase sempre com a ajuda de drogas (uma experiência mística mecanicamente induzida). Existe uma grande diferença entre a experiência mística e o colapso psicológico: Aquele que entra em colapso imerge sem estar preparado nas águas onde o místico nada.


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Filosofia - publicado às 10:25 AM 52 comentários
JESUS, UM MITO
qui, 13 de setembro, 2007
 


Como você reagiria se descobrisse que Jesus é um mito?

HÓRUS 3.000 a.C.
Deus egípcio do Céu, do Sol e da Lua.
Nasceu de Isis, de forma milagrosa, sem envolvimento sexual.
Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro.
Ressuscitou um homem de nome EL-AZAR-US.
Um de seus títulos é "Krst" ou "Karast".

MITHRAS séc. I a.C.
Originalmente um deus persa, mas foi adotado pelos romanos e convertido em deus Sol.
Intermediário entre Ormuzd (Deus-Pai) e o homem.
Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro.
Nasceu de forma milagrosa, sem envolvimento sexual.
Pastores vieram adorá-lo, com presentes como ouro e incenso.
Após sua morte, ressuscitou.

BUDA séc. V a.C.
Sua missão de salvador do mundo foi profetizada quando ele ainda era um bebê.
Por volta dos 30 anos inicia sua vida espiritual.
Foi impiedosamente tentado pelas forças do mal enquanto jejuava.
Caminhou sobre as águas (Anguttara Nikaya 3:60).
Ensinava por meio de parábolas, inclusive uma sobre um filho pródigo.
A partir de um pão alimentou 500 discípulos, e ainda sobrou (Jataka).
Transfigurou-se em frente aos discípulos, com luz saindo de seu corpo.
Após sua morte, ressuscitou. (apenas na tradição chinesa)

BACO / DIONÍSIO séc. II a.C.
Deus grego do vinho
Nascido da virgem Sémele (que foi fecundada por Zeus)
Quando criança, quiseram matá-lo.
Fez muitos milagres, como a transformação da água em vinho e a multiplicação dos peixes.

HÉRCULES séc. II a.C.
Nascido da virgem Alcmena, que foi fecundada por Zeus (o Deus tarado deflorador)
Seu nascimento é comemorado em 25 de dezembro.
Foi impiedosamente tentado pelas forças do mal.
A causadora de sua morte (sua esposa) se arrepende e se mata enforcada.
Estão presentes no momento de sua morte sua mãe e seu discípulo mais amado (Hylas).
Sua morte é acompanhada por um terremoto e um eclipse do Sol.
Após sua morte, ressuscitou, ascendendo aos céus.

KRISHNA 3.228 a.C.
Esse, então, nem se fala...

Mas estes não são os únicos a apresentar esse espantoso "parentesco biográfico" com Jesus. Adonis (Grécia), Átis (Frígia), Balenho (Celtas), Joel (Germanos); Fo (China); Quetzocoalt (Olmecas, Maias), todos eles nasceram de forma virginal, morreram sacrificados, seu sangue "purifica" e abençoa, ressucitaram, e sua herança é o amor incondicional ao Criador de todas as coisas; amor que se manifesta amando as criaturas. Algumas destas lendas podem ter sofrido influência direta da história de Jesus, já que os cultos coexistiram com o cristianismo primitivo, mas certamente a imensa maioria surgiu antes. Há também muita lenda urbana, de pessoas acrescentando mais similaridades nos deuses antigos por conta própria, como se isso tudo já não fosse o bastante.

Calma, Monga! Como estamos vendo a desconstrução de alguns temas, como a idéia de reencarnação - e da própria individualidade - e aprofundando nos arquétipos, é natural que questionemos também nossas crenças mais "sagradas", por mais incômodo que isso possa causar. Por isso recomendo o documentário Zeitgeist, que tem três partes, e serve pra nos revelar fatos sobre algumas histórias mal contadas (entre elas o atentado ao World Trade Center). A primeira parte é sobre a história de Jesus:



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Cristianismo, Internacional - publicado às 12:00 AM 186 comentários
QUEM É ESTE POKEMON?
ter, 11 de setembro, 2007
 


(Favor não passar o mouse por cima dos textos marcados em roxo até ler o fim do post)


Quem conhece esta história abaixo???

Havia um cara que, dizem, teria nascido de uma virgem. Nascido de descendentes dos reis legítimos, em um período em que seu país encontrava-se na mão de ursupadores, nem um pouco ligado às tradições religiosas ou ao bem do povo.

O nome pelo qual passou a ser conhecido no Ocidente, embora na verdade falado em outra língua, lembra o conceito grego de Christhos, ou os radicais presentes no "Espírito Crístico"

Várias profecias indicavam que este menino poderia vir a ser o Rei, embora alguns achassem que isso seria no sentido religioso, e outros, no sentido político.

As pessoas esperavam um salvador. Este seria uma encarnação do segundo aspecto de Deus, que é um só, mas se divide em três.

O rei ursupador, de família ilegítima, mandou MATAR todos os primogênitos, forçando os pais do salvador que fugissem com ele.

Foi criado de forma aparentemente humilde, mas dava mostras de sua sabedoria. Deixava escapar também traços de erudição que indicavam educação primorosa (talvez patrocinada pelos que apoiavam a família real que tenta voltar ao trono).

Após uma infância pouco documentada, deu algumas mostras de seu poder na adolescência.

Após mais algum tempo, em idade adulta jovem, se revelou como presença divina. Sua presença coincide com uma época de grandes conflitos. Durante esta fase de ocupação de suas terras e tentativas de revolução, faz questão de deixar claro que precisamos separar o que é de Deus, notando que o impermanente não é deste mundo.

Quebra paradigmas, ensina morais estranhas, faz questão que cada um cumpra o que é seu papel. Ensina, literalmente, que ELE é o CAMINHO até o Pai. Que é necessário fazer os trabalhos, mas que podemos ofertar a Ele, nos unirmos a ele, que é Caminho, que é Verdade. Não porque ele seja egóico, mas porque ele está ligado com o Criador. E é dificil para nós nos ligarmos com o intangível, mas dá para nos ligarmos com um salvador conhecido. Como ele é ligado a Deus, nos ligando a ele pegamos "carona"...

Acaba sendo morto ainda jovem, de forma trágica, pouco depois de sua revelação como Presença Divina.

Não escreve nada, mas alguns registram parte da sua vida, especialmente as próximas da morte, onde despeja toda a sua sabedoria. Os trechos registrados são pequenos, mas capazes de mudar nossa noção religiosa de causa e conseqüência, trazendo nova luz sobre a natureza do espírito, e sua sobrevivência ao corpo.

Os poucos capítulos sobre sua vida em presença divina são inseridos, como parte das escrituras sagradas, e são traduzidos para praticamente todas as línguas do mundo. (11) O livro com a vida do Deus Vivo é mais popular e citado, individualmente, do que a própria obra religiosa maior que o contém.

Antes de morrer, deixa claro que irá voltar, no futuro. Fazem religião em seu nome, mas ele mesmo nunca foi adepto destes preceitos religiosos, até porque nunca fundou religião alguma, nunca foi moralista, nunca foi de trocar sabedoria por rituais, e não podia freqüentar o que só fizeram depois dele.


Conhecem esta história? Vocês não são os únicos. Os que fizeram o mito ecumênico de "Jesus Cristo", unindo elementos do mitraismo, judaismo, paganismo, culto ao sol e filosofia moralista grega também conheciam. Porque esta é a história de Krishna, que viveu em 3.000 a.C., na Índia.

Escrito por Lázaro Freire









Certa vez, para dar uma lição de humildade, Krishna lavou os pés de um Brahmin chamado Sudhama...

Ler em espanhol (por Teresa)

Referência: Site mostrando que algumas comparações feitas por aí são forçadas ou errôneas (em inglês)

Continua...


 
Cristianismo, Hinduísmo, Internacional - publicado às 10:33 PM 78 comentários
MUITA CIÊNCIA E POUCA HUMILDADE...
 


Fato ocorrido em 1892, verdadeiro e parte integrante da biografia do protagonista.

Um senhor de 70 anos viajava de trem, tendo ao seu lado um jovem universitário, que lia o seu livro de ciências. O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia, e estava aberta no livro de Marcos.

Sem muita cerimônia, o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?

- Mas é claro que está! – retrucou o jovem - Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia? – perguntou o velho, demonstrando o interesse de quem quer aprender um pouco.

- Bem - respondeu o universitário - como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário. Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo, sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:

Professor Doutor Louis Pasteur
Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França


Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima
(Louis Pasteur)


 
Ciência - publicado às 1:22 AM 50 comentários
DESORDENS CELULARES
dom, 9 de setembro, 2007
 


Por que vocês devem sempre se vigiar? Porque são habitados por todo um povo de células que reproduz as suas atitudes e o seu comportamento. Se vocês permitirem transgressões, esse povo perceberá e os imitará. Então, quando, depois, sentirem conflitos ou contragolpes internos, não se surpreendam. Foram vocês que, com o seu exemplo, educaram mal as suas células, e muitas das suas desordens internas são a conseqüência dessa má educação.

Vocês trabalhem reclamando, empurram as cadeiras, batem as portas aos pontapés, batem nos móveis, jogam os objetos. Pois bem, tudo isso se reflete em vocês, e as suas células fazem a mesma coisa: reclamam, enervam-se, dão socos. Vocês gritam: "Ei, ei... o que acontece?". São simplesmente algumas células que chutam: elas os imitaram!

Omraam Mikhaël Aïvanhov


 
Holismo - publicado às 12:26 PM 18 comentários
POR QUE PERDOAR?
ter, 4 de setembro, 2007
 


Se perdoar fosse fácil, as coisas no mundo seriam totalmente diferentes. A regra geral é, de fato, não perdoar, ou perdoar da boca pra fora mas guardar a mágoa. Não existe fórmula pra perdoar. É como sexo: é uma coisa que você pode ver outros fazendo, achar que sabe, mas vai ter de meter a cara (às vezes literalmente) pra aprender de fato.

Mas perdoar é, no final das contas, mais importante pra NÓS do que pra quem a gente perdoa. Afinal, se o cara faz uma sacanagem com você e ele não está nem aí, pra que perdoar, não é? Só que a raiva, a mágoa, vai ficar lhe corroendo por dentro, como um câncer. Mesmo que ele não se manifeste somaticamente como tal, o "problema" vai permanecer em sua mente e espírito, quanto mais você der atenção/valor/alimentação a ele (o que pode lhe prejudicar até mesmo em outras vidas).

Se perdoar fosse uma coisa dispensável, Jesus não teria acrescentado essa linha ao "Pai Nosso":

"...e perdoa-nos as nossas dívidas, NA MEDIDA EM QUE tenhamos perdoado aos nossos devedores"

Notem que está um pouco diferente do que nos habituamos a rezar. Na Biblia consta "...e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também temos perdoado aos nossos devedores", no passado, como se fosse da NOSSA natureza Cristã (afinal, é uma oração para os cristãos) perdoar. Só que Jesus conhecia muito bem a alma humana, e por isso acrescenta logo depois:

Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas
(Mateus 6:14)

Ora, fica óbvio que a tradução usada na bíblia, no Pai Nosso está errada. Pegando a palavra grega original "hoce" vemos que ela significa "assim como", mas também significa "na medida que", "de acordo com", que está muito mais de acordo com o sentido que Jesus reforçou mais à frente.

Ou seja, isso tudo pra dizer que, perdoando, você torna SUA vida mais fácil.

Tende cuidado de vós mesmos; se teu irmão pecar, repreende-o; e se ele se arrepender, perdoa-lhe. Mesmo se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me; tu lhe perdoarás
(Lucas 17:3)

Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete
(Mateus 18:21)

Podemos então resumir tudo assim:
Não há ofensa ou ofensor, mas tão somente ofendido.


Referência: Perdão;
O samurai e o presente

Ler em espanhol (por Teresa)


 
Holismo, Internacional - publicado às 2:43 PM 47 comentários
ARQUÉTIPOS
seg, 3 de setembro, 2007
 


Quando falamos em Arquétipos, pensamos logo em símbolos, algo mais próximo do que podemos conceituar. Só que esse termo já está bem definido e conceituado, e não é nada disso do que costumamos pensar.

O termo "Arquétipo" foi usado por filósofos neoplatônicos, como Plotino, para designar as idéias como modelos de todas as coisas existentes, segundo a concepção de Platão. Nas filosofias teístas, o termo indica as idéias presentes na mente de Deus. Pela confluência entre neoplatonismo e cristianismo, o Arquétipo foi incorporado à filosofia cristã, por Agostinho, até vir a ser usado academicamente por Carl Gustav Jung, na psicologia analítica, para designar a forma imaterial à qual os fenômenos psíquicos tendem a se moldar. Ou seja, os modelos inatos que servem de matriz para o desenvolvimento da psique.

É nesta aplicação psicológica que costumamos encontrar as distorções. Portanto, vejamos este texto de Lázaro Freire, que trata de desfazer alguns enganos:

Não existem "Arquétipos do Tarot", nem o "Arquétipo de Ísis", nem o "Arquétipo do Leão", nem outros absurdos esquisotéricos que ouvimos por aí. Arquétipos estão numa camada muito mais profunda e amorfa. Senão, não são mais Arquétipos, e sim mitos criados para que possamos lidar com eles dentro de uma referência cultural ou simbólica.

Se falam do conceito original, formulado por Jung (mas estuprado e distorcido por todos que quiseram dar um certo ar "científico" aos seus credos), o Arquétipo é quem cria os deuses. É como o buraco da forma de gelo. Não há, portanto, Arquétipo de Maria, nem de Pacha Mamma, nem de Ísis, nem de Lakshimi, nem da Deusa, nem da Imperatriz do tarot. Mas há um Arquétipo UNIVERSAL da Grande Mãe, algo sem forma, sem mito, que está presente no inconsciente coletivo da humanidade, e que fará qualquer povo de qualquer lugar, mesmo se isolado numa ilha ou planeta, daqui há algum tempo arrumar alguma deusa ou figura similar para preencher o buraco psíquico deixado por este arquétipo.

Um dos mais conhecidos é o do Herói, e explica - dentre mil outras coisas - o gosto de muitos por filmes de ação, o acompanhamento de olimpíadas e torneios, e até mesmo porque muito sujeito aparentemente normal e pacífico é possuído por um misto de curiosidade, hipnose e sangue na boca quando vê, num telão desses, algum vale-tudo, jiu jitsu ou luta de boxe.

Se Deus criou tudo, quem criou Deus?

Resposta junguiana óbvia: O Arquétipo.

A "encarnação" de um Arquétipo, seja em um deus, seja em uma carta de tarot, seja na parte do Todo que atribuimos a um signo zodiacal, a um personagem de uma saga de ficção, a um dos tipos do eneagrama, a um santo do catolicismo, não são mais ARQUÉTIPOS. São "mitos". No melhor do sentido da palavra, que não tem nem um pouco de ficcional (embora esteja presente na ficção).

Note também que Arquétipos são COLETIVOS. Necessariamente! A somatória de situações pessoais na lida, por exemplo, com o Arquétipo ou simbolismo do "Pai", do "Poder", são chamadas de Complexos.

Ou seja, PAI tem função simbólica que nos remete a regras, a herança, expectativa, falo, masculino, algum poder. Já o GRANDE PAI é um Arquétipo, algo que faz projetarmos um "pai" coletivo na figura de um grande Deus masculino que tudo vê, como é comum na religião ocidental (note que nao tem nada a ver com o Todo do Tao e de Bhraman). Cada pessoa pode ter uma relação diferente com essas idéias. Como, por exemplo, com o "PODER": Criado resistindo a uma ditadura militar em regime corrupto capitalista, numa noção de ética dos 70 e 80 que faria Delúbio, Valério e cia parecerem fichinha, minha geração certamente não reage ao conceito de "PODER" do mesmo modo que norte-americanos, que consideram a palavra positiva. Aqui, poderoso é pejorativo. Lá, vende mais o livro que usa "The Power Of..."

Isso são COMPLEXOS, ou seja, amontoados de experiências que permeiam nossos conceitos. Note que o termo não é negativo ou necessariamente patológico como no uso popular (complexado). Quando lidamos com o feminino, por exemplo, apenas em parte estamos lidando com a mulher ÚNICA de carne-osso-alma-sentimentos que temos à nossa frente. De certo modo, fazemos ela vestir o nosso complexo de feminino, de mãe, de Anima (este sim um arquétipo), de outros relacionamentos... E repetimos padrões sem perceber.

Mas não é certo dizer que estou projetando o meu Arquétipo de mãe, e muito menos o da Grande Mãe. Entretanto, a somatória coletiva de todos os Complexos, e dos conceitos inconscientes que o originaram, foram, aí sim, um grande Arquétipo inconsciente e coletivo universal. Ou, em efeito Tostines, por ele foi formado.

Voltando aos Arquétipos: Se deixarem de acreditar em um Deus, ele desaparece? Provavelmente sim. Mas o Arquétipo que o originou fará que sua função seja ocupada, em outra mitologia, por algum outro conceito substituto.

Aliás, vários termos hoje populares vêm da linguagem junguiana: Introvertido, Extrovertido, Complexos, Arquétipos, Inconsciente coletivo, Anima. Nem preciso dizer que quase todos são usados de forma equivocada, e não raro distorcidos para fins esquisotéricos e/ou comerciais. Pobre Jung, logo ele, tão acadêmico e preocupado com fundamentação...


Ler em espanhol (por Teresa)


 
5 estrelas, Internacional, Psicologia - publicado às 2:45 PM 49 comentários