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OSHO: BUDA E O TAPA
sáb, 30 de junho, 2007
 


Buda estava sentado embaixo de uma árvore falando aos seus discípulos. Um homem se aproximou e deu-lhe um tapa no rosto.
Buda esfregou o local e perguntou ao homem:
- E agora? O que vai querer dizer?
O homem ficou um tanto confuso, porque ele próprio não esperava que, depois de dar um tapa no rosto de alguém, essa pessoa perguntasse: "E agora?" Ele não passara por essa experiência antes. Ele insultava as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era num uma coisa nem outra; ele não ficara com raiva nem ofendido, nem tampouco fora covarde. Apenas fora sincero e perguntara: "E agora?" Não houve reação da sua parte.

Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:
- Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda, guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.
- Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas você está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma idéia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa idéia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender? As pessoas devem ter falado alguma coisa a meu respeito, que "aquele homem é um ateu, um homem perigoso, que tira as pessoas do bom caminho, um revolucionário, um corruptor". Ele deve ter ouvido algo sobre mim e formou um conceito, uma idéia. Ele bateu nessa idéia.
Se vocês refletirem profundamente, continuou Buda, ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.

Há momentos de grande intensidade em que a linguagem é impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, cospem nela, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: "E agora?"

O homem ficou ainda mais confuso! E buda disse aos seus discípulos:
- Estou mais ofendido com vocês porque vocês me conhecem, viveram anos comigo e ainda reagem.
Atordoado, confuso, o homem voltou para casa. Naquela noite não conseguiu dormir.

Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:
- E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem. Voltando-se para os discípulos, Buda falou:
- Olhe, Ananda, este homem aqui de novo. Ele está dizendo alguma coisa. Este homem é uma pessoa de emoções profundas.
O homem olhou para Buda e disse:
- Perdoe-me pelo que fiz ontem.
- Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.
E você também é outro, continuou Buda. Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado. Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.


Osho; Intimidade Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros

Retirado do Portal Vida e Morte


 
Budismo - publicado às 2:30 AM 34 comentários
ADEUS, FIOS
qui, 28 de junho, 2007
 


Por Elton Werb
Fonte: Jornal Diário Catarinense, 26/06/2007


Certa vez, quando visitava a casa dos avós, o filho do físico Marin Soljacic, então com três anos, pegou pelo gancho um aparelho telefônico com 20 anos de uso e perguntou:
- Pai, por que esse telefone está preso com uma corda à parede?

Confrontado com a mente de uma criança que está crescendo num mundo sem fios, a única coisa que Soljacic conseguiu responder ao filho foi:
- Que coisa estranha, não?

Nos últimos anos, dispositivos eletrônicos portáteis como laptops, telefones celulares e tocadores de MP3 e tecnologias como Wi-Fi e Bluetooth começaram a libertar a humanidade do uso de fios para a transmissão de informações.

No início de junho, à frente de um grupo de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Soljacic deu um passo em direção ao dia em que seu neto não reconhecerá um cabo de luz. A equipe do MIT acendeu uma lâmpada de 60 watts transportando a eletricidade por uma distância de mais de dois metros sem a utilização de fios. A experiência abre caminho para um futuro em que será possível enviar energia para dispositivos eletrônicos sem a necessidade de plugá-los à rede elétrica.

Métodos de transmissão sem fio são conhecidos há séculos. Talvez o mais famoso seja a radiação eletromagnética, que inclui as ondas de rádio. Mas não serve para transmitir eletricidade, já que as ondas se espalham em todas as direções, dispersando-se no espaço. A solução encontrada pela equipe de Soljacic foi a ressonância magneticamente acoplada. Baseia-se no fato de que dois objetos com a mesma freqüência de ressonância tendem a trocar energia de forma eficiente sem afetar os demais objetos em volta, que vibram em outras freqüências.

Para entender o princípio, imagine um quarto com cem copos de vinho idênticos, cada um cheio em um nível diferente, de modo que suas freqüências de ressonância sejam diferentes. Se uma cantora de ópera entoasse na sala uma única nota suficientemente alta, o copo correspondente à freqüência daquela nota poderia acumular energia e até explodir, enquanto os outros copos não seriam influenciados.

Os cientistas do MIT conseguiram identificar um ponto no qual os dois ressonadores ficam acoplados, mesmo quando separados por vários metros. Para testar a teoria, criaram um equipamento que chamaram de Witricity, acrônimo das palavras inglesas wireless (sem fio) e electricity (eletricidade). O aparelho consiste de duas bobinas de cobre, uma delas ligada a uma fonte de energia. Essa unidade transmissora preenche o espaço ao redor com um campo magnético não-radioativo oscilando a uma freqüência de alguns megahertz. O campo não-radioativo atua como meio para levar a energia até a outra bobina, projetada especialmente para ressonar na freqüência desse campo. A natureza ressonante do sistema garante que haja sempre uma forte interação entre as bobinas transmissora e receptora, evitando interrupções na transmissão da energia.

Ao acender a lâmpada, os pesquisadores demonstraram ser totalmente possível, por exemplo, a transmissão de energia em uma sala para abastecer computadores portáteis. E não apenas para recarregar suas baterias, mas para fazê-los funcionar como se estivessem ligados à rede elétrica. Quantidades de energia mais do que suficientes para alimentar um aparelho elétrico poderiam ser transmitidas através de um quarto, em todas as direções e de modo eficiente, independentemente da geometria do espaço em volta e de outros objetos que estejam no caminho entre o transmissor e o receptor. Isso significa que uma única fonte de energia seria suficiente para abastecer uma casa inteira.

Portanto, não será surpresa para Marin Soljacic se daqui a alguns anos seu neto vier visitá-lo e, diante de um velho televisor de 2007, perguntar:
- Vô, por que esta TV está presa com uma corda à parede?

________

    Tesla Roadster: Meu sonho de consumo ecológico
Pois bem. O que esse texto está fazendo no Saindo da Matrix? Além de gostar de informática, também aprecio teorias da conspiração, e uma muito boa é a de que o físico Nikola Tesla já fazia mais ou menos isso no fim de 1898. Existe varios artigos sobre Tesla na internet e recentemente saiu um livro sobre as invenções dele em português (As fantásticas invenções de Nikola Tesla). Diz-se que ele conseguiu desenvolver uma antena que captava energia elétrica pelo ar. O que Tesla pretendia não era, simplesmente, tornar acessível a todos o uso da energia elétrica. Sua capacidade de visão o levou a lutar por um ideal ainda mais abrangente: a transmissão de energia elétrica sem fios mediante um sistema que permitiria distribuí-la pelo mundo inteiro, fazendo com que ela passasse a ser propriedade da humanidade. E ele não estava falando isso da boca pra fora. O cara simplesmente poderia ter sido o homem mais rico de sua época por conta da invenção da corrente alternada (isso mesmo, isso que todos nós usamos em casa) mas ele rasgou o contrato com a Westinghouse em um gesto de camaradagem, enquanto ela implementava (ainda com riscos financeiros) a tecnologia. Uma maciça campanha contra Tesla foi feita por Thomas Edison (o pai da lâmpada) e Marconi (um dos pais do rádio, ao lado de Padre Landell) e o relegaram à obscuridade. Óbvio que interesses financeiros paralisaram seus projetos, da mesma forma que paralisam até hoje o desenvolvimento do carro elétrico.

Mas, para além da conspiração, ainda há outro motivo para o texto: a ressonância, assunto muito debatido aqui. Ela é aplicada na música, na física quântica, e, agora, na tecnologia. Por que então há uma relutância dos não-esotéricos em aceitar que há sim uma sintonia entre mentes, entre pessoas e animais "irracionais", e até mesmo plantas? Por que relegar o assunto para ser tratado de forma séria apenas no obscurantismo da parapsicologia e seus Quevedos, que do alto de seus egos ditam o que é verdade ou mentira no mundo do desconhecido?

Os milagres não acontecem em contradição com a natureza, mas só em contradição com o que sabemos da natureza
(Provérbio Chinês)

Estamos engatinhando no aprendizado do mundo que nos cerca. Quanto mais sabemos, mais vemos que aquilo que chamávamos de "magia" ou "impossível" há 10, 100, 200 anos atrás, hoje é TECNOLOGIA. Manipulação dos elementos, como os alquimistas faziam há mais de 1.000 anos, ou como um tal de Jesus curava "milagrosamente" as pessoas.


 
Ciência - publicado às 2:37 PM 46 comentários
UFOS ASSUSTAM PILOTOS EM DOIS PAÍSES
qua, 27 de junho, 2007
 


UFO com quase dois quilômetros de extensão é visto por piloto comercial britânico

Referência: Fonte: This is London (22.06.07)
Tradução: Paulo Santos

Um dos maiores UFOs já vistos foi flagrado pela tripulação e passageiros de um avião comercial britânico sobre as ilhas do canal da mancha. Um relatório oficial relatando o caso e denunciando uma "quase-colisão" apareceu várias semanas depois numa revista especializada em aviação. O capitão das linhas aéreas Aurigny (Alderney, em francês), Ray Bowyer, 50 anos de idade, foi o primeiro a ver o estranho objeto e o descreveu como um tendo o "formato de um charuto, emitindo uma brilhante luz branca". E à medida que o avião se aproximava, o capitão pôde analisa-lo mais de perto com um binóculo e disse que "era muito fino, um objeto fino e amarelado com uma área esverdeada".


A foto recentemente divulgada, feita por um dos passageiros do avião

"Ele estava parado a 2000 pés (aprox 660 metros) de altura, numa distância que inicialmente me pareceu ser de cerca de 10 milhas (aprox 16 km). Mais tarde eu percebi que ele estava na realidade a 40 milhas (64 km) de distância. À primeira vista, me pareceu ter o tamanho de um Boeing 737, mas deveria ser muito maior, devido à distância que estava. Ele poderia muito bem ter cerca de uma milha (1.6 km) de comprimento!" Continuando a sua aproximação à ilha de Guernsey, Bowyer viu também "um segundo objeto idêntico, mais distante a oeste". Ele afirma: "Era exatamente como o primeiro, mas parecia menor porque estava mais distante. Neste momento estávamos bem próximos da ilha de Guernsey. Eu simplesmente não sei dizer o que era. E se manteve perfeitamente visível por cerca de 9 minutos."

"Mas eu não estou dizendo que era algo de outro mundo. O que quero dizer é que nunca vi nada igual em todos os meus anos de aviação!" O avistamento foi confirmado pelos passageiros Kate e John Russel. John, de 74 anos, afirma: "Eu vi uma luz laranja. Era como uma oval alongada." Outra confirmação foi fornecida por um outro piloto que não se identificou e que trabalha para as linhas aéreas Blue Islands. O departamento de segurança da aviação civil britânico informou que um outro avião pequeno voando próximo à ilha de Alderney também viu o objeto. Uma fonte de alto nível desta mesma instituição inclui: "Algumas partes do relatório não foram publicadas. Não sei dizer porquê..." Apesar do segredo, no início deste ano o departamento de defesa britânico declarou as suas intenções de abrir os arquivos sobre UFOs para o público.

Nesta página há um vídeo mostrando o piloto comentando o caso e fazendo um esboço do objeto. O tamanho de 1.6 km foi estimado visualmente pelo piloto e, devido à distância real (confirmada por radar) ser bem maior do que a impressão visual que a tripulação teve no momento, o UFO pode ser ainda mais longo.


Já no Brasil, tivemos esse mês uma "notinha" que não reflete a dimensão da importância da notícia (ou, pelo menos, reflete o desprezo para com o assunto) na coluna de Anselmo Gois, publicada no Diário de São Paulo, (21/07/2007) e no O Globo:

ET em São Paulo

"Acredite. O piloto americano que trouxe ao Brasil o presidente da República Dominicana, Leonel Fernández, recusou-se a seguir de São Paulo para Brasília porque... jurou ter visto um OVNI ao pousar em Guarulhos. Fernández só conseguiu continuar a viagem graças a uma carona do Sucatinha de Lula".

Segundo o que o editor da Revista UFO apurou, a notícia é verdadeira.


 
Ufologia - publicado às 1:42 PM 61 comentários
A NOITE DOS UFOS NO BRASIL (Relatos)
seg, 25 de junho, 2007
 


Leia na íntegra a reportagem publicada na Revista Força Aérea Nº 43, sobre a Noite Oficial dos UFOs no Brasil, um dos mais importantes eventos ufológicos do mundo, pois fomos o único país cujas autoridades admitiram, com desconcertante transparência (ainda no calor dos acontecimentos!), terem sido "invadidos" por objetos voadores não-identificados, e em nenhum momento terem minimizado o episódio. Os méritos são todos do então Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Lima, a quem a Ufologia será eternamente grata.


Por Mariana Raad

"...Cheguei perto do alvo, posicionando-me a cerca de seis milhas de distância dele, o que ainda é longe para que possa haver uma verificação precisa, ainda mais à noite. O alvo parou de se deslocar na minha direção e começou a subir. Eu não perdi o contato radar inicial e passei a subir junto com ele. Continuei seguindo o contato até cerca de 30 mil pés, quando perdi o contato radar e fiquei apenas com o visual. Mas, naquele momento, aquela luz forte já se confundia muito com as luzes das estrelas..."

Este é o depoimento de um dos pilotos de combate da FAB acionados para interceptar contatos não-identificados que invadiram nosso espaço aéreo em 19 de maio de 1986. Vinte anos se passaram desde aquele enigmático episódio, sem que explicações mais conclusivas tenham sido apresentadas sobre o assunto. O que realmente teria acontecido naquela noite de outono?


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5 estrelas, Ufologia - publicado às 5:05 PM 44 comentários
60 ANOS DE UFOLOGIA
dom, 24 de junho, 2007
 


Hoje comemora-se os 60 anos da Ufologia, que é o estudo dos OVNIs (objetos voadores não-identificados). Não que esses objetos tenham aparecido nos céus a apenas 60 anos, mas o interesse do público (e da imprensa) no assunto começou com o relato do aviador Kenneth Arnold, em 24 de junho de 1947. Ele estava pilotando seu avião monomotor entre Chehalis e Yakima, no Estado de Washington (não confundir com a capital dos EUA), a procura dos destroços de um avião militar caído no Monte Rainier, quando avistou nove objetos não identificados e brilhantes. Ao contrário do que se acredita, ele nunca disse que viu discos voadores. Ele descreveu (e desenhou) os objetos como "forma de meia-lua". Entretanto, descrevendo o movimento deles no ar, ele usou a seguinte frase: "Voavam de uma forma caprichosa, como quando é lançado um disco sobre a água, que vai quicando sobre ela...". Assim, o termo disco voador ficou sendo o "oficial" pra descrever esses objetos inexplicados até 1952, quando foi cunhado o termo OVNI.

Especula-se que o que Kenneth Arnold viu fora algum grupo de aviões experimentais ou secretos (ele mesmo achava isso), mas a descrição dele é muito precisa e, hoje sabemos, não tínhamos tecnologia naquela época pra fazer um avião com as características que ele cita abaixo:

Vi uma fileira de estranhas aeronaves que se aproximavam do Monte Rainier com grande rapidez. Acredito lembrar que naquele momento descrevi sua formação comparando-a com a cauda de um cometa chinês. A formação de vôo era em diagonal. (...) eu não consegui diferenciar as caudas neles. E eu nunca tinha visto um avião sem cauda. Aqueles objetos eram de um tamanho considerável e eu consegui contar nove deles. As luzes brilhantes que surgiam de sua superfície e que, a princípio, achei que fossem reflexos do sol, eram pulsantes e, ao mesmo tempo, as naves balançavam ostensivamente em seu vôo. As naves também pareciam voar tão facilmente de lado como na posição plana (...) Quando os objetos emitiam aquelas luzes fortes pareciam ser completamente redondos. Quando se mostravam de lado ou plano, era perceptível alguns detalhes, como o fato de serem muito finos, pois chegavam a desaparecer de minha vista atrás de uma aguda projeção do Monte Rainier, sob pequenas rajadas de vento. Mas como eu conhecia aproximadamente minha situação com relação à montanha, sabia onde tinham passado. Meu cálculo da distância e minha cronometragem me permitiram especular, dentro de uma margem razoável de erro, suas velocidades. Motivo pelo qual estava certo de que aquela estranha formação de objetos desconhecidos voavam a mais de mil milhas por hora (mais de 1.600 km/h).

Quando terminaram de sobrevoar Goat Ridge, o segundo objeto a partir do final da formação pareceu voltar sua parte superior na minha direção. E então pude ver que o objeto não era redondo realmente. A julgar pelas manobras que efetuavam, pensei que, se houvesse seres humanos neles, eles certamente teriam ficado esmagados na primeira virada, porque aqueles aparelhos voavam com muita velocidade e de uma forma muito caprichosa. E pela forma que mudavam de direção quase instantaneamente, a força centrífuga devia ser terrível.


Desenho feito por Kenneth Arnold para representar o que ele viu


Menos de um mês depois desse relato, tivemos o mais famoso da ufologia mundial. Estas fotos, publicadas em jornais do Sul dos EUA, foram tiradas no dia 7 de julho de 1947, em New Mexico (EUA), no mesmo dia do acidente de Roswell, e batem assustadoramente com a descrição de Arnold

Apenas para ser o mais fiel possível a verdade, existiam sim caças sem cauda naquela época. E eram sim segredos de Estado, que foram desenvolvidos durante a 2ª guerra mundial. Mas eram TODOS protótipos, limitados a UM ou no máximo DOIS exemplares apenas, e o único modelo que voou com algum sucesso foi em 1946, o Northrop XB-35, cujo projeto foi logo depois cancelado. Caso queiram se aprofundar nos modelos sem cauda, vejam aqui na Wikipedia.


Um protótipo nazista chamado Horten Ho 229, de 1944, que foi o primeiro avião sem cauda a ser impulsionado por turbina. Ainda assim, ele atingia no máximo 977 km/h

 
Ufologia - publicado às 11:55 PM 13 comentários
SÃO JOÃO
 


Hoje é São João. A maioria de vocês está cansada de saber que a Igreja Católica apossou-se dessa data, popular no hemisfério norte como uma tradição pagã (Midsummer) para celebrar o solstício de verão, no dia 24 de junho, onde as pessoas faziam fogueiras para celebrar o dia mais longo do ano (e o "deus" Sol).

O que talvez vocês não saibam é que São João está por trás da origem das notas musicais. Por volta do ano 1025, o monge italiano Guido d’Arezzo batizou os sete sons da escala musical (que até então eram apenas sinais) com as iniciais de um hino que ele fez em homenagem a João Batista, o Ut queant laxis:

Ut queant laxis
Resonare fibris
Mira gestorum
Famulli tuorum
Solve polluit
Labii reatum
Sancti Ioannis

"Para que nós, teus servos,
possamos elogiar claramente
o milagre e a força dos teus atos,
absolve nossos lábios impuros, São João"

O sistema de Guido d'Arezzo sofreu algumas pequenas transformações no decorrer do tempo: a nota Ut passou a ser chamada de e a nota San passou a ser chamada de Si (por serem as inicias em latim de São João), enquanto que a pauta ganhou linhas e espaços a mais, embora sua essência continue a mesma.


 
Cristianismo - publicado às 1:46 AM 10 comentários
CONSPIRAÇÃO 9/11
sáb, 23 de junho, 2007
 


Um texto muito bom para quem ainda não somou 1+1 no caso das Torres gêmeas, Bin Laden e Iraque (e, no futuro, Irã). Ele não aborda TODAS as "coincidências", que podem ser vistas aqui, mas enfoca principalmente os interesses de bastidores entre empresas e famílias:


Existe uma imensa companhia chamada The Carlyle Group avaliada nuns 14 bilhões de dólares, que é propriedade de um grupo de poderosos e influentes republicanos de Washington DC. Esta companhia é basicamente uma holding que agrupa e tem enormes interesses financeiros em companhias dos ramos de engenharia civil, energia, hotelaria, defesa e operações...

Apenas citando as que nos interessam hoje, existem várias companhias dentro de Carlyle: The Bin Laden Group com sede em Riyadh, Arábia Saudita, e as companhias norte-americanas United Defense Industries (Virginia), Raytheon (Massachusetts) e Arbusto Energy Oil Co (Texas).

Ainda que não tenha nada a ver com esta história, e apenas como curiosidade, mencionaremos outra muito famosa dentro da Carlyle: Enron.

Voltando ao tema: The Bin Laden Group é o gigante empreiteiro de engenharia civil do oriente médio. Recordemos que Osama Bin Laden amealhou grande parte de sua fortuna no negócio da construção, ainda que também, e isto não vem ao caso, mas como curiosidade, como o principal fornecedor de goma arábica para a Coca-Cola, com sede em Atlanta (talvez se tivessem pensado em não tomar Coca Cola não acontecesse a guerra?).

Enfim, dentro da Carlyle,as famílias Bush e Bin Laden têm sido oficialmente sócios comerciais desde 1989. O irmão mais velho de Osama bin Laden, Salem bin Laden e George Bush pai, criaram uma companhia petroleira no Texas em 1989, a Arbusto Energy Oil Co. (arbusto=bush), e foram sócios por vários anos até a morte de Salem com a queda do seu jato particular nas cercanias de Houston em 1993.

George Bush pai é agora acionista majoritário dessa companhia, com investimentos multimilionários e interesses dentro do gigante petroleiro Chevron-Texaco.


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Política - publicado às 3:02 PM 41 comentários
O TAO DO JUNG
qui, 21 de junho, 2007
 


É um ser indeterminado em sua perfeição, anterior ao céu e à terra, impassível e imaterial. Quieto e sem forma, não dependendo de nada, é imutável, tudo abrangendo, inesgotável! Pode ser considerado a mãe de todas as coisas. Não lhe conheço o nome, mas designo-o pela palavra Tao
(Lao Tsé)

Lao Tsé compara o Tao a água para definir sua natureza: "A bênção da água consiste em fazer bem a todos e, apesar disso, procura, conformada, sempre o lugar mais baixo, que todas as pessoas evitam. Portanto, ela tem em si algo do Tao." A idéia do "declive" não poderia ser melhor expressa.

Alguém desprovido de cobiça vê sua essência
Alguém cheio de cobiça vê sua exterioridade

(Lao Tsé)

Segundo as concepções da religião taoísta, o Tao se divide num par de opostos fundamental, Yang e Yin. Yang é calor, luz, masculinidade. Yin é frio, escuridão, feminilidade. Yang também é céu, Yin é terra. Da força de Yang nasce Shen, a parte celestial da alma humana; e da força de Yin nasce Kwei, a parte terrena. Na qualidade de microcosmo, o ser humano é um reconciliador dos opostos. Céu, ser humano e terra são os três elementos principais do mundo, o San-tsai.

Esta imagem é uma concepção bem antiga. Encontramos algo semelhante também em outros lugares como, por exemplo, no mito africano-ocidental de Obatala e Odudua, o casal mais antigo (céu e terra), que, juntos, estavam deitados numa calebaça até que um filho, o ser humano, nasceu no meio deles. O ser humano, como microcosmo que une em si os opostos do mundo, corresponde ao símbolo irracional que une opostos psicológicos. Esta imagem primitiva do ser humano está presente também em Schiller, ao denominar o símbolo "forma viva".

A divisão da alma humana traduz uma grande verdade psicológica. Esta concepção chinesa se apresenta de novo na conhecida passagem de Fausto:

Duas almas, ah, moram em meu peito Uma da outra quer se separar;
Uma, com forte paixão amorosa,
Ao mundo se aferra com força total;
Outra se levanta vigorosa do pó
Para as planícies dos grandes ancestrais.

A existência de duas tendências mutuamente antagônicas, ambas tentando forçar o homem a atitudes extremas e envolvê-lo no mundo - tanto no lado material quanto no espiritual - e, assim, dividi-lo em si mesmo, exige a existência de um contrapeso que é exatamente a grandeza irracional do Tao. Por isso o fiel se esforça ansiosamente por viver de acordo com o Tao, a fim de não sucumbir à tensão dos opostos. Sendo Tao uma grandeza irracional, não pode ser produzido intencionalmente, o que Lao Tsé sublinha sempre de novo. A esta circunstância deve seu significado específico um outro conceito, tipicamente chinês, o Wu-wei, que quer dizer "não fazer", mas no sentido de "não agir", e não de "não fazer nada". O racional "querer fazer", que constitui a grandeza e o mal de nossa época, não leva ao Tao.

O objetivo da ética taoísta é resolver a tensão dos opostos, nascida do fundo do universo, pelo retorno ao Tao. Neste contexto temos que lembrar também do "sábio do Omi", Nakae Toju, o importante filósofo japonês do século XVII. Baseando-se na doutrina da escola Chu-Hi, proveniente da China, apresentou dois princípios: Ri e Ki. Ri é a alma do mundo, Ki é a matéria do mundo. Mas Ri e Ki são um e o mesmo, já que são atributos de Deus e, portanto, só existem nele e por ele. Deus é a sua união. Também a alma engloba Ri e Ki. De Deus fala Toju assim: "Deus como essência do mundo engloba o universo mas também está bem próximo de nós e, inclusive, em nosso próprio corpo". Deus é, para ele, um eu comum, enquanto o eu individual é "céu" em nós, algo supra-sensível, divino, chamado Ryochi. Ryochi é "Deus em nós" e mora em cada indivíduo. É o verdadeiro eu. Toju distingue um verdadeiro e um falso eu. O falso eu é uma personalidade adquirida, nascida de concepções errôneas. Poderíamos denominá-lo "persona", ou seja, aquela idéia geral de nosso ser que formamos a partir da experiência de nossa influência sobre o mundo e da influência deste sobre nós. A persona designa isto: como alguém parece a si mesmo e ao mundo, mas não significa o que alguém é, para usar as palavras de Schopenhauer. 0 que alguém é, é a sua individualidade, segundo Toju, seu eu "verdadeiro", o Ryochi.

Ryochi também designa o "estar só", o "conhecer só", certamente porque é um estado relacionado com a essência do si-mesmo (Self), além de todo julgamento pessoal, condicionado pela experiência exterior. Toju entende Ryochi como "sumo bem", como "delícia" (No hinduísmo, Brahma = Ananda, que é igual a delícia, êxtase). Ryochi é a luz que perpassa o mundo, paralelo que Tetsujiro Inouye estabelece com Brahma. Ryochi é amor humano, imortal, onisciente, bom. O mal vem do querer (Schopenhauer). Ryochi é a função auto-reguladora, o intermediário e unificador dos pares de opostos, Ri e Ki. É, segundo a concepção hindu, o "velho sábio que mora em teu coração", ou, como diz o pai chinês da filosofia japonesa:

Em cada coração habita um sejin (sábio). Apenas não acreditamos com força suficiente, por isso o Todo permaneceu sepultado
(Wang Yang-Ming)

Carl Jung; Tipos psicológicos - Ed. Vozes


 
Psicologia, Taoísmo - publicado às 4:23 PM 29 comentários
5 ANOS DO SAINDO DA MATRIX
qua, 20 de junho, 2007
 


Há exatos 5 anos eu estava publicando meu primeiro post no meu primeiro blog, o AcidBlog, que posteriormente ganhou o nome de Saindo da Matrix. Não foi exatamente um começo animador, mas foi deveras excitante. E hoje, no aniversário de 5 anos de blog, vejo o quanto o site cresceu e amadureceu (ao contrário do dono) e ganhou um público cativo, que está aqui não para bajular ou ser bajulado, mas para aprender e compartilhar conhecimento, e assim crescermos JUNTOS. Por isso, dedico esses 5 anos a VOCÊS, que fazem o Saindo da Matrix ser o que é hoje!


Sorria!

 
Geral - publicado às 1:31 AM 105 comentários
EMMANUEL: RESPEITO MÚTUO
ter, 19 de junho, 2007
 


Compadece-te dos que não pensam com as tuas idéias e não lhes encareces a vida em tua própria vida, afastando-os da senda a que foram convocados.

Chamem-se pais ou filhos, cônjuges ou irmãos, amigos ou parentes, companheiros e adversários, diante de ti, cada um daqueles que te compartilham a existência é uma criatura de Deus, evoluindo em degrau diferente daquele em que te vês.

Ensina-lhes o amor ao trabalho, a fidelidade ao dever, o devotamento à compreensão e o cultivo da misericórdia, que isso é dever nosso, de uns para com os outros, entretanto, não lhes cerres a porta de saída para os empreendimentos de que se afirmam necessitados.

Habituamo-nos na Terra a interpretar por ingratos aqueles entes queridos que aspiram a adquirir uma felicidade diferente da nossa, entretanto, na maioria das vezes, aquilo que nos parece ingratidão é mudança do rumo em que lhes cabe marchar para a frente.

Quererias talvez titulá-los com os melhores certificados de competência, nesse ou naquele setor de cultura, no entanto, nem todos vieram ao berço com a estrutura psicológica indispensável aos estudos superiores e devem escolher atividades quase obscuras, não obstante respeitáveis, a fim de levarem adiante a própria elevação ao progresso.

Para outros, estimarias indicar o casamento que se te figura ideal, no campo das afinidades que te falam de perto, no entanto, lembra-te de que as responsabilidades da vida a dois pertencem a eles e não a nós, e saibamos respeitar-lhes as decisões.

Para alguns terás sonhado facilidades econômicas e domínio social, contudo, terão eles rogado à Divina Sabedoria estágios de sofrimento e penúria, nos quais desejem exercitar paciência e humildade.

Para muitos terás idealizado a casa farta de luxuosa apresentação e não consegues vê-los felizes senão em telheiros e habitações modestas, em cujos recintos anseiam obter as aquisições de simplicidade de que se reconhecem carecedores.

Decerto, transmitirás aos corações que amas tudo aquilo que possuis de melhor, no entanto, acata-lhes as escolhas se te propões a vê-los felizes.

Respeita os pensamentos e afinidades de cada um e aprende a esperar.

Todos estamos catalogados nas faixas de evolução em que já estejamos integrados.

Se entes queridos te deixam presença e companhia, não lhes conturbes a vida nem te entregues a reclamações.

Cada um de nós é atraído para as forças com as quais entramos em sintonia.

E se te parece haver sofrido esse ou aquele desgaste afetivo, não te perturbes e continua trabalhando na seara do bem.

Pelo idioma do serviço que produzas, chamarás a ti, sem palavras, novos companheiros que te possam auxiliar e compreender.

Não prendas criatura alguma aos teus pontos de vista e nem sonegues a ninguém o direito da liberdade de eleger os seus próprios caminhos.

Se as tuas afinidades pessoais ainda não chegaram para complementar-te a tranqüilidade e a segurança é que estão positivamente a caminho.

E assim acontecerá sempre, porque fomos chamados a amar-nos reciprocamente e não para sermos escravos uns dos outros, porque, em princípio, compomos uma família só e todos nós somos de Deus.


Emmanuel; Irmão
Psicografia de Francisco Cândido Xavier


 
Espiritismo - publicado às 12:00 PM 8 comentários
OSHO: SÓ A COMPAIXÃO É TERAPÊUTICA
seg, 18 de junho, 2007
 


Somente a compaixão é terapêutica, porque tudo o que é doença no homem é causado pela falta de amor. Tudo o que está errado com o homem, está de alguma forma associado ao amor. Ele não tem sido capaz de amar ou ele não tem sido capaz de receber amor. Ele não tem sido capaz de compartilhar o seu ser. Essa é a miséria. Isso cria toda sorte de complexos internamente.

Aquelas feridas internas podem vir à superfície de várias maneiras: elas podem se tornar doenças do físico e doenças mentais, mas no fundo o que o homem sofre é de falta de amor. Assim como o alimento é necessário para o corpo, o amor é necessário para a alma. O corpo não consegue sobreviver sem alimento e a alma não consegue sobreviver sem o amor. Na verdade, sem o amor a alma nunca nasce e nem há essa questão de sua sobrevivência.

Você simplesmente pensa que tem uma alma. Você acredita que você tem uma alma devido ao seu medo da morte. Mas você não a conheceu a não ser que você tenha amado. Somente no amor a pessoa vem a sentir que ela é mais do que o corpo, mais do que a mente.

É por isso que eu digo que a compaixão é terapêutica. O que é compaixão? Compaixão é a forma mais pura de amor. No sexo, o contato é basicamente físico, na compaixão o contato é basicamente espiritual. No amor, compaixão e sexo estão misturados. O amor está no meio do caminho entre sexo e compaixão.


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Hinduísmo - publicado às 12:11 PM 19 comentários
OSHO: SE ENCONTRAR BUDA NO CAMINHO, MATE-O
sex, 15 de junho, 2007
 


Paga-se mal a um mestre, quando se continua sempre a ser o aluno
(Friedrich Nietzsche, Ecce Homo, Prólogo, parágrafo 4)

Há um ditado Zen de imenso valor que diz: "Se você encontrar o Buda no caminho, mate o Buda". Mas Buda está morto há 25 séculos! Onde você vai encontrá-lo, e de que maneira? E como você pode matar alguém que já está morto há 25 séculos?

É um sentido totalmente diferente: Esta é uma mensagem para o discípulo que ama Buda, que o ama tanto que existe a possibilidade de que Buda se torne sua última barreira - porque ele ama, porque ele é um discípulo, porque ele medita e penetra cada vez mais dentro do seu ser, ele se sentirá cada vez mais grato a Buda. E, no último momento, o Mestre deve ser deixado para trás... no último momento. Bem no fim você deve dizer adeus ao Mestre também. Lembrem-se de que isto é uma coisa interior, e não tem nada a ver com o exterior. Quando quase todos os pensamentos desaparecerem, e só um restar: o do seu Mestre.

E muito difícil dizer adeus. Você deve tanto para o Mestre - ele tem sido sua fonte, sua transformação; Ele tem sido sua nutrição, sua vida; Ele trouxe você ao longo de todo o caminho. E agora dizer adeus para a pessoa que tem sido seu guia, seu amigo? Dizer que adeus para aquele que tem sido um companheiro constante na noite escura da alma; Justo quando o amanhecer está vindo, devo dizer adeus para ele? Parece impossível! E o discípulo, no último instante, começa a se agarrar à idéia do seu Mestre.

Mas isso se torna uma barreira. O próprio Mestre dará ele mesmo um empurrão, e se você não atentar para o empurrão, então ele lhe dará um pontapé na bunda! - Porque você tem que ir, você tem que entrar no desconhecido.

O Mestre mesmo diz - eu digo a você - "Se você me encontrar no caminho, mate-me!" Mas o que significa isso? Você não me encontrará na Rua M.G.! Se você for pra dentro de si mesmo, na última esquina estarei esperando por você.

E será difícil dizer adeus, sempre têm sido difícil dizer adeus. Daí o ditado dizer apenas para matar o mestre; Não há necessidade nem de dizer adeus; Mate o Mestre, para que não haja necessidade de olhar para trás; Mate o Mestre, para que você agora possa estar totalmente só, com nem mesmo a sombra do Mestre com você. E isto é feito em grande agradecimento, em grande gratidão.

Primeiro se torne um discípulo, comece a mover-ve pra dentro de si, e só então poderá me encontrar. Você não me encontrou nem exteriormente, como pode você interiormente me encontrar? Você já não chegou nem perto de mim, como pode estar num estado de se apegar a mim? Você está longe, distante, você está evitando. Você não disse nem bom-dia, então, qual o problema de dizer adeus?

Primeiro se torne um discípulo. Mova-se pro seu interior, deixe-me ajudá-lo até a última etapa, e então certamente, se você me encontrar no seu caminho interior, mate-me.

Mas acontece que as pessoas só entendem de acordo com suas próprias idéias. Você não entendeu este koan Zen. Lembre-se novamente, não é que o discípulo mate o Mestre em raiva. Ele o mata em gratidão. Na verdade, ele o mata porque o Mestre o ordena a isso; Ele simplesmente segue a ordem - chorando, lamentando, com lágrimas em seus olhos. E mesmo quando ele foi morto, a gratidão permanece.

Os Mestres que estavam dizendo a seus discípulos "se você encontrar o Buda no caminho, mate-o" estavam adorando Buda todo dia, manhã, tarde, noite. Eles estavam se prostrando ante Buda. E muitas vezes devem ter sido inquiridos pelos discípulos: "Senhor, você diz se você encontrar o Buda no caminho, mate-o; Então, por que você o adora?" E ele diria: "Porque ele é o único mestre no mundo... Buda é o único mestre no mundo que ajuda você a livrar-se dele também, daí a gratidão".

Você não entendeu a frase. Estas frases têm um significado muito diferente do que parece. Para entendê-las, você terá que se tornar um pouco adulto. Até onde estas frases alcançam, você é como uma criança.

Se você me encontrar no caminho, mate-me. Mas primeiro, por favor, estaja no caminho - onde estarei esperando por você, para ser morto por você. Mas você não sabe de uma coisa que nunca é dita. Esta frase é só metade disto; A outra metade - a primeira metade - está faltando. Antes de você poder me matar, eu matarei você. É como você entrará no caminho!

Osho; The Guest


 
Budismo - publicado às 3:16 PM 29 comentários
CAMPOS MORFOGENÉTICOS
qui, 14 de junho, 2007
 


Havia um arquipélago no Pacífico povoado apenas por macacos. Eles se alimentavam de batatas, que tiravam da terra. Um dia, não se sabe porque, um desses macacos lavou a batata antes de comer, o que melhorou o sabor do alimento. Os outros o observaram, intrigados, e aos poucos começaram a imitá-lo. Quando o centésimo macaco lavou a sua batata, todos os macacos das outras ilhas começaram a lavar suas batatas antes de comer. E entre as ilhas não havia nenhuma comunicação aparente.

Essa história (fictícia) exemplifica uma teoria criada pelo fisiologista inglês Rupert Sheldrake, denominada teoria dos campos morfogenéticos. Segundo o cientista, os campos mórfogenéticos são estruturas invisíveis que se estendem no espaço-tempo e moldam a forma e o comportamento de todos os sistemas do mundo material. Todo átomo, molécula, célula ou organismo que existe gera um campo organizador invisível e ainda não detectável por qualquer instrumento, que afeta todas as unidades desse tipo. Assim, sempre que um membro de uma espécie aprende um comportamento, e esse comportamento é repetido vezes suficiente, o tal campo (molde) é modificado e a modificação afeta a espécie por inteiro, mesmo que não haja formas convencionais de contato entre seus membros. Isso explica porque, no exemplo, todos os macacos do arquipélago de repente começaram a lavar suas raízes, sem que houvesse comunicação entre as ilhas.

Mas outros exemplos na natureza - desta vez verdadeiros - ilustram bem uma organização invisível no comportamento dos animais. Pegue um gato, por exemplo. Separe-o do convívio com outros gatos poucos dias após o nascimento (algo infelizmente comum) e crie-o isolado. Ele vai ter todas as características comportamentais de um gato, as brincadeiras, inclusive o cacoete de só fazer as necessidades na areia (se tiver areia no lugar, claro). Quem ensinou isso? Milhares de anos de evolução, dirão os Darwinistas. Deus, dirão os Criacionistas. Mas nem um nem outro explica a questão: Quem ensinou isso ao maldito gato que foi criado fora do convívio dos outros de sua maldita raça milenar?!

Ainda mais extraordinários são os pássaros jardineiros, cujo ninho é uma obra de arte, feito de palhas e ramos, e que não se esquecem, para encantar mais a fêmea, de enfeitar com o que se denomina "jóias", sejam ervas ou flores, ou pedrinhas todas iguais, para atapetar o chão. Quem ensinou isso? Foi um Deus caprichoso, que estava numa fase mais artistica e deu esse dom pra esse pássaro e não para os outros? Ou foram seus genes, tão caprichosos quanto? Será que, baseado tão-somente na sobrevivência e possibilidades de acasalamento, não seria mais inteligente pra natureza espalhar essa técnica pra todos os pássaros e outros animais?


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Metafísica - publicado às 2:15 PM 46 comentários
A MENTE DAS PLANTAS
ter, 12 de junho, 2007
 


O indiano Sri Jagadis Chandra Bose, bacharel em ciências pela Universidade de Londres, físico, químico e gênio, foi contemporâneo e fez trabalhos famosos com Pauli e Einstein. Pertencia ao grupo de sábios internacionais que compunham a "Real Sociedade de Londres", e em 1899 Bose descobriu a "fadiga" dos metais e a sua recuperação por um processo semelhante ao que acontece com os seres humanos e animais. Percebeu nos gráficos que as curvas apresentadas pelo óxido de ferro magnético levemente aquecido eram muito semelhantes às dos músculos. A fadiga podia ser rechaçada e a recuperação adquirida, fazendo-se o uso de massagens leves ou imersão em um banho quente. Outros componentes metálicos procederam de forma semelhante. Bose também providenciou uma experiência de "envenenamento" dos seus metais. Perplexo, descobriu que a reação era análoga às reações dos tecidos musculares aos venenos.

Escreveu Chandra: "Lidando com tais fenômenos, como traçarmos uma linha de demarcação e dizer aqui termina o físico e além começa o fisiológico? Não, não existem as barreiras absolutas. Foi quando me deparei com o mudo testemunho desses registros autônomos e neles percebi uma fase da unidade abrangente que sustenta em seu âmago todas as coisas - as partículas que dançam sob um raio de luz, a vida fecunda que reveste o planeta, os sóis radiantes que brilham sobre nós - foi então que pela primeira vez compreendi um pouco da mensagem proclamada por meus antepassados às margens do Ganges há 30 séculos: Àqueles que na mutação incessante do universo vêem apenas uma coisa, e só a eles, só a eles, pertence a Verdade Eterna."

A partir dos metais, Chandra Bose chegou às plantas. Em uma série de experiências, Bose mostrou como elas reagem a estímulos tais como toque, música, veneno, calor e choques elétricos da mesma maneira que animais. Cansam-se quando são superestimuladas. Também mediu reações ao álcool que chegaram perto da embriaguez.

Examinando a "planta-telégrafo" (Desmodium Gyrans) cujas folhas simulam os movimentos dos braços da sinalização semafórica, Bose descobriu que o veneno que interrompe esta movimentação também faz parar o coração de um animal. O seu antídoto, em um e outro caso, restaura a vida de todos estes organismos.

Bose encontrou respostas conclusivas de que as plantas se embebedam também com o gim, uísque e outros tipos de bebidas alcoólicas, e de que sob o efeito do álcool cambaleiam como cambaleiam os seres humanos e os animais e aves sob o mesmo estímulo. Também sofrem "ressaca" posterior e necessitam ser ajudadas a se recomporem.

O cientista anestesiou plantas com clorofórmio e suas reações à anestesia e a recuperação delas quando levadas ao ar fresco eram idênticas às dos animais. Bose usou clorofórmio para anestesiar um pinheiro e replantá-lo, evitando qualquer dano à planta.


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Holismo - publicado às 2:01 AM 35 comentários
ABORTO E REENCARNAÇÃO
qua, 6 de junho, 2007
 


O tema "aborto" tem estado em voga na mídia e nos comentários do blog. Como falei na ocasião, não tenho uma opinião formada sobre o assunto, que é muito espinhoso e complexo (porque não envolve apenas a vida da criança, mas a da mãe, a QUALIDADE da vida da criança, da mãe, da família, por extensão da sociedade e do país como um todo). Mas uma dúvida que eu tenho (e que a ciência também tem) é ONDE começa a vida humana??? Eu precisaria saber disso pra ter uma posição mais embasada, pois pra mim, enquanto não houver uma manifestação do espírito humano, eu acho o aborto (até essa etapa) tão criminoso quanto tirar uma rosa ou uma fruta do pé. Afinal, tudo é VIDA, que devemos respeitar, mas que também devemos dispor da maneira mais responsável possível. Mas mesmo isso não está muito claro na minha cabeça, e eu realmente não quero influenciar ninguém sobre isso, até porque é uma questão puramente pessoal (e Deus me livre passar por uma experiência dessas), mas que, como vivemos em sociedade, com regras, precisa-se chegar a um consenso para efeito de LEIS. Não se pode querer nivelar todo um país tomando por base a NOSSA visão espiritual de mundo, ou cairemos no mesmo erro da Igreja Católica na idade média ou do Talibã no Afeganistão! Tem milhares de mães morrendo em função de abortos clandestinos, e uma parcela da sociedade fica naquela Lei do Talião: "Queria matar o bebê? Morreu! Bem-feito!" e isso pra um país que se diz civilizado? Parece até o jogo do bicho: é "ilegal", mas é tolerado porque a realidade do brasileiro é totalmente diferente das suas leis!!

Eu vejo duas saídas possíveis:
1 - Legalizar até certo estágo da gravidez, com a condição do aborto ser feito com acompanhamento psicológico e, em caso de reincidência, fica com a ficha suja na polícia (ou no SERASA, o que atemoriza mais as pessoas).
2 - Proibir "de verdade", e perseguir realmente as clínicas de aborto, com penas mais duras, inclusive pra mãe que o comete (pena de 1 ano de psicólogo, por exemplo).

Tudo isso com campanhas na TV, MUITA conscientização quanto ao uso de contraceptivos, etc. O governo parece que resolveu acordar e baixou o preço da pílula. Falta uma maior divulgação da camisinha como método pra evitar a gravidez, do uso correto da pílula, enfim, falta conscientização. O resultado disso tudo se vê nas camadas mais pobres. É justo, então, dizer a essa parcela da população "Morreu! bem-feito"? É equivalente a ficar do alto de um castelo de ilusões, julgando os outros sem viver a realidade deles.

Mas vamos ao que interessa. Pra nós, que estudamos esoterismo, é importante saber quando acontece a ligação espiritual com o embrião ou feto, pra podermos avaliar tudo isso do ponto de vista metafísico e tirar nossas próprias conclusões. Me deparei, por "acaso", com o capítulo 13 do livro "Missionários da Luz", escrito por André Luiz e psicografado por Chico Xavier. Ele mostra justamente o processo de ligação do corpo perispiritual ao óvulo! Isso mesmo, segundo o livro, a ligação se dá no momento da fecundação! Duas coisas que eu gostaria de deixar bem claro pra quem ler é que:
1- Esta é a visão do espiritismo. Pode não corresponder à verdade, mas, considerando que veio por Chico Xavier, essa é uma das melhores fontes de informação de toda a doutrina espírita.
2 - Não imaginem que sempre vai ter espíritos "trabalhando" no útero de cada mulher que vai engravidar. O caso descrito é de alguém que fez por merecer um acompanhamento maior por parte de seus amigos com conhecimento para tal. Nascer e morrer é uma coisa natural, mas, da mesma forma que uma mulher pode fazer um parto no meio da floresta ou numa UTI automatizada, existem casos e casos.

Vocês podem enriquecer o conteúdo indicando sites ou colocando textos que tratem sobre o mesmo assunto do ponto de vista de outras doutrinas, como budismo, islamismo, judaísmo, etc etc.

MISSIONÁRIOS DA LUZ
CAP XIII
REENCARNAÇÃO

(trechos selecionados)

Alexandre me convidou para ir com ele visitar a casa de Adelino e Raquel, onde aconteceria a reencarnação de Segismundo.
Ele me explicou que, em outros tempos, havia recebido muitos favores daquelas pessoas e se sentia feliz pela oportunidade de ser útil. Comentou as dificuldades do serviço de libertação espiritual e destacou a lei do bem, que convida a todos os filhos de Deus a colaborar e interceder pelos seus semelhantes.
Com surpresa, verifiquei que Herculano nos esperava na entrada. Alexandre, no entanto, disse-se me que havia avisado o amigo sobre nossa visita, recomendando-lhe que trouxesse Segismundo para o trabalho de aproximação.
Herculano nos cumprimentou, com carinho, e disse ao instrutor, esclarecendo:
- Segismundo veio comigo e está nos esperando, lá dentro.
Entramos.
O casal Adelino e Raquel estava jantando com um garoto, que deduzi ser o filho mais velho. Não muito longe, numa cadeira de descanso, estava uma entidade que se levantou assim que nos viu, dirigindo-se a Alexandre.
Herculano, perto de mim, explicou, discretamente:
- É Segismundo.


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Espiritismo, Internacional - publicado às 12:12 PM 45 comentários
A NASA TÁ DOMINADA
sáb, 2 de junho, 2007
 


Salve-se quem puder! Bush conseguiu mesmo paralisar a força das mentes pensantes nos EUA. Tudo, tudo mesmo, gira em torno do petróleo, e toda oposição é ou censurada ou dominada em setores estratégicos pra não mais se opor. Mas, afinal, o que queriam de alguém cuja família tem uma longa tradição em armas (inclusive vendendo armas pra Saddam e Osama) e ele mesmo era dono de uma companhia de petróleo (chamada "Arbusto", quem diria)?

A novidade agora é a declaração do chefe da agência espacial dos Estados Unidos, Michael Griffin, que (felizmente) atraiu críticas de cientistas quando disse não estar certo sobre se o aquecimento global é um problema, e que seria "arrogante" supor que o clima da Terra não deve mudar.

"Não tenho dúvidas de que existe uma tendência para o aquecimento global", disse Michael em entrevista gravada para a Rádio Pública Nacional dos EUA. "Não estou certo de que é justo dizer que se trata de um problema que deveríamos enfrentar. Creio que perguntaria quais seres humanos, quando e onde, deveriam ter o privilégio de decidir que este clima em particular que temos aqui hoje, agora, é o melhor clima para todos os outros seres humanos. Creio que é uma posição muito arrogante para as pessoas adotarem", disse Griffin.

O cientista Jerry Mahlman, especialista em atmosfera - que já foi a principal figura da Administração Nacional de Oceano e Atmosfera (NOAA) dos EUA - disse que a fala de Griffin revela alguém ou "totalmente sem noção" ou "um ideólogo em profunda negação" do aquecimento global.

Outro importante especialista em clima da própria Nasa, James Hansen, consultado pela mesma rádio sobre sua reação, disse: "quase caí da cadeira. Foi uma declaração escandalosa pelo nível de ignorância que mostra em relação à situação atual". Hansen acrescentou que Griffin "parecia não saber que 170 países concordaram que a mudança climática é um problema sério com enormes repercussões e que muitas pessoas sofrerão se não for combatido".

Vários outros cientistas de clima da NASA, contatados pela rede de notícias ABC, apoiaram os comentários de Hansen, dizendo que uma imensa maioria dos colegas acredita que o efeito estufa é um assunto urgente, do qual sociedade deveria estar tratando. Os cientistas pediram que os nomes deles/delas não sejam revelados porque não querem arriscar suas carreiras. Os comentários de Griffin também enfureceram os cientistas fora de NASA. "Eu fiquei chocado pela declaração e penso que o administrador deveria se aposentar. Eu não vejo como ele pode ser o líder de uma agência de ciência se ele não entende a ameaça do efeito estufa", disse Michael Oppenheimer, um cientista atmosférico de Princeton e autor de alguns dos últimos relatórios emitidos pelo Painel Intergovernamental em Mudança de Clima (IPCC), que é a organização considerada a mais respeitada em efeito estufa, composta por milhares de cientistas climáticos.

Os comentários de Griffin foram feitos no mesmo dia em que o presidente americano, George W. Bush, disse que pedirá às nações mais industrializadas do mundo, na semana que vem, que se unam em um novo acordo global para combater a mudança climática quando o Protocolo de Kyoto expirar. Obviamente essa declaração do chefe da NASA é um coringa que Bush vai usar pra não ter que estrangular a economia dos EUA (totalmente dependente de petróleo, panorama que Bush obviamente não quer mudar).

Em um comunicado, Griffin disse mais tarde que é "responsabilidade da Nasa coletar, analisar e divulgar informação. Não é missão da Nasa fazer política sobre possíveis estratégias para atenuar a mudança climática".

Hansen, que participou do documentário "Uma verdade incoveniente", com Al Gore, vem alertando sobre a mudança climática desde os anos 80. Em 2005, ele acusou a NASA de tentar censurá-lo após ele ter alertado que o clima da Terra estava próximo ao ponto de "não-retorno". A agência governamental depois demitiu um apadrinhado de Bush, que trabalhava para uma companhia de petróleo e era o responsável pela censura. Demitido, um dia depois voltou a trabalhar para a companhia petrolífica. Mas, pelo visto, ele não era a única marionete de Bush. Membros do Congresso também criticaram a NASA por cortar os orçamentos de programas de satélite que ajudam monitorar os efeitos de mudança de clima.

Ano passado, muitos cientistas da NASA ficaram preocupados quando perceberam que a agência tinha apagado silenciosamente a frase "para entender e proteger nosso planeta" da declaração de missão da NASA. Os cientistas acreditam que a pesquisa em assuntos como mudanças climáticas sofrerá com a troca de prioridades da NASA para missões de exploração à Lua e Marte. "A Terra sempre foi central para a ciência de NASA", disse Hansen.


 
Ciência - publicado às 3:01 AM 17 comentários