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MUDANÇA DE ATITUDE
seg, 25 de setembro, 2006
 


Em Mateus 9:13 uma importante palavra foi omitida do final:

Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas os pecadores a uma mudança de atitude

Apenas a retirada da palavrinha "mudança de atitude" muda todo o sentido da missão de Cristo, porque ele não veio pra perdoar nossos pecados, e sim nos ensinar a fazer o certo. Não veio nos dar peixe, mas nos ensinar a pescar. Até hoje as pessoas ficam tentando converter as outras com "Aceite Cristo para se livrar dos pecados", "Alcance a salvação!" Isso é ridículo! Exemplo de uma mentalidade infantil e da crença na lei do menor esforço. Resquício da igreja feudal, que lhe garantia a absolvição por meio de práticas abusivas em que você era submisso ao poder da igreja, em troca da garantia de ter seus pecados perdoados. Discurso esse muito usado hoje pelas Igrejas Evangélicas...

Outro absurdo é a "salvação". Salvação de que? Do inferno? Do pecado original? Se for salvação da ignorância que nos coloca como indivíduos, separados um do outro, até aceito, mas o que se vê são as pessoas vendendo a idéia de "filie-se ao meu clube/seita/culto/igreja/ordem para obter a verdade e ser salvo, porque se você não está comigo, está com o capeta/trevas/ignorância". Pague e seja salvo...

Verdade (Emet) é uma palavra que possui a primeira letra, a do meio e a última do alfabeto hebraico. Daí que, quando Jesus se define como o caminho, a verdade e a vida, podemos interpretar a palavra no sentido de ser O princípio, o meio e o fim (qualquer semelhança com Krishna pode não ser mera coincidência).

Referência: Outros exemplos de adulteração do Evangelho


 
Cristianismo - publicado às 4:36 PM 127 comentários
O DISCURSO DE RATISBONA
qua, 20 de setembro, 2006
 


Pode parecer que eu detesto o catolicismo, que fico pegando no pé do Papa, mas o caso aqui é que eu detesto mesmo é a hipocrisia dos homens públicos... Você não vê o líder do Irã falando em paz com os povos, vê?


    Cadê o meu headphone?
Ele é MAU, e embora seus planos e idéias sejam abomináveis, eu o admiro por ser o que verdadeiramente ele É, embora não valha nada. Já o PapaKim Skywalker fica falando em diálogo interreligioso e fingindo de conciliador, quando ele é um cínico inquisidor, sempre com um sorrisinho hipócrita no canto da boca e que durante a vida não fez NADA de concreto para unir as religiões em torno de um denominador-comum, como fez João Paulo II (a acho que JP2 só não fez mais porque o Ratzinger assumiu o controle do Vaticano depois que ele ficou doente).

Segue abaixo uma tradução mea-boca do artigo de Juan José Tamayo, publicado no El País:

O discurso de Bento XVI na Universidade de Ratisbona, que irritou gregos e troianos, situa-se dentro da lógica de seu pensamento desde que iniciou seu giro conservador na década de 70. Como presidente da Congregacão para a Doutrina da Fé, o Cardeal Ratzinger condenou vários teólogos que estavam elaborando uma teologia de pluralismo religioso e diálogo com outras religiões. O ceilandês Tissa Balasurya foi suspenso e posteriormente reaabilitado. O jesuíta belga Jacques Dupuis, professor de Teologia durante quase 40 anos na Índia, sofreu um longo calvário por sua obra Para uma teologia cristã do pluralismo religioso (Bréscia 1997), acusada de graves erros contra os princípios fundamentais da fé divina e católica. Também foram condenadas algumas obras do jesuíta índio Tony de Mello. Mas os três tiveram defensores de luxo: a conferência de jesuítas da Ásia se pronunciou a favor de Tony de Mello; o arcebispo de Calcutá, Henry d' Suoza, e o arcebispo emétiro de Viena, cardeal Franz König, se definiram a favor de Dupuis; numerosas instituições teológicas do mundo se colocaram ao lado de Tissa Balasuriya.

O maior ataque de Ratzinger contra o diálogo interreligioso foi a Declaração da Congregacão para a Doutrina da Fé Dominus Iesus, de 2000, que abriu um racha profundo entre as igrejas cristãs, ao mesmo tempo que dinamitou todas as pontes que vinham fazendo teólogos e teólogas das mais diferentes religiões, líderes religiosos, intelectuais e políticos. Ratzinger afirmava alí que a Igreja católica é "a Igreja verdadeira" e que as "Igrejas particulares" (ortodoxas) e as comunidades eclesiais (protestantes e anglicanas) "não são Igrejas no sentido próprio" (n. 17). O tom era igualmente excludente em relação às religiões não-cristãs. "Se é certo - dizia - que os não-cristãos podem receber a graça Divina, também é certo que, objetivamente eles estão em uma situação gravemente deficitária em comparação aos que, na Igreja, têm a plenitude de meios para a salvação".


    How the Pope stole Christmas

A denúncia da "ditadura do relativismo" é uma constante no pensamento de Ratzinger. Na Dominus Iesus condenava as teorias do tipo relativista que tratam de justificar o pluralismo religioso, "não só de fato, mas de direito", o subjetivismo, o indiferentismo, etc. Ainda ressoam em meus ouvidos as mais severas críticas lançadas contra o relativismo na própria missa anterior a celebração do conclave em que seria eleito Papa. Críticas feitas por uma consciência que possui a verdade exclusiva, e não um partícipe de uma busca conjunta.

A crítica do relativismo leva diretamente a simplificação, deformação e falseamento das posições em contrário. Esses desvios são os que se dão no discurso da Universidade de Ratisbona, em 12 de setembroe, a partir de uma citação, ao meu ver infelize, do Imperador Bizantino Miguel II Paleólogo, que oferece uma idéia beligerante da religião muçulmana e uma imagem violenta do profeta Maomé. A própria citação, independentemente de que se concorde ou não, não foi casual, revela a tendenciosidade do discurso e, objetivamente, situa o discurso do Papa no horizonte da teoria dos choques de civilizações de Huntington, para quem o Islã é "a civilização menos tolerante das religiões monoteístas", e o pensamento etnocêntrico de Sartori, que qualifica o Islã como uma religião totalitária e incompatível com a sociedade pluralista, já que, disse, segue pensando na espada. "Deve ficar claro - afirmava Ratzinger em 1996 - que não se insere no espaço de liberdade de uma sociedade plural".

Bento XVI poderia ter escolhido outros testemunhos de época mais respeitosos com o Islã, como os de Francisco de Assis, de Raimon Llull e "O gentil e os 3 sábios", ou de Nicolás de Cusa, em "A paz da fé". Francisco de Assis se mostrava partidário do diálogo islâmico-cristão e contrário à Cruzada contra os muçulmanos por considerar que o Evangelho manda amar seus inimigos e não fazer-lhes guerra. Uma vez começada a Cruzada, se dirigiu ao campo de batalha e foi falar com o Sultão. Os dois dialogaram em um clima pacífico e rezaram juntos. Estes testemunhos teriam sido muito mais conformes com o objetivo de diálogo de culturas que o Papa dizia promover.

Além do mais, a violência não pertence à essência do Islã, nem a "Guerra Santa" é um dos seus pilares e, menos ainda, um dever dos muçulmanos. Constitui-se mais de uma perversão, uma patologia da religião muçulmana, como é também do cristianismo. Como se encarregaram de demonstrar os estudiosos do Islã, é incorreto e tendencioso traduzir Jihad por "Guerra Santa". Seu verdadeiro significado é esforço.

Segundo Sayyid Abul al' Mawdudi (1903-1979), escritor e político muçulmano, Jihad é antes de tudo uma luta moral no interior da comunidade islâmica, orientada a sua reforma, que consiste em mudanças tanto a nivel pessoal como social. Sem mudança pessoal nas motivações, nos pontos de vista e objetivos da personalidade de cada indivíduo, não servem de nada as mudanças políticas e econômicas. Mudanças que acontecerão de maneira gradual, através da educação, não pela força. Junto a essa mudança pessoal, há que se lutar contra as injustiças e por reformas sociais, fomentando a cooperação para buscar melhores condições de vida para todas as pessoas, com atenção especial às pessoas mais necessitadas, como as viúvas e os órfãos, os inválidos e incapacitados.

Temos de agradecer pelas desculpas de Bento XVI e valorar positivamente a declaração de que ele não se identifica com o testemunho de Miguel II. Mas o problema não está em uma citação ou em um parágrafo da fala do Papa. É o discurso em si, em seu conjunto, cristão-cêntrico e euro-cêntrico, que precisa ser revisado em profundidade, porque não contribue com o diálogo. E optar pelo paradigma intercultural, interreligioso e inter-étnico, em sintonia com a teologia libertadora des religiões e em convergência com as diversas iniciativas de paz no plano internacional.

Juan José Tamayo é diretor da cadeira de Teologia e Ciências das Religiões da Universidade Carlos III, de Madrid, e autor de Fundamentalismos y diálogo de religiones (Trotta, Madrid, 2005).


 
Cristianismo - publicado às 4:58 PM 96 comentários
O QUE É JIHAD?
seg, 18 de setembro, 2006
 


Para entender a Jihad, precisamos entender o que venha a ser o Islamismo. Ele foi originalmente fruto das comunicações do Anjo Gabriel com uma única pessoa: Muhammad (Maomé), que durante 23 anos formou o que conhecemos por Alcorão e a partir daí foi sendo formado um conjunto doutrinário baseado na tradição oral (do que o profeta disse ou fez) e das interpretações dos líderes espirituais de cada país, tribo ou aldeia. Ao contrário do catolicismo, que é monopólio da Igreja Católica e tem até hoje um representante pra dizer o que é ou não católico, o Islamismo se baseia no Corão, mas possui uma vasta liberdade de interpretação, que resultou em "versões" islâmicas das mais liberais (como na Turquia) ao extremismo Talebã do Afeganistão. Por isso, generalizar o Islamismo por conta de atitudes de fanáticos é, antes de tudo, uma tremenda ignorância. Imagine se um grupo de fanáticos evangélicos começassem a matar pessoas tendo por base a interpretação de uma passagem da Bíblia, seria o caso de condenar toda a Bíblia e os grupos evangélicos?


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5 estrelas, Sufismo - publicado às 5:23 PM 28 comentários
PAPA IRRITA MUNDO ISLÂMICO
sex, 15 de setembro, 2006
 


O nosso querido Papa Vade... digo, Bento XVI, em uma aula magna na Universidade de Regensburg (Alemanha), fez a maior besteira que podia fazer na vida: foi falar mal de Maomé. Não diretamente, que ele ainda não está rasgando dinheiro, mas achou que, citando o Imperador cristão ortodoxo Manuel II - que na Idade Média dominava Bizâncio - podia se safar da responsabilidade pela declaração:

"Eu fui lembrado de tudo isso recentemente quando li (...) parte de um diálogo que aconteceu - talvez em 1391 nos quartéis de inverno perto de Ancara - pelo erudito imperador bizantino Manuel II Paleologus e um persa educado nos assuntos do Cristianismo e do Islã, e as verdades de ambos.

Na sétima conversa (...) o Imperador toca no assunto da Guerra Santa. Sem entrar em detalhes, como a diferença entre aqueles que leram o 'Livro' e os 'infiéis', ele se dirigiu ao seu interlocutor com uma rispidez surpreendente na questão central sobre a relação entre religião e violência em geral, dizendo: "Mostre-me o que Maomé trouxe que era novo, e lá você encontrará apenas coisas más e desumanas, como o seu comando de espalhar pela espada a fé que ele pregava".

O Imperador, depois de se expressar tão fortemente, continuou explicando em detalhe os motivos pelos quais espalhar a fé através da violência são desarrazoados. Violência é incompatível com a natureza de Deus e com a natureza da alma. "Deus" - ele disse - "não fica contente com sangue, e não agir razoavelmente é contrário à natureza de Deus. A fé nasce da alma, e não do corpo. Qualquer um que leve alguma pessoa à fé precisa da habilidade de falar bem e de raciocinar apropriadamente, sem violência ou ameaças".

Muito bonitinho, muito civilizado, mas o que se lê nas entrelinhas é uma profunda crítica ao Islã atual, associando-o aos métodos dos tempos das Cruzadas, quando a necessidade de expansão levou os guerreiros árabes a invadir a Europa.

O Vaticano disse que o papa não quis ser ofensivo durante seu discurso. O papa alemão disse e repetiu que apenas citava palavras que não eram suas, e acrescentou que a violência é "incompatível com a natureza de Deus e da alma".

O Ministro do Exterior paquistanês afirmou que as declarações do papa são "lamentáveis". "Qualquer pessoa que descreva o Islã como uma religião intolerante encoraja a violência", afirmou o Tasmin Aslam, porta-voz do Ministério. "O que ele fez foi citar declarações ofensivas de imperadores de centenas de anos atrás", segundo Aslam. "As declarações não foram úteis porque tentamos superá-las, chamando para um diálogo e entendimento entre as religiões", afirmou.

Aslam afirmou que os muçulmanos têm uma longa história de tolerância, acrescentando que quando o rei da Espanha (católico) expulsou os judeus do reino em 1492, eles foram bem-vindos pelas nações muçulmanas do Império Turco Otomano.

Isso tudo ocorre no mesmo momento em que os EUA são pegos tentando forjar uma desculpa pra atacar o Irã, e Bush discursa na Casa Branca dizendo que "Muitas pessoas nos EUA, incluindo eu, vêem esta guerra como um confronto entre o bem e o mal", e que ele observa um "novo despertar religioso" em seu país.

O pior é que a maioria do povo islâmico é facilmente manipulável e seus líderes não são muito afeitos à diplomacia, o que (infelizmente) só reforça a declaração do Papa aos olhos do mundo, mandando toda a espiritualidade do Islamismo pra lá de Bagdá. Uma bomba caseira já explodiu na entrada de uma igreja da Cidade de Gaza (Palestina), enquanto protestos eclodem em todo o mundo Islâmico, comparando o Papa a Hitler.

Pelo visto, o danado do Nostradamus não vai mesmo falhar em suas profecias...

Saudades do João Paulo.


 
Cristianismo - publicado às 4:46 PM 57 comentários
RESSONÂNCIA SCHUMANN
 


Confesso que sou chato, mesmo. Quando a maioria das pessoas aceita algo como verdade, eu sempre fico com o pé atrás. Um artigo muito citado e pouco combatido do Teólogo Leonardo Boff, publicado no Jornal do Brasil em 05/03/2004, nos fala da Ressonância Schumann que, segundo ele, está afetando a forma como percebemos o tempo. Faz muito sucesso nos meios esotéricos e se utiliza de elementos da ciência pra passar uma certa credibilidade. Vejamos:

Não apenas as pessoas mais idosas mas também jovens fazem a experiência de que tudo está se acelerando excessivamente. Ontem foi Carnaval, dentro de pouco será Páscoa, mais um pouco, Natal. Esse sentimento é ilusório ou tem base real?

Pela ressonância Schumann se procura dar uma explicação. O físico alemão Winfried Otto Schumann constatou em 1952 que a Terra é cercada por uma campo eletromagnético poderoso que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100km acima de nós. Esse campo possui uma ressonância (dai chamar-se ressonância Schumann), mais ou menos constante, da ordem de 7,83 pulsações por segundo. Funciona como uma espécie de marca-passo, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum de todas as formas de vida. Verificou-se também que todos os vertebrados e o nosso cérebro são dotados da mesma frequência de 7,83Hz (hertz).

Por milhares de anos as batidas do coração da Terra tinham essa freqüência de pulsações e a vida se desenrolava em relativo equilíbrio ecológico. Ocorre que a partir dos anos 80, e de forma mais acentuada a partir dos anos 90, a freqüência passou de 7,83 para 11 e para 13Hz por segundo. O coração da Terra disparou.

Coincidentemente, desequilíbrios ecológicos se fizeram sentir: perturbações climáticas, maior atividade dos vulcões, crescimento de tensões e conflitos no mundo e aumento geral de comportamentos desviantes nas pessoas, entre outros. Devido à aceleração geral, a jornada de 24 horas, na verdade, é somente de 16 horas. Portanto, a percepção de que tudo está passando rápido demais não é ilusória, mas teria base real nesse transtorno da ressonância Schumann.

O texto continua, mas a parte principal é essa acima. Seria verdade? De fato, a Ressonância Schumann existe, mas ao contrário do que o texto diz, a ressonância não é constante em 7,8Hz. Na verdade poderíamos falar em "Ressonâncias Schumann" pois, embora 7,8Hz seja a mais forte, existem oscilações de 8, 14 e até 20Hz nesta faixa. Outro erro é dizer que houve uma mudança nas ondas a partir dos anos 80. Ao longo dos anos, as freqüências oscilam levemente (menos de 0,3 Hz) em torno da média devido à radiação de microondas do Sol, mas, como podemos ver aqui, não é nada que chame a atenção. O único detalhe interessante é que a freqüência está chegando próximo a 8Hz, e SE houver alguma relação entre o nosso cérebro e essa freqüência (não há nada cientificamente provado, nem mesmo sugerido, à respeito), isso significa que estaremos saindo da influência entorpecente das ondas Teta para um maior "despertar" das ondas Alfa. Mas isso é apenas uma leitura esotérica, não científica. Mas, enfim, o site é esotérico... hehehehe.

Enfim, é pura besteira essa coisa do tempo estar mais acelerado por conta das ondas Schumann, pois, se o fose, o tempo percebido por nós estaria apenas 0,3 mais rápido, quando qualquer pessoa pode dizer que o tempo nos parece estar MUITO mais acelerado que isso... embora o relógio continue marcando as 24 horas.

Referência: Ressonância de Schumann: Quando o holismo se tornou reducionista;
Transition to the age of frequencies: Schumann waves, weather and mind control.


 
Ciência, Holismo - publicado às 1:04 AM 39 comentários
FRONTEIRAS DE SANGUE
ter, 12 de setembro, 2006
 


O major Peters redesenha com sangue o mapa do Oriente

Por Nafeez Mosaddeq Ahmed

Num artigo que atraiu pouca atenção, publicado no início de agosto na Armed Forces Journal, uma revista mensal para oficiais e dirigentes da comunidade militar dos EUA, o major da reserva (antecipada) Ralph Peters apresenta as últimas idéias do pensamento estratégico americano. Elas são extremamente inquietantes.

O major Peters, antes designado para o Gabinete do Comandante Adjunto do Estado Maior para Inteligência, que se responsabiliza pelas guerras do futuro, descreve com franqueza como se deveria revisar fundamentalmente o mapa do Oriente Médio, num novo esforço imperial voltado para corrigir erros do passado. "Sem revisões importantes das fronteiras, desta ordem, nunca veremos um Oriente Próximo mais pacífico", observa. E agrega espertamente: "Ah, sim, um pequeno segredo com mais de 5 mil anos de história: a limpeza étnica funciona".


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Política - publicado às 4:17 PM 35 comentários
ESTRUTURALISMO
ter, 5 de setembro, 2006
 


Minha vida acadêmica é das mais esquisitas, desde o primário, por causa do meu jeito relaxado... Após quase perder o curso de Design por conta de esquecimento da data de matrícula - muito embora ninguém acreditasse que uma pessoa fosse capaz de esquecer por quase dois meses que freqüenta uma faculdade - ficaram com pena de mim e consegui voltar. Agora já apareci com outro problema, que só veio a confirmar minha demência. Dessa vez aconteceu de eu passar mais de um mês assistindo aulas de um professor de outro curso achando que era um professor e uma matéria de Design.

Não vou torrar a paciência de vocês contando o COMO ocorreu, pois o interessante é que, graças aos esforços da coordenação (que a essa altura já deve me considerar um "aluno especial", no sentido Down da palavra) eu vou continuar assistindo a cadeira do outro curso, já que eu perdi mais de meio semestre da que eu me matriculei originalmente. E devo confessar que estou adorando, pois a cadeira, que eu descobri (bem depois) ser "Sociologia da arte", versa basicamente sobre Estruturalismo e sociedade.

E o que seria o Estruturalismo? Ele foi a antítese do Existencialismo. Durante as décadas de 40 e 50, o Existencialismo como era praticado por Jean-Paul Sartre era o modo dominante. O Estruturalismo rejeitava a noção existencialista de liberdade humana radical e, ao invés disso concentrava-se na maneira que o comportamento humano é determinado por estruturas culturais, sociais e psicológicas.

O que seria estrutura? Pode-se pensar em elementos construtivos particulares que formam um corpo. Essa estrutura existiria antes como um projeto, uma intenção que organizaria as formas particulares. Tal projeto pode ser aplicado tanto no campo arquitetônico como no social. O Estruturalismo se preocupa em descobrir as bases que moldam o ser humano.

Abro um parêntese aqui pra confessar que me apaixonei logo de cara por esta matéria. A idéia de um "projeto" localizado não se sabe aonde é praticamente metafísica, se pensarmos que o próprio corpo humano, na sua formação intra-uterina, SEGUE um projeto de construção que está codificado no DNA, que tem o tamanho de 2,3 nanômetros. E a ciência não sabe explicar como cada célula criada sabe exatamente qual o seu papel e como ela tem na "memória" a construção de como é o corpo.

Para o mais proeminente praticante do estruturalismo, o antropólogo e etnógrafo Claude Lévi-Strauss, a base comum que existe no ser humano é que o Homo Sapiens se difere da natureza, pois todo ser humano ROMPE com a natureza para adentrar o mundo cultural. É, assim, um ser apartado de seu meio natural. Isso acontece porque, antes de cada indivíduo vir ao mundo, já existe ao seu redor os códigos morais, sociais, a língua, a postura diante da vida, que é repassada de geração a geração. Entre você e a natureza há o Ego, uma forma particular de visão, localizada no tempo e no espaço.

Isso me lembrou o filme The Matrix, quando o Agente Smith desabafa pra Morpheus que o ser humano só poderia ser categorizado como um Vírus, pois, segundo ele: "Todos os mamíferos do planeta instintivamente entram em equilíbrio com o meio-ambiente, mas os humanos não. Vocês vão para uma área e se multiplicam, e se multiplicam, até que todos os recursos naturais sejam consumidos".

Lévi-Strauss analisou fenômenos culturais (incluindo mitologia, relações de família e preparação de alimentos) e explicou que os antônimos estão na base da estrutura sócio-cultural. Em seus primeiros trabalhos demonstrou que os grupos familiares tribais eram geralmente encontrados em pares, ou em grupos emparelhados nos quais ambos se opunham e se necessitavam ao mesmo tempo. Na Bacia Amazônica, por exemplo, duas grandes famílias construíam suas casas em dois semi-círculos frente-a-frente, formando um grande círculo. Também mostrou que os mapas cognitivos, as maneiras que os povos categorizavam animais, árvores, e assim por diante, eram baseados em séries de antônimos. Mais tarde em seu trabalho mais popular "O Cru e O Cozido", mostra como um antônimo aqui transformava-se em outro antônimo alí. Cultura, explicou Lévi-Strauss, é um processo dialético: tese, antítese, síntese.

O Estruturalismo têm sido freqüentemente criticado por ser não histórico e por favorecer forças estruturais determinísticas em detrimento do livre-arbítrio. Mas, até onde vai nosso livre-arbítrio, e principalmente: o QUANTO exercemos DE FATO nosso livre-arbítrio?

Até mesmo Michel Foucault, um Pós-Estruturalista, teve sua fase estrutural em livros como "A Ordem do Discurso", onde examina a história da ciência para estudar como estruturas de epistemologia (teoria da ciência) moldavam como as pessoas imaginavam o conhecimento e o saber. E devemos reconhecer a existência do Estruturalismo até mesmo na forma que foi criado (como a antítese do existencialismo) e como foi deixado de lado (com seu Nêmesis no Pós-Estruturalismo). Aguardemos a síntese.

Referência: Mais sobre o Estruturalismo


 
Filosofia - publicado às 2:05 AM 69 comentários
CONTATO EXTRATERRESTRE EM 2006??
sex, 1 de setembro, 2006
 


Jan Val Ellam é o pseudônimo do executivo potiguar Rogério de Almeida Freitas. Autor de quase 15 obras que abordam os pontos de convergência entre o pensamento cristão, a doutrina de Allan Kardec e pesquisas relacionadas à ufologia, ele tem se destacado por fazer afirmações fortes e contundentes, em todas essas áreas.

Em visita recente à capital de Mato Grosso do Sul, Ellam concedeu uma longa entrevista ao editor da Revista UFO, em que fala de dois momentos que marcarão para sempre a humanidade: um holocausto no Oriente Médio, e o contato oficial da humanidade com os extraterrestres.

Veja a seguir textos selecionados de parte da matéria, disponível no site da Revista UFO:


Jan Val Ellam é um homem que, apesar de ousado, sempre foi equilibrado e reconhecido pela seriedade com que trata os assuntos ufológicos e espiritualistas, avesso ao sensacionalismo ou à primariedade nas discussões sobre tais temas. Mas saiu definitivamente de sua posição de prudência e contenção nas últimas semanas, surpreendendo a todos com afirmações da maior gravidade sobre fatos que estariam para ocorrer no planeta. "Nunca quis nem quero aparecer, e trabalho para divulgar informações que recebo por julgá-las importantes para muitas pessoas. Agora, o que comecei a receber desde março passado tem sido tão pesado e tão contundente que precisarei revelar a tantos quantos queiram me ouvir".

Ellam sustenta que foi informado de que o momento de um contato oficial e formal com nossos visitantes extraterrestres está não apenas próximo, mas que já tem data marcada para acontecer – dentro dos próximos meses, entre novembro de 2006 e abril de 2007.

"Será algo para ninguém duvidar. Nem a mídia, nem os cientistas e nem mesmo os governos. Não haverá como alguém contestar. E depois disso, eles voltarão algumas outras vezes, sempre a preencherem os céus com seus veículos gigantescos, mas não pousando nem interagindo conosco até que chegue o momento certo."

Infelizmente, também segundo Ellam, tal contato formal – um marco decisivo na trajetória da espécie humana – talvez venha a ser prenunciado por uma tragédia humana: a explosão de uma ou talvez duas armas nucleares ou bombas químicas no Oriente Médio, por volta de 04 de outubro desse ano. "Tudo leva a crer que tais explosões estejam relacionadas com a recente guerra entre Israel e o Hezbollah, que ainda não acabou, como se pensa. Mas estas informações me foram passadas alguns meses antes de iniciado o conflito, quando ele nem era cogitado", declarou.

"'Eles' me pediram algo que jamais haviam feito até então, para que eu veiculasse dois avisos. O primeiro referente a uma possível devastação no Oriente Médio, a ocorrer entre os dias 03 e 05 de outubro, mais especificamente nas terras da Palestina, promovida por explosões de ordem nuclear, biológica ou química. O outro é um contato oficial e definitivo com seres extraterrestres, através do cumprimento da promessa feita por Jesus, quando aqui esteve, de retornar à Terra em seu estado natural de autoridade celeste.

Este será o primeiro contato oficial que os terrestres teriam com seres de outros orbes nos tempos atuais. Independente da devastação ocorrer ou não – pois persistiria o esforço dessas hostes em evitar tal estupidez –, seu retorno ocorreria pouco depois, em um período compreendido entre a segunda quinzena de novembro de 2006 até o mês de abril de 2007.

Esse fato marcará o primeiro momento da tão esperada reintegração de nosso planeta ao intercâmbio cósmico. Seria o fim do isolamento que há muito temos experimentado, vivendo aqui na Terra uma espécie de 'quarentena cósmica'. Afinal, somos as 'companhias indesejáveis' dessa parte da galáxia, pois cometemos todo tipo de crime que atenta contra a dignidade da vida. Após essa primeira visita – que será objetiva, clara, inequívoca, filmada e retratada, porém rápida, talvez de algumas horas ou menos – outras se seguiriam, acostumando mais e mais o ser terrestre à retomada da convivência com as outras humanidades celestes, num primeiro momento, seguindo-se, em tempos futuros, de contatos com muitas outras espécies extraterrestres, todas elas vinculadas ao que chamo de 'ideal de fraternidade cósmica'.

Revista UFO: Você não tem medo de apresentar estes fatos em suas palestras e aos leitores da UFO, e ser com isso visto como um guru ou mesmo um lunático, o que colocará em risco toda a credibilidade que adquiriu em duas décadas de trabalho espiritual e ufológico?

Jan Val Ellam: Não, não tenho. Estou agindo assim porque não encontro outro modo para conviver com esses fatos. Seria cômodo, até mesmo uma boa estratégia perante a ótica humana permanecer calado, sem me expor, registrando essa data de algum modo e depois confirmar que ela já era do meu conhecimento. Se dependesse somente das minhas conveniências, não tenha dúvida de que essa seria minha atitude. Contudo, para meu desespero, existe um pedido explícito por parte desses seres que chamo de 'irmãos cósmicos', que me leva entender com clareza o que foi realizado por eles ao longo desses 20 anos de convivência.


Posts relacionados: O dia em que Jesus não veio;
A volta de Jesus;
O "Caso Ellam" analisado pelo espiritismo


 
Ufologia - publicado às 3:04 PM 207 comentários