Página principal

   
5 estrelas
Budismo
Ciência
Cinema
Cristianismo
Espiritismo
Filosofia
Geral
Hinduísmo
Holismo
Internacional
Judaísmo
Metafísica
Pensamentos
Política
Psicologia
Sufismo
Taoísmo
Ufologia
Videolog


Ver por mês


Últimos comentários

Retornar à página principal


DALAI LAMA NO BRASIL (parte 4)
dom, 30 de abril, 2006
 


Adaptado da Folha Online

No sábado, o Lama teve uma agenda intensa na cidade de São Paulo, que iniciou-se com uma palestra para cerca de 6 mil pessoas no ginásio do Ibirapuera (zona sul de São Paulo).

No evento, o Dalai Lama elogiou e disse que Jesus Cristo foi um "grande mestre". Durante sua fala, o Dalai Lama percorreu temas que iam de compaixão à ética budista. "Não sei se a compaixão é benéfica para quem a recebe, mas tenho certeza que é para quem a pratica".

No início de sua exposição, Gyatso foi interrompido por gritos de "lindo" e "viva o Dalai Lama". Uma fã mais exaltada invadiu o palco e testou a impassibilidade e concentração do Lama, ao dar um demorado "banho de língua" no pescoço do líder budista.

A conferência deu espaço para o público fazer perguntas por meio de papéis entregues à organização do evento. Uma delas questionava se aquele que é considerado a reencarnação do Buda da Compaixão também sentia raiva. "Sim, pois sou humano. Quando as coisas dão errado sinto raiva"

Ao ser perguntado sobre sua opinião em relação a Jesus Cristo, o Dalai Lama falou: "Jesus foi um grande mestre, quanto a isso não há dúvida alguma. Alguém que influenciou tantas pessoas por tanto tempo certamente não é ser ordinário. Entendo que ele foi alguma manifestação de um Buda".

Após o evento, o Lama se dirigiu à praça Túlio Fontoura (zona sul), onde aconteceu a inauguração do "Espaço Gandhi", em homenagem ao líder indiano Mahatma Gandhi. A visita do Dalai Lama ao Brasil foi encerrada em um ato ecumênico na Catedral da Sé, em que d. Cláudio Humes, Henry Sobel e outros líderes religiosos celebraram a inter-religiosidade. O evento foi gratuito e quem não conseguiu entrar na catedral viu o ato da Praça da Sé, onde havia um telão. Segundo a PM, cerca de 1.500 pessoas estiveram dentro da catedral e 2.500 na praça.


Continuar a leitura

 
Budismo - publicado às 10:13 PM 50 comentários
BUDISMO
sáb, 29 de abril, 2006
 


O budismo começou graças aos esforços de um homem: Siddhartha Gautama. O cara foi um príncipe que viveu por volta de 563 a.C. até 483 a.C. Nasceu em berço de ouro, no clã dos Sákya (ou Kshatriya, ou Xátria), onde foi bajulado pelo pai, que o cercou de todos os mimos, criando praticamente uma Matrix dentro da Matrix. Como os Sákyas eram uma casta guerreira (ou seja, viviam para lutar) Siddhartha era especialista em artes marciais e tinha haréns das mais belas mulheres... voluptuosas... todas de trajes sumários... (...) hã, onde eu estava, mesmo? Ah, sim, o que poderia ter se tornado mais um filhinho de papai nos rodapés da história acabou se tornando o primeiro homem a sair da Matrix (muito antes de Jesus ou Sócrates darem as caras por essas bandas).



    "Será que eu sou o Neo sonhando que sou Siddhartha, ou serei eu uma borboleta sonhando que sou um príncipe?" A resposta não está longe...
Sua mente curiosa sempre estava observando as coisas ao seu redor, e o mais importante: questionando-as! Ainda pequeno foi a um passeio com o pai. Deteve-se particularmente na frente de um campo sendo preparado para a semeadura. De repente, viu no solo revolvido um verme ser devorado por um pássaro que lá descansava. Alçando vôo, este pássaro foi atacado em pleno ar por uma ave de rapina. Com o pássaro nas garras, a ave voou, mas uma flecha foi disparada, atingindo o peito da ave de rapina. Siddhartha manteve-se por algum momento em transe, sem entender. Depois, ficou chocado pelo que acabara de assistir, enquanto procurava uma resposta plausível para a indagação: "O que leva os seres vivos a se matarem entre si?". Este fato o fez lembrar que sua mãe morrera quando ele nasceu. Não conseguia entender a tragédia que assolava a vida de todos os seres. "Ninguém estava livre do sofrimento", pensou. Mesmo com todo o luxo e distrações, vez ou outra os olhos do príncipe perdiam o brilho e o pensamento dirigia-se para os problemas da vida, que continuava afligindo-o. Sua natureza profundamente introspectiva o levou a ser apelidado de Sákyamuni (o sábio silencioso dos Sákyas). Freqüentemente se afastava da companhia de seus amigos e família para se sentar calmamente nos jardins que circundavam o palácio.

Um dia resolveu sair de casa sem avisar ao pai, sem as pompas de costume, acompanhado somente com o seu fiel escudeiro, Channa, pelas ruas estreitas de Kapila. Então ele conheceu a cidade como realmente era, sem os enfeites e as festas. Conheceu a pobreza, a velhice e a morte. Conheceu também um monge mendicante, que tinha a cabeça raspada e vestia apenas um manto amarelo. Foi na serenidade desse monge que Siddhartha percebeu que existia uma saída de todo esse sofrimento, que conduzia ao despertar. Quis então descobrir o segredo dessa serenidade e doá-la ao mundo. Ele refletiu que os ignorantes, embora fadados a ficarem velhos, doentes e morrerem, desprezam e abominam aqueles que estão passando por esta situação. Se todos nós passaremos por tudo isso, não é correto que tenhamos repulsa ou desprezo pela velhice, pela doença ou morte de outrem. Quando passou a pensar desse modo, desapareceu de Siddhartha todo o orgulho que sentia pela sua juventude, saúde e vida.


Continuar a leitura

 
Budismo - publicado às 4:42 PM 73 comentários
DALAI LAMA NO BRASIL (parte 3)
sex, 28 de abril, 2006
 


DALAI-LAMA RECUSA FAMA DE "MILAGREIRO"

Da Folha Online

"Se vocês vieram aqui com a expectativa de que o Dalai Lama possua algum tipo de poder, bem, isso é uma bobagem". Foram estas as palavras iniciais de Tenzin Gyatso, 70, o Dalai Lama, líder máximo do budismo, no seminário ministrado nesta sexta-feira (28) em São Paulo, no Palácio das Convenções do Anhembi (zona norte).

Gyatso falou sobre a relação de sua crença com a ciência e a educação para mais de 2.500 pagantes. A pedido de Gyatso, as luzes da platéia ficaram acesas, para que ele pudesse "olhar nos olhos de cada um" enquanto falava.

Por fim, o mentor do povo tibetano criticou o hedonismo, dizendo ser "impossível pensarmos apenas no prazer a curto prazo".


VISITA DO DALAI-LAMA MOVIMENTA COMÉRCIO NO ANHEMBI

Adaptado da Folha Online

Durante o seminário em São Paulo, principalmente durante os intervalos - e mesmo enquanto a palestra acontecia - dez tendas vendiam souvenir com temas tibetanos e budistas. A lista de itens era extensa: adesivos, imãs, pôsteres, pulseiras, etc.


Dalai Lama e seu "Dalaizinho"
A advogada Priscila Barreto, 29, comprou um quadro com um mantra para proteger sua casa por R$ 25,00. Carioca, ela diz precisar de muita segurança onde mora, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio. Já fez viagens religiosas à Itália e ao sul do Brasil, mas afirma "ainda estar buscando o budismo". Com a vinda para São Paulo, ela conta ter desembolsado pouco mais de R$ 500,00.

O próprio Dalai Lama aproveitou a platéia endinheirada para vender alguns objetos da sua grife. Para as meninas, um boneco de 70cm de um Dalai Lama criança foi vendido por R$ 100,00. O boneco pronuncia frases budistas, como "tudo é impermanente" e "se você quer ser feliz, pratique a compaixão". Já para os meninos, uma versão mais aventuresca do líder budista em forma de um boneco articulado de 7.5cm, equipado com uma metralhadora 'Tibetan terror' AK-12 e uma pistola 'automatic Nirvana' Magnum66, está custando a bagatela de R$ 30,00.


Parte 1
Parte 2
Parte 4
Parte 5


 
Budismo - publicado às 10:15 PM 23 comentários
DALAI LAMA NO BRASIL (parte 2)
qui, 27 de abril, 2006
 


Na entrevista coletiva realizada ontem, às 15h, o líder máximo da tradição tibetana falou pela primeira vez desde que chegou ao Brasil. Seu discurso foi do elogio à ciência ao desencorajamento do "novo budismo". "O budismo pode abrir mão de suas próprias tradições caso a ciência demonstre que essas tradições contrariam a lógica, o raciocínio e a experimentação". O lama também classificou a moda budista no Ocidente como "um erro": "Sempre digo que é mais seguro manter sua própria tradição em vez de se aventurar e adotar uma nova tradição religiosa, com a qual não se tenha intimidade". A crítica foi, sobretudo, aos "new age" que "misturam elementos de várias religiões e acabam esquecendo as origens singulares de cada uma".

Sua Santidade o Dalai Lama começou hoje às 9h30 sua agenda de visitas no Brasil, indo ao templo budista (chinês) Zu Lai, em Cotia (Grande São Paulo), participar de um evento cujo tema era "Natureza e treinamento da mente no budismo tibetano". Mais um exemplo de que suas diferenças com a China se dão no campo político, não no humano.

O Lama chegou ao local às 9h30 e foi recebido por cerca de 25 estudantes que empunhavam flâmulas do Brasil. Após cumprimentar as crianças, o religioso se dirigiu a uma cerimônia reservada com a monja superiora do monastério. Antes do início da exposição ao público em geral, duas crianças do colégio Sidarta levaram uma bandeira do Brasil ao dalai-lama. Sorridente, ele abriu a bandeira e mostrou-a ao público. O colégio Sidarta participa do projeto "Filhos de Buda", por meio do qual o Templo Zu Lai atende crianças da favela do Chiclete.


Continuar a leitura

 
Budismo - publicado às 10:34 PM 10 comentários
DALAI LAMA NO BRASIL (parte 1)
qua, 26 de abril, 2006
 


Dalai significa "Oceano" em mongoliano e "Lama" é a palavra tibetana para mestre, guru. Dalai Lama ("Oceano de Sabedoria") foi o título dado pelo regime mongoliano à Altan Khan (o terceiro Dalai Lama) e agora é aplicado a cada encarnação na sua linhagem. Os Dalai Lamas são mostrados como sendo a manifestação de Avalokiteshvara, o Bodhisattva da Compaixão, cujo o nome é Chenrezig em tibetano.

O Dalai Lama tinha 25 anos quando o exército chinês invadiu o Tibet e ele fugiu pra Índia cruzando as montanhas do Himalaia. Hoje, o Tibet é uma província da China.

Promover a harmonia entre as religiões se tornou uma de suas missões na vida.

"Uma religião só não é suficiente porque a humanidade tem tradições diferentes. Precisamos de uma variedade de religiões para um povo variado", falou em entrevista ao Fantástico, para promover sua visita ao Brasil nos dias 27 a 29 de Abril em São Paulo.



Continuar a leitura

 
Budismo - publicado às 11:17 PM 28 comentários
POR UMA VIDA MENOS ORDINÁRIA
ter, 25 de abril, 2006
 


    Yann Tiersen - Les jours tristes
Lembro que o lema do blog era "Por uma vida menos ordinária". Acho que isso dizia tudo. Os blogs nada mais eram do que registros de futilidades, uma forma de satisfazer a necessidade de atenção que todos nós temos (sim, estou me incluindo aí) em um nível ou outro. Dizem até que o nome Blog vem da sigla "B-log = Bullshit log", ou registro de porcarias.

Nesse tempo eu já estava há anos engajado no trabalho de fazer da Internet uma "Nova Alexandria", onde o conhecimento devia ser para todos, sem barreiras econômicas, linguísticas ou sociais. O conhecimento era disseminado de forma virótica, as pessoas estavam sedentas de informação, empolgadas com essa nova ferramenta que era a internet, mas confusas com todas as novas dificuldades que o cybespaço trazia. E uma mão lavava a outra, pacientemente, cada um da sua forma, somando forças para reforçar as trincheiras da sociedade livre. Essa fase romântica durou de 96 a 2000, por aí. A navegação foi ficando mais fácil, mais pessoas entrando e trazendo todas as suas bagagens emocionais para dentro desse novo território. E com isso a segregação por países, a má educação, a futilidade, o desprezo. O comércio deu a tônica, e como sempre fazem, investem na individualidade em detrimento da sociedade (dividir para conquistar... e vender mais).

Há uma certa decepção em ver aquilo no qual você investiu tanto esforço e esperança crescer e se tornar um adolescente medíocre, mas nem tudo foi perdido: se hoje temos MP3 de graça e filmes pra baixar, isso se deve ao esforço de milhares de anônimos que uniram força para lutar pela liberdade e dizer não ao paradigma do "pague para ter".

Mas, voltando ao blog, eu considerava essa ferramenta mais um reflexo da estupidez que estava dominando a internet. Mas aí eu pensei: eu poderia subverter o uso dessa coisa, e colocar tudo aquilo que sai da "normalidade" e que a sociedade faz questão de ignorar para manter o povo sem pensar, sem questionar. E minha vida era cheia de "causos" anormais. Então começou o Acid Blogger.


Continuar a leitura

 
Pensamentos - publicado às 6:03 PM 44 comentários
KRISHNAMURTI: AMOR
qui, 20 de abril, 2006
 


A necessidade de segurança nas relações gera inevitavelmente o sofrimento e o medo. Essa busca de segurança atrai a insegurança. Já encontrastes alguma vez segurança em alguma de vossas relações? Já? A maioria de nós quer a segurança no amar e no ser amado, mas existirá amor quando cada um está a buscar a própria segurança, seu caminho próprio? Nós não somos amados porque não sabemos amar.

Que é o amor? Esta palavra está tão carregada e corrompida, que quase não tenho vontade de empregá-la. Todo o mundo fala de amor - toda revista e jornal e todo missionário discorre interminavelmente sobre o amor. Amo a minha pátria, amo o meu rei, amo um certo livro, amo aquela montanha, amo o prazer, amo minha esposa, amo a Deus. O amor é uma idéia? Se é, pode então ser cultivado, nutrido, conservado com carinho, moldado, torcido de todas as maneiras possíveis. Quando dizeis que amais a Deus, que significa isso? Significa que amais uma projeção de vossa própria imaginação, uma projeção de vós mesmo, revestida de certas formas de respeitabilidade, conforme o que pensais ser nobre e sagrado; o dizer "Amo a Deus" é puro contra-senso. Quando adorais a Deus, estais adorando a vós mesmo; e isso não é amor.

Incapazes, que somos, de compreender essa coisa humana chamada amor, fugimos para abstrações. O amor pode ser a solução final de todas as dificuldades, problemas e aflições humanas. Assim, como iremos descobrir o que é o amor? Pela simples definição? A Igreja o tem definido de uma maneira, a sociedade de outra, e há também desvios e perversões de toda espécie. A adoração de uma certa pessoa, o amor carnal, a troca de emoções, o companheirismo - será isso o que se entende por amor? Essa foi sempre a norma, o padrão, que se tornou tão pessoal, sensual, limitado, que as religiões declararam que o amor é muito mais do que isso. Naquilo que denominam "amor humano", vêem elas que existe prazer, competição, ciúme, desejo de possuir, de conservar, de controlar, de influir no pensar de outrem e, sabendo da complexidade dessas coisas, dizem as religiões que deve haver outra espécie de amor - divino, belo, imaculado, incorruptível.


Continuar a leitura

 
Pensamentos - publicado às 5:20 PM 46 comentários
FALHA NA MATRIX FAZ APOSTADOR GANHAR NA MEGASENA
 


Engraçado como a espiritualidade (sincronicidade, coincidência, Deus, Jeová) se manifesta em nossas vidas e geralmente não nos damos conta. Às vezes somos literalmente empurrados a algo pela intuição e, na maioria das vezes, não percebemos (e até nos impedimos de receber esse algo!). São as sincronicidades, ou falhas da Matrix, que permitem um vislumbre do mecanismo do Universo e, algumas vezes, sua manipulação.

Ontem um amigo meu ganhou na Megasena. Uma quadra, é verdade, mas foi um dos 3.135 felizardos a ganhar quase R$ 300 reais. Até aí nada demais, a não ser pela história por detrás disso. Primeiro, esse cara nunca se interessou por apostas, e não joga há uns 15 anos. Concordo com ele: é uma idiotice alguém dar tanto dinheiro pra um jogo de azar, onde o grande beneficiário é esse governo corrupto. Mas voltemos à história: Era dia 18 de abril e ele sequer sabia que a Megasena estava acumulada quando, conversando com sua prima no MSN, ela mencionou (do nada) que tinha jogado, e que estava acumulado em 10 milhões. Então ele perguntou o que ela ia fazer com tanto dinheiro, e ela respondeu que iria comprar apartamentos para as pessoas com maior dificuldade econômica do círculo familiar. Nada de viagem pelo mundo, nada de comprar bobagens... A surpreendente declaração ficou ecoando pelo cérebro dele como um bom uso para o dinheiro...

Horas depois, uma série de fatores o levaram a uma lotérica: o carro que ele devia levar pra oficina não foi aceito lá, uma blitz policial quase o pára, obrigando-o lembrar que este era o último dia para pagar o IPVA, que ele só ia pagar depois do dia 23, já que ia deixar o carro na oficina e não ia usar a semana toda, mas como ainda ficaria com o carro (e graças ao susto que passou) então foi literalmente obrigado por força das circunstâncias a ir numa lotérica (os bancos já tinha fechado) e encarar a maldita fila cheia de apostadores pra pagar o boleto. Sim, ele percebeu a "coincidência", e resolveu fazer algo que ele normalmente não faria: jogar. Pegou um volante e foi pra fila. Quando viu o preço (R$ 1,50) desistiu imediatamente. E ficou fazendo longos protestos mentais contra essa roubalheira governamental. Ficou quase uma hora lá, e o ócio o fez entrar num estado mental de profunda dispersão sensorial - algo que ele faz com facilidade e que, por sinal, é o mesmo estado da meditação. E foi aí que ouviu de forma nítida em sua mente os números 27 e 37. Ele riu, depois ficou olhando para os lados pra ver se alguém tinha uma caneta. Não tinha, então desistiu da idéia (até porque eram só dois números) quando veio à sua mente o número 50. Novamente o impulso de escrever. Novamente a racionalidade: "Isso é algum apostador desencarnado me assediando. Não dou R$ 1,50 nem a pau! Se os espíritos soubessem o número da Loto, os centros espíritas seriam suntosos e os médiuns e macumbeiros seriam ricos."

E assim ele saiu da "meditação" e passou a olhar para as garotas da fila, e viu que isso era bom. A teoria da relatividade se fez presente o tempo passou mais veloz, até chegar a vez dele. Pagou o IPVA, e quando recebeu o troco sentiu aquela vontade imensa de jogar. Pressionado em agir rapidamente (tinha mais gente esperando) cedeu ao impulso, e pegou lá mesmo uma caneta e marcou 27, depois quando ia marcar 37, logo abaixo, pensou: "não, não vai sair dois números tão parecidos" e marcou o 50, depois abriu a mente pra intuir mais números, e veio o 38, e ele pensou: "esse sim, pode cair". Ainda marcou o 5 por intuição, e depois ficou esperando "ouvir" o resto, mas não ouviu, então chutou dois números quaisquer.

E essa foi a história... Todos os números que ele intuiu saíram, e se ele tivesse seguido plenamente a intuição e marcado também o 37, estaria R$ 27.503,13 mais rico :)

Também não acredito que espíritos saibam o resultado de um sorteio aleatório. O mais provável é que naqueles minutos de meditação ele tenha acessado, através de uma "falha na Matrix" o futuro e visto os números (ou parte deles). O que vocês acham?


 
Geral - publicado às 1:24 AM 51 comentários
A PRIMEIRA RÚPIA
qua, 19 de abril, 2006
 


Nas distantes terras do Paquistão, há muitos anos, vivia um honrado mercador, chamado Krivá, viúvo e que tinha apenas um filho de nome Samuya. Krivá, um homem trabalhador, gozava de alto prestígio na comunidade, enquanto seu filho, o jovem Samuya, era leviano, preguiçoso e de péssimo comportamento. Rara era a semana em que este não praticava uma desordem que agitava todo o vilarejo, desgostando o coração de seu bondoso pai.

Um dia, ao cair da tarde, Samuya foi chamado pelo pai para uma conversa. Deitado no leito, Krivá recebeu o filho e disse-lhe ter pleno conhecimento de seus vícios e equívocos. Afirmou que, por essa razão, decidira deserdá-lo, uma vez que a fortuna que possuía seria, por certo, dilapidada em festas e orgias quando caíssem nas mãos de Samuya.

Diante do espanto que invadiu o filho, Krivá acrescentou que lhe oferecia uma última e única oportunidade para continuar sendo seu herdeiro. Seu filho teria que conseguir, com o seu próprio trabalho, no prazo de três dias, uma rúpia, a moeda corrente. Se assim agisse, seria o único herdeiro da fortuna de seu pai, mas se falhasse, depois da morte deste, seria atirado à miséria e à indigência.

Certo de que seu pai, homem de palavra como era, cumpriria sua promessa, Samuya ficou apreensivo. Na presença dos amigos equivocados, porém, foi seduzido pela idéia de iludir o pai, uma vez que lhe emprestaram uma rúpia e sugeriram-lhe que mentisse.

No dia seguinte, ao cair da tarde, Samuya apresentou-se diante do pai e entregou-lhe a rúpia que lhe haviam emprestado, dizendo que a ganhara trabalhando. Após segurá-la por alguns instantes, Krivá disse que aquela moeda não havia sido ganha com o seu trabalho, jogando-a ao fogo.

Esmagado pela verdade, Samuya retirou-se em silêncio.

No dia seguinte, novamente orientado pelos companheiros de vícios, Samuya apresentou-se diante do pai, sujo e mal-vestido, fingindo ter trabalhado o dia todo e trazendo nas mãos outra rúpia que lhe havia sido emprestada pelos amigos. Outra vez Krivá disse que aquela moeda não havia sido fruto do trabalho do filho, atirando-a ao fogo.

Samuya não protestou e, humilhado, retirou-se.

Na manhã seguinte, consciente de que havia errado por duas vezes consecutivas, fugiu da companhia dos amigos e decidiu procurar por trabalho. Abandonando à costumeira preguiça passou o dia auxiliando todos aqueles que encontrava. Trabalhou no período da manhã na colheita da juta e amassando barro para um oleiro. À tarde conseguiu trabalhar no mercado, vendendo ervas aromáticas e, depois, junto ao rio, auxiliou no transporte de pessoas, remando por várias horas.

Ao final do dia, quando se apresentou perante o pai, muito cansado, tinha em suas mãos a primeira rúpia que conseguira trabalhando duramente. Mais importante, porém, do que a moeda que trazia nas mãos, era o bem-estar que sentia no íntimo, satisfeito com seu próprio esforço e com a mudança de conduta que percebia em si mesmo.

Ao entregar a moeda ao pai, porém, este disse que ela não era fruto de seu trabalho e ia atirá-la ao fogo, o que gerou um incontido protesto de Samuya.

Krivá, então, sorriu e disse que isso era a prova de que a moeda era fruto do trabalho do rapaz Pois nas outras vezes Samuya nada havia dito e desta vez protestara, porque aprendera que o dinheiro ganho com o trabalho não deve ser atirado, como palha sem valor, ao fogo do desperdício.


Fonte: Novas lendas orientais de Malba Tahan, 10ª edição, pp. 1543, Editora Record.


 
Pensamentos - publicado às 4:05 PM 24 comentários
PÁSCOA (A PASSAGEM)
dom, 16 de abril, 2006
 


A NOITE ESCURA DA ALMA

Sabe... um sentido que eu nunca tinha notado na Páscoa é o de não perder as esperanças de dias melhores. Os seguidores de Cristo enfrentam uma barra pesadíssima nessa época. Têm o seu líder, uma pessoa que nunca fez mal a ninguém, massacrado, humilhado em público e crucificado. Os seguidores são perseguidos. O sonho acabou. Cada um se esconde onde pode, pensando em tudo o que aconteceu, e no destino incerto que os aguarda. Pensem como eles: Foram traídos por um membro do mais seleto grupo de seguidores! Ninguém é de confiança agora. Se Jesus, que tinha poderes e que fazia milagres, sucumbiu dessa forma, que dirá eles, pobres seguidores? Foi um sábado negro, de aflição e dor para a alma.

Jesus não seria mais do que uma nota de rodapé na história, ao lado de outros grandes homens que passaram pelo mundo, foram reconhecidos como sábios por poucos e terminaram, junto a seus admiradores, esmagados pelo sistema.

Quantas vezes não ficamos assim? Destruídos, esmagados pela situação, incapazes de reagir, de ver uma luz no fim do túnel? É a noite escura da alma, de que nos fala São João da Cruz. E assim estavam os apóstolos, desacreditando até mesmo do que Jesus havia falado: "Derribai este santuário, e em três dias o levantarei", para que assim se cumprissem as escrituras.

FIAT LUX

E eis que surge o Domingo, em que as notícias do desaparecimento do corpo do Nazareno trazem esperança aos corações atormentados. Ainda assim, alguns mais realistas (ou pessimistas) se negam a acreditar no triunfo da vida sobre a morte, achando que o corpo fora simplesmente roubado. É preciso então que haja um momento em que a vida nos jogue na cara que sim, a luz nunca foi realmente embora: nossos olhos que se turvaram por acreditar na ilusão. E o que não queríamos (ou não podíamos) ver se torna claro, palpável, até para os mais céticos.

A fé retorna, a coragem e o brilho são recuperados. Dificuldades virão, mas serão superadas com convicção inabalável, que vai passando de pessoa para pessoa como uma chama que não se consome e traz um mágico brilho aos olhos.

PESSACH

A nome Páscoa é na verdade derivado da palavra Pessach, que em hebraico significa passagem, salto ou pulo. A décima praga do Egito foi a morte dos primogênitos. Sob orientação Divina, os judeus sacrificaram um carneiro e com seu sangue pintaram os umbrais de suas portas. O anjo da morte passou e "saltava" (Pessach) as casas dos filhos de Israel, que foram poupados. Simbolicamente pode significar a passagem de um tempo de trevas para outro de luzes, como a passagem da escravidão para a liberdade. A Passagem do mar vermelho. Ou, no caso de Jesus, a passagem da morte para a Vida.

O Rabino Nilton Bonder comenta o significado da palavra Pessach no sentido de impermanência:

"O verbo passar é um verbo estranho. Há nele algo de impermanente e ao mesmo tempo algo de perpetuidade. Quem passou já não mais está; permanece, no entanto, o registro. Se não lembramos de um momento de alegria ou de sofrimento, ele não existiu. Uma máxima da sabedoria Idische diz: 'O que foi, foi e não retorna' e quem viver viverá para compreendê-la."


 
Cristianismo - publicado às 3:48 AM 34 comentários
A PÁSCOA (Mal explicada)
sex, 14 de abril, 2006
 


Por Luís Fernando Veríssimo

- Papai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é ...... bem ...... é uma festa religiosa!
- Igual Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim ?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos ....... Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu ! Nem parece que esse menino foi batizado ! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã ! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Ave Maria!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!


Continuar a leitura

 
Geral - publicado às 9:35 PM 2 comentários
PÁSCOA (PESSACH)
qui, 13 de abril, 2006
 


E naquela noite comerão a carne assada ao fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão. (...) Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor. (...) E este dia vos será por memorial, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; através das vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo.
(Êxodo 12:8-14)

A páscoa é uma celebração judaica, onde este povo comemora a fuga da escravidão do Egito liderada por Moisés (retratada no livro "Êxodo" do Velho Testamento). Tornou-se uma celebração também cristã por conta de um pequeno detalhe: Jesus era judeu. SIIIIIIM, Jesus era judeu (embora todas as igrejas tentem ignorar isso), e como tal respeitava suas tradições (nem todas, é verdade). E foi justamente na páscoa, quando Jesus está a mesa com os apóstolos, repartindo o pão ázimo (sem fermento) de acordo com a simbologia judaica, e introduzindo um sentido único para os cristãos: ao repartir o pão e beber o vinho, lembrem-se dele, especialmente do que falava aos discípulos: "Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo. Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim, de modo algum terá fome, e quem crê em mim jamais terá sede." (João 6:32-35). Foi aí também que Jesus disse para Judas: "Judas, amigão, vai fazer aquele negócio que a gente combinou, mas que só vão decobrir daqui a 1.940 anos".

O significado dessa simbologia é impenetrável para a maioria dos cristãos, porque é puramente espiritual. Mas as pessoas se apegam à letra morta, e sua visão (entendimento) fica limitada. Analisemos, pois, os versículos de João 6:48-63 com tradução simultânea:

"Eu sou o pão da vida. Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu darei pela vida do mundo é a minha carne.


Continuar a leitura

 
Cristianismo, Judaísmo - publicado às 11:21 AM 4 comentários
V DE VINGANÇA
qua, 5 de abril, 2006
 


Ok, eu disse que não estava a fim de escrever, mas eu sempre posso usar a desculpa do 1º de abril...

Não são as pessoas que deviam temer os seus governos, e sim os governos que deviam temer suas pessoas

Inglaterra, 5 de novembro de 1605. Treze jovens conspiradores católicos tentaram explodir o palácio de Westminster, o parlamento Inglês. Eles conseguiram colocar 36 barris de pólvora no porão do parlamento na esperança de explodir o prédio juntamente com o Rei James I e todo o parlamento inglês, e assim acabar com a contínua opressão aos católicos, mantida por James I, e colocar no trono Elizabeth, a filha dele, como a fantoche de um novo governo, mais tolerante. Mas a drástica medida não agradou a todos os católicos, e aparentemente o plano vazou, e assim o mercenário Guy Fawkes foi preso em um túnel abaixo do parlamento antes que pudesse completar sua missão, tendo sido torturado até divulgar o nome de todos os conspiradores. Lord Salisbury, então primeiro-ministro, usou essa traição como pretexto pra aumentar ainda mais a perseguição a TODOS os católicos.

Nesta mesma noite foi acesa uma fogueira para comemorar o desmantelamento do plano e a segurança do Rei. Até hoje este dia, conhecido como a "noite da fogueira", é comemorado com fogos de artifício.

Esta é a parte histórica que você precisa saber para curtir melhor o filme V de vingança, o mais recente trabalho dos irmãos Wachowski, os responsáveis pelo despertar espiritual de grande parcela da população com seu filme The Matrix. Novamente eles trazem um filme inteligente, multifacetado e multimídia, em que desta vez o "acorde, Neo" se refere especialmente à política dos EUA e Inglaterra, e a supressão voluntária dos direitos dos cidadãos em nome de uma "segurança" contra ameaças externas, quando a verdadeira ameaça foi eleita pelo próprio povo. O filme chega no momento certo, onde está se começando a discutir com seriedade nos EUA as causas da queda das Torres Gêmeas, com pessoas famosas levantando a voz e a maioria das emissoras de TV, controladas que são por multinacionais, tirando por menos. Dá uma dor ver no filme pessoas sendo presas e encapuzadas apenas por discordar do poder estabelecido, e saber que aquilo, HOJE, no Oriente médio, é uma triste realidade.

Meu espírito anáquico-libertário não resistiu aos encantos deste filme. A mensagem de que não importa o indivíduo, e sim a idéia é soberbamente exposta, até mesmo na forma como o filme foi feito, com os irmãos Wachowski em segundo plano e deixando a direção à cargo de um diretor fantoche, James McTeigue, que foi o primeiro assistente de diretor dos três Matrix. O filme está sendo duramente criticado por glamourizar o "terrorismo", mas só alguém tendencioso não percebe que a crítica aos dois lados está lá. Onde termina a luta pela liberdade e onde começa o totalitarismo? Esse filme, assim como Matrix, é pra ser visto, revisto e discutido muitas vezes.

O filme estréia dia 7 de abril, mas, como sou famoso, inteligente, modesto e formador de opinião, vi primeiro (e no cinema. Afinal, de que adianta ganhar ingressos pra pré-pré estréia e não esnobar no dia seguinte?).

PS: Alguém sabe onde foi que esconderam essa cena no filme??!! Mal posso esperar pelos extras do DVD...


 
Cinema - publicado às 12:58 AM 73 comentários
É O FIM
sáb, 1 de abril, 2006
 


Isso mesmo, galera. Esses momentos fora do ar me fizeram pensar bastante na necessidade minha ou de vocês de continuar com o blog. O que era pra ser um hobby saudável já se tornou em lugar de atrito, tietagem declarada, não-declarada, "amigos" com quem eu nunca troquei mais de um e-mail e outros que me odeiam ser sequer saber quem sou. Bons tempos em que o pessoal se reunia nos comentários pra botar o papo em dia, trocar experiências e sites interessantes.

Mas nem estou partindo por causa disso. Apenas cansei. Cansei de muitas coisas, e escrever está entre elas. Seja quem for que fez essa macumba fez um bom trabalho. ;0)

Ando tão chato que, se eu fosse realmente escrever o que eu quero, iria comprar briga com Deus e o mundo, principalmente com essa cambada de esquisotéricos que acreditam que possuem doze (!) hélices de DNA e jura que o filho caçula é um espírito enviado por Ashtar Sheran pra libertar a humanidade no futuro (síndrome de Maria, misturada com Sarah Connor). Claro que ia perder a graça quando o Vandall passasse a me apoiar nestra cruzada contra o charlatanismo! Mas não farei isso, não quero MAIS pensamentos ruins na minha direção.

Assim como a maioria dos brasileiros, estou profundamente desapontado com os rumos desse país. E, pela primeira vez, não há nenhuma solução a curto, médio ou longo prazo. Simplesmente reconheci que vamos ficar atolados nessa lama fétida por mais 20, 30 anos. Se o mundo não acabar antes, claro. Tal falta de esperança é o que motiva as pessoas a buscar cada vez mais os líderes esquisotéricos que nos trazem o alívio do fim do mundo, das grandes catástrofes que colocarão o Brasil como "celeiro do mundo", ou da salvação nas mãos dos alienígenas. As pessoas precisam de uma válvula de escape pra manter a mente ocupada e não racionalizar o quanto está sendo feita de idiota por todos os políticos, banqueiros, chefes, empresários e milionários em geral. Então buscam alívio em religiões, teorias absurdas, ou se drogam em seitas, fora de seitas, ou ficam descrentes de tudo e no fim se matam.

Em menos de um mês tive de conviver com uma enxurrada de desinformação e bobagens diversas que vão sendo passadas à frente sem sequer uma RACIONALIZAÇÃO! Foi a coisa da nuvem que ia chupar todos nós (isso mesmo!), as alterações no DNA, a campanha idiota dos votos nulos e a nuvem de fótons que chega em 2012!! Isso em cadeia nacional, pela TV! Sem falar, claro, de Ashtar Sheran e o fim do mundo pelo calendário Maia, que todo ano falam disso. Só que agora esses oligofrênicos estão mais e mais numerosos, e já não estou mais aguentando mais nem olhar esse "meio" esotérico, o qual eu me utilizava pra pesquisar pro blog. BASTA!

E, antes que eu entre no "pacote" de líderes esquisotéricos, prefiro "sair fora". Depoimentos emocionados do tipo "não desista" e contando "como o blog mudou a minha vida" serão solenemente ignorados.

Acho que manterei o site no ar, talvez com mudanças de conteúdo, mas não esperem que eu escreva. Órfãos do site podem buscar a Lista Voadores, que ainda é um recanto de bom-senso nesse mundo louco. Estudem por conta própria. Questionem-se o tempo todo. Aprendam inglês e espanhol, pra pesquisar em materiais do resto do mundo. Nunca acreditem na primeira coisa que lerem. Hack yourself.


 
Geral - publicado às 11:29 AM 131 comentários