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CARTA DE ANO NOVO
sáb, 31 de dezembro, 2005
 


Por Emmanuel & Francisco Cândido Xavier; Vida e Caminho

Ano Novo é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária ascensão.

Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tiveste a coragem de cumprir.

Se tens inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação.
Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente.
Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir.
Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.

Novo Ano! Novo Dia!

Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.
Não maldigas, nem condenes.
Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
Não te desanimes, nem te desconsoles.
Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença.

Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora:
- Ama e auxilia sempre.
Ajuda aos outros, amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração.


 
Espiritismo - publicado às 1:00 AM 58 comentários
SANTO DAIME (AYAHUASCA)
sex, 30 de dezembro, 2005
 


PRÓLOGO

Antes de mais nada, "Santo Daime" é o nome de uma doutrina da linha do Mestre Irineu que, segundo eles, faz "uso ritual das plantas expansoras de consciências dentro de um contexto apropriado". Foi a doutrina que se tornou mais popular no Brasil, e por isso a bebida que eles fazem uso (Ayahuasca), rebatizada por eles de Santo Daime, acabou se tornando sinônimo de Ayahuasca para a maioria leiga (eu incluso), assim como Gillette se tornou sinônimo de lâmina de barbear. Mas chamar a bebida de "Santo Daime" dentro de outras doutrinas que fazem uso da Ayahuasca é como visitar a fábrica da Assolan e chamar de Bombril as esponjas de aço deles... Entretanto, o título do post continua, por uma questão de melhor identificação pra quem busca informações.

INTRODUÇÃO

Certa vez fui convidado a assistir a uma palestra da União do Vegetal (UDV), para escolher se tomaria ou não a Ayahuasca. Foi uma explanação interessante, onde era dito que o chá não criava dependência, não era droga, buscava a evolução espiritual, e tal... Saí de lá confuso, afinal, qualquer coisa que eu tome para deliberadamente alterar minha consciência pra mim é droga. Seja um sonífero, aspirina ou cocaína, estarei brincando perigosamente com meu cérebro.

Resolvi decidir só após consultar Oráculo. Ela não disse pra eu ir ou não ir, mas foi taxativa: aquilo é droga, assim como maconha. Falou pra eu estudar sobre os princípios ativos, e que a maioria das experiências que as pessoas têm lá são alucinações.

Acabei não indo, afinal não tenho a MENOR curiosidade em experimentar drogas alucinógenas. Alguns parentes foram, tiveram experiências boas, outras ruins, e logo deixaram de freqüentar. Pra mim não é através de experiências alucinógenas que uma pessoa alcança a iluminação. Jesus, pelo que se sabe, não usou drogas (e muito menos recomendou-as). Buda também não. Gandhi e Sócrates também não... Ao contrário, participaram ativamente de sua REALIDADE, procurando modificá-la através do Amor, do bom-senso, da responsabilidade para com o mundo e com as pessoas, e principalmente das AÇÕES.


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Geral - publicado às 12:40 PM 246 comentários
O USO DO FUMO NOS TERREIROS DE UMBANDA
qui, 29 de dezembro, 2005
 


O fumo é a erva mais tradicional da terapêutica psico-espiritual praticada na Umbanda. Originário do mundo novo, os nativos fumavam o tabaco picado e enrolado em suas próprias folhas, ou na de outras plantas, conhecendo o processo de curar e fermentar o fumo, melhorando o gosto e o aroma.

Durante o período físico em que o fumo germina, cresce e se desenvolve, arregimenta as mais variadas energias do solo e do meio ambiente, absorvendo calor, magnetismo, raios infravermelhos e ultravioletas do sol, polarização eletrizante da lua, éter físico, sais minerais, oxigênio, hidrogênio, luminosidade, aroma, fluidos etéreos, cor, vitaminas, nitrogênio, fósforo, potássio e o húmus da terra. Assim, o fumo condensa forte carga etérea e astral que, ao ser liberada pela queima, emana energias que atuam positivamente no mundo oculto, podendo desintegrar fluídos adversos à contextura perispiritual dos encarnados e desencarnados.

O charuto e o cachimbo, ou ainda o cigarro, utilizados pelas entidades filiadas ao trabalho de Oxalá são tão somente defumadores individuais. Lançando a fumaça sobre a aura, os plexos ou feridas, vão os espíritos atuando em benefício daqueles que os procuram com fé.

Os solos com textura mais fina, com elevado teor de argila, produzem fumos mais fortes, como os destinados a charutos ou fumos de corda, enquanto os solos mais arenosos produzem fumos leves, para a fabricação de cigarros. No fabrico dos charutos (palavra derivada do tâmil churutu), as folhas, após o processo de secagem, são reunidas em manocas de 15 a 20 folhas e submetidas a fermentação, destinada a diminuir a percentagem de nicotina, aumentar a combustividade do fumo e uniformizar a sua coloração. Os tipos de fumo mais utilizados na confecção dos charutos brasileiros são: Brasil-Bahia, Virgínia, Sumatra e Havana.

Nos trabalhos umbandistas é muito utilizado por Exu Bombogira. A cigarrilha de odor especial, quando utilizada por esta entidade, melhor se ajusta ao descarrego do magiado, por proporcionar-lhe mais tranquilidade. Os cigarros são utilizados para fins mais materiais, normalmente relacionados com negócios financeiros.

Os charutos de fumo grosseiro e forte são peculiares à magia dos Exus, enquanto os charutos de fumo de melhor qualidade são usados por Caboclos. Já os Pretos-Velhos dão preferência aos cachimbos, nos quais usam diversos tipos de mistura de ervas, como o alecrim, a alfazema e outros, além de utilizarem cigarros de palha, impregnando assim os elementos com a sua própria força espiritual, transformando o tradicional "pito" em um eficiente desagregador de energias negativas. Desta maneira, como o defumador, o charuto ou o cachimbo são instrumentos fundamentais na ação mágica dos trabalhos umbandistas executados pelas entidades. A queima do tabaco funciona como um defumador individual, próprio, dirigido ao objetivo do Guia, que não traz nenhum vício tabagista, como dizem alguns, representando apenas um meio de descarrego, um bálsamo vitalizador e ativador dos chakras dos consulentes. Vemos assim que, como ensinou um Pai Velho, "na fumaça está o segredo dos trabalhos da Umbanda".

Fonte: Jornal Umbanda Hoje

Para saber mais: Uso da bebida, fumo e músicas na Umbanda, por Caboclo Junco Verde


 
Geral - publicado às 12:49 PM 56 comentários
SIMEÃO E O MENINO
qua, 28 de dezembro, 2005
 


Por Irmão X & Francisco Cândido Xavier; Antologia Mediúnica do Natal

Dizem que Simeão, o velho Simeão, homem justo e temente a Deus, mencionado no Evangelho de Lucas, após saudar Jesus criança, no templo de Jerusalém, conservou-o nos braços acolhedores de velho, a distância de José e Maria, e dirigiu-lhe a palavra, com discreta emoção:
- Celeste Menino - perguntou o patriarca -, porque preferiste a palha humilde da Manjedoura? Já que vens representar os interesses do Eterno Senhor da Terra, como não vestiste a púrpura imperial? Como não nasceste ao lado de Augusto, o divino, para defender o flagelado povo de Israel? Longe dos senhores romanos, como advogarás a causa dos humildes e dos justos? Por que não vieste ao pé daqueles que vestem a toga dos magistrados? Então, poderias ombrear com os patrícios ilustres, movimentar-te-ias entre legionários e tribunos, gladiadores e pretorianos, atendendo-nos à libertação... Por que não chegaste, como Moisés, valendo-se do prestígio da casa do faraó? Quem te preparará, Embaixador eterno, para o ministério santo? Que será de ti, sem lugar no Sinédrio? Samuel mobilizou a força contra os filisteus, preservando-nos a superioridade; Saul guerreou até à morte, por manter-nos a dominação; David estimava o fausto do poder; Salomão, prestigiado por casamento de significação política, viveu para administrar os bens enormes que lhe cabiam no mundo...

Mas... tu? Não te ligaste aos príncipes, nem aos juízes, nem aos sacerdotes... Não encontrarias outro lugar, além do estábulo singelo?!


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Cristianismo - publicado às 3:08 PM 7 comentários
INIMIGOS
 


Melhor que se deixar enfraquecer e abater, os homens devem aprender a trabalhar com todos os seus defeitos e as suas fraquezas para torná-los úteis. Alguns dirão: "Mas os defeitos devem ser combatidos, destruídos!". Experimentem, e verão se é fácil. Vocês é que serão destruídos, massacrados. Para triunfar sobre seus defeitos, é preciso encontrar um outro método melhor que a luta e a discussão. Quer se trate da gula, da sensualidade, da ganância ou da vaidade, vocês devem aprender a colocá-las em movimento para que os estimulem a avançar na direção espiritual que escolheram para seguir. Todas as tendências inferiores que considerem como fraqueza, na verdade, são forças. Prestem atenção em todas as energias que elas representam. Se forem trabalhar sozinhos, não irão longe. se expulsarem todos os seus inimigos, se suprimirem tudo aquilo que lhes resiste, quem trabalhará para vocês? Quem os servirá?

Omraam Mikhaël Aïvanhov


 
Pensamentos - publicado às 3:06 PM 13 comentários
MISSA DO GALO
dom, 25 de dezembro, 2005
 


  
Nosso Papa é mesmo um saudosista...

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Cristianismo - publicado às 4:04 PM 39 comentários
DEFUMAÇÃO E INCENSOS
sáb, 24 de dezembro, 2005
 


Ninguém sabe quando a humanidade começou a usar as plantas aromáticas. Estamos razoavelmente seguros de que os sentidos do homem antigo eram bem mais aguçados, e o sentido do olfato foi crucial para sua sobrevivência. Há evidência do período Neolítico de que ervas aromáticas eram usadas em culinária e medicina, e que ervas e flores eram enterradas com os mortos. A fumaça ou fumigação foram provavelmente um dos usos mais antigos das plantas, como parte de oferendas rituais aos deuses. Era provavelmente notado que a fumaça de várias plantas aromáticas tinha, entre outros, efeitos alucinógenos, estimulantes e calmantes. Gradualmente, um conjunto de conhecimentos sobre as plantas foi acumulado e passado a centenas de gerações de xamãs.

As plantas aromáticas têm sido honradas de um modo especial desde os tempos antigos. Eram utilizadas em rituais religiosos e mágicos, assim como nas artes curativas. Estas três práticas eram fundamentais para a existência humana (ainda hoje continuam sendo).

Egípcios


Egípcia queimando unzinho


Seti acende um incenso sobre a oferenda aos deuses (Templo de Abydos)
A antiga civilização egípcia era devotada em direcionar os sentidos em direção ao Divino. O uso das fragrâncias era muito restrito. Inicialmente, sacerdotes e sacerdotisas eram as únicas pessoas que tinham acesso a estas preciosas substâncias. As fragrâncias dos óleos eram usadas em perfumes, na medicina e para uso estético, e ainda, para a consagração nos rituais, queimados como incenso. Sobre as paredes das tumbas dos templos antigos perdidos no deserto, podemos ver com freqüência uma fumaça que sai de um pote, ou um incensário horizontal muito parecido com os atuais. Quando o Egito se fez um país forte, seus governantes importaram de terras distantes incenso, sândalo, mirra e canela. Esses tesouros aromáticos eram exigidos como tributo aos povos conquistados e se trocavam inclusive por ouro. Os faraós se orgulhavam em oferecer às deusas e aos deuses enormes quantidades de madeiras aromáticas, gomas, resinas e perfumes de plantas, queimando milhares de caixas desses materiais preciosos. Muitos chegaram a gravar em pedras semelhantes façanhas.

Os materiais das plantas aromáticas eram entregues como tributos ao estado, e doados a templos especiais, onde se conservavam sobre altares como oferendas aos deuses e deusas. Todas as manhãs as estátuas eram untadas pelos sacerdotes com óleos aromáticos. Se queimava muito incenso nas cerimônias do templo, durante a coroação dos faraós e rituais religiosos. Se queimavam também em enterros, para neutralizar odores e afugentar maus espíritos.

Sem dúvida o incenso egípcio mais famoso foi o Kyphi. O Kyphi se queimava durante as cerimônias religiosas para dormir, aliviar ansiedade e iluminar os sonhos, e acreditava-se inclusive que pudesse reavivar a sexualidade dos mortos.


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Holismo - publicado às 1:04 AM 17 comentários
A REENCARNAÇÃO NO JUDAÍSMO
qui, 22 de dezembro, 2005
 


Não é possível entender a Cabalá sem acreditar na eternidade da alma e suas reencarnações
(Rabi Arieh Kaplan)

Com o nome de Transmigração de Almas (em hebraico Guilgul Neshamot), todos os praticantes do judaísmo, especialmente as correntes ortodoxas - como o hassidismo (aqueles caras que andam de casacos e chapéus pretos) - e cabalistas acreditam que, após a morte, a Alma reencarna numa nova forma física. O conceito da reencarnação consta nos livros Sefer-Há-Bahir (Livro da Iluminação) e no Zôhar (Livro do Esplendor). Ambos atribuem grande importância à doutrina da Reencarnação, usada para explicar que os justos sofrem porque pecaram em uma vida anterior. Nele, o renascimento é comparado a uma vinha que deve ser replantada para que possa produzir boas uvas.

A "Transmigração" emprestou um significado novo a muitos aspectos da vida do povo judeu, pois o marido morto voltava literalmente à vida no filho nascido de sua mulher e seu irmão, num casamento por Levirato. A morte de crianças pequenas era menos trágica, pois elas estariam sendo punidas por pecados anteriores e renasceriam para uma vida nova. Pessoas malvadas eram felizes neste mundo por terem praticado o bem em alguma existência prévia. Prosélitos do judaísmo eram almas judaicas que se haviam encarnado em corpos gentios ou pagãos. Ela também permitia o aperfeiçoamento gradual do indivíduo através de vidas diferentes.

O Zôhar afirma ainda que a redenção do mundo acontecerá quando cada indivíduo, através de "Transmigração das Almas" (Reencarnações), completar sua missão de unificação. Ele nos diz que o termo bíblico "gerações" pode muito bem ser substituído por "encarnações".


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Judaísmo - publicado às 3:00 PM 66 comentários
EMMANUEL FALA SOBRE RAMATIS
dom, 18 de dezembro, 2005
 


A mensagem abaixo reproduzida contém a íntegra de uma entrevista realizada com o médium Francisco Cândido Xavier e seu Instrutor Espiritual chamado Emmanuel, publicada pela Revista Boa Vontade, Ano 1, nº 4 - Outubro de 1956:

Logo que apareceram as primeiras publicações da "Conexão de Profecias" (Hoje com o título Mensagens do Astral), de Ramatis, fomos a Pedro Leopoldo, a fim de ouvir a palavra autorizada de Emmanuel, através daquele aparelho maravilhoso que é Francisco Cândido Xavier. Isto porque o que era dito pelo espirito de Ramatis parecia-nos perfeitamente lógico. Mas, como constituía novidade, não queríamos aceitar de pronto algo que não passasse pelo crivo de várias manifestações mediúnicas, através de diversos aparelhos.

Desta forma, munidos do aparelho de gravação em fita, fomos atendidos gentilmente pelo médium, que respondeu às perguntas que fazíamos, repetindo as palavras da resposta, que eram ditadas por Emmanuel. A gravação foi feita no dia 5 de janeiro de 1954. Conservamos até hoje o rolo gravado em nosso poder.

Passamos a estampar as perguntas e respectivas respostas:

Pergunta: - Que pode o irmão dizer-nos a respeito do astro que se avizinha, segundo a predição de Ramatis?

Chico Xavier: - Esclarece nosso orientador espiritual que o assunto alusivo à aproximação de um Planeta ou de Planetas, da zona - ou melhor da aura da Terra - deve, naturalmente, basear-se em estudos científicos que possam saciar a curiosidade construtiva das novas gerações renascentes no mundo. O problema, desse modo, envolve acurados exames, com a colaboração da ciência e da observação de nossos dias. Razão por que pede ele que não nos detenhamos na expressão física dos acontecimentos que se vizinham, para marcar maiores acontecimentos - acontecimentos esses de natureza espetacular - na transformação do plano em que estamos estagiando, no presente século. Afirma nosso amigo que o progresso da óptica e das ciências matemáticas serão portadoras, naturalmente, de ilações, conclusões da mais alta importância para os nossos destinos, no futuro próximo.


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Espiritismo - publicado às 4:01 PM 104 comentários
A PARÁBOLA DO RICO
sex, 16 de dezembro, 2005
 


Por Irmão X & Francisco Cândido Xavier; Pontos e Contos.

Na pequena assembléia espiritual, estudávamos a Parábola do Rico.

Alguns intelectuais, brilhantes no mundo, inclinavam-se comovidos ante a necessidade de penetrarem a luz dos capítulos simples do Evangelista. Na cátedra das lições costumeiras, a figura de Pedro Richard nos acompanhava com atenção generosa e sincera.

O quadro não era muito diferente das circunstâncias em que se poderia realizar sobre a Terra. A esfera espiritual próxima do planeta é uma figura de transição, em que o gosto terrestre tem quase absoluta predominância. O amplo recinto oferecia o aspecto de um parlamento singelo e acolhedor e, como ponto central, aquele velhinho, amigo de Ismael e de Jesus, com os cabelos nevados, parecendo feitos com a luz prateada das mais dolorosas experiências, ensinava o sentido oculto das preciosas lições do Cristo.

– Afinal – exclama um dos meus amigos –, existem realmente os grandes usurários e os ricos infelizes no mundo. São os dilapidadores dos bens coletivos, porque a movimentação do dinheiro poderia incentivar o trabalho, atenuando as dificuldades dos mais infortunados.

– Entretanto – atalha um dos presentes –, temos as fortunas dos grandes beneméritos da Humanidade. Um Rockefeller, um Carnegie, que estimulam as grandes iniciativas, em favor do bem público, não serão ricos amados de Deus? E os Henry Ford, que transformam os pântanos em parques industriais, onde milhares de criaturas ganham honestamente o pão da vida, não merecem o respeito amoroso das multidões?


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Espiritismo - publicado às 2:56 PM 12 comentários
CARNE, JEJUM E INTERAÇÕES ENERGÉTICAS
qua, 14 de dezembro, 2005
 


O leitor "Titanico" comentou no post anterior sobre a recomendação dos centros espíritas de que se evite o consumo de carne (principalmente vermelha) nos dias de trabalho espiritual, tanto para médiuns como pra quem vai receber os passes. E deixou a questão: também não seria bom evitar carne nos dias normais, por causa dos fluidos densos que se impregnam na aura espiritual?

Acredito que seja o ideal, mas de acordo com a consciência, disposição e recursos físicos e psicológicos de cada um. É sabido que hormônios são liberados pelo corpo do animal nos momentos de terror que antecedem a morte nas indústrias da carne. E tais venenos se impregnam na carne, que nós consumimos. Isso do lado físico. No espiritual, também. As terríveis emanações de pavor e morte se imantam na carne e permanecem em quem as come, do mesmo modo que o ambiente espiritual de um presídio desativado nunca será o mesmo de um antigo parque de diversões. MAS, a gente está meio que acostumado a isso, afinal desde a descoberta do fogo o ser humano come carne, e a nossa estrutura energética aguenta o tranco. O que não quer dizer que isso seja bom...


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Metafísica - publicado às 7:25 PM 63 comentários
O PERU PREGADOR
dom, 11 de dezembro, 2005
 


Por Francisco Cândido Xavier & Neio Lúcio; Alvorada Cristã.

Um belo peru, após conviver largo tempo na intimidade duma família que dispunha de vastos conhecimentos evangélicos, aprendeu a transmitir os ensinamentos de Jesus, esperando-lhe também as divinas promessas. Tão versado ficou nas letras sagradas que passou a propagá-las entre as outras aves.

De quando em quando, era visto a falar em sua estranha linguagem "glá-glé-gli-gló-glú". Não era, naturalmente, compreendido pelos homens. Mas os outros perus, as galinhas, os gansos e os marrecos, bem como os patos, entendiam-no perfeitamente.

Começava o comentário das lições do Evangelho e o terreiro enchia-se logo. Até os pintinhos se aquietavam sob as asas maternas, a fim de ouvi-lo.

O peru, muito confiante, assegurava que Jesus-Cristo era o Salvador do Mundo, que viera alumiar o caminho de todos e que, por base de sua doutrina, colocara o amor das criaturas umas para com as outras, garantindo a fórmula de verdadeira felicidade na terra. Dizia que todos os seres, para viverem tranqüilos e contentes, deveriam perdoar aos inimigos, desculpar os transviados e socorrê-los.

As aves passaram a venerar o Evangelho; todavia, chegado o Natal do Mestre Divino, eis que alguns homens vieram aos lagos, galinheiros, currais e, depois de se referirem excessivamente ao amor que dedicavam a Jesus, lançaram frangos, patinhos e perus, matando-os, ali mesmo, ante o assombro geral.

Houve muitos gritos e lamentações, mas os perseguidores, alegando a festa do Cristo, distribuíram pancadas e golpes à vontade.

Até mesmo a esposa do peru pregador foi também morta.

Quando o silêncio se fez no terreiro, ao cair da noite, havia em toda parte enorme tristeza e irremediável angústia de coração.

As aves aflitas rodearam o doutrinador e crivaram-no de perguntas dolorosas.

Como louvar um Senhor que aceitava tantas manifestações de sangue na festa de seu natalício? Como explicar tantas maldades por parte dos homens que se declaravam cristãos e operavam tanta matança? Não cantavam eles hinos de homenagem ao Cristo? Não se afirmavam discípulos dEle? Precisavam, então, de tanta morte e tanta lágrima para reverenciarem o Senhor?

O pastor alado, muito contrafeito, prometeu responder no dia seguinte. Achava-se igualmente cansado e oprimido. Na manhã imediata, ante o sol rutilante do Natal, esclareceu aos companheiros que a ordem de matar não vinha de Jesus, que preferira a morte no madeiro a ter de justiçar; que deviam todos eles continuar, por isso mesmo, amando o Senhor e servindo-o, acrescentando que lhes cabia perdoar setenta vezes sete. Explicou, por fim, que os homens degoladores estavam anunciados no versículo quinze do capítulo sete, do Apóstolo Mateus, que esclarece: "Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores". Em seguida, o peru recitou o capítulo cinco do mesmo evangelista, comentando as bem-aventuranças prometidas pelo Divino Amigo aos que choram e padecem no mundo.

Verificou-se, então, imenso reconforto na comunidade atormentada e aflita, porque as aves se recordaram de que o próprio Senhor, para alcançar a Ressurreição Gloriosa, aceitara a morte de sacrifício igual à delas.


 
Espiritismo - publicado às 12:01 AM 85 comentários
LÚCIFER, SATANÁS E DEMÔNIOS NA BÍBLIA
sex, 9 de dezembro, 2005
 


Por Severino Celestino da Silva; Analisando as Traduções Bíblicas

SATANÁS

Satanás é uma figura muito controvertida na Bíblia. A palavra "Satã" significa em hebraico "acusador", "opositor". Aparece, pela primeira vez no livro de Jó, sendo como um promotor celestial. A sua intimidade com Deus e o direito de entrar no "Céu", de ir e vir livremente e dialogar com Ele, torna-o uma figura de muito destaque. Veja o livro de Jó 1:6 "Um dia em que os filhos de Deus se apresentaram diante do Senhor, veio também Satanás entre eles".

O livro de Jó foi escrito depois do Exílio Babilônico. Sabemos que o povo judeu, tendo retornado a Israel com a permissão de Ciro, rei persa, no ano 538 a.C, assimilou muitos costumes dos persas. Isto ocorreu devido à simpatia e apoio que receberam do rei, que inclusive permitiu a construção do Segundo Templo judaico e ainda devolveu muitos de seus tesouros, que haviam sido roubados. A religião dos persas, o Zoroastrismo, influenciou sobremaneira o judaísmo. No Zoroastrismo, existe o Deus supremo Ahura-Mazda, que sofre a oposição de uma outra força poderosa, conhecida como Angra Mainyu, ou Ahriman, "o espírito mau". Desde o começo da existência, esses dois espíritos antagônicos têm-se combatido mutuamente.

O Zoroastrismo foi uma das mais antigas religiões a ensinar o triunfo final do bem sobre o mal. No fim, haverá punição para os maus, e recompensa para os bons. E foi do Zoroastrismo que os judeus aprenderam a crença em um Ahriman, um diabo pessoal, que, em hebraico, eles chamaram de SATAN - Por isso, o seu aparecimento na Bíblia só ocorre no livro de Jó e nos outros livros escritos após o exílio Babilônico, do ano 538 a.C. para cá. Nestes livros já aparece a influência do Zoroastrismo persa. Observe ainda que a tentação de Adão e Eva é feita pela serpente e não por Satanás, demonstrando assim que o escritor do Gênesis não conhecia Satanás. Os sábios judaicos, interpretando o Eclesisastes 10:11, afirmam (Pirkei de Rabi Eliezer 13) que, na verdade, a cobra que seduziu Adão e Eva era o Anjo Samael, que apareceu na terra sob a forma de serpente. Ele, que é conhecido como o "dono da língua", usou sua língua para seduzir Adão e Eva ao pecado. O poder do mal está em sua língua, e este poder pode ser usado somente para dominar o sábio. Ele não pode prevalecer sobre um ignorante.

Uma outra observação interessante é que o livro de Samuel foi escrito antes da influência persa no ano de 622 a.C. e, no II livro de Samuel em seu capítulo 24:1, você lê com relação ao recenseamento de Israel o seguinte: "A cólera de IAHVÉH se inflamou novamente contra Israel e excitou David contra eles, dizendo-lhe: Vai recensear Israel e Judá".

Agora veja esta mesma passagem no I livro das Crônicas, que foi escrito no começo do ano 300 a.C, portanto, já sob a influência do Zoroastrismo persa, com o já conhecimento de Ahriman/Satanás. No capítulo 21:1 desse livro está escrito: "e levantou-se Satã contra Israel, e excitou David a fazer o recenseamento de Israel". Portanto, o que era IAHVÉH no livro de Samuel aparece agora no livro das Crônicas como SATANÁS (Confira em sua Bíblia).

Assim, está evidenciado que Satanás não é um conceito original da Bíblia, e sim, introduzido nela, a partir do Zoroastrismo Persa.


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Cristianismo - publicado às 1:23 PM 128 comentários
VAMPIRIZAÇÃO ENERGÉTICA (parte 2)
qui, 8 de dezembro, 2005
 


Vimos na primeira parte o que é e como evitar a vampirização energética. Só que, na maioria das vezes, a situação é criada ou favorecida por nós mesmos, através de afinidades energéticas com nossos algozes (algo como aquele ditado "assombração sabe para quem aparece"). Mas aí você pergunta: e quem danado gostaria de ser sugado energeticamente?

Lázaro Trindade, owner da lista Voadores, responde:

"Talvez aquele que goste de reclamar de tudo, ou se fazer de vítima, ou aquela pessoa que no fundo adora ficar doente pra não ir a escola quando é criança, para não trabalhar quando adulta, para ter desculpas por seus constantes erros, para ter inclusão social, assunto e atençao extra quando está mais velha. Lá é como aqui!!! O astral é conseqüência (e causa, ao mesmo tempo).

Há masoquista de todo jeito. E a maioria nem é TÃO inconsciente assim. Uma pessoa que vive dizendo que "tudo acontece com ela" está alimentando esse padrão. É a "emoção" que ela precisa para viver.

O jogo Kick-Me/ Me-Chute /Coitadinho de Mim da Análise Transacional não é jogado só no plano físico, ao contrário. Ser vítima é o alimento energético de quem se coloca assim.

Repare também em pessoas que caem no mesmo padrão de relacionamento, sem SEQUER tentar a espiral superior do que teve anteriormente. Aquelas que dizem que "adoram um cafa", ou os caras que por um lado querem alguém direita, linda, querida, certinha, companheira - mas por outro vivem indo atrás das vagabas... Ora, a vida vem e bate, a sintonia espiritual vem JUNTO e é parte inseparável do processo... E, de ponta a ponta, a pessoa entrou nessa por sua estranha forma de "prazer".

Vício é algo que você não consegue ficar sem fazer. No filme Quem somos nós (What the Bleep...) há explicações simples. Os receptores de suas células PRECISAM daquela emoção. Então, seja cocaina, seja um drama, seja compulsão sexual, seja um encosto como forma de crescer, a pessoa - feito mulher de malandro, em alguns casos - se vicia. Precisa de mais e mais daquela conexão. E, de todos os modos (físico, psíquico e espiritual) VAI procurar.

E quem CULTUA padrões vibratórios nefastos, em troca de poder, só pra se lascar a seguir e usar o tal poder para se livrar das encrencas que o tal poder lhe trouxe? Não é um ciclo, onde por PRAZER as más companhias espirituais vêm?

E quem adora uma confusão? E quem acha que viver em paz é algo muito chocho e parado? Aquelas pessoas que PERDEM o melhor namorado(a) que tiveram na vida? Que não sossegam em empregos pacíficos? Que vivem procurando uma encrenquinha, para colorir a vida?

E quem vai atrás de despachos, contratando entidades menos luminosas pra resolver seus problemas - entidades estas que amanhã, sem "comida", vão lhe arrumar novos problemas para que sejam procuradas novamente - não estão VICIADAS nesse ciclo de ser vítima de um lado, e apelar para a ajuda sobrenatural do outro?

E quem vive tomando substâncias, "naturais" e "legais" ou não, como forma de expansão da consciência ARTIFICIAL, com a desculpa de seu ATALHO consciencial ser "xamânico"? Não estão viciadas em certas terminações celulares que provocam estados alterados, para levá-los a qualquer preço para o lado de lá? E se vão à força, não é claro que vão CAIR na mesma proporção? Mas não é verdade que elas sequer lembram de suas depressões, vômitos e assédios, entretidas que estão no PRAZER de subirem na marra os astrais da ilusão?

Não seriam essas pessoas VICIADAS no assédio que vão procurar?"

Bene, também da lista Voadores, confirma:

"A mente é estranha... Tanto no mundo dos espíritos quanto no dos vivos existem pessoas cujo script é serem exploradas pelo outro, às vezes tentando eternizar repetidamente uma situação de mártir aprendida na infância (que na época rendeu carinhos ou atenção), ou então tentando confirmar para si mesmas que, igualzinho ao que a mamãe ensinou, "os homens/mulheres/patrões/amigos etc. não prestam, só querem nos sugar".... E todo mundo sabe que confirmar o script, num destes jogos psicológicos, é mais do que gratificante para o envolvido - na verdade, é seu objetivo final.

E os motivos podem ser mais banais, também. Algumas vezes, deixar-se sugar é uma forma de se fazer necessário. Outras vezes, é simples falta de alternativa. Melhor ter alguém por ali, sugando, do que nada.

Na verdade, também no mundo de lá e no de cá, algumas condições básicas são necessárias para que uma pessoa fique vulnerável a ladrões de energia, sendo a principal delas a disposição para dar moleza. E "gostar" e "prazer" são palavras muito relativas, como já dizia Von Sacher Masoch. Vá lá a gente saber o que realmente dá prazer a cada alma humana, por detrás da fachada convencional da persona...

Por isso, que nem na piada dos ursos ("Você não vem aqui só pra caçar, né?") provavelmente quem se deixa vampirizar pode até dizer que não, mas lá no fundo bem que gosta da coisa."


 
Metafísica - publicado às 1:33 AM 44 comentários
VAMPIRIZAÇÃO ENERGÉTICA (parte 1)
ter, 6 de dezembro, 2005
 


Carla Gadêlha, do CEPEC, nos explica didaticamente a relação energética da vampirização entre seres encarnados:

"Vivemos imersos num oceano de energia cósmica. Essa energia é absorvida e processada naturalmente pelo organismo, através dos chakras. Quando estamos em harmonia, a energia penetra naturalmente em nosso organismo através desses centros de força e cumpre sua função, sem que nos demos conta de sua atividade. Essa atividade natural de abastecimento energético garante a nossa condição de saúde física, emocional e mental.

Parece haver uma associação bem definida entre a captação de grandes quantidades de energia e a realização de atividades prazerosas. Em contrapartida, atividades que são repetidamente realizadas sem qualquer entusiasmo, prazer ou alegria parecem causar bloqueio à passagem da energia, deixando o indivíduo esgotado e irritado.

Algumas pessoas, por não terem a capacidade de se carregar energeticamente do manancial cósmico circundante, buscam a energia de que precisam nas pessoas com as quais se relacionam. Isso caracteriza a prática da vampirização energética. As sensações que acometem quem está sofrendo um processo de vampirização variam muito, podendo incluir cansaço extremo e repentino, sono irresistível, aperto intenso no coração, com sensação de falta de ar, esgotamento físico e nervoso, sem causa ou razão aparente, quando momentos antes, tudo estava perfeitamente bem. O vampiro energético vive numa condição de crônica insaciabilidade energética, devido à incapacidade de reter energia no próprio organismo, como conseqüência da anômala constituição de seus veículos sutis. A energia escoa-se continuamente, momentos após ter sido absorvida, levando-o a procurar sempre novas vítimas.

A prática da vampirização energética pode ser consciente ou inconsciente. Na maioria dos casos é totalmente inconsciente e envolve às vezes pessoas consideradas normalmente como "boas”, delicadas ou gentis, embora a condição de necessitar intensa e continuamente de energia reflita um estado de intenso desequilíbrio interior.

O vampiro energético tem normalmente o perfil psicológico de uma pessoa extremamente egoísta, que considera seus problemas maiores que os de todo mundo. Através de uma mentalidade doentia e auto-centrada, esses indivíduos bloqueiam-se na capacidade natural de se abastecer no manancial cósmico de energia, restando-lhe como alternativa a forma anti-natural de abastecimento: o sistemático roubo da energia de outras pessoas.

Pode-se sofrer uma vampirização energética de várias formas: através do olhar, da voz (pela manutenção de longas conversações), pelo telefone, ou, simplesmente, através da proximidade do agente. A sensação que o vampiro causa nos outros indivíduos é de uma natural repulsão. A percepção instintiva de que algo desagradável está acontecendo num nível subliminar leva as pessoas a desejarem se afastar do foco desarmônico.

Para sair dessa condição desagradável e dependente, o indivíduo deve ser, quando possível, informado de seu desequilíbrio. A conscientização pode levá-lo a desejar sair desse estado, desencadeado pelo egoísmo profundo em que está imerso, sendo, portanto, a da mudança no modo de pensar (através do contato com idéias novas e leituras edificantes) e o cultivo de atividades altruístas, a melhor terapia. Essa condição por si só, pode determinar a autocura."


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Metafísica - publicado às 2:45 PM 20 comentários
VISÕES DO FUTURO
sáb, 3 de dezembro, 2005
 


Brian Weiss, pioneiro na terapia de vidas passadas, fala agora de viagens a séculos à frente
Por Rita Moraes

Há 24 anos, ele enfrentou a comunidade acadêmica ao dizer que seus pacientes relatavam vivências de outras vidas. Psiquiatra formado pela Columbia University e pela Yale Medical School, nos Estados Unidos, disseminou o método de terapia de vidas passadas em todo o mundo, escreveu livros e virou best-seller com Muitas vidas, muitos mestres, de 1992. Esta semana, em sua quarta visita ao Brasil, onde já vendeu mais de um milhão de livros, Brian Weiss, 61 anos, lançou Muitas vidas, uma só alma (Edit. Sextante, 208 págs., R$ 19,90), título no qual defende outra controvérsia – a possibilidade de ir ao futuro. Ele provoca: "Os físicos falam sobre universos paralelos. O século XXII pode estar acontecendo agora, assim como o XVII. Por que não seria possível?"

ISTOÉ – Há ainda resistências contra a terapia de vidas passadas (TVP). Qual a reação à idéia de ir ao futuro?
Brian Weiss – Psiquiatras e acadêmicos que rejeitam a idéia não a conhecem. Digo a eles: tentem. Há pacientes que impressionam pelos detalhes. Alguns falam línguas que desconhecem. Nos EUA, um terço das pessoas acredita em reencarnação. No Brasil, pelo menos 50% da população também crê. O futuro é estudado pela física quântica. Os físicos falam sobre universos paralelos. Fiz uma pesquisa com pessoas que têm sonhos precognitivos e que tiveram experiências de quase morte. Os sonhos sobre acidentes ou doenças as ajudam a se prevenir e a tentar mudar o futuro. Se há quem sonhe com o futuro, por que as pessoas sob hipnose não poderiam vê-lo?

ISTOÉ – E as teorias de Carl Jung (psiquiatra suíço, 1875-1961) sobre a existência de inconsciente coletivo?
Weiss – As lembranças são muito específicas. Não falam de um grupo de pessoas, mas do sofrimento físico, de doenças e ferimentos, e das emoções, alegrias e tristezas, de uma em especial.


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Holismo - publicado às 4:00 PM 39 comentários
OS UFOS E OS GOVERNOS
qui, 1 de dezembro, 2005
 


Países que já admitiram oficialmente a existência de OVNIs*:

Extinta URSS, em 1969: O então ministro das Ciências foi à TV e admitiu que a União Soviética considerava o assunto UFO como muito sério e afirmou ser uma nova obrigação dos cidadãos soviéticos relatar às autoridades todas e quaisquer observações destas naves. Após o programa, mais de 100 mil cartas foram recebidas com tais relatos, enviadas por pessoas de todos os cantos da URSS. Nunca mais o governo soviético tocou no assunto.

França, em 1976: O então Presidente Alain Giscard d'Estaing apresentou-se num programa especial de TV e confirmou que os UFOs existiam, que eram extraterrestres e que estariam se aproximando da Terra. Nesta oportunidade, perante a estupefacta opinião pública, mostrou dezenas de fotos e filmes de UFOs sobre o país e fundou uma entidade oficial de pesquisas ufológicas, o Groupment d'Études des Phénomènes Aeriens (Gepan). Funcionando dentro da estrutura do Centro Nacional de Pesquisas Espaciais (CNES), o organismo sobrevive até hoje com pouquíssimos recursos. Em 1999 o Comitê de Estudos Avançados (Cometa) divulgou um dossiê com a colaboração de antigos auditores militares do Instituto de Altos Estudos da Defesa Nacional (IHEDN) e vários cientistas, alguns do próprio CNES.

Argentina, em 1978. Num arroubo de popularismo, o então presidente Raúl Alberto Lastiri admitiu que os UFOs existiam, mas não entrou em detalhes. Hoje sabe-se que a Força Aérea Argentina tem um programa oficial e semi sigiloso de pesquisas ufológicas.

Uruguai, em 1982. Um ex-presidente admitiu que os UFOs existem e confirmou a existência de uma entidade de pesquisas do assunto dentro da Forca Aérea Uruguaia, fundada em 1979.

Brasil, em 1986. Durante uma intensa onda ufológica que durou vários dias de maio daquele ano e que culminou com o que ficou conhecida como a noite oficial dos UFOs no Brasil, os radares do Cindacta e os dos aeroportos do Rio, São Paulo e Belo Horizonte detectaram 21 objetos não-identificados com cerca de 100m de diâmetro cada, tumultuando e interrompendo as principais aerovias do país. Três caças Mirage e dois caças F-5E decolaram para interceptá-los, mas os objetos realizaram manobras impossíveis para a nossa tecnologia e desapareceram. O Coronel Ozires Silva (ex-presidente da EMBRAER e da Petrobrás) foi testemunha ocular e confirma que não era nada que possa ser identificável. O Ministro da Aeronáutica vai à TV e confirma tudo. Promete um relatório pra 30 dias, que nunca foi exibido.


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Ufologia - publicado às 2:50 PM 36 comentários