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CASSHERN
qua, 23 de fevereiro, 2005
 


Eu sei que retirei a seção de filmes daqui e coloquei no Meu outro blog, mas ESSE filme tem de estar aqui mesmo, e vou explicar porquê:

Antes de mais nada, confesso que fui atraído a este filme primeiramente pelo trailer. Cenas fantásticas e estilosas de ação, computação gráfica misturada com filmagens reais, uma fotografia surreal e vibrante. Mas achei estranho quando soube que o diretor estreante Kazuaki Kiriya considerou que o trailer, apesar de fenomenal, não reflete a essência do filme. Difícil concordar quando se tem um personagem principal que parece um super-herói japonês de fim-de-tarde na Manchete, que combate robôs gigantes e duela com espada. As cenas de ação (sem ser lutas) são fantásticas, com uma grande carga visual herdada dos animes e mangas (tipo os "enquadramentos Frank Miller", que também bebeu desta fonte). Mas, puxa... como as aparências enganam...

Imagine se Akira Kurosawa tivesse uns vinte e poucos anos, crescido no meio de Jaspion e Changemans, música eletrônica e Robôs (Mechas): Com certeza, sua obra seria algo muito parecido com Casshern. Mesmo com toda a pancadaria, ele é do começo ao fim uma ode à paz (embora você só perceba isso lá pelo final). Ele me lembrou muitas vezes o filme Sonhos, de Kurosawa, só que numa linguagem visual adolescente (mas sem comprometimento algum do roteiro, que é adulto e inteligente). Numa época onde vemos na mídia a transformação de vítimas em vilões (os "rebeldes" iraquianos) e a pregação da intolerância religiosa (os terroristas "islâmicos") é reconfortante ver um filme antenado com essas questões, onde questões étnicas desencadeam ódio mútuo. Em um dos muitos monólogos do filme, vemos: "Houve um tempo em que nós acreditávamos em Casshern, o espírito guardião. Talvez fosse por isso que vivíamos em paz e prosperamos durante muitos anos. Mas um dia, tudo isso mudou. A desconfiança guiava nossos movimentos. Nos esquecemos de como confiar nas pessoas... Eu acho que Casshern desistiu de nós."


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Cinema - publicado às 12:00 AM 51 comentários
ENVENENAMENTO POR MERCÚRIO
sex, 18 de fevereiro, 2005
 


Ainda em Campina Grande, no hotel em que estávamos, conhecemos Mark Sircus, diretor executivo do International Medical Veritas Association. Ele faz um trabalho de conscientização sobre os riscos do mercúrio, que é utilizado em amálgama para os dentes e - mais perigosamente ainda - nas vacinas brasileiras, como a anti-Hepatite B. Várias crianças morrem "inexplicavelmente" 24hrs depois dessas vacinas. Os norte-americanos já estão retirando o mercúrio de suas vacinas (ou seja, é algo possível de ser feito). Resta essa conscientização (e vontade política) chegar no Brasil. Isso só se dará com a mobilização pública, com a notícia boca-a-boca.

No caso do amálgama, descobri que 50% dele é feito de mercúrio, que é ingerido em doses pequenas durante cada mastigação (sem falar da constante liberação do vapor de mercúrio). Além do envenenamento (que leva à morte) o mercúrio pode estar por trás das causas do crescente número de autistas.


 
Ciência - publicado às 1:00 PM 31 comentários
O TSUNAMI SEVERINO
 


"Em quem você votaria para presidente da Câmara?
Em Luiz Eduardo Greenhalgh, que é defensor dos direitos humanos e advogado de presos políticos e de sem-terra? Ou em Severino Cavalcanti, que prometeu aumentar os salários e as vantagens dos deputados?

Provavelmente, você votaria em Greenhalgh, mas os deputados preferiram outros critérios e cravaram a vitória de Severino Cavalcanti na votação de segundo turno. Agora, o Planalto que se vire para driblar as promessas corporativistas do novo presidente. Elas não são nada baratinhas.


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Geral - publicado às 2:21 AM 92 comentários
CARNAVAL
qui, 17 de fevereiro, 2005
 


Por Emmanuel & Chico Xavier

Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer apologia da loucura generalizada que adormece as consciências nas festas carnavalescas. É lamentável que na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com os títulos de civilização.

Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidas pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças das trevas nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever. É estranho que as administrações e elementos de governos colaborem para que se intensifique a longa série de lastimáveis desvios de espíritos fracos, cujo caráter ainda aguarda a toque miraculoso da dor para aprender as grandes verdades da vida.

Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidades e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se acentue o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos. Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho. Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mãos aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretensiosas opiniões, colaborando conosco, dentro de suas possibilidades, para que possamos reconstituir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com seu livre arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.


 
Espiritismo - publicado às 12:36 PM 33 comentários
CLUBE DA LUTA
seg, 14 de fevereiro, 2005
 


Por Lázaro Freire, fundador da lista Voadores

Nos incomodamos com aquilo que somos, e com o que não gostaríamos de ser. Aprendermos com o que há de bom, mesmo no que vem de quem é ruim - pois, em última análise, todos somos ruins! E todos somos Cristo, e nos lamentamos no Getsêmani, e pedimos que o cálice seja afastado, mas ao mesmo tempo o provamos. E somos, todos, crucificados.

Isso nos é mostrado no que negamos, e no que usamos para escapar do que negamos. O que nos é muito próximo, ainda que oposto, nos incomoda. Afinal, sempre é o que deixamos para trás, ou para frente. É o que negamos ter sido, ou querer ser. O outro parece ser eu. E o verdadeiro eu, durante este processo, parece ser outro. E, por melhor ou pior que seja, no outro, por ser um outro, sempre mostrará uma nova solução, uma nova abordagem, uma outra válvula de escape e expressão para o que somos - e se é outra, não é a nossa. E se não estamos bem com a nossa, e há algo ou alguém que, ao mesmo tempo em que é igual, irmão, espelho, é também tão diferente... Vai incomodar.

Nos deram espelhos - e vimos um mundo doente
(Renato Russo)

Supondo que quem aqui esteja já com alguma maturidade para ver coisas fortes, e ver seus valores expostos, é um filme que RECOMENDO sim, e muito! O videoclipe de entrada até poderia (e deveria) ser arrancado, para ser passado em palestras conscienciais ou evolutivas. Você não é sua casa... As palavras são fortes, mas com as cenas, o ritmo, tem um impacto arrasante. Obra prima - a meus olhos leigos - de direção, de profundidade, de exposição das máscaras tão grandes e presentes que construímos verdadeiros personagens violentos em cima delas...

Na abordagem clássica de Freud, temos um inconsciente, que nos puxa para nossos recalques, traumas, desvios. Por outro lado, temos um superego, que puxa para o sentido contrário, superior. No meio desta briga, desta luta entre um e outro, entre o domar o inferior sem se perder nas contradições com o superior, estamos no terceiro, o do meio, o ego que somos nós. E, querendo ou não, uma hora vivenciamos estes pólos - que o digam as sombras dos pedófilos. Como no filme, a negação sucessiva leva o personagem à implosão. E daí, ele só sairá vivenciando.

Só a experiência própria é capaz de tornar sábio o ser humano
(Sigmund Freud)

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5 estrelas, Cinema, Psicologia - publicado às 9:25 PM 71 comentários
OREMOS COM FÉ
 


Por Seicho Taniguchi, do grupo Seicho-No-Ie

A maioria das pessoas acredita, de modo um tanto vago, que as orações são atendidas. Por isso, é comum as pessoas dizerem: "Oro pela alma do fulano", "Oro pela sua saúde" etc. Não se trata de frases vazias nem de mentira. Tais expressões são provas de que as pessoas conhecem, embora vagamente, o poder da oração.

De fato, as orações são atendidas. Mas devemos nos lembrar de que também as orações devem ser feitas de acordo com as leis mentais. As orações contrárias às leis mentais nunca serão atendidas. Podemos comparar isso ao fato de que não adianta fabricar uma máquina em desacordo com as leis mecânicas, pois ela não funcionará. É importante conhecer bem as leis mentais, aplicá-las corretamente em nossa vida e viver com plena liberdade.

A principal lei mental é aquela que diz: "Os semelhantes se atraem". As pessoas atraem para si coisas e fatos condizentes com elas. Isso significa que o destino de cada pessoa tem a ver com sua postura mental. Pessoas com a mente alegre têm um destino radioso, e pessoas com a mente sombria têm um destino triste, mesmo que sejam boas e corretas; quem tem a mente estreita acaba estreitando a própria vida; quem tem a mente áspera e hostil passa por diversas situações dolorosas, às vezes sofrendo ferimento e hemorragia. No corpo se manifesta o aspecto condizente com a mente. Assim, pessoas que têm a mente estreita e vivem angustiadas tendem a contrair tuberculose; as que têm a mente teimosa e inflexível são acometidas por doenças que causam paralisia no braço ou na perna; e as que se irritam com freqüência são propensas a sofrer hemorragia cerebral. Isso nos leva a compreender que, ao orarmos, é importante que o façamos com postura mental correta, pois não adianta fazer somente pedidos a Deus. Se algumas pessoas lamentam que suas orações não são atendidas, é porque pensam que orar é fazer súplicas a Deus.

Deus é Lei, é Justiça. Por isso, Ele não trata com parcialidade as pessoas, nem favorece os bajuladores. Devemos orar em conformidade com as leis mentais, mantendo a mente alegre, ampla, harmoniosa, repleta de bondade, e mentalizar com firme convicção: "As graças já me foram concedidas. Obrigado, Deus".

O que acreditamos do fundo da alma torna-se realidade. Portanto, é bom fazer oração de agradecimento com fé sincera: "As graças já me foram concedidas. Obrigado, Senhor".

Revista Fonte de Luz - Novembro/2004


 
Holismo - publicado às 12:05 AM 24 comentários
MEDIUNIDADE A SERVIÇO DOS OUTROS
dom, 13 de fevereiro, 2005
 


Mais um trecho do livro "Na próxima dimensão", de Inácio Ferreira & Carlos Baccelli

Quando a reunião terminou, Odilon tomou a palavra e dirigiu-se os pupilos que ainda permaneciam extasiados com a visita do Mensageiro:
- Não nos esqueçamos - disse - que o Mentor que esteve conosco nesta noite nos exortou à vivência do Amor; notemos que, especificamente, não abordou ele nenhum assunto concernente à mediunidade: o enfoque de sua palavra baseou-se na necessidade de amarmos os semelhantes... Não olvidemos a sábia advertência, porquanto muitos medianeiros, preocupados com o exercício de suas faculdades, relegam o aprimo-ramento de seus sentimentos a plano secundário...

E, fazendo breve pausa, acentuou:
- Vocês sabem que, dias atrás, o nosso Chico Xavier, que elegemos como médium-modelo no Liceu, deixou o corpo; sem dúvida, no campo da mediunidade, ele cumpriu com todos os deveres pertinentes, superando, inclusive, a expectativa daqueles que, de Mais Alto, lhe endossaram o sublime tentame; todavia, no campo de suas ações, intermediando os próprios sentimentos evangelizados, ele obteve o reconhecimento público, conquistando significativa vitória para os nossos princípios... O livro age em cada um, isoladamente, mas os bons exemplos repercutem na coletividade; mediante a desencarnação de Chico, os nossos irmãos encarnados vêm registrando expressivo recorde de vendas de suas obras; é que o autor ou o co-autor, quando desfruta de credibilidade, atrai o leitor... Em mediunidade, a parte que compete ao médium, notadamente no que tange à coerência, é de grande significado: o médium, por assim dizer, é a fotografia que o espírito emoldura; é sobre ele, e não sobre o espírito, que as atenções se concentram...


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Espiritismo - publicado às 12:04 AM 7 comentários
UFO EM BOA VIAGEM
sáb, 12 de fevereiro, 2005
 


Anteontem eu e Karina vimos um OVNI sobrevoando agitadamente um dos lugares mais movimentados de Recife: A avenida Boa Viagem.

Foi Karina que percebeu a luz incomum no céu, porque um dia antes eu e nossos amigos estávamos caçando OVNIS no interior da Paraíba e não vi nada que me desse 100% de certeza de ser extraterrestre (embora alguns tenham chegado a 80%), e estava ensinando sobre o padrão de luz usados nos aviões. Ela aprendeu tão bem que eu mesmo pensava que aquela luz em Boa Viagem era um pequeno avião. Foi quando a coisa parou no céu, desceu um pouco, e fez a volta, quase que em ângulo reto. Depois seguiu adiante, fez outra volta fechada, e retornou, desaparecendo atrás dos prédios.

O que mais me impressionou (além dos movimentos) é o tipo de disfarce utilizado: uma luz branca que piscava igual a de um avião. Dos 300 objetos não-identificados que já vi, ou eles usavam uma luz fixa (fácil de confundir com um satélite, e muitos dos que vi podem ter sido satélites mesmo) ou uma incomum luz que pulsava, em vez de piscar. Era a característica que definia: isso não é da Terra. Agora o disfarce está mais perfeito, a não ser pela aparente incapacidade de fazer curvas de forma suave.

Bem que eu gostaria de falar tudo à respeito da minha experiência com essas luzes, mas esse assunto é tão Tabu, tão fechado (mesmo nas mentes mais abertas) que corro o risco de destruir a egrégora do blog por conta da intolerância das pessoas (inclusive das que se dizem "pesquisadores" e, conseqüentemente, dono da "verdade sobre os UFOs").

Mas, como acredito que é essencial na caminhada pra fora da Matrix a compreensão de que não estamos sozinhos, sugiro que olhem atentamente o céu no período de 18:00 às 19:00 hrs.


 
Ufologia - publicado às 3:03 AM 48 comentários
ENCONTRO DA NOVA CONSCIÊNCIA - Considerações
qui, 10 de fevereiro, 2005
 


O encontro da nova consciência, em Campina Grande, foi muito bom, como esperado. A cidade é perfeita para o evento: grande e espaçosa, com suas ruas impecavelmente asfaltadas e limpas, mas ainda mantendo o estilo simples do interior, bem arborizada, com pessoas que ainda dão boa-tarde quando passam na rua.

Engraçado que antes de ir eu estava criticando os cristãos evangélicos por fazerem um evento paralelo, saindo do tema (que é a união de todas as religiões em uma só família). Mantenho a crítica, mas o papelão mesmo quem fez foram os espíritas, que organizaram (também) um evento separado, e o pior, PAGO! Foi o único grupo espiritual que cobrou pra participar das palestras!

Infelizmente grandes nomes dos outros anos, como Hermógenes, Pierre Weil e o Pastor Nehemias Mariem não puderam comparecer por problemas de saúde. Mas a grande abrangência de assuntos e palestras serviu para amenizar essa terrível perda. Temas como xamanismo, islamismo, esperanto, RPG, animes, cinema, e até mesmo encontros de ateus e grupos específicos como as "profissionais do sexo de campina grande" caracterizaram a liberdade de pensamento presente no evento, mas, em comparação com 2001, notei que o encontro ganhou mais temas, mas perdeu no aprofundamento em certas questões, como teosofia e principalmente ufologia (não havia nenhum representante! Nem sequer os ex-ufólogos apareceram... devem ter sido abduzidos).

Mas me encontrei mesmo foi no sufismo, quem diria. Fui para a primeira palestra com um espírito crítico e analista, e saí de lá como um profundo admirador da filosofia religiosa islâmica. Se todo o evento tivesse se resumido a essas três palestras sobre sufismo, já teria saído de Campina Grande satisfeito. A doutrina Sufi já havia despertado minha admiração aqui no blog, mas a vivência da prática meditativa chamada ZIKR me trouxe lembranças e sentimentos que estavam (muito bem) velados na minha alma (embora o sufismo não acredite em reencarnação, há coisas que o coração diz que não podem ser desditas por nada nem ninguém).

Mônica Buonfiglio deve ter sido a personalidade mais marcante do evento. Ela realmente é uma figura muito carismática. Mas a palestra mais desconcertante (e, pra mim, engraçadíssima) foi mesmo sobre Cabalá. O título era "Entendendo a Cabala pela senda da intuição humana em relação ao cosmo". Uaaaaaaau! Eu esperava alguém entrando no palco com gelo seco e uma estrela de David piscando no peito, mas o palestrante Rubens Ascher calmamente (e com jeito enfadonho de quem não aguenta mais ser questionado sobre esse assunto) falou que a cabalá significa apenas "transmissão de conhecimento", ou seja, alguém ensinando algo a alguém, e que aquele negócio da relação nome/números era apenas um passatempo que os judeus fazem quando estão entediados. Acho que todo mundo saiu de lá meio que "Meu mundo de Sofia caiu!" hehehe

O clima geral do evento (e palestrantes) era de EXTREMA preocupação com o planeta. Não preocupação ecológica localizada (matas, rios) mas com o TODO, o sistema Mãe Terra. A impressão geral era a de que atingimos um ponto onde não há mais retorno, e só podemos vigiar e aguardar o que iremos receber de volta da natureza. Tivemos uma palestra sobre previsões 2005, recheada de coisas interessantes, com dois astrólogos, a Mônica Buonfiglio, um cigano e uma mãe de santo. Mas isso é assunto para outro post.


 
Geral - publicado às 2:10 AM 12 comentários
UNIVERSO EM COLAPSO
qui, 3 de fevereiro, 2005
 


O universo está descontrolado, expandindo-se aceleradamente. Um dia, toda a vida inteligente enfrentará o destino derradeiro: o grande congelamento. E uma civilização avançada teria que embarcar na viagem final: a fuga para um universo paralelo.

Na mitologia norueguesa, o Ragnarok, ou "crepúsculo dos deuses", começa quando a Terra é vítima de uma terrível onda de frio. O próprio céu congela, e os deuses perecem em grandes batalhas travadas contra serpentes malignas e lobos assassinos. A escuridão eterna cai sobre a Terra exposta e congelada, enquanto o Sol e a Lua são devorados. Odin, o pai de todos os deuses, finalmente cai moribundo, e o próprio tempo pára.

Será que essa antiga lenda prevê o nosso futuro? Desde o trabalho de Edwin Hubble na década de 20, os cientistas sabem que o universo se expande, mas a maior parte deles acreditava que o processo de expansão se desacelerava à medida que o universo envelhecia. Em 1998, astrônomos calcularam o ritmo da expansão, estudando dezenas de poderosas explosões de supernovas em galáxias distantes, eventos capazes de iluminar o universo inteiro. Eles não acreditaram nos seus próprios dados. Alguma força desconhecida fazia com que as galáxias se distanciassem umas das outras, o que implicava na aceleração da expansão do universo. Brian Schmidt, um dos líderes do grupo, conta: "Eu fiquei balançando a cabeça, sem acreditar, mas havíamos checado tudo. Relutei em dar a notícia a outras pessoas, porque acreditei sinceramente que seríamos massacrados". Os físicos correram aos seus quadros-negros e perceberam que alguma "energia escura" de origem desconhecida, similar à "constante cosmológica" de Einstein, estava agindo como uma força antigravitacional.


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Ciência - publicado às 2:23 AM 37 comentários