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ESQUECIMENTO DE VIDAS PASSADAS
sáb, 31 de janeiro, 2004
 


Um dos grandes "vilões" da teoria da reencarnação é o esquecimento. Muita gente pergunta "se esse negócio existe, por que não lembro de nadinha das vidas passadas?" ou "Como vou pagar um karma se eu não lembro do que fiz?".

Ora, basta analisar a natureza humana pra saber que o esquecimento das vidas passadas é mais do que justificável: é essencial. Muitos rezam todo dia o pai nosso. Mas quantos perdoam de verdade as ofensas? Durante UMA vida fazemos muitas besteiras das quais nos arrependemos. Imagine isso multiplicado por várias vidas! Outro detalhe: o mente (não o cérebro, já que usamos muito pouco da capacidade dele) não "processaria" adequadamente a existência de múltiplas realidades/personalidades coexistindo (quem já teve um deja vu sabe que é quase uma pane na mente, tudo fica em câmera lenta, você fica desorientado...). Seria inviável e pouco prático, e a natureza em suas obras é evidentemente prática, embora não simplória.

Segundo Emmanuel (mentor de Chico Xavier) a sede da memória fica no corpo astral. Lá temos o registro de todas as vidas, todas as experiências, e como o corpo astral fica sobreposto ao corpo físico, ele equivale na psicologia ao inconsciente (ID), um manancial de informações inacessível normalmente ao consciente (daí que vem as técnicas de regressão, etc). Mas mesmo assim há limitações ao quanto se pode acessar. Um outro espírito que saiba como fazê-lo pode ver suas vidas como quem vê um filme (e isso me lembra o modo como o cérebro armazena suas informações, como num holograma, mas isso é assunto pra outro post), mas a pessoa desencarnada não fica automaticamente com lembranças de todas as vidas, pois ainda está sob efeito da última encarnação. É preciso um trabalho de "despersonalização" pra pessoa assimilar as outras vidas, coisa que aqui na Terra muitos já o fazem, e assim descobrem até aqui mesmo fragmentos de outras vidas. Quando reencarnamos, o acesso às informações do corpo astral é magneticamente limitado (algo como colocar uma senha) e, se tal informação não pode ir pro consciente, não irá nem com hipnose ou reza braba. Isso é essencial pra missão aqui, porque muitas vezes essas missões são de reconcilização (harmonização, como chamam do "lado de lá") e isso se faz com aqueles que você odiou ou prejudicou em vidas passadas.

É possível que os pais recebam um filho com todos um "gênio ruim". Vão olhar pro alto e dizer "Deus, fomos excelentes pais! Que fizemos pra merecer isso?!" quando a resposta está no fato de que um dos dois (ou os dois) foi responsável pelo que esse garoto é hoje, OU até mesmo responsável pela pessoa que ensinou/levou esse espírito a ser o que ele é hoje. Se formos ver o Karma pelo Taoísmo, se você for responsável por causar uma desarmonia, ela vai interferir no sistema de tal forma que as ondas de choque desarmônicas vão acabar chegando a você muito maiores, como uma bola de neve descendo pela montanha.

Perguntarão: "Mas, como vou ser amigo, pai ou filho de uma pessoa que odiei (ou que me odeia) em vidas passadas? Como vou transformar isso em amor?". A resposta é "Pelo condicionamento na carne". O ser humano é como um microcomputador com a "casca" de um rádio de válvula. Uma mente com potencial enorme (talvez até ilimitado, embora não saibamos disso) mas limitada por uma veste biológica não muito diferente da de um macaco (o DNA dos dois é apenas 1,5% diferente). Pra que? Pra ser influenciado pelos instintos, se apaixonar, se apegar, criar laços familiares, sentir fome e dores no físico (e assim aprender a não fazer certas coisas, como um rato num laboratório).

O "amor à primeira vista" é resultado de vivências passadas, afinidades espirituais, acentuadas pelo instinto de conservação da espécie. Essas pessoas podem se juntar para dar apoio na missão uma da outra, pra orientar, e também pra resolver certas "pendências", harmonizar-se. Uma união que começa como apoio, sem dívidas, mas que acaba tragicamente VAI TER de ser refeita em outra vida, até que não haja mágoas. Os dois vão se apaixonar, porque lá no íntimo (no "coração", como dizem) vai haver uma ressonância da vibração de um no outro. A lembrança e o sentimento dos bons momentos juntos voltarão à tona (sem que percebam isso no consciente, obviamente), mas, se certos hábitos do passado voltarem, sentimentos negativos também aflorarão (inconscientemente, também) e pode começar tuuuudo de novo. É justamente essa desarmonia que deve ser combatida, não com fingimento de que está tudo OK, não com tolerância de um lado apenas, mas com UNIDADE, com diálogo, como AMOR de ambas as partes. Um lado cede, o outro cede também, os dois lados se respeitam, mas também contribuem pra melhorar o que acham errado um no outro (não com acusações, mas com "toques", pois somente a própria pessoa - com o aflorar da consciência e maturidade - é que pode mudar o próprio jeito, pois de outra forma será fingimento ou condicionamento).

Então, estamos "condicionados" a sermos uma individualidade, em prol da missão de restaurar o equilíbrio que nós mesmos afetamos. Mas ainda perguntarão: "Digamos que minha missão não seja com alguém específico que me odeie, digamos que seja construir casas pra uma comunidade que mandei destruir na 2ª guerra. Não seria mais fácil que eu lembrasse pelo menos disso pra eu construir logo essas malditas casas?" Não. Não há mérito algum nesse tipo de "bondade" dirigida. Do ponto de vista terreno e materialista seria ótimo, mas não pra quem pensa em termos de milênios de evolução do espírito, pois que seria uma solução imediatista, e não haveria aprendizado real. É como alguém que ficou devendo ao banco por causa do vício da bebida, se mata de trabalhar pra pagar as dívidas, mas continua um viciado, pronto pra se endividar novamente.

Ficaremos pra sempre reencarnando nesse corpo quase símio? Não. Existem muitas outras "moradas na casa do Pai", de acordo com o tipo de aprendizado necessário para o espírito. O planeta Terra é lindo como infra-estrutura, mas é um Carandiru, em termos de população (não é preciso ser um grande observador pra notar isso). Oráculo mesmo já não precisa reencarnar aqui (apenas se ela quiser), e ela mencionou que não é tão difícil assim tirar esse "passaporte". Basta deixar de se comportar como um elemento perigoso aos seus semelhantes pra sair da prisão (e se você está aqui... bem, não foi por "erro de Deus").


 
Espiritismo - publicado às 12:00 AM 3 comentários
METAFÍSICA NAS UNIVERSIDADES
qui, 29 de janeiro, 2004
 


Já reclamei aqui no blog que a parte científica do espiritismo sempre ficou relegada ao segundo (e último) plano. Agora isso poderá mudar com o projeto de uma Universidade espírita. A Uniespírito possui convênios com associações de médicos e psicólogos, duas áreas aonde os estudos espíritas só vêm a acrescentar. Se teses e pesquisas forem feitas com base nesses estudos, a ciência só vai ter a ganhar, e o Brasil poderia ditar novos paradigmas na área da medicina, psiquiatria e psicopatologia (Vide o sucesso que Divaldo Pereira Franco faz no exterior).

Meu sonho mesmo era que TODAS as universidades tivessem cadeiras de ética universal (principalmente pra Direito), metafísica, karma, Zen-budismo, procurando aproximar-se mais da filosofia do que da religião. Sócrates deveria ser o mentor dos estudantes de Direito, mas só é visto no primeiro período. Hipócrates deveria estar sempre presente na cabeça dos futuros médicos, mas só é lido (e conhecido) no dia do juramento. E assim se formam aqueles que vão liderar o país e, quem sabe, aparecer em algum escândalo no Jornal Nacional...


 
Ciência, Espiritismo, Metafísica - publicado às 12:00 AM Sem comentários
O SUICÍDIO ANALISADO PELO ESPIRITISMO
qua, 28 de janeiro, 2004
 


O suicídio é a interrupção da vida (óbvio). Mas nesta frase se encontra a chave de todo o drama que o suicida passa após a morte. Assim como o mais avançado dos robôs, ou simples um radinho de pilha, o corpo também tem sua bateria, e um tempo de vida útil baseado nesta carga. De acordo com nossos planos (traçados do "outro lado") teremos uma carga X de energia, que pode ser ampliada, se assim for necessário. Então, um atentado contra a vida não é um atentado exatamente contra Deus, mas contra todos os seus amigos, mentores ou engenheiros espirituais que planejaram sua encarnação nos mínimos detalhes, e contra a própria energia Divina que foi "emprestada" para animar seu veículo físico de manifestação: seu corpo. Equivale aos EUA gastar bilhões pra mandar um homem a Marte, e quando ele estivesse lá resolvesse voltar porque ficou com medo ou sentiu saudades de casa. Todos os cientistas envolvidos na missão ficarão P da vida, e com razão. Afinal, quando ele se candidatou para a missão estava assumindo todos os riscos, com todos os ônus e bônus decorrentes de um empreendimento deste tamanho. Quando esse astronauta voltar à Terra vai ter trabalho até pra conseguir emprego de gari. É mais ou menos assim no plano espiritual. Um suicida nunca volta pra Terra em condições melhores do que estava antes de cometer o autocídio.

Segundo Allan Kardec, codificador do espiritismo, "Há as conseqüências que são comuns a todos os casos de morte violenta; as que decorrem da interrupção brusca da vida. Observa-se a persistência mais prolongada e mais tenaz do laço que liga o Espírito ao corpo, porque este laço está quase sempre em todo o vigor no momento em que foi rompido (Na morte natural ele enfraquece gradualmente e, às vezes, se desata antes mesmo da extinção completa da vida). As conseqüências desse estado de coisas são o prolongamento do estado de perturbação, seguido da ilusão que, durante um tempo mais ou menos longo, faz o Espírito acreditar que ainda se encontra no mundo dos vivos. A afinidade que persiste entre o Espírito e o corpo produz, em alguns suicidas, uma espécie de recuperação do estado do corpo sobre o Espírito (ou seja, o espírito ainda sente, de certa forma, as ações que o corpo sofre), que assim se ressente dos efeitos da decomposição, experimentando uma sensação cheia de angústias e de horror. Este estado pode persistir tão longamente quanto tivesse de durar a vida que foi interrompida.

Assim é que certos Espíritos, que foram muito desgraçados na Terra, disseram ter-se suicidado na existência precedente e submetido voluntariamente a novas provas, para tentarem suportá-las com mais resignação. Em alguns, verifica-se uma espécie de ligação à matéria, de que inutilmente procuram desembaraçar-se, a fim de voarem para mundos melhores, cujo acesso, porém, se lhes conserva interditado. A maior parte deles sofre o pesar de haver feito uma coisa inútil, pois que só decepções encontram."

Algumas máximas do espiritismo para o caso de suicídio:

As penas são proporcionais à consciência que o culpado tem das faltas que comete.

Não se pode chamar de suicida aquele que devidamente se expõe à morte para salvar o seu semelhante.

O louco que se mata não sabe o que faz.

As mulheres que, em certos países, voluntariamente se matam sobre os corpos de seus maridos, obedecem a um preconceito, e geralmente o fazem mais pela força do que pela própria vontade. Acreditam cumprir um dever, o que não é característica do suicídio. Encontram desculpa na nulidade moral que as caracteriza, em a sua maioria, e na ignorância em que se acham.

Os que hajam conduzido/induzido alguém a se matar terão de responder por assassinato, perante as Leis de Deus.

Aquele que se suicida vítima das paixões é um suicida moral, duplamente culpado, pois há nele falta de coragem e bestialidade, acrescidas do esquecimento de Deus.

O suicídio mais severamente punido é aquele que é o resultado do desespero, que visa a redenção das misérias terrenas.


Pergunta - É tão reprovável, como o que tem por causa o desespero, o suicídio daquele que procura escapar à vergonha de uma ação má?
Resposta dos espíritos - O suicídio não apaga a falta. Ao contrário, em vez de uma, haverá duas. Quando se teve a coragem de praticar o mal, é preciso ter-se a de lhe sofrer as conseqüências.

Será desculpável o suicídio, quando tenha por fim impedir a que a vergonha caia sobre os filhos, ou sobre a família?
O que assim procede não faz bem. Mas, como pensa que o faz, isso é levado em conta, pois que é uma expiação que ele se impõe a si mesmo. A intenção lhe atenua a falta; entretanto, nem por isso deixa de haver falta. Aquele que tira de si mesmo a vida, para fugir à vergonha de uma ação má, prova que dá mais apreço à estima dos homens do que à de Deus, visto que volta para a vida espiritual carregado de suas iniqüidades, tendo-se privado dos meios de repará-los aqui na Terra. O arrependimento sincero e o esforço desinteressado são o melhor caminho para a reparação. O suicídio nada repara.

Que pensar daquele que se mata, na esperança de chegar mais depressa a uma vida melhor?
Outra loucura! Que faça ele o bem, e mais cedo irá lá chegar, pois, matando-se, retarda a sua entrada num mundo melhor e terá que pedir lhe seja permitido voltar, para concluir a vida a que pôs termo sob o influxo de uma idéia falsa.

Não é, às vezes, meritório o sacrifício da vida, quando aquele que o faz visa salvar a de outrem, ou ser útil aos seus semelhantes?
Isso é sublime, conforme a intenção, e, em tal caso, o sacrifício da vida não constitui suicídio. É contrária às Leis kármicas todo sacrifício inútil, principalmente se for motivada por qualquer traço de orgulho. Somente o desinteresse completo torna meritório o sacrifício e, não raro, quem o faz guarda oculto um pensamento, que lhe diminui o valor aos olhos de Deus. Todo sacrifício que o homem faça à custa da sua própria felicidade é um ato soberanamente meritório, porque resulta da prática da lei de caridade. Mas, antes de cumprir tal sacrifício, deveria refletir sobre se sua vida não será mais útil do que sua morte.

Quando uma pessoa vê diante de si um fim inevitável e horrível, será culpada se abreviar de alguns instantes os seus sofrimentos, apressando voluntariamente sua morte?
É sempre culpado aquele que não aguarda o termo que Deus lhe marcou para a existência. Não há culpabilidade, entretanto, se não houver intenção, ou consciência perfeita da prática do mal.

Conseguem seu intento aqueles que, não podendo conformar-se com a perda de pessoas que lhes eram caras, se matam na esperança de ir juntar-se a eles?
Muito ao contrário. Em vez de se reunirem ao que era objeto de suas afeições, dele se afastam por longo tempo.

Fonte:
Livro dos espíritos (com algumas alterações)


Alguns exemplos de efeitos de suicídios na nova vida, como constam no livro As vidas de Chico Xavier:

- Chico, minha filha, de 5 anos, é portadora de mongolismo, mas eu acho que ela está sendo assediada por espíritos.
Chico descartava a hipótese "espiritual" e encaminhava mãe e filha à fila de passes. Elas viravam as costas, e ele confidenciava a um amigo:
- Os espíritos estão me dizendo que essa menina, em vida anterior recente, suicidou-se atirando-se de um lugar muito alto.

Outra mãe se aproximava e reclamava do filho, também de 5 anos:
- Ele é perturbado. Fala muito pouco e não memoriza mais que 5 minutos qualquer coisa que nós ensinamos.
Quando os dois estavam a caminho da sala de passes, Chico confidenciava:
- Na última encarnação, esse menino deu um tiro fatal na própria cabeça.

Outro caso, ainda mais chocante:
- Meu filho nasceu surdo, mudo, cego e sem os dois braços. Agora está com uma doença nas pernas e os médicos querem amputar as duas para salvar a vida dele.
Chico pensava numa resposta, quando ouviu o vozeirão de Emmanuel:
- Explique à nossa irmã que este nosso irmão em seus braços suicidou-se nas dez últimas encarnações e pediu, antes de nascer, que lhe fossem retiradas todas as possibilidades de se matar novamente. Agora que está aproximadamente com cinco anos de idade, procura um rio, um precipício para se atirar. Avise que os médicos estão com a razão. As duas pernas dele serão amputadas, em seu próprio benefício.


 
Espiritismo - publicado às 12:00 AM 2 comentários
SEM AMOR NÃO SOU NADA
ter, 27 de janeiro, 2004
 


Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que retine.

E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

(Paulo de Tarso; 1 Coríntios 13:1-2)

E ainda que eu saiba de tudo isso, sem amor, não sou nada.


 
Cristianismo - publicado às 12:00 AM Sem comentários
É KARMA!
seg, 26 de janeiro, 2004
 


PERGUNTA: O Centro Espírita deve desenvolver atividades de cirurgia mediúnica?

DIVALDO PEREIRA FRANCO: Transformar o Centro Espírita em pequeno hospital para atendimento de todas as mazelas é uma loucura. Isso seria um desvio da finalidade da prática do Espiritismo. Podemos, sim, fazer uma atividade de atendimento a doentes que são portadores de problemas na área da saúde espiritual. Poderemos aplicar-lhes passes, doar-lhes a água fluidificada, se for o caso, mas a função principal do Centro Espírita é iluminar a consciência daqueles que o buscam e, quando na área da prática do Espiritismo, atender as pessoas necessitadas de todo tipo.

Chico Xavier, que eu sabia, é a maior antena transreceptora na área da mediunidade, do século. No entanto, está assistido por médicos terrestres. Ele tem um médico cardiologista, um clínico geral, um urologista etc. O Espírito do Dr. Fritz quis cirurgiá-lo, em 1965, através do médium não espírita Arigó: - "Eu te ponho bom desse olho. Faço-te a cirurgia agora!" O Chico respondeu-lhe: - "Não, isso é um karma. Eu sei que o senhor pode consertar o meu olho. Mas como o karma continuará, vai aparecer-me outra doença. Como eu já estou acostumado com essa, eu a prefiro. Por que eu iria querer uma doença nova?".

(Matéria publicada no jornal "A Gazeta do Iguaçu" em julho de 97)

Mais uma indicação de que os espíritos mais evoluídos não estão aqui pra resolver seus problemas kármicos, e sim dar as ferramentas do conhecimento, pra que você os resolva por conta própria.


 
Espiritismo - publicado às 12:00 AM 2 comentários
POR QUE GRITAR?
dom, 25 de janeiro, 2004
 


Um dia Meher Baba perguntou aos seus discípulos o seguinte:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?
Os homens pensaram por alguns momentos...
- Porque perdemos a calma, disse um deles. Por isso gritamos.
- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao teu lado? Perguntou Baba. Não é possível falar-lhe em voz baixa? Por que gritas a uma pessoa quando estás aborrecido?
Os homens deram algumas respostas, mas nenhuma delas satisfazia ao Baba.
Finalmente ele explicou:
- Quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir essa distância, precisam gritar para poder escutar-se. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para escutar um ao outro através desta grande distância. O que sucede quando duas pessoas se enamoram? Elas não gritam, mas sim, se falam suavemente. Por que? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena.
Baba continuou:
- Quando se enamoram, acontece mais alguma coisa? Não falam, somente sussurram e ficam mais perto ainda de seu amor. Finalmente não necessitam sequer sussurrar, somente se olham e isto é tudo. Assim é quando duas pessoas que se amam estão próximas.
E então Baba concluiu:
- Quando discutirem, não deixem que seus corações se afastem. Não digam palavras que os distanciem mais. Chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.


 
Hinduísmo, Sufismo - publicado às 12:00 AM Sem comentários
ÁGUA ENERGIZADA
qui, 22 de janeiro, 2004
 



    500 pessoas mandaram o pensamento de AMOR para formar este lindo cristal de água
É muito bonito quando pesquisadores resolvem investigar conceitos que só existiam em religiões ou doutrinas, relegadas a meras crendices. A água benta (catolicismo), a água do batismo (católicos e evangélicos), e a água fluidificada/magnetizada (espiritismo) sempre foi encarada por mim como suporte e veículo para alguma coisa mental. Só que me não imaginava o quanto. O pesquisador japonês Masaru Emoto, no livro Mensagens da água, revela suas experiências, em que ele investiga o fenômeno Hado (do japonês onda, ou movimento) que consiste em alterar o padrão vibratório da água, por meio de música, imagens e... oração. Sim, a prova de que a água é alterada está na observação dos seus cristais, após o congelamento. O mais interessante é que a ciência não consegue controlar o processo de formação dos cristais, mas, pelo visto, o pensamento o faz.

O resultado foi que a as gotículas de água que foram mais "bem tratadas" formaram os cristais de água mais exóticos e belos, enquanto que aquelas que foram ignoradas ou xingadas não formaram cristais. O mesmo experimento ele realiza com alimentos. O arroz que recebeu mais carinho (bons pensamentos) demorou muito mais para entrar em decomposição do que o arroz xingado ou ignorado.

No Japão a crença que a alma habita no espírito da palavra é bastante difundida. O reverendo Kato Hoki, sacerdote do templo Jyuhouin, foi chamado para rezar por 1 hora ao lado de uma água cujos cristais estavam disformes e escuros. Após isto, a água se fez visivelmente mais bela, e seus cristais, após nova análise, revelaram algo que nunca o pesquisador - mesmo tendo feito mais de 10.000 experimentos - vira antes: uma rara formação heptagonal (sete pontas) dentro da clássica estrutura hexagonal. Mais tarde, o sacerdote disse ter invocado em suas preces a deusa dos rios Benzaiten (Equivalente a Sarasvati, na Índia. É a única Deusa entre os SETE deuses da sorte).

Ao colocar, em diferentes copos com água, palavras - mesmo que escritas no computador - que significam a mesma idéia (foi escrito "sabedoria", em japonês, inglês e alemão), ao congelarem os cristais formaram uma estrutura surpreendentemente similar. Segundo o físico Cheng Luojia, isto indica que não é exatamente a palavra, o som de cada língua, que influi sobre a água, e sim o pensamento, a idéia. E completa: "A que conclusão podemos chegar? Que a palavra produz forma". E deixa uma pergunta no ar: "Isso significaria que o espírito é matéria?"

Bem, o espiritismo já falava isso há mais de um século, e por isso faz a distinção entre espírito e alma, como os gregos faziam milênios atrás... é por isso que a magnetização/fluidificação/energização da água, que é feita em todos os centros espíritas, não é um ritual e sim um procedimento, explicado no Livro dos médiuns, Cap. VIII: "O Espírito atuante é o do magnetizador (o "vivo"), quase sempre assistido por outro Espírito (o "morto"). Ele opera uma transmutação por meio do fluido magnético, que é a substância que mais se aproxima da matéria cósmica, ou elemento universal. Ora, desde que ele pode operar uma modificação nas propriedades da água, pode também produzir um fenômeno análogo com os fluidos do organismo, donde o efeito curativo da ação magnética, convenientemente dirigida" (Saiba mais).

É por isso que insisto tanto: pensamento É vibração, o mundo É vibração, e você É, em espírito, o que você pensa/produz. Não é uma vibração mecânica, grosseira, como a que produz o som, mas muito mais sutil, que não encontra barreiras.

Oráculo já dizia que a melhor maneira de se limpar é na hora do banho. Debaixo do chuveiro, imagine que a água que cai está iluminada na cor dourado (uma "cascata de luz", como ela gosta de falar) e que essa luz está limpando você, dando forças a você. Nunca, em hipótese alguma, pense em preocupações na hora do banho, ou a água ficará "imantada", e em vez de benefício vai estar desequilibrando energeticamente seus corpos sutis. Outra coisa que ela gosta de recomendar (e que já mencionei aqui) é captar a energia dos primeiros raios do sol da manhã, colocando um copo d'água pra receber os raios e tomando-o após uns 15 minutos.

Referência:
A memória da água;
Veja as fotos dos cristais;
Artigo em inglês;
Entrevista com o Dr. Cheng


 
Metafísica - publicado às 12:00 AM 6 comentários
A GRANDE CONSCIÊNCIA
ter, 20 de janeiro, 2004
 


FÍSICA:
"Quanto mais eu observo o universo mais ele se parece a um grande pensamento do que a uma grande máquina"
(Albert Einstein)

"O universo é auto-consciente através de nós".
(Amit Goswami)


VEDANTA - ÍNDIA:
Nama são os arquétipos transcendentes e Rupa a sua forma imanente. A Consciência Universal é Brahman, o ser fundamental e único. Brahman existe para além de Maya (ilusão). Todo este universo sobre o qual falamos e pesamos nada mais é do que Brahman. Nada mais existe.


BUDISMO:
Nirmanakaya e Sambhogakaya são os reinos materiais e das idéias. Dharmakaya, acima destes reinos, é a consciência única que os ilumina. Na realidade, só existe o Dharmakaya! "Nirmanakaya é a aparência do corpo de Buda e as suas atividades inescrutáveis. O Dharmakaya de Buda está livre de qualquer percepção ou concepção de forma".


TAOÍSMO:
O Yin-Yang é um símbolo taoísta. O Yang é a parte clara, símbolo masculino e o Yin a parte escura, símbolo do feminino. O Yang é o reino do transcendente e o Yin o imanente. "Aquilo que permite ora as trevas, ora a luz, é o Tao", o Uno que transcende suas manifestações complementares.


A KABBALAH JUDAICA:
São duas as ordens de realidade: Sefiroth (transcendente) e a Alma de peruda (imanente), "o mundo da separação". O Zohar diz: "Se o homem contempla as coisas em meditação mística tudo se revela como Uno".


CRISTIANISMO:
"Ela (a consciência fundamento do SER) está em nosso intelecto, alma e corpo, no céu, na terra, enquanto permanece em si mesma. Ela está simultaneamente em, à volta e acima do mundo supercelestial, um Sol, uma estrela, fogo, água, espírito, orvalho, nuvem, pedra, rocha, tudo o que há"
(Dionísio; idealista cristão)


Há que se observar que em todas estas descrições a Consciência é tida como única, mas chega até nós através das suas manifestações complementares, idéias e formas. As religiões foram fundadas, com o fito de simplificarem para as massas os ensinamentos místicos dos que vivenciaram a Realidade Absoluta. Cada uma apresenta a sua senda, um caminho, mas a descoberta final só poderá ser feita por cada um dos peregrinos, ninguém, ninguém mesmo poderá fazê-la por você, este é o seu trabalho. Infelizmente, todas as religiões se tornaram dualistas. O dualismo das religiões monoteístas judaico-cristãs absorveu a psique ocidental se apoiando em uma hierarquia de intérpretes. Tal como separou Descartes - Mente e Corpo -, o dualismo - Deus/mundo, não parece resistir ao exame científico, explicita o físico teórico Amit Goswami.

Goswami aponta os quatro aspectos da consciência:

1. Percepção: campo da mente, trabalho global.
2. Os objetos da consciência: pensamentos e sentimentos passageiros
3. O sujeito/observador/experienciador e testemunha - o self consciente
4. Consciência, fundamento de todo o SER.

Não podemos identificar a consciência com as nossas percepções motoras, sensações e impressões sensoriais. Você se identifica com os seus dedos, no ato de escrever ou com os seus pés no ato de andar? Nada disto e nem um dos chamados "concomitantes" externos da nossa experiência consciente podem ser confundidos com os elementos fundamentais da nossa consciência. No âmago da nossa mente, os pensamentos, sentimentos e opções se encarados assim, nos jogariam dentro do conceito errôneo de Descartes - penso logo existo - quando o correto é - "escolho, logo existo" - Ulrich Neisser adverte e prova o que diz através da física quântica. Escolher é uma função primordial da consciência. "A psicologia não está pronta para enfrentar a consciência" - Amit Goswami retruca - "por sorte, a física está".


Matéria completa:
O Universo Auto-consciente de Amit Goswami e a Filosofia do Idealismo Monista (Jornal Infinito)


 
Holismo - publicado às 12:00 AM Sem comentários
A CULPA É DE DEUS?
dom, 18 de janeiro, 2004
 


José Saramago escreveu um texto em que bota a culpa das coisas ruins que acontecem à humanidade em Deus. Ora, a idéia do texto é pensar que o fato do homem acreditar em Deus é o culpa por todas as nossas desgraças, e cita pra isso a conquista da Índia pela Inglaterra e os atentados ao World Trade Center (que, como sabemos, nada teve a ver com religião). Poder-se-ia dizer até que ele está correto, pois os homens USAM Deus pra justificar seus desatinos. Desde que a civilização floresceu que o ser humano procura uma desculpa pra justificar seus atos, e a melhor (e mais infalível) é dizer que "Deus quis assim". É tiro e queda! Quem vai discordar de Deus? Especialmente quando o "enviado de Deus" conta com o poder militar e judiciário do seu lado.

SÓ QUE Saramago usa Deus como desculpa pra justificar seu ateísmo, já que o texto é claramente dirigido à idéia que "se as pessoas não acreditassem em Deus, não teria havido isso". Que ingênuo... como se todo ateu fosse um pacifista... se ele é ateu - ou seja, cínico e insquisitor quanto às crenças - deveria ser mais cínico e inquisidor para com a história e procurar descobrir as reais motivações pra tanta atrocidade. Dizer que a maior orquestração terrorista da história, envolvendo mais de 30 homens e QUATRO aviões de passageiros foi uma idéia surgida "porque Deus disse pra fazer" é sim um atentado terrorista contra a inteligência humana!! Nem o Papa cai mais nessa: Quando Bush declarou guerra ao Afeganistão, tentou invocar o nome de Deus pra justificar o bombardeio, ressuscitando o espírito das cruzadas, o Papa cortou logo com um "deixe Deus fora de suas guerrinhas". Bush acredita em Deus, e Saddam Hussein é ateu. Qual deles é melhor? Logo, percebe-se que todo o texto de Saramago é baseado numa premissa furada.

Saramago faria um bem à humanidade se usasse de ironia e lembrasse aos crentes que, se Deus existisse, teria de ser um Deus de Amor, e não de guerra. E que a maior "prova" de que Deus não existe residiria no fato de que a humanidade está mergulhada na barbárie desde os primórdios, só que agora conta com recursos mais sofisticados. Essa sim é uma idéia mais difícil de rebater pra quem crê num Deus "coisificado", que protege certas etnias em detrimento de outras. Saramago faz uma salada religiosa e mistura a idéia desse Deus com o "fator Deus", que é justamente a idéia que permeia a humanidade ANTES que as pessoas dessem um nome a Deus. O "fator Deus" é uma Unidade Criadora, que está em tudo que nos cerca, e se manifesta em todas as coisas visíveis e invisíveis, justamente aonde a ciência pára e olha estupefata para a inteligência da Criação. É um arquétipo que está presente em toda mente humana, do selvagem ao homem civilizado, e se manifesta (de formas inusitadas) até mesmo na cabecinha de Saramago (provavelmente como Sombra).

O ser humano é tão arrogante... Chamamos de "história" o período compreendido entre os primeiros escritos e o tempo atual. E sabe-se que, se o meio bilhão de anos que compreende toda a evolução do planeta Terra fosse equacionado em termos de 24 horas de um dia, toda a evolução do ser humano só aconteceria no último segundo antes da meia-noite!! Quanta coisa nós "perdemos", hein? E quanta "história" poderia ser aprendida, SE soubéssemos ouvir os mais velhos, que costumavam ouvir as histórias de seus avós, e assim por sucessivas gerações, até tempos imemoriais... mas não, a "história" é feita pelo lado mais forte, e não importam os motivos, afinal, vai tudo ser reescrito mesmo... como dizimar os astecas e queimar todos os seus manuscritos, porque DEUS QUIS ASSIM, pois eram povos bárbaros que não tinham "salvação" (ou pelo menos foi a desculpa da Espanha. Claro que nem me passou pela cabeça que o motivo poderia ser o ouro que foi tirado de lá e que enchiam os galeões de volta pra Espanha). E os árabes assassinados nas cruzadas? E as "bruxas" queimadas por toda a Europa? Foi uma questão de justiça Divina aplicada pelos homens? Hoje em dia nem uma criança acredita mais nisso! Quer um exemplo mais recente? A guerra dos Palestinos contra Israel. Todo mundo sabe que é uma guerra política e social, contra a opressão vergonhosa imposta aos palestinos. Mas o povo pobre palestino precisa ser incentivado, precisam de fanáticos dispostos a fazer sacrifícios por um "ideal", que na mente deles é pagar sangue com sangue (mesmo que isso estrague qualquer plano de paz que possa beneficiá-los). Então botam conceitos religiosos deturpados na cabeça deles, embora não haja sequer um ponto de apoio no Alcorão (conjunto de Leis de caráter Divino) pra justificar suicídio ou matar mulheres e idosos, como habitualmente fazem aqueles homens-bomba retardados. Mas mesmo um néscio precisa de uma motivação mais palpável para "cumprir a vontade de Deus", e é por isso que os grupos terroristas dão dinheiro às famílias dos suicidas, ou pelo menos dava, até Israel descobrir o esquema e passar a ameaçar as famílias com prisão. Foi Deus que mandou isso? Não, nem mesmo Maomé. E aí ficamos tão somente com a mentalidade doentia humana e a trindade sexo/dinheiro/poder.

Quando Saramago, do alto do seu prêmio Nobel de Literatura, diz que o "fator Deus" foi o responsável pela ação destruidora dos homens não posso deixar de achar isso uma ingenuidade, pois Deus foi a última coisa em que essas pessoas pensaram. É justamente a FALTA do "fator Deus" no coração dos homens a responsável pelas desgraças que vemos na humanidade. Porque uma pessoa que CRÊ estar em comunhão com esta energia Criadora, independente de religião, não vai praticar um ato desumano pelo simples motivo de que ele vai estar atentando contra Deus, e consequentemente, ele mesmo! Essa era a filosofia por trás dos atos de Mahatma Gandhi. Os que praticam a iniquidade em nome de Deus obviamente não O conhecem de fato.

Ok, então Deus está fora disso. Aliás, para os ateus, Ele está fora de tudo, pois não existe. Por mim tudo bem, se a pessoa acha que o Universo, com sua precisão matemática e autogerenciamento, é todo obra do acaso (já que não apitamos em nada, ao contrário, só fizemos destruir a harmonia do nosso planeta) isso é problema pessoal. Acreditar ou não acreditar não vai alterar nada. O importante é RESPEITAR seu semelhante, e não fazer com os outros o que não gostaria que fizessem com você. E isso é uma regrinha de civilidade, sendo você ateu ou não. E se um cara chamado Jesus (ou Joselito, não importa) deixou lições preciosíssimas de cunho social e humanístico pra que todos possam viver em paz, esse cara merece ser ouvido, e não importa se as pessoas acreditam que ele é Deus, Avatar, Sananda ou Drag Queen, desde que elas abram seu coração para a mensagem. Só não acho certo aparecerem pessoas que se acham muito espertas e autônomas usando seu prestígio para desacreditar a FÉ de outras pessoas, que buscam num Poder Superior a FORÇA para se tornarem pessoas melhores.

Porque DEUS está dentro de nós... mas isto Saramago nunca poderia entender...


Referência:
Em nome de Deus (A Espanha islâmica);
Stephen Hawking, The Big Bang, and God


 
Filosofia - publicado às 12:00 AM Sem comentários
MENINA RUSSA TEM VISÃO DE RAIO X
sex, 16 de janeiro, 2004
 


Cientistas russos estão impressionados com o caso de uma adolescente que afirma ter o poder de ver dentro do corpo das pessoas. Natasha Demkina, de 16 anos, pode enxergar doenças e conseguiu provar através de diagnósticos, noticiou o jornal The Sun. A primeira demonstração da visão de raio X da menina ocorreu quando ela tinha 10 anos. Sua mãe ficou surpresa quando Natasha disse poder ver dois feijões, um tomate e um espaço vazio dentro dela. A menina se referia ao fígado, coração e intestinos da mãe.

Os médicos russo se recusaram, em um primeiro momento, a aceitar o fenômeno, mas após uma série de testes foram obrigados a aceitar. Natasha desenhou o estômago de um médico e pintou uma mancha escura exatamente onde o homem possuía uma úlcera. Ao ser apresentada a uma paciente que sofria de dores múltiplas, a menina detectou todas as causas. Natasha chegou a identificar minúsculos detalhes não detectados pelo ultrasom.

Fonte: Terra

Engraçado que essa notícia fica na seção Populares, ao lado da fantástica manchete "Cuecas do ano-novo chinês são febre em Cingapura". Ficamos assim sem saber se a notícia é séria, e QUEM são os tais cientistas russos, e assim o assunto será relegado ao "curioso", facilmente caindo no esquecimento, e poderemos voltar a assistir Big Brother Brasil 4 sem pensar nestas coisas que desafiam a "lógica" que aprendemos na escola. Mas, como não gosto muito de programas de TV, resolvi ir atrás da fonte (não havia sequer o link pro artigo original!), o tablóide britânico The Sun, onde vemos que a Dra. Irina Kachan foi quem conduziu os testes e disse que "não pode explicar por meios normais como ela vê o que vê". Natasha agora pensa em estudar medicina, e atende mais de 20 telefonemas de pedidos de ajuda ao dia, mas não cobra dinheiro pelas consultas, mesmo ficando sempre exausta no fim do dia (imagino que deva ser um grande gasto de energia).


 
Ciência - publicado às 12:00 AM 4 comentários
FORMAS-PENSAMENTO
 


Ok, Ok, eu já falei que jogo Counter Strike sem a menor culpa, que no máximo eu estou contribuindo pra sujar a psicosfera e a egrégora da Lan House com meus pensamentos de agressividade. Mas tem um pequeno detalhe que eu (obviamente) esqueci, mas que a droga da Lei do Karma me fez relembrar da pior maneira: Quando você gera seus pensamentos com bastante energia, seja o que for, aquilo não só contribui pra egrégora como fica circulando ao seu redor, atraindo pensamentos afins, como uma rede de pesca, e você provavelmente não vai sentir, por estar bem energeticamente, mas os "bolsões de pensamento" ficarão gravitando em torno de você, só esperando uma brecha nas suas defesas pra se unir à sua aura (algo como um toma-que-o-filho-é-teu energético).

A melhor brecha é quando você dorme, e principalmente quando sua vibração está baixa ou fraca, por motivos de doença. Lembrei dos assassinos, que (pelo menos nos filmes) não conseguem dormir direito, têm pesadelos recorrentes com mortes, e tal. É a "rede de pesca" deles configurada pra esse tipo de pensamento. Lembrei também dos pre-cogs, do filme Minority Report, que captam o crime antes dele acontecer, enquanto ele ainda está "circulando" na mente do sujeito. Acho que é por aí... mas não é por isso que vou deixar de jogar CS! Da próxima vez que eu adoecer vou dormir com uma faca e uma pistola debaixo do travesseiro, e me preparar pra algumas horas de batalha durante o sono :P

Claro que, se isso funcionasse desse jeito com todo mundo, um cara que trabalhasse como repórter policial não conseguiria nunca dormir direito. Mas existem pessoas mais ou menos sensíveis às energias circundantes, e INFELIZMENTE eu sou das mais sensíveis. Não posso ficar com ódio de ninguém, não posso mentir, não posso sequer praticar pequenos delitos, essas coisas que as pessoas normais fazem e saem impunes... (quer dizer, eu até posso, mas logo depois levo a porrada, provavelmente cortesia dos meus sádicos guias espirituais).

Vou aproveitar e ensinar um negócio que uma certa pessoa que conheci no CEPEC me ensinou pra aniquilar energias grosseiras. Não sei se destrói mesmo ou só faz picadinho delas, mas a idéia é combater pensamento com pensamento, de maneira mecanicista (coisa que funciona muito melhor pra criar formas-pensamento do que abstrações): uma hélice de 4 lâminas afiadas, que você finge girar pra dar o movimento inicial(lembrem, quanto mais interação, mais energia mental gasta na criação, e mais perfeito fica) e empurra suavemente à sua frente, destruindo todas as formas mentais densas que estejam no ambiente (isso porque você programou - em sua cabeça - a hélice pra fazer isso), durante o percurso. Claro que, se você for ninja, pode simplesmente ordenar destruir as formas-pensamento, sem firulas, mas tudo vai depender de sua força mental (você se garante?). Outros usam a chama violeta, de Saint Germain (outra espécie de "muleta-pensamento", que pode ser MUITO eficiente, pois já foi "testada e aprovada" por muitas pessoas, ou seja, já está revestida de uma egrégora que torna a coisa eficiente mesmo que você não tenha muito jeito com formas-pensamento). Se você é do tipo que considera isso tudo uma grande babaquice, faça um bem pra você: esqueça esse post. Eu já tive várias dúvidas com relação à forma-pensamento, até que eu fiz a tal "hélice" atravessar meu corpo (pra ver se me limpava) e tive a sensação horrível de sentir meus órgãos internos chacoalhando. Auto-indução, dirão, e até acredito nessa possibilidade, mas assim mesmo é inegável reconhecer o poder do pensamento sobre a matéria.


 
Metafísica - publicado às 12:00 AM 2 comentários
A ENERGIA E AS PLANTAS
seg, 12 de janeiro, 2004
 


Escrito por José Roldão; Físico e orquidófilo

Energia é um conceito cujo atributo principal é a eternidade. Não pode ser criada nem destruída, apenas transformada... Os Upanishads, antigos textos sagrados hindus, declaram que a Energia é uma só, embora possa ser desdobrada em três categorias elementares. Uma de ordem superior (mais abrangente), também chamada espiritual, outra de ordem inferior (um pouco mais limitada) que constitui a estrutura do que chamamos mundo material e a terceira denominada energia marginal. As almas espirituais (que têm como principal atributo a consciência) são unidades indivisíveis da energia marginal, pois podem estar ora em contato com a energia espiritual, quando em estado de consciência pura, ou podem estar em contato com a energia inferior, quando perdem a pureza original. Os corpos que as revestem (e tudo que nesse mundo existe, por exemplo) são de natureza inferior, por sua comprovada impermanência ou incessante mutabilidade.

As estrelas são as fontes primárias de "geração" de toda a energia deste mundo fenomenal. Vejamos como isso ocorre:

O processo de fusão nuclear é o que acontece dentro das estrelas. Ao converterem matéria em energia, pela fusão dos núcleos dos átomos, as estrelas produzem uma incalculável quantidade de energia que é liberada na forma de radiação eletromagnética em diferentes freqüências, desde ondas no espectro visível (luz) ou invisível (infravermelhos, raios X, raios ultravioletas, gama etc). O processo acontece assim: de início, núcleos de Hidrogênio se fundem formando Hélio e liberam uma grande quantidade de energia. Depois, em um segundo estágio (quando todo Hidrogênio disponível foi transformado em Hélio), pela fusão dos átomos de Hélio, forma-se átomos de Carbono e Oxigênio, e pela fusão destes formando elementos mais pesados (todos os demais elementos químicos) e sempre liberando energia, até que a estrela complete seu próprio ciclo e, dependendo de seu tamanho (na verdade sua massa) ela poderá explodir, injetando grandes quantidades de todos esses elementos produzidos em seu interior para o espaço, onde formarão a base da vida. Assim, a partir da matéria (núcleo dos átomos), as estrelas produzem incalculáveis quantidades de energia. E Energia e matéria são aspectos da mesma realidade (E=mc2).

O interessante é que as plantas fazem exatamente o contrário; elas transformam a energia proveniente de uma estrela (nosso Sol) em matéria pelo processo da fotossíntese. As Plantas não participam apenas dos processos transformadores em escala planetária. Sua importância transcende os limites do planeta mais do que possamos imaginar...

Tomemos como exemplo o microfone e o alto-falante: o primeiro transforma sons em corrente elétrica, enquanto o segundo transforma corrente elétrica novamente em sons. Assim, existe uma cumplicidade universal entre as plantas e as estrelas cuja meta é a viabilização da Vida e nesta cumplicidade, uma é o exato reverso operacional da outra! Na verdade estrelas são portais puntiformes, difusores de energia. Uma planta transforma energia em matéria, sendo, pois, um portal materializador. Há uma simetria intrigante e mais verdade que poesia em se dizer que uma estrela é uma planta e uma planta é uma estrela!


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Holismo - publicado às 4:34 PM Sem comentários
FALAR EM LÍNGUAS
sex, 9 de janeiro, 2004
 


Eu vivo insistindo com Oráculo pra saber mais informações sobre Jesus, mas é sempre muito raro ela falar algo. Mas certo dia ela contou que, quando Jesus falava para a multidão, cada pessoa ouvia na própria língua. Primeiro eu achei que era figura de linguagem, uma licença poética, mas depois lembrei que na Bíblia temos o Pentecostes, quando o Espírito Santo "desce" nos apóstolos, que passam a "falar em línguas" (Atos 2:6).

Mas, como tal coisa poderia acontecer? Bem, no Plano Astral não temos línguas, a comunicação se dá pelo pensamento. Ainda assim as pessoas falam, por mero condicionamento. O cérebro é que interpreta o pensamento na língua da própria pessoa. E isso também funciona no processo mediúnico. Bene, na Lista Voadores, explica:

O que captamos lá são "blocos" de idéias, que não necessariamente precisam ser expressas em palavras. Só que para nossa mente é mais conveniente e confortante "traduzir" os blocos telepáticos em palavras que possamos entender. E aí, caso nossa mente "ache" que seria mais "lógico" se a pessoa que está falando conosco falasse em outra língua, a gente mesmo se encarrega de "traduzir" o bloco telepático em algum idioma "estrangeiro" que a gente conheça... Ou seja, nessa decodificação, NÓS é que "falamos" em inglês ou francês conosco (e não a pessoa que se comunicou com a gente). Como explicado, esta tradução nem seria necessária, numa comunicação telepática, mas é algo assim como um recurso, usado pela mente, para dar alguma "lógica" à projeção (como acontece nos sonhos)... Aliás, seja no físico, no astral ou onde for, nossa mente tem uma engraçadíssima preocupação com essa coisa de tentar ficar botando ordem no caos, o tempo todo... Chegando até a distorcer as coisas, só para dar um ar de "normalidade" a tudo, e assim acalmar nossos "euzinhos" inseguros.

O que deve ter acontecido em Israel foi uma TREMENDA influência do plano Astral NO físico. Ou seja: Tem coisas - TUM - que só Jesus faz por você. hehehehe


 
Metafísica - publicado às 12:00 AM Sem comentários
ENCONTREI JESUS!
 


Hoje estou em estado de graça! Jesus não está só no meu coração, mas também no meu estômago! Hoje tomei o Guaraná Jesus!!!.

Com seu luminoso líquido cor rosa choque, Jesus é um verdadeiro fetiche lá na Universidade, e de tanto falarem fiquei curioso em experimentar. O gosto é no mínimo... (como direi sem ofender Jesus?) ...exótico. É como se tivessem derretido aquele bombom 7 belo em água tônica (e prefiro acreditar que Jesus não tenha tido nenhuma relação com a dor de barriga que se seguiu horas depois).

Preparem-se, pois um dia Jesus será conhecido em todo mundo! Sabiam que o domínio guaranajesus.com.br já pertence à Coca-Cola?


 
Geral - publicado às 12:00 AM 1 comentário
MAGNETISMO DOS ESPÍRITOS
 


Pesquisadores britânicos chegaram a conclusão (óbvia) de que as pessoas passam por mais experiências assustadoras em locais considerados assombrados (mesmo que elas não saibam de antemão). Outra conclusão menos óbvia foi a relação dessas experiências com variações magnéticas, que provocam efeitos na psicologia humana, como pânico, arrepios, sentir uma "presença" ao seu lado e até mesmo a sensação de ser "tocado". Uma vez descoberta esssas variações, eles podem até reproduzi-la em laboratório, alterando o campo eletromagnético de certas partes do cérebro. Isso vem a comprovar o post do fantasma do castelo, em que menciono que a influência dos espíritos no nosso mundo se dá pela manipulação magnética. Ou seja, os cientistas descobriram o efeito. Falta agora descobrir a causa.

O bonito dos artigos é que eles não são totalmente céticos. Levanta questionamentos desconcertantes: E como grupos podem ser afetados pela mesma experiência, já que ela se dá num nível pessoal e subjetivo? E, mesmo com a descoberta dos "efeitos", por que não conseguiram aprender a "ligar" e "desligar" um fantasma?

Agora, aqui pra nós, eu tinha chegado nessa teoria do magnetismo tendo por base aquele episódio que vocês ridicularizaram tanto, do espírito que destruiu meu HD. Ora, o funcionamento de um HD é o seguinte: o leitor de dados fica flutuando numa espécie de colchão magnético, como uma agulha de radiola num LP, e já perdi meu HD antes só porque passei alguns segundos com ele dentro da bolsa, defronte aqueles vistoriadores de etiqueta eletromagnéticos (antifurto) num supermercado. Então, quando esse espírito falou que era moleza fazer aquilo, fiquei matutando: ora, ele não teria o know-how de fazer isso com a mente, manipulando o spin dos átomos, e tal, então deve ter sido alguma coisa bem mais grosseira, daí que eu acredito que ele usou o próprio magnetismo do seu perispírito (algo como botar a "mão" dele dentro do HD) pra desalinhar tudo lá por dentro. Outra historinha que eu deixei de contar por conta da galhofa foi que certa vez a energia pro meu computador (que é ligada à energia da casa, normalmente) foi cortada. A luz do quarto permaneceu acesa, SOMENTE o computador, monitor e fonte desligaram. Como eu não conhecia a instalação elétrica da casa imaginei que alguém tivesse desligado a chave de força de PARTE da casa, que por azar seria somente o meu PC. Saí fulo da vida do quarto, quando vejo minha mãe quase desmaiando na sala, passando mal. Depois de ter ajudado ela, voltei pro quarto e a energia pro PC tinha "retornado". Teria sido outra influência eletromagnética extrafísica?

Ouija for Windows!

Enquanto escrevia isso me veio uma idéia: e se pudéssemos fazer uma "interface" mecânica, como uma máquina de escrever, que convertesse certas mudanças eletromagnéticas em letras ASCII de computador? Uma vez que o espírito dominasse a tabela de conversão, ele poderia escrever no computador! Já pensou? Blog do além túmulo! HAHAhahah! Claro que, com tanto lixo eletromagnético em que vivemos cercados, iria aparecer uma porrada de letras desconexas, mas seria facilmente perceptivel se alguem (alguma inteligência) estivesse ordenando palavras... bem, é só uma idéia.

Artigos em inglês:
Fantasmas "estão todos na mente"
Magnetismo fantasmagórico explicado


 
Espiritismo, Metafísica - publicado às 12:00 AM 1 comentário
PLANO MENTAL E INCONSCIENTE COLETIVO
qua, 7 de janeiro, 2004
 


O inconsciente coletivo, como explicado por Carl Jung no seu livro O eu e o inconsciente, são "padrões genéticos comuns a toda a humanidade", que de alguma forma ficam impregnados em nossos cérebros, acumulando a experiência psíquica de milhões de anos de evolução humana. Mesmo Jung sendo enfático ao dizer que o inconsciente coletivo não é nenhum tipo de conceito místico, é difícil negar a semelhança com nossos estudos metafísicos, como a idéia do TAO, ou do que a projeciologia chama de Plano Mental, superior ao Plano Astral.

Por isso acho ridículo quando pessoas acham que TODOS os espíritos podem ser explicados como produtos do subconsciente dos vivos. Ora, essa possibilidade existe, e é conhecida pelo meio espírita como Animismo. Mas existem casos exemplares, como o de Chico Xavier, que mostram por A+B que são outras personalidades que estão sendo acessadas através da mediunidade. Então poderiam achar que isso é um acesso ao inconsciente coletivo, algo que até Jung já experimentou. Mas vejam: se o médium chegou ao ponto de ter acesso à memória da humanidade, surfar e buscar informações livremente no inconsciente, o que o faz buscar UMA no meio de bilhões de personalidades disponíveis? A tendência num "surf" pelo inconsciente é se fundir ao TODO, e não criar uma nova barreira consciencial.

O que chamamos de "espíritos" ainda são consciências, assim como nós, limitadas a um EU, e elas interagem com o inconsciente quase da mesma forma que nós (não é porque a pessoa morre que se individua e vira Self). Mas ainda tem muita coisa acima do plano que chamamos de Astral! Os habitantes de lá se projetam também, se souberem como! Temos esse relato no livro de André Luiz/Chico Xavier Nosso Lar, onde André vai visitar a mãe em outro plano físico vibracionalmente superior ao dele, um lugar ainda mais sutil do que seu corpo astral poderia entrar. Mas, mesmo nesse patamar ele ainda usava um "corpo", ou seja, não era o Plano Mental, onde a idéia de "minha matéria" se extingue. Imagine quantos e quantos níveis devem existir para se atingir o Plano Mental...

Quanto mais superior, menos forma, menos separação, menos idéia de EU. Só que muita gente não está preparada pra isso (eu incluso), e enquanto a missão delas for nos planos que requeiram um EU, vão continuar sendo um EU, queiram ou não!


 
Espiritismo, Metafísica, Psicologia - publicado às 12:00 AM 2 comentários
JUNG: SINCRONICIDADE
 


Termo cunhado por Carl Gustav Jung para sua teoria de que tudo no Universo estava interligado por um tipo de vibração, e que duas dimensões (física e não física) estavam em algum tipo de sincronia, que fazia certos eventos isolados parecerem repetidos, em perspectivas diferentes. Tal idéia desenvolveu-se primeiramente em conversas com Albert Einstein, quando ele estava começando a desenvolver a Teoria da Relatividade. Einstein levou a idéia adiante no campo físico, e Jung, no psíquico.

A sincronicidade é definida como uma coincidência significativa entre eventos psíquicos e físicos. Um sonho de um avião despencando das alturas reflete-se na manhã seguinte numa notícia dada pelo rádio. Não existe qualquer conexão causal conhecida entre o sonho e a queda do avião. Jung postula que tais coincidências apóiam-se em organizadores que geram, por um lado, imagens psíquicas e, por outro lado, eventos físicos. As duas coisas ocorrem aproximadamente ao mesmo tempo, e a ligação entre elas não é causal.

Antecipando-se aos críticos, Jung escreve: "O ceticismo deveria ter por objeto unicamente as teorias incorretas, e não assestar suas baterias contra fatos comprovadamente certos. Só um observador preconceituoso seria capaz de negá-lo. A resistência contra o reconhecimento de tais fatos provém principalmente da repugnância que as pessoas sentem em admitir uma suposta capacidade sobrenatural inerente à psique".

Os fenômenos sincronísticos manifestam-se com muito maior freqüência quando a psique está funcionando num nível menos consciente (estado de ondas alfa), como em sonhos, meditações ou devaneios. Assim que a pessoa se aperceba do evento sincronístico e se concentre nele, o perde, pois a idéia de tempo e espaço volta a reinar na consciência. Jung sublinha que a sincronicidade parece depender consideravelmente da presença de afetividade, ou seja, sensibilidade a estímulos emocionais.

A grande sacada de Jung foi colocar a sincronicidade como algo abrangente do TODO, e não de um mero evento. Ele pergunta: Como pode um acontecimento remoto no espaço e no tempo produzir uma correspondente imagem psíquica, quando a transmissão de energia necessária para isso não é sequer concebível? Por mais incompreensível que isso possa parecer somos compelidos, em última instância, a admitir a existência no inconsciente de algo como um conhecimento a priori ou uma relação imediata de eventos que carecem de qualquer base causal. Ou seja: a pessoa que acessou o avião caindo sempre soube, só que não sabia que sabia, porque na verdade não existe espaço nem tempo para o Self! É o nível búdico!

Segundo ele, os pensamentos vêm-nos à consciência; as intuições e pensamentos que surgem do inconsciente não são produtos de esforços deliberados para pensar, mas objetos internos, parcelas do inconsciente que pousam ocasionalmente na superfície do ego. Jung gostava de dizer, por vezes, que os pensamentos são como pássaros: eles chegam e fazem ninho nas árvores da consciência por algum tempo, e depois alçam vôo de novo. São esquecidos e desaparecem.

A matemática é um produto puro da mente, e não se mostra em parte alguma do mundo natural; no entanto, pessoas podem sentar-se em seus gabinetes e gerar equações que rigorosamente predizem e captam objetos e eventos físicos. A Jung impressionava que um produto puramente psíquico (uma fórmula matemática) pudesse ter um relacionamento tão extraordinário com o mundo físico. Por outro lado, Jung propõe que os arquétipos também servem como ligações diretas entre a psique e o mundo físico, mas não são as causas destes. Parece sim, ligá-lo a "operadores" que organizam a sincronicidade.

Os junguianos comentam que no inconsciente não há segredos. Todo o mundo sabe tudo. Pode-se comparar esse conhecimento com o "Olho de Deus", o "Olho que tudo vê" ou o "Grande Irmão". Não é apenas o que fazemos, mas até o que pensamos - que É o que somos! - que pode ser acessado.

Jung vai ainda mais longe em sua definição de Sincronicidade, que recebe o nome de Cosmologia na sua forma mais abrangente, onde relaciona a organização acausal no mundo, sem referência à psique humana. Antes de nós existirmos existia a organização, a sincronicidade. Então, quem geria isso? Ele diz: "Nessa categoria se incluem todos os "atos de Criação", fatores a priori, tais como, por exemplo, as propriedades dos números primos, as descontinuidades da física moderna, etc."

Nós, seres humanos - ensina ele - temos um papel especial a desempenhar no universo. O nosso inconsciente é capaz de refletir o Cosmos e de introduzi-lo no espelho da consciência. Cada pessoa pode testemunhar o Criador e as obras Criativas desde dentro, prestando atenção à imagem e à sincronicidade. Pois o arquétipo não é só o modelo da psique, mas também reflete a real estrutura básica do universo. "Como em cima, assim embaixo" falou o Mestre Hermes Trismegisto. "Como dentro, assim fora" responde o moderno explorador da alma, Carl Gustav Jung.

Extraído e adaptado do livro Jung, o mapa da alma, de Murray Stein. Agradecimentos a Klash pela introdução.

Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o "padrão de Deus" existe em cada homem, e que esse padrão (pattern) é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada
(C.G. Jung)

 
Psicologia - publicado às 12:00 AM 1 comentário
O FANTASMA DO CASTELO
sex, 2 de janeiro, 2004
 


No mês passado a imprensa mundial voltou seus olhos para o desconhecido, só pra quebrar a monotonia e ganhar audiência (afinal, não tem mais Saddam Hussein pra capturar, nem guerra pra veicular). No castelo de Hampton Court, uma das residências do monarca inglês Henrique VIII, as câmeras do circuito fechado de televisão do palácio captaram uma imagem que alegam ser de um fantasma que, usando uma vestimenta do Séc. 16, fechava a porta de incêndio.

Não se deve ignorar a possibilidade de ser uma fraude inventada pelos administradores do castelo, já que eles cobram ingressos para fazer um tour por lá, e o maior atrativo de um castelo é justamente a possibilidade de ver um fantasma (as pessoas são capazes de TUDO, tudo mesmo, por dinheiro). MAS a possibilidade de não ser também é boa, justamente pela história do castelo, um lugar onde muitas coisas estranhas já aconteceram. Mas vou deixar o ceticismo de lado e me valer deste caso pra explicar algumas coisas sobre fantasmas:

Voltando ao vídeo, no primeiro dia o alarme da porta de incêndio foi acionado, indicando que ela estava aberta. A câmera de segurança mostrou que a porta abriu sozinha. No segundo dia, a porta estava aberta, quando aparece esse sujeito da foto e fecha a porta. No terceiro dia aconteceu novamente da porta fechar, mas desta vez sem que ninguém aparecesse. Mas, nesse dia, um visitante deixou no livro de visitas que viu um fantasma por aquela área. Os guias do hotel costumam usar roupa de época, mas nenhum deles têm uma roupa como aquela. Uma coisa curiosa é o fato da imagem ao redor da figura estar com pouco contraste, em comparação com o arredor, e o "rosto" ser um tanto quanto... brilhoso. Ridículo é achar que o fantasma seja justamente o Rei Henrique. Por que não pode ser um simples empregado do castelo, absorto em seus afazeres de outrora?

Sempre aparece aqueles que se acham a última Coca-Cola do deserto na área de paranormalidade, e que cabe a eles a palavra final: O site Paranormal-Investigation.com afirmou que o vídeo era uma farsa, pois, segundo eles, "depois de estabilizar as imagens e realçá-las no computador, o que se vê é que o fantasma se parece, em seus movimentos de mão e de braços, com um humano usando uma roupa de época."
Puxa vida, eles precisaram mesmo de modernos computadores pra notar isso? Com o que eles queriam que uma pessoa morta se parecesse e se movimentasse? Como um dos fantasmas do Scooby-Doo? Ou será que pra eles todo morto se torna o clássico fantasma-do-lençol-com-dois-furinhos-nos-olhos?

Mas, por que fantasmas aparecem? Bem, isso é uma questão mais psicológica do que propriamente espiritual. O "procedimento padrão" é a pessoa morrer e ser conduzida a um lugar intermediário entre o Plano Etérico e o Astral, e ficar o mais longe possível da psicosfera desse planeta. Mas nem sempre é o que acontece. Nem todo mundo morre e depois disso pensa: "puxa, eu morri, agora vai vir uma luz, que nem no filme Ghost, e me levar pro paraíso". Todos nós criamos com a mente nossa psicosfera pessoal, nossas formas-pensamento, que ficam nos rodeando como satélites. Quanto mais traumatizante a morte, quanto menos conhecimento se tem do "lado de lá", e quanto mais forte for a energia mental, mais a pessoa vai se emaranhar ao que ela criou mentalmente em vida. Então, uma pessoa que morre em meio a pensamentos de angústia e revolta (principalmente se a pessoa for assassinada injustamente), vai parar automaticamente no "ninho" que ela criou mentalmente, e com as companhias que ela atraiu vibracionalmente pra esse "ninho". Fico preocupado com as pessoas que acham elegante ser down, góticas, que admiram e cultuam em seu pensamento imagens das mais terríveis, seja em filmes, RPGs, ídolos pop, etc, pois estão justamente preparando seu "berço". É aquilo que irá receber estas pessoas quando desencarnarem. Não são as criaturas de seus pensamentos que "ganharam vida", mas sim parasitas, larvas mentais que, estas sim, "ganham A vida" se alimentando desses pensamentos, e, para não "morrerem" (ou seja, se desfazerem por falta de energia, que é o que as mantém coesas neste plano), fazem questão de manter viva em sua mente a "idéia" delas, e plasmam-se exatamente na forma que você mais facilmente as alimenta. Como um cachorrinho que faz truques pra chamar sua atenção, e você, como recompensa, o alimenta, e faz isso toda vez que ele pedir, até que você pense SOMENTE nisso o tempo todo. São as obsessões, os pensamentos recorrentes. É difícil sair deste círculo vicioso, acaba sendo pior do que droga, pois acontece em namoros, círculo de amizades, seitas, religiões, e a obsessão por vezes se disfarça sob as formas mais inocentes e/ou úteis, como palestrantes (espíritas, evangélicos, cientistas) que se ensoberbam ao falar eloquentemente, alimentando o ego, e acabam se achando o dono da verdade, juízes que se acham com poder sobre a vida e a morte, etc...

Sexo é a forma mais perigosa de obsessão, pois é a de maior fluxo de obtenção de energia, e a mais difícil de se libertar. Algumas vezes espíritos "vampiros" plasmam-se na forma de seus maiores desejos (uma mulher, ou um homem) e o visitam em "sonhos", aproveitando quando você sai do corpo consciente ou inconscientemente. E aí, através do que você acha ser um sonho erótico (que na verdade é um acoplamento áurico), você cede espontaneamente sua energia, e acaba ficando esgotado (O que não quer dizer que TODO encontro ou sonho erótico seja vampirismo). Esse tipo de coisa é tão normal que já está registrado nas lendas judaicas. Pomegranate acrescenta: Dentro da tradição judaica qualquer polução noturna é atribuída à Lilith, e é dito que, no momento em que você ejacula, está gerando demônios com ela. Para evitar este tipo de abordagem noturna, além das orações que são feitas antes de dormir para que a sua alma se eleve (Néfesh e Ruach), costuma-se ter por perto da cama um talismã com três letras Zayin na sua forma casher. Uma dica que aprendi na lista Voadores pra saber se é um assediador disfarçado é exteriorizar energia na direção da pessoa (dar passes, amar de verdade ou fazer um EV). Isso porque tudo do "lado de lá" é plasmado magneticamente, com o poder do pensamento. Quando você irradia sua carga energética perturba o campo magnético de quem mantém o disfarce. O corpo etérico da pessoa "verdadeira" não se desfaria com essa simples manobra, pois o campo magnético do seu perispírito é fortíssimo, por ser o duplo etérico da matéria. Espíritos mais experientes (não exatamente mais evoluídos) assumem a forma que quiserem, mas o resultado do pensamento mais íntimo, sendo ele doentio, deturpado e descontrolado, acaba deformando, sem que ele perceba, sua forma padrão, refletindo-se assim no perispírito, que é a interface entre o corpo físico e o astral.

Viram o filme Os outros? É exatamente aquilo. Do mesmo jeito que um gato tem ouvido seletivo (pode dormir com barulhos, mas acorda com o som da sua tigela sendo mexida) a mente humana também processa as coisas assim. Dessa forma, o espírito "cria" um ambiente adequado, geralmente parado no tempo (o tempo dela) e qualquer interferência no seu modo de vida será encarada como uma agressão. O suicida geralmente entra em "looping", revivendo por N vezes o momento da morte, tentando "entender" o que aconteceu (afinal, ele achava que ia acabar com a "vida", mas ela não acaba, e daí ele "acaba" de novo, e de novo...)

Então isso só ocorre com pessoas ou pensamentos ruins? Não. Espíritas, crentes, ateus, todo aquele que tiver depositado bastante energia (pensamento) em criações mentais e nutrir essas esperanças enquanto em vida corre o risco de auto-obsessão. Criarão seus próprios mundinhos, bons ou maus, mas ainda assim prejudiciais, por estarem isolados em seus pensamentos e não permitir a devida distância dos Planos vibracionais da Terra. Por isso manter-se saudavelmente cético (mas não cego) é muito bom para quem estuda essas coisas mais "esotéricas", para que não "viaje na maionese dos outros". Isso inclui este blog. Tudo o que eu falo aqui provém da minha observação e/ou estudos, aliado a minha lógica (que pode ter sido deturpada pela minha mente, por que não?). A única coisa que posso garantir é que não estou falando nenhuma mentira do meu coração. Analisem tudo, e retenham o que vocês acharem de mais verdadeiro, mais coerente com sua evolução, com o seu caminho. Separem o joio do trigo.


A "CRIAÇÃO" DO INFERNO

A cultura grego/romana, aliada ao judaísmo, formou o conceito de Inferno na Igreja Católica, e esta instituição fez o favor de espalhar pelo mundo uma idéia bem viva e unitária sobre esse mundo pós-morte (bem mais do que o paraíso). E assim, através do pensamento, essa imagem DE FATO se cristalizou nos planos etéricos, mais próximos à Crosta da Terra. E as pessoas mais impressionáveis, depois que desencarnam, intimamente cientes de que não vão pro céu (afinal, só vai pro céu quem não tem pecado. Mas, e quem não tem pecado pra Igreja? Segundo ela, já nascemos em pecado!) acabam, por afinidade vibracional e de pensamento, se reunindo a outros desgraçados em suas criações mentais doentias. Como todo lugar que reúne gente ruim, tem aqueles que resolvem ser o dono do pedaço. E assim eles administram esses "infernos" com mão de ferro, torturando os mais fracos, e elegendo os mais fortes pra "cargos de confiança". E assim criam o Inferno S.A., vários desses redutos espalhados pelos planos mais próximos à Terra, e que os espíritas chamam de umbrais. O único jeito de sair desses lugares é mudando seu padrão vibracional, algo que só pode ser feito internamente. As pessoas passam dias, meses ou anos nesses lugares, até dar um estalo e pensar "será que eu já não estou aqui tempo suficiente?" e aí, com a mudança do pensamento, muda a vibração, e aí se torna possível sair ou ser resgatado.

Um colega me falou certa vez que não acredita que os pilotos Kamikazes fossem pra o tal "vale dos suicidas versão japonesa". Fiquei em dúvida. Será que não haveria punição pelos seus atos? (Ainda pensava desta forma, em 2001.) Então pesquisei sobre os Kamikazes, e vi que a cultura do suicídio no oriente é totalmente diversa da nossa. Eles não agiram levianamente com suas atitudes, não tentaram fugir covardemente das obrigações da Terra, e sim agiram por altruísmo, amor à família, à Pátria e ao Imperador. Não havia autoculpa, nem remorsos. Eles queriam viver, mas não podiam! Os Kamikazes foram o último esforço desesperado de guerra, e não uma coisa sistemática. Se foram manipulados pelo Imperador, aí é outra história, mas não é o mesmo contexto de um Homem-bomba, que possui desculpas políticas pra seus atos, mas SABE que mata inocentes, infligindo claramente o Alcorão e o senso-comum de qualquer pessoa, de qualquer religião.

E uma nota pra quem acha que Inferno é só uma criação ocidental: o oriente também tem seus infernos. O budismo tem vários níveis de percepção/ilusão pra quando a pessoa desencarna, e tem vários "inferninhos", uns mais leves, outros mais pesados (com fogo e tudo). Como se chega lá é que muda de cultura pra cultura.


MATERIALIZAÇÃO

Mas, voltando aos fantasmas: por que não os vemos mais vezes? Bem, eles estão numa vibração mais elevada (embora seja ainda grosseira, para os padrões espirituais), então é preciso que haja um doador de energia animal (A energia vital Ki/Chi, produzida por nós, os encarnados) para que impregne a matéria do espírito e assim ele baixe de vibração o suficiente para que possamos vê-lo. As "nuvens" e o embaçamento que vemos ao redor dele seria sua psicosfera mental, também semi-materializada (já viram nos quadrinhos da Mônica como uma nuvenzinha preta fica acima da cabeça de quem está chateado? É isso aí, só que não a vemos). É provável que só tenhamos visto esse por causa de algum visitante (médium doador) cheio de energia que esteve por lá.
Mas, como ele pôde tocar na porta? Ação da mente sobre a matéria, possibilitada pela reserva de energia animal, que fez a "interface" com o nosso plano. Da primeira e da terceira vez não o vemos, pois não estava com energia suficiente para materializar o perispírito, apenas interagir com a porta. Já viram o filme Ghost, do outro lado da vida? Na estação de trem o suicida ensina pra se concentrar na altura do estômago, com raiva, pra movimentar os objetos. Isso está certíssimo, pois é a forma mais fácil que ele encontrou pra canalizar a energia Ki/Chi, que fica concentrada nessa altura. É ali que se produz a energia vital, mais densa, que mantém a matéria funcionando. Como o duplo etérico é uma contraparte do corpo, também está impregnado por essa energia que, com o tempo, vai se desfazendo, por não ter mais uso (afinal, era só pra manter o físico). Só que, com a perda dessa energia, a tendência do espírito é sentir frio (interpretação da mente para um fenômeno que é físico - perda de energia/calor - mesmo quando ocorre do "lado de lá", pois que é matéria do mesmo jeito, só que mais sutilizada), causando assim uma sensação de segunda morte. Daí que muitos aprendem a se manter "bem" vampirizando, roubando energias dos encarnados, consciente ou inconscientemente.

Os melhores doadores de energia são crianças. Por isso muitas podem ficar doentes e sonolentas sem motivo, em casas ditas "mal-assombradas". Mas saibam também que esse processo de vampirização pode ocorrer de encarnados pra encarnados, e esses são os piores, pois um encarnado rouba ainda mais energia do que um desencarnado (chamamos gente assim como "olho de seca pimenteira", que matam plantas e passarinhos só com o olhar). Aposto que a maioria das famílias sabem de casos de parentes ou amigos que, quando dizem "que criança bonita!" no outro dia o pobrezinho adoece (hehehe). Já que estamos falando de filmes, tem também o Polteirgeist, o fenômeno. A palavra Polteirgeist quer dizer literalmente, espírito brincalhão, em alemão. E são exatamente isso. Gente desencarnada que resolve perturbar a vida de uma pessoa ou família. Pra isso acontecer precisa ter um doador de energias, geralmente um jovem ou criança. Geralmente essas "brincadeiras" são motivadas por desavenças de vidas passadas, ou um espírito não ia investir tanto tempo e energia só pra dar umas risadas. Exorcismo, nesses casos, pode funcionar, SE o padre tiver uma boa infra-estrutura espiritual do "outro lado".

Sei que esse post pode causar medo em muitas pessoas. Mas a idéia dele é justamente combater o medo! O medo é o "causador" do Inferno, dos fantasmas, das obsessões. Quem tem medo cede automaticamente suas energias. Quem entra numa batalha com medo já perdeu! Digo isso para que assumam as rédeas do seu destino, para que vigiem seus pensamentos, suas atitudes, para que não vire massa de manobra na mão de alguns espertinhos (Desconfiem de mim, também! Eu posso estar tentando conquistar a confiança de vocês pra algum propósito escuso! Concentrem-se na mensagem, pois o mensageiro pode ser um impostor).


Referência:
Artigo sobre o fantasma do castelo;
Mais fantasmas em vídeo;
Vampirização energética (CEPEC);
Lugares assombrados (espiritismo);
Materialização (espiritismo);
Materialização de espíritos;
Magnetismo dos espíritos;
Alguns Aspectos da materialização (espiritismo)


 
5 estrelas, Espiritismo, Judaísmo, Metafísica - publicado às 12:00 AM 1 comentário