Saindo da Matrix

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    • (MAIS CASOS DE) MATERIALIZAÇÃO DE ESPÍRITOS

      seg, 11 de agosto, 2003

      Primeira parte aqui

      A materialização pode se dar através de duas formas:

      1 - O espírito "fabrica", pelo poder do pensamento, a substância que deseja formar, utilizando-se pra isso dos elementos abundantemente encontrados na Terra (vide este link para detalhes do processo) ou através do ectoplasma (substância moldável que flui para fora do corpo humano do médium).

      2 - Teletransporte, como faz a mulher da bacia de algodão que apareceu no Fantástico.

      Como podem notar, o espírito não cria (do latim CREO: fazer nascer) nada, apenas agrega ou transporta. Já dizia Lavoisier: "Na natureza nada se perde, nada se cria: tudo se transforma".

      Na época em que Chico Xavier ainda estava despontando (anos 40/50), a espiritualidade deu uma mão pra que ele e outros médiuns não fossem ridicularizados por gente ruim (e olhe que ele pegou muitos pela frente). Era a época de provar ao Brasil que os espíritos existiam de fato, então tínhamos materializações fantásticas, onde choviam pétalas de rosa e apareciam espíritos envoltos em luz para ajudar os presentes, como Sheilla ou então uma freira coberta de vestes brancas, ora com rosto e ora sem, na frente das câmeras e vigiada por uma equipe de 12 médicos em condições rigorosíssimas (leia o relato completo - com fotos - aqui). Tínhamos também a psicofonia e a psicografia, com a letra exata da pessoa que morreu (causando o fato de, pela primeira vez em toda a história jurídica do mundo, um juiz de Direito apoiar sua decisão em uma mensagem vinda do Além). Depois de um tempo Emmanuel, o guia de Chico, poupou seu pupilo dessas "apresentações", ensejando que o tempo de provar havia passado, e que agora viria o tempo de doutrinar. Afinal, ser médium doador de energia (e Chico possuía brilhantemente todas as mediunidades) é bem desgastante, chegando-se a perder de 3 a 4 kg por sessão.

      Agora, alguns casos desta "época de fenômenos" do fenômeno Chico Xavier:

      NO LAGO

      Na noite do dia 11 de setembro de 1948, quando sentados à beira de um riacho, no alto de um morro, o médium psicografava um poema de Cruz e Souza, e seu amigo de Juiz de Fora, Isaltino Silveira, o ajudava trocando as folhas por outras em branco. De repente, surge no meio do mato um homem imenso, com olhos arregalados, segurando um pedaço de pau na mão.
      Isaltino preparou-se para enfrentá-lo, mas Chico manteve-se sentado orando. O agressor pára a poucos metros e, com os olhos fixos em Chico, só consegue dizer o seguinte: "esta luz nas suas pernas... esta luz nas pernas". O médium pede:
      - Vá para casa e fique na paz de Deus, meu filho.
      No que é atendido. Para espanto de Isaltino, o mato, numa grande distância ao redor do agressor, ia ficando amassado à medida que ele ia andando. Chico explicou:
      - O homem era um médium de amplos poderes, que não se cuidava.

      Naquela noite, havia sido arrancado da cama por espíritos interessados em assassiná-los e jogar seus corpos no rio, o que só não aconteceu graças a interferência de benfeitores espirituais, que envolveram os dois em um cinturão de luz.

      Satisfeito com a explicação, Isaltino quis saber o motivo do mato ficar amassado em volta do homem, quando ele ia embora, e Chico esclareceu:
      - As tais entidades eram tão ruins que se utilizaram dos fluidos do médium e conseguiram peso específico para provocar o fenômeno físico. Eram aproximadamente 200 espíritos.


      EMMANUEL


        Materialização de Emmanuel, ilustrada por Joaquim Alves
      O episódio a que estávamos presentes ocorreu no começo da década de 50.
      O conhecido médium Peixotinho, de Macaé, Rio de Janeiro, estivera em Belo Horizonte e noutras cidades mineiras para realizar, com objetivo curativo, magníficas sessões de materialização.
      Chico Xavier e outros companheiros animaram-se frente ao maravilhoso fenômeno e, utilizando suas próprias faculdades de efeitos físicos, promoveram algumas sessões.
      Espíritos altamente iluminados, e alguns menos, materializaram-se, conversaram conosco. O entusiasmo, embora comedido, nos dominava, sobremaneira.
      A imortalidade da alma ali estava demonstrada, patente, indiscutível! Emocionada, uma mãe reviu e falou com a filha envolta em roupagem de luz.
      Já era bem tarde, Chico ainda estava na cabine, quando materializou-se uma entidade, cujo porte e luminosidade demonstraram-nos grande superioridade. A porta por onde adentrou o recinto evidenciou-lhe a estatura elevada.
      Profundo silêncio se fez, embora sussuros fizessem-se ouvir:
      - Emmanuel?!?

      Trecho do livro "Chico Xavier - Mandato de Amor"
      União Espírita Mineira; Belo Horizonte, 1992


      RAIOS-X

      Nas sessões de materialização comandadas por Chico, ocorreriam fatos que surpreendiam e ao mesmo tempo deslumbravam... numa dessas sessões Chico rezava e liberava ectoplasma (espécie de fluido indispensável para que os espíritos possam ser vistos) quando surgiu Sheilla, enfermeira morta na segunda grande guerra, que realizou exame em doente que estava no local. Ao observá-lo esclareceu:
      - Você come muita manteiga. Vou tirar uma radiografia de seu estômago.
      Segundo as testemunhas, a barriga do paciente ficou transparente, podendo ser observado o seu interior, como se fosse utilizado um aparelho de Raio X. Sheilla aproximou-se dele, colocou seus dedos semi-abertos sobre a região do estômago dizendo:
      - Agora levarei a radiografia ao plano espiritual para que a estudem e lhe dêem um remédio.


      TRATAMENTO

      Certa vez, uma imagem fulgurante surgiu, envolta em uma agradável onda de perfume. Numa das mãos, trazia uma estrela luminosa, e, na outra uma rosa brilhante. Era o espírito da doce Meimei, desencarnada em 1946 e que através do médium enviou durante toda sua vida mensagens de grande beleza. Ela saudou os presentes e, aproximando-se, entregou a flor a um dos espíritas participantes da sessão. Em seguida, fez o seguinte pedido:
      - Gostaria que a pessoa necessitada se colocasse no meio da sala.
      Um jovem doente dos pulmões deixou seu lugar e se colocou no ponto indicado. Nele Meimei aplicou cordões fosforescentes, como tratamento, podendo ser observado que o organismo absorvia aqueles estranhos elementos.


      A ROSA

      Em uma ocasião, uma rosa branca e fresca, ainda com o orvalho da manhã, surgiu sobre o colo de uma senhora que havia recebido mensagem de sua mãe, psicografada por Chico Xavier solicitando paciência, amor e orações pela família, que atravessava período turbulento. A rosa lhe chegou ao final do passe, e lhe causou estranheza. O médium disse:
      - Veio para você, minha filha... e deve saber de onde.
      A senhora imediatamente identificou, e explicou emocionada:
      - É da roseira de nossa casa, que fica no norte do país. Mamãe, com seu carinho plantou a muda, e suas hastes entravam pela janela do meu quarto, desde a minha juventude.


      O CARAMUJO

      Numa das sessões de aplicação do passe, Chico ouviu o ruído de algo sendo arremessado, sem muita violência. Imediatamente, ele identificou a procedência: era um presente que, por intermédio dele, o espírito de Sheilla estava dando a pessoa a quem ele aplicava o passe. Ela foi pegar o objeto, estranhando tratar-se de um caramujo grande, onde havia respingos de água do mar, salgada e gelada, além de restos de areia fresca, o que surpreendeu a todos os presentes, já que o grupo estava a centenas de quilômetros do mar, em Minas Gerais.

      Referência: Lindos casos de Chico Xavier;
      Livro "Materializações Luminosas", de Rainieri (dezenas de casos relatados em detalhes, incluindo fotos "autenticadas" por Chico Xavier).




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      Espiritismo - publicado às 11:11 AM Sem comentários