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Essa organização, fundada por ancestrais de Amenóphis IV, faraó do Egito, tivera desde sua origem a missão de congregar as pessoas mais sábias do país para discutir, analisar e preservar o Grande Conhecimento. Poderia-se dizer que formaram a primeira classe de médicos conhecida. O nome vem do fato de que eles usavam túnicas bem alvas, um branco difícil de se obter naquela época. Nos dez séculos anteriores a Cristo, ramos da Grande Fraternidade Branca estabeleceram-se com denominações diversas em várias partes do mundo - e um deles eram os Essênios.
O nome "Essênio" provém do termo sírio asaya, que significa médico (terapeuta, em grego, e essaya, em aramaico). Sua missão era curar doenças do corpo e da alma.
Conforme espiritualistas de diversas correntes, Jesus, se não foi essênio, pelo menos manteve contato com eles. O teósofo francês Édouard Schuré afirma que Maria, mãe de Jesus, era essênia e destinara seu filho, antes do nascimento, a uma missão profética.
Harvey Spencer Lewis, dirigente máximo da Ordem Rosacruz das Américas, também afirma a origem essênia de Jesus. Segundo ele, Maria e José eram gentios (habitantes da Galiléia considerados "estrangeiros" pelos palestinos e, portanto, "não-judeus"), pertencentes á Fraternidade Essênia, embora formalmente ligados á fé mosaica, de acordo com as leis locais.
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