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Segundo os estudos espíritas, a sede da memória, no corpo encarnado, é no perispírito, invólucro de matéria mais sutil que interpenetra nosso corpo, e que, quando morremos, acaba sendo a nossa nova "pele" no mundo sutil. Faz algum sentido, já que, se a memória ficasse tão somente no cérebro físico, teríamos, com a morte do mesmo, a perda total das lembranças da encarnação anterior. Poderão dizer: mas estudos comprovam que, retirando parte da massa encefálica, some parte da memória. É verdade, mas em nenhum momento excluímos a capacidade do cérebro de ser uma interface da memória. Sem o hardware (matéria), não acessamos o software (espírito).
É ainda, pois, ao corpo espiritual que se deve a maravilha da memória, misteriosa chapa fotográfica, onde tudo se grava
(Emmanuel; Roteiro)
Ele (o perispírito) arquiva em seus refolhos (...) todos os acontecimentos, todos os fatos, atos, sensações e até os pensamentos
(Yvone A. Pereira; Recordações da Mediunidade)
O perispírito é preexistente e sobrevive ao corpo material. É nele que se registram e se acumulam todas as aquisições intelectuais e lembranças
(Léon Denis; O Porquê da Vida)
Perispírito - arquivo das experiências multifárias das reencarnações
(Joanna de Angelis; Estudos Espíritas)
Já desconfiava, mas agora tenho quase certeza de que os tais "chips" alienígenas sejam feitos da mesma vibração do perispírito... daí a interferência com a memória. Mas ainda assim gostaria de tirar uma radiografia ;P