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Na tumba de Tutankhamon, um porta-espelho dourado foi encontrado na forma de um Ankh, num claro jogo de palavras, porque a palavra egípcia para espelho também é Ankh. As pessoas carregavam este símbolo como um amuleto para a longevidade. Por suas semelhanças com a cruz cristã, o Ankh chegou a ser assimilado pelos cristãos cópticos, de forma que também é conhecido como a Cruz Ansata, Cóptica ou Cruz Egípcia. Faz parte também do símbolo da Ordem Rosacruz (AMORC). Metaforicamente, a cruz representa a união/intersecção do céu e da terra. Posteriormente, contudo, veio a ser proscrito e identificado como um símbolo pagão (todo símbolo que não é cristão é pagão) e foi levianamente adotado pelo ocultismo e satanismo. É óbvio que o caráter satânico que deram ao Ankh é fruto da ignorância e leviandade com que usam esse símbolo.
O que mantém a energia de um símbolo é o pensamento que se faz dele. Não o pensamento de uma ou 10 pessoas, mas sim da coletividade, durante um certo tempo. O Ankh é um símbolo que foi criado como uma coisa boa (a chave para o "outro lado", a vida eterna) mas que hoje está sendo imantado de pensamentos negativos por parte de uma maioria burra que o usa achando que é um símbolo de vampiro, de ocultismo, de magia negra.
Referência: LEWD